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	<title>Arquivos Câncer - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Vacina contra a pneumonia</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 22:47:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes com leucemias crônicas, linfomas e mieloma múltiplo, que vão iniciar a quimio, devem tomar! Em meio ao novo coronavírus, a vacinação para evitar algumas doenças tornou-se ainda mais importante. E para pacientes com leucemias crônicas, linfomas e mieloma múltiplo em início do tratamento com quimio e radioterapia, a vacina contra a pneumonia é indicada. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Pacientes com leucemias crônicas, linfomas e mieloma múltiplo, que vão iniciar a quimio, devem tomar!</strong><span id="more-6365"></span></h3>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6367" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1198124221-300x259.jpg" alt="" width="164" height="141" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1198124221-300x259.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1198124221.jpg 400w" sizes="(max-width: 164px) 100vw, 164px" />Em meio ao novo coronavírus, a vacinação para evitar algumas doenças tornou-se ainda mais importante. E para pacientes com <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias crônicas</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas</a> e <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> em início do tratamento com quimio e radioterapia, a <strong>vacina contra a pneumonia</strong> é indicada.</p>
<p>A pneumonia é uma doença temida por todos. Porém, em alguns grupos de risco, como os pacientes imunossuprimidos, ela pode ser considerada ainda mais perigosa.</p>
<p>Causada por infecções que se instalam nos pulmões, ela acontece no espaço alveolar (onde ocorre a troca gasosa do ar), quando há penetração de um agente infeccioso como bactérias, vírus, fungos e até mesmo por reações alérgicas.</p>
<p>Dentre seus principais sintomas estão: febre alta, tosse, dor no tórax, falta de ar, secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada e prostração.</p>
<p>Alguns fatores de risco estão associados ao desenvolvimento da pneumonia:</p>
<ul>
<li>Cigarro, por conta da reação inflamatória</li>
<li>Álcool, porque interfere no sistema imunológico</li>
<li>Ar-condicionado, por deixar o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e bactérias</li>
<li>Gripes mal cuidadas</li>
<li>Estar imunossuprimido</li>
</ul>
<h4><strong>Previna-se contra a pneumonia! </strong></h4>
<p>A pneumonia tem tratamento e o uso de antibióticos será necessário para eliminar a infecção dos pulmões. Porém o caminho mais assertivo é a vacinação.</p>
<p>Em tempos de coronavírus, um importante motivo para que o paciente oncológico tome a vacina é evitar que, infecções virais comprometam o sistema imunológico e aumentem o risco de infecções e contaminação bacteriana.</p>
<h4><strong>Qual vacina contra a pneumonia tomar?</strong></h4>
<p>São duas as vacinas existentes para a prevenção da pneumonia:</p>
<ul>
<li><strong>Pneumocócica conjugada 13 valente (VPC13)</strong> – Protege contra infecções invasivas causadas por 13 subtipos da bactérias pneumococo, que podem causar não só a pneumonia, como também meningite, otite, dentre outras doenças.</li>
<li><strong>Pneumocócica Polissacarídica 23-valente (VPP23)</strong> – Protege contra infecções causadas por 23 subtipos da bactéria pneumococo, que causam pneumonia, meningite e otite.</li>
</ul>
<h4><strong><img decoding="async" class="alignright wp-image-6368" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1731211978-270x300.jpg" alt="" width="146" height="162" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1731211978-270x300.jpg 270w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1731211978.jpg 400w" sizes="(max-width: 146px) 100vw, 146px" />Tenho câncer, posso tomar a vacina pneumocócica?</strong></h4>
<p>Não só pode, como deve! Pacientes com cânceres hematológicos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunologia (SBIm), são os que fazem parte do grupo que têm maior probabilidade de desenvolver a doença infecciosa. Então, é bem importante se vacinar.</p>
<p><strong>Importante!</strong> A vacina será indicada para pacientes que darão início ao tratamento com quimioterapia e radioterapia e também para aqueles que fizeram um transplante de medula óssea.</p>
<h4><strong>Onde receber a vacina</strong></h4>
<p>No sistema público de saúde, as duas vacinas estão disponíveis nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie). Nas clínicas particulares, a vacina está disponível para toda população. Porém, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apenas alguns grupos de pessoas de pessoas com câncer é que podem ser beneficiados:</p>
<p><strong>Pneumocócica conjugada 13 valente:</strong></p>
<ul>
<li>Pacientes oncológicos</li>
<li>Transplantados de células-tronco hematopoiéticas (TMO)</li>
<li>Transplantados de órgãos sólidos</li>
</ul>
<p><strong>Pneumocócica polissacarídica 23 valente (maiores de dois anos):</strong></p>
<ul>
<li>Pacientes com imunodeficiência por causa de câncer</li>
<li>Transplantados de medula óssea ou órgãos sólidos</li>
</ul>
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		<title>Como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 20:35:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer</strong><span id="more-6304"></span></h3>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6307" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg" alt="" width="156" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867.jpg 500w" sizes="(max-width: 156px) 100vw, 156px" />A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para aqueles que enfrentam um câncer ainda tem a questão: como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</p>
<p>Para evitar as idas desnecessárias ao hospital e, assim, impedir a contaminação pelo coronavírus nestes pacientes que fazem parte do grupo de risco, algumas mudanças ocorreram nos protocolos terapêuticos da Onco-Hematologia, como o adiamento de consultas, tratamentos e exames. Claro, tudo isso gerou muitas dúvidas. Então, separei algumas informações importantes, que irão lhe ajudar neste momento.</p>
<h4><strong>Diagnóstico não pode parar</strong></h4>
<p>Quanto ao diagnóstico, é unânime a opinião de que não pode deixar de ser realizado de maneira alguma! Os cânceres no geral são casos de urgência e quanto antes forem descobertos, melhores serão as chances do paciente ter resultados positivos no tratamento. Então, se apresentar sinais diferentes em seu corpo, procure um médico!</p>
<h4><strong>Exames – Fazer ou não fazer?</strong></h4>
<p>Alguns exames diagnósticos, via biópsia de medula óssea e hemograma, por exemplo, devem ser realizados mesmo em momento de pandemia. Como vimos, o câncer não espera o coronavírus passar! Agora, exames de manutenção/acompanhamento, como é o caso do PCR em pacientes com LMC, podem ser adiados sem afetar a qualidade de vida. Só importante salientar que cada paciente será avaliado por ser médico de maneira individual.</p>
<h4><strong>Tratamento – Saiba como fica durante a pandemia<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6309" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg" alt="" width="151" height="151" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105.jpg 500w" sizes="(max-width: 151px) 100vw, 151px" /></strong></h4>
