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A leucemia linfoide crônica tem início quando os linfócitos, tipo de glóbulo branco maduro, sofrem mutações e passam a se desenvolver de maneira descontrolada. Em uma situação normal, o nosso corpo tem a capacidade de destruir estes linfócitos que fogem a regra, contudo, nos casos dos pacientes com LLC, as nossas células não conseguem conter os linfócitos mutados.

O sistema linfático e a medula óssea estão intimamente relacionados. Para que tenhamos linfócitos maduros no nosso sangue, nos protegendo de ataque de bactérias e vírus, células-tronco na medula óssea se diferenciam em células de linhagem linfoide imaturas. Elas saem para o sangue periférico e vão para os linfonodos para que passem por um processo de seleção das mais específicas e funcionais. Estes linfócitos maduros podem ficar nos linfonodos/sistema linfático e/ou voltar para o sangue periférico.

Existem três tipos de linfócitos:

Linfócitos B – produzem anticorpos, proteínas usadas pelo sistema imunológico para destruir vírus, bactérias e até mesmo as células cancerígenas;

Linfócitos T – possuem várias funções no organismo, dentre elas a de “avisar” aos linfócitos B que os perigos estão se aproximando;

Células NK (Natural Killer, do inglês, células exterminadoras) – sua função natural é atacar as células infectadas, sem precisarem de anticorpos ou de outro intermediário.

Na leucemia linfoide crônica, os linfócitos B maduros são os atingidos, mas geralmente não impedem a produção de células normais na medula óssea. Ou seja, ao mesmo tempo em que o paciente fabrica células maduras, porém anormais, ele também produz células sanguíneas saudáveis.

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