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Mieloma múltiplo smoldering

Quando a doença ainda não é um câncer. Saiba como será o tratamento

O mieloma múltiplo smoldering (MMS) é uma condição que fica entre a doença no estado indolente, ou seja, quando não há sinais do câncer e o tratamento não é necessário, e o mieloma ativo. Sendo assim, caracteriza-se pela presença de células plasmáticas anormais na medula óssea, mas sem sintomas evidentes da doença. E embora ainda não demande tratamento imediato, o MMS exige monitoramento contínuo com o hematologista, pois pode ter uma progressão.

Diagnóstico do mieloma múltiplo smoldering

Será feito por meio de exames laboratoriais e de imagem, como:

– Eletroforese de proteínas séricas: para detectar a proteína monoclonal (M-proteína).

– Exames de sangue e urina: avalia a função renal, cálcio sérico e outros biomarcadores.

– Biópsia de medula óssea: ajuda a quantificar as células plasmáticas.

– Ressonância magnética ou PET-CT: faz a identificação de lesões ósseas ocultas.

Será constatado que o mieloma múltiplo smoldering se o paciente tiver a presença da proteína M de pelo menos 3 g/dL ou uma infiltração plasmocitária de medula óssea ≥10% com ausência de lesões orgânicas relacionadas ao mieloma.

Risco de progressão e quando tratar

O MMS não apresenta sintomas, mas pode evoluir para mieloma múltiplo ativo ao longo do tempo. A taxa de progressão varia conforme o risco do paciente:

  • Baixo risco: progressão lenta, geralmente menor que 10% ao ano.
  • Alto risco: maior probabilidade de evolução para mieloma sintomático em até dois anos.

Pacientes com alto risco podem se beneficiar de tratamento precoce para retardar a progressão, quimioimunoterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea autólogo. Já aqueles de baixo risco são apenas monitorados periodicamente.

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