<p>Embora pareça estranho, sim, é possível adiar alguns tratamentos do câncer neste momento da pandemia. Até mesmo o transplante de medula óssea pode aguardar. Tudo o que pudermos fazer para poupar o paciente com câncer do sangue de correr riscos, faremos! Vejam aqui algumas indicações:</p>
<h4><strong>LINFOMAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin agressivos</strong></li>
</ul>
<p>Os protocolos clássicos continuam indicados. Regimes orais, como por exemplo com a lenalidomida, estão sendo utilizados em pacientes recidivados. Ainda no caso dos paciente refratários aos linfomas não-Hodgkin agressivos, continua-se oferecendo quimioterapia de primeira linha em alta dose e o transplante de medula óssea autólogo. Dentre as preocupações observadas está o uso do filgrastim, que pode exacerbar os efeitos respiratórios da infecção por COVID-19, mas até o momento nada científicamente comprovado.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin indolentes</strong></li>
</ul>
<p>Estes linfomas têm uma evolução mais lenta, então neste momento o início do tratamento pode esperar. Mas, é claro, o acompanhamento médico continuará sendo necessário! Neste caso, o tratamento só será indicado caso o paciente seja sintomático. Naqueles pacientes que já iniciaram o tratamento, por conta do coronavírus, é possível mudar para opções orais, como por exemplo o Ibrutinibe. Assim, é possível limitar o número de visitas ao ambulatório. Nos pacientes com linfomas indolentes recidivados, o tratamento só será indicado quando aparecerem sintomas.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas de Hodgkin</strong></li>
</ul>
<p>No geral, a abordagem de tratamento para o linfoma de Hodgkin ainda não foi impactada significamente no cenário da linha de frente. O tratamento continua sendo indicado em fases iniciais e avançadas, com protocolos como o ABVD e radioterapia.</p>
<h4><strong>LEUCEMIAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Para os pacientes com LLA, o teste para a COVID-19 é recomendado antes do início da quimioterapia intensiva, independentemente dos sintomas. Se forem positivos, o tratamento será adiado – mas a terapia intratecal poderá ser aplicada se houver sintomas no Sistema Nervoso Central (SNC). Se o exame der negativo, o tratamento padrão, com quimioterapia, deve ser prontamento iniciado. Na LLA Ph+, o uso dos inibidores de tirosinoquinase é favorecido à indução agressiva de quimioterapia. Já na LLA em recidiva, será necessário realizar o tratamento, utilizando medicamentos via ambulatório, sem necessidade de internação.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Na LMA, a quimioterapia de indução intensiva deve ser oferecida, mesmo durante a pandemia. Também será necessário realizar o teste para a COVID-19 e, caso positivo, o tratamento será adiado. A terapia de consolidação/pós-remissão com citarabina em altas doses deve continuar a ser oferecida aos pacientes em remissão completa. O tranplante de medula óssea alogênico, se indicado, deverá ser realizado.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide crônica</strong></li>
</ul>
<p>Em geral, os pacientes com LLC são considerados de alto risco para infecções. Isso acontece por conta da imunodeficiência e resposta imunológica inadequada a infecções. No entanto, no momento, não há evidências indicando uma incidência maior pela COVID-19. Para aqueles pacientes que têm indicação de tratamento, o aconselhado é adiá-lo durante este momento. Pacientes em estadiamentos mais avançados terá indicação para tratamentos orais, com o Ibrutinibe, por exemplo.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide crônica </strong></li>
</ul>
<p>O tratamento da LMC é realizado com os inibidores da tirosina quinase, medicamentos orais, por isso não é preciso ir ao centro de tratamento para a aplicação. Já a realização dos exames de manutenção (PCR), neste momento, deve ser evitada.</p>
<h4><strong> </strong><strong>MIELOMA MÚLTIPLO</strong></h4>
<p>Pacientes com doença ativa precisam de tratamento para evitar complicações, mesmo durante o coronavírus. No entanto, o tratamento pode ser individualizado para limitar a exposição adicional à COVID-19. Recomendamos iniciar a terapia tripla com bortezomibe, lenalidomida e dexametasona. Pacientes idosos podem começar com o protocolo VRD ou daratumumab. Como o risco de recidiva do mieloma múltiplo é maior sem tratamento, não recomendamos interromper a terapia de manutenção. Neste caso, a indicação é usar a lenalidomida. Para pacientes elegíveis ao transplante de medula óssea autólogo, recomenda-se adiar o procedimento neste momento.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="166" height="152" />Telemedicina é opção</strong></h4>
<p>A telemedicina é uma importante ferramenta que foi aprovada no Brasil justamente por conta da COVID-19, e que pode ser amplamente usada pelos pacientes para tirar dúvidas diretamente com o seu especialista, sem precisar sair de casa. Entenda melhor na matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/">Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</a></p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão na Jovem Pan &#8211; SOS Coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 18:07:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O médico foi entrevistado para falar sobre o novo portal lançado pela Abrale, com foco em pacientes com câncer, e também a respeito da relação entre a COVID-19 e o tratamento oncológico. Assista!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O médico foi entrevistado para falar sobre o novo portal lançado pela Abrale, com foco em pacientes com câncer, e também a respeito da relação entre a COVID-19 e o tratamento oncológico. Assista!<span id="more-6283"></span></h3>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TrAKiVcjzZE?start=4183" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 18:39:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uso da tecnologia foi aprovado no país por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para alguns pacientes com câncer, até o tratamento sofreu alterações. Afinal, para evitar os riscos de contrair a COVID-19, ir ao hospital passou a ser recomendação restrita, somente àqueles casos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/">Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Uso da tecnologia foi aprovado no país por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus</strong><span id="more-6268"></span></h3>
<p>O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para alguns pacientes com câncer, até o tratamento sofreu alterações. Afinal, para evitar os riscos de contrair a COVID-19, ir ao hospital passou a ser recomendação restrita, somente àqueles casos mais urgentes e/ou graves. Mas a telemedicina chega como uma importante alternativa.</p>
<h4><strong>Como fica o tratamento oncológico durante a pandemia?</strong></h4>
<p>A recomendação dos médicos é que nenhum tratamento pare. Ou seja, o paciente jamais deve pausar, por conta própria, a terapêutica indicada pelo especialista.</p>
<p>Agora, é possível, sim, reagendar a quimioterapia, a radioterapia e até mesmo um transplante de medula óssea. Exames diagnósticos e de acompanhamento também podem entrar na lista de “espera”. Os casos serão avaliados individualmente e somente o médico é quem poderá definir qual o melhor caminho a seguir.</p>
<p>Isso quer dizer que o paciente não terá contato com seu médico por um longo período? Não! É neste momento que a telemedicina entra.</p>
<h4><strong>O que é a telemedicina?</strong></h4>
