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Tomografia, Ressonância Ou PET Scan? Entenda Estes Exames

Tomografia, ressonância ou PET Scan? Entenda estes exames

Todos eles podem ser utilizados para o diagnóstico e acompanhamento dos linfomas

O diagnóstico precoce do câncer é fundamental para os melhores resultados do tratamento. Você já deve ter ouvido muitas vezes essa frase, certo? E realmente é verdade. Mas cada tipo de câncer será diagnosticado com exames diferentes. No caso dos linfomas, tomografia, ressonância ou PET Scan são algumas das opções que podem ser pedidas pelo médico. Sabe a diferença entre eles e quando são indicados? Te explico tudo!

Entenda o linfoma

Bem, o primeiro passo é entender a doença e como ela pode se apresentar. O linfoma é um câncer do sistema linfático e acontece quando os linfócitos (tipo de célula responsável por proteger o organismo contra vírus, bactérias, dentre outros perigos), por conta de um defeito genético, passam a se desenvolver de maneira errada.

Divididos entre linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin, quanto antes a doença for diagnosticada, melhores os resultados no tratamento, incluindo a remissão completa. Isso mesmo, o linfoma tem cura!

Diagnóstico precoce é a melhor opção

Cerca de 80% dos pacientes com linfoma, caso descubram a doença em seu estadiamento inicial, podem entrar em remissão completa. Ficar atento aos sintomas é fundamental, mas realizar os exames corretos também será o grande diferencial para o diagnóstico correto e preciso.

Tomografia para que serve

A tomografia computadorizada é um importante exame, presente em hospitais públicos e particulares do país. Parecida com um raio-x, com este exame é possível olhar por dentro do corpo e investigar se os órgãos estão afetados de alguma maneira. Com o aparelho, é possível captar imagens do corpo em “fatias” bem finas, que podem ser analisadas por meio de diferentes ângulos.

Como é feita – A pessoa deitará no tomógrafo, com a posição sugerida pelo especialista (tudo irá depender da investigação indicada e em que possíveis partes do corpo o linfoma pode estar). A máquina irá captar diversas imagens por alguns minutos. Mas fique tranquilo, é um exame indolor. É possível que a tomografia com contraste seja indicada. Um composto à base de iodo é dado ao paciente, seja via oral ou intravenosa, para que as possíveis lesões fiquem ainda mais claras. Se o paciente perceber algum tipo de desconforto por conta do contraste, é fundamental avisar a equipe médica.

O que é ressonância magnética?

Este exame também pode ajudar no diagnóstico do linfoma e pode ser indicado pelo médico. Assim como a tomografia, esta máquina também cria imagens em alta definição do corpo, em variadas posições. Mas, para isso, não usará a emissão de raios X, e sim a emissão de pulsos de radiofrequência em um campo magnético. Por isso, seu custo pode ser maior que o da tomografia.

Como é feita – Antes de iniciar o exame, será preciso tirar tudo o que for de metal, como brincos e colares. Uma roupa será dada ao paciente, já que até mesmo botões e o zíper podem interferir. Pessoas que têm marca-passo cardíaco, por exemplo, não podem fazer o exame! Feito isso, a pessoa deitará em uma maca e a parte do corpo que precisar ser avaliada será coberta por um aparelho (a bobina), responsável por melhorar a qualidade das imagens. A maca será deslizada para dentro de um tubo grande. Neste momento, é importante ficar parado, para que o exame não seja comprometido. Se o paciente for criança, ou se sentir mal em locais fechados, a sedação é indicada. Em alguns casos, a ressonância com contraste pode ser sugerida pelo médico. Assim como na tomografia, a substância com iodo deixará as possíveis células cancerígenas ainda mais claras.

PET Scan no linfoma

Este exame, bastante eficiente para o diagnóstico e acompanhamento dos pacientes com linfoma, também é um tipo de tomografia computadorizada que utiliza a emissão de pósitrons para capturar as imagens do interior do corpo.

Como é feito – Antes da realização do exame, o paciente tomará uma substância muito parecida com a glicoce (Fluordeoxiglicose – FDG). As imagens serão baseadas no fato que as lesões neoplásicas em atividade consomem mais glicose que o tecido normal. O objetivo, então, é facilitar que a máquina encontre possíveis marcadores tumorais (células doentes).  Assim como na tomografia, o paciente deita em uma maca e a parte do corpo que será avaliada ficará dentro de um tubo grande. Durante e após o exame, o paciente não sentirá dor alguma e nem apresentará efeitos colaterais.  Para que o traçador seja eliminado o quanto antes do organismo, é indicado que o paciente tome bastante água. O PET Scan está disponível no SUS e também em hospitais particulares.

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