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Leucemia mieloide aguda tem cura?

Diagnóstico precoce e avanços na Medicina proporcionam resultados clínicos positivos para grande parte dos pacientes com LMA

A leucemia mieloide aguda (LMA), tipo de câncer do sangue diagnosticado recentemente por Fabiana Justos, filha do apresentador Roberto Justo, é desafiadora. Porém, quando descoberta logo no início, as diferentes formas terapêuticas hoje existentes proporcionam aos pacientes resultados clínicos animadores, incluindo a cura. Entenda!

O que é a leucemia mieloide aguda

Este é um tipo agressivo de câncer do sangue que afeta as células mieloides na medula óssea, interferindo na produção normal das células sanguíneas. Ela pode acontecer em qualquer idade, entretanto é mais incidente em adultos.

Ainda não sabe exatamente o porquê de seu desenvolvimento, mas o tabagismo, por exemplo, já é identificado como um fator de risco.

TABAGISMO É FATOR DE RISCO PARA LMA. SAIBA MAIS AQUI!

Sintomas da leucemia mieloide aguda

Por ser um câncer de desenvolvimento rápido, a LMA costuma apresentar sintomas importantes logo no seu início. São eles:

  • Cansaço extremo
  • Hematomas pelo corpo
  • Sangramentos
  • Dor de cabeça, ossos ou articulações
  • Falta de ar
  • Febre constante
  • Tonturas e desmaios
  • Perda de apetite e de peso

Como diagnosticar a LMA

Descobrir a doença logo no início é crucial para que o paciente possa ter melhores resultados no tratamento. O primeiro exame que costuma ser realizado é o hemograma, que mostra as alterações nas células sanguíneas. Mas, a confirmação da leucemia e seu subtipo é feita após biópsia da medula óssea (quando um pedacinho do osso da bacia é retirado) ou mielograma (o sangue da medula óssea é avaliado).

Como funciona o tratamento da leucemia mieloide aguda?

Embora esta seja uma doença desafiadora e de rápida evolução, a boa notícia é que há tratamentos e com grandes chances de remissão completa.

As opções são:

Quimioterapia intensiva – Diferentes tipos de medicamentos são utilizados em ciclos, com o objetivo de eliminar as células doentes da medula óssea.

Terapia alvo – É possível que o paciente apresente a LMA com genes específicos alterados, como a LMA FLT3, por exemplo. Nestes casos, as terapias são direcionadas a eliminar estes genes que causam a doença.

Imunoterapia – A partir de medicamentos específicos, o próprio organismo do paciente passa a combater a leucemia.

Transplante de medula óssea – Ele é feito com doador compatível (da família ou não) e visa a cura.

Estes protocolos de tratamento podem ser feitos em conjunto ou separadamente, mas somente o onco-hematologista, profissional especialista nas doenças do sangue, está apto a indicar qual a melhor opção.

O acompanhamento médico durante todo o tratamento, e após ele também, é passo importante na trajetória terapêutica.

Se você está em tratamento da LMA, tenha força, foco e esperança sempre!

Está postagem tem 2 comentários

  1. Estou a 1 ano nesta luta contra o L.M.A e realmente é um tratamento muito duro, agressivo e invasivo… porem a doença se encontra em remissão! Próxima semana interno para realizar o T.M.O… MINISTRADO PELO COMPETENTE @drbrenogusmão…
    Estou muito feliz por Deus me proporcionar a chegada até aqui!
    Nota: força, fé e esperança! Tripé fundamental para o caminho da cura!

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