<p>Medicina à distância, ou telemedicina, é quando médico e paciente fazem uma consulta não presencial. Por meio de uma plataforma especializada, é possível que o médico leia resultados de exames, tire dúvidas sobre sintomas e outras questões que envolvam a doença, explique se há ou não necessidade de ir ao hospital para aplicar medicamentos ou realizar novos testes, e acompanhe, com precisão, a situação do paciente.</p>
<p>Durante uma consulta à distância é possível, inclusive, realizar alguns exames. Existem dispositivos que ajudam o médico aferir a pressão arterial, fazer eletrocardiograma e até mesmo examinar a garganta do paciente.</p>
<p>Na telemedicina, o especialista também está autorizado a fazer receitas médicas com assinatura digital.</p>
<p>A <strong>telemedicina no Brasil </strong>foi anunciada pelo Ministério da Saúde por meio da portaria n°467, que regulamenta atendimentos médicos à distância. O texto determina que todas as consultas deverão ser obrigatoriamente registradas em prontuário clínico com indicação de data, hora, tecnologia da informação e comunicação utilizadas, além do número do Conselho Regional Profissional do Médico (CRM) e sua unidade da federação.</p>
<h4><strong>O paciente com câncer pode ser atendido à distância? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="189" height="173" /></strong></h4>
<p>A resposta é sim! É importante lembrar que a telemedicina é Medicina e, em momentos de pandemia, como este que estamos vivendo, é uma excelente alternativa. Como vimos, o atendimento ocorrerá igualmente ao presencial. O paciente terá acesso às informações de seus exames e poderá esclarecer dúvidas. Agora, sabemos que alguns tipos de câncer, como as <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias agudas</a>, os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas agressivos</a> e o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> exigem cuidados especiais. Por isso, o médico irá avaliar caso a caso e dirá como as terapias devem seguir.</p>
<h4><strong>Segurança dos dados </strong></h4>
<p>Esta é uma preocupação importante. Quando uma consulta acontece de maneira presencial, no hospital, todos os dados do paciente estão seguros, em prontuários médicos. Já no mundo virtual, os riscos de vazamento podem ser maiores. Por isso, não é indicado que a telemedicina será praticada via telefone ou redes sociais. Existem plataformas específicas e seguras para a prática de consultas virtuais, com ferramentas adequadas tanto para garantir que as informações do paciente não sejam compartilhadas de forma idevida, como também para possibilitar um atendimento melhor e mais amplo. E todas as informações serão armazenadas no prontuário do paciente.</p>
<h4><strong>Telemedicina nos sistemas privado e público de saúde</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6271" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_1666037506-300x211.png" alt="" width="173" height="122" />A <strong>telemedicina </strong>deve acontecer tanto via<strong> hospitais/clínicas particulares, </strong>como também nos centros de tratamento do<strong> Sistema Público de Saúde (SUS).</strong></p>
<p>Para quem não tem um plano de saúde e recorre aos serviços particulares, a consulta será cobrada pelo médico, normalmente.</p>
<p>Já para quem tem plano de saúde, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos devem cobrir o valor da consulta realizada via telemedicina.</p>
<p>No sistema público de saúde as consultas não serão cobradas.</p>
<h4><strong>Após a pandemia, telemedicina será reavaliada</strong></h4>
<p>A Lei 13.989, sansionada pelo governo federal, tem caráter emergencial. Isso quer dizer que, após este momento de pandemia por conta do novo coronavírus, os atendimentos à distância passarão por uma nova avaliação. Estão sendo preparados, pelo<strong> Conselho Federal de Medicina (CFM), documentos com foco na telemedicina.</strong></p>
<p>Não deixe que a distância lhe prive de uma consulta . Se não é possível consulta presencial , marque sua telemedicina! Fico à disposição.</p>
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		<title>Tratamentos mudam a história da LMC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 23:15:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamentos chegaram para revolucionar a ciência e trazer maior sobrevida aos pacientes A leucemia mieloide crônica (LMC) é, sem sombra de dúvidas, um dos tipos de cânceres que recebe um dos tratamentos mais revolucionários e efetivos atualmente. Com a chegada dos inibidores da tirosina quinase é possível afirmar que, mais de 90% dos pacientes, vive [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Medicamentos chegaram para revolucionar a ciência e trazer maior sobrevida aos pacientes<span id="more-6258"></span></h3>
<p>A leucemia mieloide crônica (LMC) é, sem sombra de dúvidas, um dos tipos de cânceres que recebe um dos tratamentos mais revolucionários e efetivos atualmente. Com a chegada dos inibidores da tirosina quinase é possível afirmar que, mais de 90% dos pacientes, vive muito bem e em remissão completa da doença.</p>
<p>Mas nem sempre foi assim. Nesta matéria, vamos viajar no tempo e entender o passo a passo desta importante evolução terapêutica.</p>
<h4><strong>O que é a LMC</strong></h4>
<p>Este tipo de câncer tem início na medula óssea, quando os glóbulos brancos do tipo mieloide sofrem uma alteração genética e passam a se multiplicar de maneira descontrolada. A translocação (fusão de uma parte de um cromossomo em outro cromossomo) entre os cromossomos 9 e 22, denominado cromossomo Philadelfia (Ph+) gera um novo gene, o BCR-ABL, que é responsável pelo desenvolvimento da doença.</p>
<p>Por ser uma doença crônica, de evolução lenta, muitas vezes o paciente não apresenta queixas. Mas como principais <strong>sinais e sintomas da LMC</strong> podemos listar: <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-6259" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/roxo-shutterstock_1134849719-120x300.png" alt="" width="120" height="300" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/roxo-shutterstock_1134849719-120x300.png 120w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/roxo-shutterstock_1134849719.png 400w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" /></p>
<ul>
<li>Palidez, cansaço e mal-estar, por conta da anemia</li>
<li>Desconforto no lado esquerdo do abdômen, decorrente do aumento do baço</li>
<li>Perda de peso sem motivo aparente</li>
<li>Infecções e febre constantes</li>
<li>Hematomas pelo corpo, devido as alterações das plaquetas</li>
<li>Suor noturno</li>
<li>Dores ósseas</li>
</ul>
<h4><strong>LMC e seu tratamento revolucionário</strong></h4>
<p><strong> </strong>Muitas linhas de tratamento foram utilizadas no passado até chegarmos aos protocolos atuais.</p>
<h4><strong>Década de 20: radioterapia era a solução</strong></h4>
<p>Como vimos, o baço sofre um importante aumento na maioria dos pacientes e desta forma era o foco terapêutico naquela época, quando não havia técnologia e conhecimentos profundos sobre a LMC. A radioterapia esplênica passou a ser usada a partir da década de 20 e permaneceu como terapia padrão por mais de 50 anos! Entretanto, sua eficácia era baixa e, infelizmente, o número de óbitos altíssimo.</p>
<h4><strong>Anos 60: hidroxiureia começa a ser parte do protocolo terapêutico</strong></h4>
