Quanto antes o diagnóstico for feito, melhores serão os resultados no tratamento! Para isso, será necessário realizar alguns exames específicos.
Biópsia: é feita a retirada do tecido do linfonodo suspeito para análise ao microscópio. Ele pode ser removido inteiramente, por de meio de uma cirurgia, ou apenas ser retirados pequenos fragmentos do gânglio linfático, utilizando uma agulha especial.
Imuno-histoquímica: para um diagnóstico mais acurado, essa técnica utiliza reações específicas para detectar a presença de determinadas proteínas nas células suspeitas, identificando com mais precisçao as células de Reed-Sternberg, a principal característica do LH.
– Estadiamento
Para realizar o estadiamento, ou seja, para entender em que momento o linfoma de Hodgkin está, é feito um exame chamado PET-CT ou Pet Scan.
Esse exame combina uma tomografia computadorizada de corpo inteiro com uma avaliação por medicina nuclear após a injeção de glicose marcada com fluoreto. A glicose marcada será captada por áreas com maior crescimento de células, em especial na região do tumor, que será visualizado nas imagens como áreas “brilhantes”.
O estadiamento após realização do PET-TC divide pacientes com LH em 4 grupos:
Estágio I – Atinge apenas um gânglio linfático ou região de linfonodo.
Estágio II – Existe mais de uma região de linfonodos comprometida, porém na mesma metade do corpo (superior ou inferior, sendo o músculo diafragma o divisor).
Estágio III – Há diversas regiões do sistema linfático com a doença, tanto acima quanto abaixo do diafragma.
Estágio IV – A doença atinge órgãos além do sistema linfático, como fígado, ossos ou pulmão.
Fonte: Livro Vencer o Câncer Hematológico