<p>Em 1960, o busulfan, um agente antineoplásico para células cancerígenas, passou a ser usado no combate à LMC. Mas ele estava relacionado com grande toxicidade. Em seguida a hidroxiureia foi incorporada às opções terapêuticas, demonstrando resultados melhores, com maior tolerância pelos pacientes. Estes medicamentos serviam para controlar a doença, porém não interferiam diretamente na biologia dela (o cromossomo Ph), fazendo com que o desenvolvimento da LMC continuasse normalmente e impactando negativamente na sobrevida do paciente. Atualmente, a hidroxiureia pode ser utilizada como ponte para um tratamento mais eficaz.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6260" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Interferon-shutterstock_1706731156-300x300.png" alt="" width="169" height="169" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Interferon-shutterstock_1706731156-300x300.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Interferon-shutterstock_1706731156-150x150.png 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Interferon-shutterstock_1706731156.png 400w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" />Anos 80: Interferon passa a ser nova aposta para a LMC</strong></h4>
<p>Com a chegada do Interferon-alfa, os médicos passaram a perceber que o medicamento apresentava respostas hematológicas e citogenéticas positivas no combate à LMC, tanto parciais como completas, consequentemente com melhores taxas de sobrevida. Desta forma, passou-se a utilizá-lo em combinação com a hidroxiureia e busulfan.</p>
<p>Na década de 80 também tiveram início os primeiros estudos com o transplante de medula óssea alogênico (com doador HLA 100% compatível). Essa foi considerada a primeira modalidade curativa e resultava em até cinco anos de sobrevida para cerca de 60% dos casos.</p>
<p>E foi em 1986 que, após diversas pesquisas, descobriu-se o gene BCR-ABL. Porém, ainda não se sabia ao certo sobre seu papel na LMC, o que anos a frente, traria um enorme impacto para Hematologia e, consequentemente, para a vida dos pacientes.</p>
<h4><strong>Anos 90: TMO assume a liderança como opção de tratamento</strong></h4>
<p>Devido aos resultados animadores, o transplante de medula óssea passou a ser indicado para todos os pacientes com menos de 50 anos e com doadores compatíveis, os quais poderiam ou não fazer parte da família. Interferon e hidroxiureia continuavam a ser utilizados também, agora com mais um medicamento de apoio: a citarabina.</p>
<h4><strong>Anos 2.000: uma nova era começa com os inibidores da tirosina quinase <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6261" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comprimido-shutterstock_473395474-300x300.png" alt="" width="171" height="171" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comprimido-shutterstock_473395474-300x300.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comprimido-shutterstock_473395474-150x150.png 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Comprimido-shutterstock_473395474.png 400w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" /></strong></h4>
<p>Depois de muito estudo e testes com resultados amplamente positivos, em 2001 foi apresentado ao Brasil e ao mundo o <strong>mesilato de imatinibe</strong>, o primeiro inibidor da tirosina quinase. O que isso significou? Uma revolução histórica na Onco-Hematologia e uma nova expetativa de vida para os pacientes!</p>
<p>Como vimos, pacientes com LMC possuem um novo gene, o BCR-ABL, que codifica uma proteína com uma atividade chamada tirosina quinase. Esta proteína, por sua vez, está relacionada a diversos processos fundamentais, como a proliferação, diferenciação, mobilidade e sobrevivênvia/morte celular.</p>
<p>Essa terapia-alvo age diretamente nas células acometidas, levando à resposta citogenética e molecular para a maioria dos pacientes. Assim, o imatinibe passou a ser o tratamento padrão para LMC.</p>
<p>Em 2006, um novo inibidor da tirosina quinase chegou para trazer esperanças àqueles que não apresentavam respostas satisfatórias ao imatinibe. O <strong>dasatinibe, </strong>indicado inicialmente àqueles com resistência ou intolerância à primeira opção, demonstrou sua eficácia e logo passou a ser utilizado como opção de primeira-linha também, inclusive no Brasil.</p>
<p>Logo em seguida, em 2007, mais um inibidor da tirosina quinase foi apresentado. O <strong>nilotinibe</strong> também seguiu o mesmo caminho. Primeiramente indicado para aqueles sem resposta aos demais, e após resultados surpreendentes, passou a integrar o grupo de tratamento de primeira-linha aqui no país.</p>
<p>Em 2012, foi a vez do <strong>bosutinibe</strong> ser aprovado pelo FDA, órgão regulatório norte-ameriano, para uso em pacientes com a LMC Ph+ em fase acelerada ou blástica (forma aguda e mais grave da doença), e aos com resistência ou intolerância às terapias anteriores. Mas, nos estudos, esta terapia-alvo mostrou-se 30 vezes mais potente que o imatinibe e, em 2017, passou a ser usada nos Estados Unidos em pacientes recém-diagnosticados. Em 2015, o FDA autorizou o uso do <strong>ponatinibe</strong> em pacientes com LMC Ph+ em fase crônica, acelerada ou blástica, que sejam resistentes às primeiras-linhas de tratamento. Estes dois últimos ainda não foram aprovados no Brasil.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6262" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633-300x267.png" alt="" width="138" height="123" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633-300x267.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633.png 450w" sizes="(max-width: 138px) 100vw, 138px" />Estou em remissão completa, posso parar o meu tratamento?</strong></h4>
<p>Como vimos, são várias as opções de inibidores da tirosina quinase que possibilitam a remissão completa da LMC em grande parte dos casos. E com isso, muitos pacientes que há anos apresentam respostas moleculares e citogenéticas completas passam a ser perguntar: será que realmente preciso continuar o meu tratamento? Ou será que já estou curado?</p>
<p>A resposta é bem simples: sim, até o momento todos os pacientes com LMC Ph+ devem continuar o tratamento e jamais interrompe-lo por conta própria.</p>
<p>Embora existam diversos estudos satisfatórios sobre interrupção de tratamento, ainda não há uma recomendação formal em nosso país para tal, com exceção do cenário científico. Ou seja, recomenda-se discutir com seu médico sobre os benefícios desta decisão.</p>
<p>Em conclusão, os inibidores de tirosina quinase são considerados um divisor de águas na história da LMC, possibilitando excelentes respostas, qualidade e expectativa de vida aos nossos pacientes. Sua interrupção é viável, porém ainda se encontra em discussão.</p>
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		<title>Vacina contra a gripe – Você deve tomar!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 22:14:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes com câncer fazem parte do grupo de pessoas que precisam dessa proteção Com a pandemia mundial por conta do coronavírus, o Ministério da Saúde decidiu adiantar as campanhas de vacinação contra a gripe. Pacientes com câncer fazem parte do grupo de risco para o influenza (vírus da gripe) e por isso devem tomar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Pacientes com câncer fazem parte do grupo de pessoas que precisam dessa proteção</strong><span id="more-6190"></span></h3>
<p>Com a pandemia mundial por conta do coronavírus, o Ministério da Saúde decidiu adiantar as campanhas de <strong>vacinação contra a gripe</strong>. Pacientes com câncer fazem parte do grupo de risco para o influenza (vírus da gripe) e por isso devem tomar a vacina e se proteger.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6193" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/shutterstock_510839071.png" alt="" width="119" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/shutterstock_510839071.png 200w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/shutterstock_510839071-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />Conheça a vacina da gripe</strong></h4>
<p>A <strong>vacina da gripe</strong> é feita por meio de um vírus atenuado, ou seja, com vírus inativo e que não vão transmitir a doença. Ela é trivalente e imuniza contra três tipos de vírus diferentes. Como os vírus que circulam mundo a fora sofrem mutações, a cada ano a vacina da gripe também muda, para proteger contra os tipos mais cumuns de vírus naquela época.</p>
<h4><strong>Gripe x resfriado</strong></h4>
<p>Muitas pessoas acham que que gripe e resfriado são a mesma coisa. Mas não são! A <strong>gripe</strong> é causada pelo <strong>vírus da influenza</strong> e geralmente apresenta como sintomas febre alta, dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse. O <strong>resfriado</strong>, por sua vez, também é causado por vírus como o parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (VSR). Seus sintomas são bem parecidos com os da gripe, mas a diferença é que costumam ser bem mais brandos. A vacina da gripe apenas imunizará contra os vírus da influenza.</p>
<h4><strong>Quem pode tomar a vacina da gripe?</strong></h4>
<p>Todas pessoas, após os seis meses de vida, podem receber essa proteção. <strong>Pacientes com câncer também podem tomar a vacina da gripe.</strong> Inclusive, não só podem, como devem! Pessoas que realizam o tratamento oncológico, por conta da baixa imunidade, ficam mais propensas a contrair uma gripe. E enquanto para alguns ficar gripado pode não ser um grande problema, para as pessoas com câncer pode ser bastante grave. Para evitar problemas respiratórios e também de infecções, a vacina da gripe está liberada para este grupo. A recomendação é que, para aqueles que estão fazendo quimioterapia ou radioterapia, a vacina seja aplicada entre os ciclos, já que neste momento os neutrófilos costumam estar acima de mil.</p>
<p>E pode ficar tranquilo, você não terá sintomas de gripe após tomar a vacina! <strong>A reação após tomar a vacina</strong> também não costuma ser comum.</p>
<h4><strong>Campanha de vacinação 2020 – Onde tomar a vacina da gripe</strong></h4>
<p>Como vimos, o Ministério da Saúde decidiu adiantar a vacinação em massa contra a gripe. Nesta primeira etapa, os sistemas públicos de saúde (hospitais e postos de saúde) estão recebendo idosos e profissionais de saúde para tomarem a vacina, de forma gratuita. A segunda etapa, que contemplará pacientes oncológicos, começa no dia 16 de abril.</p>
<p>No sistema privado de saúde, o paciente já pode tomar a vacina contra gripe. Mas é importante lembrar de marcar com antecedência, para evitar aglomerações. Idem para os postos de saúde do SUS. Tenham sempre em mente: locais muito cheios aumentam o risco para a contaminação por vírus da gripe e, principalmente, coronavírus!</p>
<h4><strong>Vacina da gripe: funciona contra o coronavírus?</strong></h4>
<p>Não! Ainda não há nenhuma vacina que previna ou cure as <strong>infecções causada pelo COVID-19</strong>. Mas a vacina da gripe pode, sim, ajudar. Ao proteger as pessoas que são parte do grupo de risco, como idosos, cardíacos, pessoas com problemas respiratórios e em tratamento do câncer, a vacina impedirá uma sobrecarga do sistema respiratório que poderia ser mais grave, em eventual contágio pelo coronavírus.</p>
<p>Receber a vacina também ajuda as equipes médicas a diferenciar entre gripe e Covid-19, doença desencadeada pelo novo vírus Sars-Cov-2. Afinal, se a pessoa está imunizada contra o influenza e mesmo assim apresenta sintomas como febre e falta de ar, este tipo de vírus pode logo ser descartado.</p>
<h4><strong>Cuidados importantes para evitar o vírus da gripe e o coronavírus!<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-6176" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Lavar-as-mãos-shutterstock_1123561595-300x289.png" alt="" width="132" height="127" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Lavar-as-mãos-shutterstock_1123561595-300x289.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Lavar-as-mãos-shutterstock_1123561595.png 400w" sizes="(max-width: 132px) 100vw, 132px" /></strong></h4>
<ul>
<li>Lave as mãos frequentemente com água e sabão</li>
<li>Utilize álcool em gel ao longo do dia</li>
<li>Mantenda os ambientes ventilados</li>
<li>Evite contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe ou coronavírus</li>
<li>Evite locais com aglomerações</li>
<li>Limpe os objetos com álcool em gel</li>
<li>Fique em casa!</li>
</ul>
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		<title>Dores ósseas e fraturas no mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 14:41:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Coluna e bacia são as partes do corpo mais afetadas pelas células doentes   Milhares de pessoas em todo o Brasil tratam este tipo de câncer, que tem início na medula óssea. As dores ósseas (em até 90% dos casos)  e fraturas no mieloma múltiplo podem afetar grande parte dos pacientes, mas saiba que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Coluna e bacia são as partes do corpo mais afetadas pelas células doentes  </strong><span id="more-6072"></span></h3>
<p>Milhares de pessoas em todo o Brasil tratam este tipo de câncer, que tem início na medula óssea. As dores ósseas (em até 90% dos casos)  e fraturas no <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> podem afetar grande parte dos pacientes, mas saiba que é possível tratar!</p>
<h4><strong>Ossos, fundamentais ao corpo humano</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6073" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-shutterstock_461790739-120x300.png" alt="" width="115" height="288" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-shutterstock_461790739-120x300.png 120w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-shutterstock_461790739.png 400w" sizes="(max-width: 115px) 100vw, 115px" />Antes de entendermos como o mieloma múltiplo pode afetar os ossos, é muito importante conhecer o que é a estrutura óssea do corpo. Formada por um tecido ósseo, é caracterizada pela presença de células, cálcio, fosfato e fibras de colágeno. Eles são brancos e duros, formando, assim, o esqueleto do corpo.</p>
<p>São diversas as suas funções, como sustentar os tecidos moles, proteger os órgãos e a medula óssea, trazer mobilidade, produzir células, além de armazenar a liberação de minerais importantes na corrente sanguínea. Para termos uma noção, 90% do cálcio do corpo está presente nos ossos.</p>
<h4><strong>Mieloma múltiplo e Plasmocitomas, inimigos dos ossos</strong></h4>
<p>No mieloma múltiplo, no momento em que os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e eles passam a produzir plasmócitos defeituosos.</p>
<p>O paciente começa a ter fortes dores ósseas, em especial na coluna <strong>(dor nas costas)</strong> e na bacia <strong>(do no osso do quadril).</strong> Mas é possível que ossos como fêmur, úmero e costela sejam afetados. As fraturas espontâneas ou após traumas bem pequenos podem acontecer, o que é bastante perigoso. As lesões líticas, ou seja, a destruição do tecido ósseo, é frequente, causando dor e fraturas.</p>
<p>Tais células podem se acumular nos ossos, formando os plasmocitomas (tumores de células plasmócitos doentes), que podem crescer e invadir o osso e até outros órgãos. E quando isso acontece, os sintomas vêm à tona.<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-6074" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690-300x275.png" alt="" width="300" height="275" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690-300x275.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h4><strong>Como tratar os problemas ósseos no mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>O primeiro passo será tratar o mieloma como um todo. Atualmente, existem diversas opções de tratamento, que incluem quimioterapia, inibidores de proteassoma, imunomoduladores e a imunoterapia. Especificamente para diminuir os problemas ósseos no mieloma múltiplo, será indicado o uso dos <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/bifosfanatos-contra-o-cancer-viloes-ou-herois/"><strong>bifosfonatos</strong></a> e Denosumab, um tipo de anticorpo monoclonal.</p>
<p>Estes medicamentos atuam diminuindo a ação dos osteoclastos, células envolvidas na reabsorção do osso, diminuindo o remodelamento ósseo e aumentando a mineralização óssea.</p>
<h4><strong>Não é osteoporose!</strong></h4>
<p>Sim, é possível que pacientes e até mesmo médicos confundam os sintomas do mieloma múltiplo com os de osteoporose. Afinal, as dores na coluna e as fraturas são comuns em ambos os casos. Mas as diferenças entre as doenças são inúmeras!</p>
<p>Primeiro, o mieloma múltiplo é um câncer e a osteoporose, não. Outro ponto importante é que, na osteoporose, o paciente não apresenta lesões líticas e/ou plasmocitomas.</p>
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		<title>Tenho HIV. Posso ter linfoma?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 15:24:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Portadores do vírus da aids precisam ficar atentos ao desenvolvimento deste tipo de câncer Dezembro é o mês de conscientização sobre o HIV, popularmente chamado de aids (este termo não é mais usado na área médica). Mas o que talvez você ainda não saiba é que este vírus tem importante ligação com um dos tipos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Portadores do vírus da aids precisam ficar atentos ao desenvolvimento deste tipo de câncer</strong><span id="more-5989"></span></h4>
<p>Dezembro é o mês de conscientização sobre o <strong>HIV</strong>, popularmente chamado de aids (este termo não é mais usado na área médica). Mas o que talvez você ainda não saiba é que este vírus tem importante ligação com um dos tipos de câncer mais comuns: o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/linfoma-nao-hodgkin-lnh/">linfoma não-Hodgkin</a>.</p>
<h4><strong>O que é o HIV</strong></h4>
<p>HIV é a sigla em inglês usada para descrever o vírus da imunodeficiência humana, porque ele ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. No caso do HIV, as células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. Por conta de uma alteração no DNA destas células, o vírus HIV consegue fazer cópias de si mesmo e passa a se multiplicar.</p>
<h4><strong>HIV e AIDS são a mesma coisa?</strong></h4>
<p>É importante ressaltar que ser portador do HIV não é a mesma coisa que ter aids. Existem muitas pessoas que vivem anos com o vírus, sem apresentar sintomas. Ainda que, sim, possam transmiti-lo por meio de relações sexuais não protegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez ou amamentação, a aids só será detectada quando o vírus se “desenvolver”.</p>
<p>Os <strong>sintomas da aids</strong> são: febre e mal-estar que lembram uma gripe, fraqueza, diarreia e gânglios aumentados.</p>
<h4><strong>Relação entre linfoma não-Hodgkin e HIV</strong></h4>
<p>Desde 1980, quando o HIV passou a ser conhecido em todo o mundo, o desenvolvimento de alguns cânceres passou a estar associado ao vírus da aids: sarcoma de Kaposi, câncer de colo do útero e, o que vamos abordar aqui, linfoma não Hodgkin (LNH).</p>
<p>Como vimos, o HIV provoca o enfraquecimento do sistema imunológico, em especial de um tipo de linfócito T. E é justamente este enfraquecimento no sistema que protege nosso organismo contra vírus e bactérias, causando o mal funcionamento dos linfócitos, que faz com que surjam os linfomas.</p>
<p>Isso não significa que todos os pacientes com o vírus HIV irão desenvolver este tipo de câncer, mas mostra a <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-5992" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/HIV-Perda-de-peso-258x300.jpg" alt="" width="227" height="264" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/HIV-Perda-de-peso-258x300.jpg 258w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/HIV-Perda-de-peso-768x895.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/HIV-Perda-de-peso-879x1024.jpg 879w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/HIV-Perda-de-peso.jpg 1758w" sizes="(max-width: 227px) 100vw, 227px" />importância de ficar atento aos sintomas do linfoma, para que o diagnóstico aconteça precocemente:</p>
<ul>
<li>Aumento dos linfonodos (gânglios) do pescoço, axilas e/ou virilha</li>
<li>Suor noturno excessivo</li>
<li>Febre</li>
<li>Coceira na pele</li>
<li>Perda de peso sem causa aparente</li>
</ul>
<h4><strong>Como tratar o linfoma em pacientes com HIV?</strong></h4>
<p>Se o HIV é descoberto logo no início, seu portador poderá controlar o desenvolvimento do vírus por meio do coquetel anti-HIV, uma combinação de diversos medicamentos que atacam o invasor. Agora, se o vírus já se desenvolveu, será fundamental o uso do coquetel antirretroviral, que também é composto por uma série de medicamentos que objetiva o aumento de sobrevida e qualidade de vida do paciente. Ainda não foi descoberta a <strong>cura do HIV</strong>.</p>
<p>Caso o diagnóstico do linfoma aconteça, ambos os tratamentos contra o vírus HIV deverão continuar. E aí, em conjunto a eles, será necessária a realização da quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou transplante de medula óssea.  Alguns estudos mostram uma possível interação medicamentosa, por isso somente o onco-hematologista é quem poderá definir qual a melhor opção.</p>
<p>Com o avanço da ciência, hoje é possível dizer que para pacientes que possuem o HIV e desenvolvem o linfoma, as chances de cura para o câncer são as mesmas daqueles que não possuem o vírus. Já para os casos em que o vírus do HIV foi “desenvolvido”, apresentando a síndrome de imunodeficiência adquirida (aids), os resultados com a quimioterapia ainda não são tão promissores. Mas a imunoterapia, que apresenta toxicidade reduzida, pode ter indicação.</p>
<h4><strong>HTLV, vírus irmão do HIV, também pode causar linfoma</strong></h4>
<p>Tipo de retrovírus da mesma família do HIV, o HTLV também infecta os linfócitos T. Sua contaminação acontece por meio do sangue. Como em relações sexuais, compartilhamento de agulhas, gravidez e/ou amamentação sem os devidos cuidados.</p>
<p>São dois os tipos: HTLV-I e HTLV-II. Vamos focar no primeiro, altamente ligado aos cânceres hematológicos como linfoma de células T do adulto e leucemias (também de células T).</p>
<p>Cerca de 5% das pessoas desenvolvem problemas de saúde relacionados ao vírus, mas dentre os sintomas mais comuns, e relacionados ao aparecimento destes tipos de câncer, estão: lesões cutâneas, com regiões avermelhadas com pequenas elevações moles, descamação da pele, gânglios inchados e alterações visuais e ósseas.</p>
<p>Diferente do HIV, para este tipo de vírus ainda não há um tratamento específico. Por isso, caso seu portador desenvolva um linfoma ou uma leucemia, tratará apenas o câncer.</p>
<h4><strong>Previna-se! </strong></h4>
<p>Ainda não é possível prevenir o desenvolvimento do linfoma, propriamente dito. Mas é, sim, possível evitar seus fatores de risco: os vírus HIV e HTLV. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-5993" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Matéria-HIV-Camisinha-300x300.jpg" alt="" width="177" height="177" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Matéria-HIV-Camisinha-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Matéria-HIV-Camisinha-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Matéria-HIV-Camisinha.jpg 400w" sizes="(max-width: 177px) 100vw, 177px" /></p>
<ul>
<li>Use sempre preservativos durante o sexo</li>
<li>Nunca compartilhe seringas, agulhas ou demais objetos cortantes, como alicates de unha e lâminas de barbear</li>
<li>Tatuagens e piercings devem ser feitos com materiais descartáveis</li>
<li>Grávidas infectadas precisam iniciar o tratamento o quanto antes, para que o vírus não seja disseminado à criança</li>
</ul>
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		<title>Mucosite? Laserterapia é o remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 23:08:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica ajuda a aliviar as terríveis feridinhas causadas pelo tratamento de quimio e radioterapia A laserterapia é uma técnica usada para reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia que atingem a região da boca, garantindo melhor qualidade de vida aos pacientes que estão enfrentando um câncer. O tratamento, que pode ser realizado por dentistas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Técnica ajuda a aliviar as terríveis feridinhas causadas pelo tratamento de quimio e radioterapia</h4>
<p><span id="more-5956"></span></p>
<p>A laserterapia é uma técnica usada para reduzir os efeitos colaterais da <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/quimioterapia/">quimioterapia</a> e <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/radioterapia/">radioterapia</a> que atingem a região da boca, garantindo melhor qualidade de vida aos pacientes que estão enfrentando um câncer. O tratamento, que pode ser realizado por dentistas e/ou estomatologistas especializados em câncer, é bastante importante no alívio da mucosite.</p>
<h4><strong>Entenda a mucosite</strong></h4>
<p>Nada mais são que inflamações da mucosa oral, que surgem por conta da imunidade baixa, advinda do tratamento. O paciente, então, passa a apresentar feridas na boca e garganta, que causam dor e desconforto, em especial no momento de se alimentar. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-5974" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Laser-300x300.jpg" alt="" width="208" height="208" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Laser-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Laser-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Laser-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Laser-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Laser.jpg 2048w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></p>
<p>Mas temos uma boa notícia: é possível preveni-la e tratá-la.</p>
<h4><strong>Laser para mucosite </strong></h4>
<p>O profissional especializado irá utilizar um equipamento laser de baixa potência, cuja energia é absorvida pelas células inflamadas. Esta energia irá aumentar a microcirculação da região bucal e restabelecerá a produção da energia celular, promovendo a cicatrização das feridas e a ação anti-inflamatória.</p>
<p>Além de aliviar a dor, a luz laser acelera a cicatrização das úlceras e previne episódios de mucosite oral.</p>
<h4><strong>Xerostomia, entra nesta lista também?</strong></h4>
<p>Além de enfrentar as temidas feridinhas da mucosite, é possível que os pacientes em tratamento apresentem a xerostomia. Este sintoma é popularmente conhecido por boca seca.</p>
<p>Seja por conta dos medicamentos, ou pela ação inflamatória na região da boca, é possível que os pacientes passem a não produzir saliva, o que dificulta bastante a alimentação e até mesmo a comunicação, além, claro, de atrapalhar para que os bons resultados sejam alcançados.</p>
<p>Para estes casos, a laserterapia também tem se mostrado importante ferramenta para combater o problema. Estudos mostram que sua aplicação favorece a proliferação celular, ampliando a produção das glândulas salivares. Atualmente, a técnica é usada para evitar os problemas causados pela xerostomia, como as infecções oportunistas.</p>
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		<title>Bifosfonatos – Vilões ou heróis?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/bifosfanatos-contra-o-cancer-viloes-ou-herois/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 23:12:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eles são essenciais para o tratamento do mieloma múltiplo O mieloma múltiplo é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, e pode afetar os ossos. São várias as opções de tratamento, mas são os bifosfonatos que ganharam os holofotes recentemente. Este grupo de medicamentos objetivam prevenir a diminuição da densidade mineral óssea [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Eles são essenciais para o tratamento do mieloma múltiplo</strong><span id="more-5892"></span></h4>
<p>O mieloma múltiplo é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, e pode afetar os ossos. São várias as opções de tratamento, mas são os bifosfonatos que ganharam os holofotes recentemente.</p>
<p>Este grupo de medicamentos objetivam prevenir a diminuição da densidade mineral óssea e geralmente são indicados para o tratamento de doenças que provocam a fragilidade óssea, como a osteoporose e o mieloma múltiplo.</p>
<p>Estudos recentes mostram que, a longo prazo, é possível que seu uso possa estar associado a problemas graves, como fraturas femorais e osteonecrose mandibular.</p>
<p>Mas não se assuste! De acordo com o Dr. Breno Gusmão, os bifosfonatos não podem ser considerados vilões.</p>
<p>“Esta classe medicamentos, assim como o denosumab, são importantes para pacientes em tratamento do MM, justamente porque previnem a destruição óssea. A osteonecrose da mandíbula, descrita pela primeira vez em 2002, é um efeito colateral relativamente raro, mas potencialmente grave”, explica o médico.</p>
<h4><strong>Entenda a osteonecrose mandibular</strong></h4>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5898" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Matéria-Bifosfonato-300x233.jpg" alt="" width="315" height="245" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Matéria-Bifosfonato-300x233.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Matéria-Bifosfonato-768x597.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Matéria-Bifosfonato-1024x796.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Matéria-Bifosfonato.jpg 2048w" sizes="(max-width: 315px) 100vw, 315px" /></strong>Também chamada por osteonecrose da mandíbula, é uma lesão bucal que compromete o osso mandibular ou o osso do maxilar.</p>
<p>Pode ser bastante dolorosa ou assintomática, e dentre os principais sintomas estão: dor prolongada na mandíbula, mobilidade dos dentes, aumento dos ossos, inchaço gengival, vermelhidão na pele e ulceração. O diagnóstico é feito pela presença do osso exposto por, pelo menos, oito semanas. Já o tratamento ainda é um desafio e deve ser realizado por um cirurgião bucomaxilofacial. O uso de medicamentos também pode ser necessário.</p>
<p>“O mecanismo de início, em especial em pacientes que fazem uso de bifosfonatos, não é muito claro. Alguns estudos mostram que a reabsorção óssea, diminuição do fluxo sanguíneo no osso, microtraumas, inflamações e infecções locais são responsáveis pelo início do quadro. Mas é possível prevenir”, fala Dr. Breno.</p>
<p>A Sociedade Americana de Oncologia (ASCO) e a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) publicaram guias de recomendações para prevenção, diagnóstico e tratamento.</p>
<p>É muito importante manter a higiene bucal. Antes de iniciar o tratamento contra o mieloma múltiplo, é preciso realizar uma avaliação odontológica prévia, até para tratar possíveis infecções e cáries. Quando o uso de bisfosfanatos for indicado, procedimentos odontológicos invasivos não são aconselhados.</p>
<h4><strong>Bisfosfanatos a longo prazo</strong></h4>
<p>A duração para o uso destes medicamentos no tratamento do mieloma múltiplo é desconhecida. Para os pacientes com osteoporose, os bifosfonatos são frequentemente utilizados por cinco anos ou mais, mas os dados sobre uso prolongado no contexto de MM são limitados.</p>
<p>“Não está claro se a terapia após dois anos resulta em benefícios esqueléticos adicionais ou em aumento da toxicidade. Na ausência de ensaios clínicos, recomenda-se que o tratamento seja feito mensalmente por um período de, pelo menos, dois anos. Após este prazo, a decisão de continuar a terapia com os bifosfonatos pode ser reavaliada”, comenta Dr. Breno.</p>
<h4><strong>Uso bifosfonato, e agora?</strong></h4>
<p><strong> </strong>Os benefícios estão bem estabelecidos e evidentes. “Eles evitam fraturas espontâneas secundárias a ossos enfraquecidos. Alguns estudos demonstraram, inclusive, aumento de sobrevida dos pacientes com mieloma múltiplo. Em definitiva, são remédios extremamente úteis”, enfatiza o Dr. Breno Gusmão.</p>
<p>Mas se você apresentar qualquer sinal diferente, como dores na região bucal, converse com seu médico!</p>
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		<title>Graviola no combate ao câncer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 23:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[graviola]]></category>
		<category><![CDATA[graviola contra o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[graviola durante o tratamento do câncer]]></category>
		<category><![CDATA[graviola é bom para câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudos ainda não comprovam sua eficácia para a cura da doença Não é de hoje que determinados alimentos são vistos como mocinhos ou vilões na luta contra o câncer. E a graviola é um deles. Alguns dizem que ela pode ser muito prejudicial aos pacientes em tratamento. Outros, discordam dessa constatação. Veja aqui algumas curiosas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><b>Estudos ainda não comprovam sua eficácia para a cura da doença </b><span id="more-5871"></span></h4>
<p>Não é de hoje que determinados alimentos são vistos como mocinhos ou vilões na luta contra o câncer. E a graviola é um deles. Alguns dizem que ela pode ser muito prejudicial aos pacientes em tratamento. Outros, discordam dessa constatação.</p>
<p>Veja aqui algumas curiosas sobre esta fruta, proveniente das regiões norte e nordeste do país.</p>
<h4><strong>Propriedades da graviola</strong></h4>
<p>Uma fruta de sabor agridoce e aroma bastante perfumado, é rica em magnésio, cálcio, potássio, fibras, vitaminas do complexo B, vitamina C, manganês, zinco, ferro, fósforo, sódio, cobre, entre outros.</p>
<h4><strong>Consuma <em>in natura</em></strong></h4>
<p>Comer em sua forma natural, sem casca e sementes, é o melhor caminho. Fique sempre atento à aparência e textura da fruta. A graviola pode ser consumida em preparos como sucos, doces e sorvetes. Suas folhas possuem as mesmas fontes nutricionais que a polpa e podem ser utilizadas em preparos como chás.</p>
<p>Grávidas precisam ficar atentas, porque ao consumir a fruta podem sentir efeitos na pressão arterial.</p>
<p>É possível também encontrar as propriedades da graviola em cápsulas, que contém o extrato da fruta. Mas, para consumi-las, é importante conversar sempre com um nutricionista antes.</p>
<h4><strong>Uma ajudinha ao corpo! </strong></h4>
<p><strong> </strong>O seu consumo é recomendado em casos de prisão de ventre, diabetes e obesidade. Pode ter ação anti-microbiana e fúngicas e de regulação da pressão arterial. O seu nome científico é Annona muricata L e o extrato de suas folhas é muito estudado no tratamento do câncer.</p>
<p>Estudos americanos e coreanos realizados in vitro demonstraram que um <strong>conjunto de ativos fitoquímicos chamado</strong> <em>Acetogenina</em>, presente na folha da graviola, “matam” células malignas de 12 tipos diferentes de câncer, incluindo câncer de mama, ovário, cólon, próstata, fígado, pulmão, pâncreas e linfoma.</p>
<p>Mas dizer que a fruta cura o câncer não é uma verdade. Os resultados das pesquisas ainda não levaram a esta conclusão.</p>
<h4><strong>Chá de graviola – Pode ou não durante o tratamento oncológico?  </strong></h4>
<p>Algumas pessoas acabam extrapolando no consumo do chá durante o tratamento e certas substâncias podem ser tóxicas para rins e fígado, e podem comprometer a absorção e a eficácia dos quimioterápicos. Por isso, antes de consumir, é fundamental falar com o nutricionista.</p>
<p>Como outros diversos alimentos, a graviola deve fazer parte de uma alimentação equilibrada. Seja ela <em>in natura</em>, como parte de uma receita ou em forma de suco para o paciente oncológico. Sua utilização como medicamento natural ainda tem que ser estudada com maior abrangência na população.</p>
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		<title>Que frio!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 17:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer no frio]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados no inverno]]></category>
		<category><![CDATA[dias frios]]></category>
		<category><![CDATA[dias gelados]]></category>
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		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[inverno e câncer]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes no inverno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes oncológicos precisam ter atenção redobrada durante o inverno  Por Tatiane Mota Estamos em pleno inverno, com dias congelantes. E com este frio todo, é importante ter em mente alguns cuidados especiais com a saúde devem ser tomados, principalmente durante o tratamento oncológico. Se você pensou que os responsáveis por tantos cuidados assim são as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Pacientes oncológicos precisam ter atenção redobrada durante o inverno</strong><span id="more-5867"></span></h4>
<p><strong> </strong><strong>Por Tatiane Mota</strong></p>
<p>Estamos em pleno inverno, com dias congelantes. E com este frio todo, é importante ter em mente alguns cuidados especiais com a saúde devem ser tomados, principalmente durante o tratamento oncológico.</p>
<p>Se você pensou que os responsáveis por tantos cuidados assim são as gripes e os resfriados, está parcialmente certo.</p>
<p>É verdade que, no inverno, vírus e bactérias conseguem viver mais tempo e podem se alastrar com maior facilidade, já que para fugirem do frio, as pessoas tendem a ficar em locais mais fechados e sem circulação de ar.</p>
<p>Também é verdade que pacientes em tratamento de um câncer precisam ter muita atenção e evitar, de todas as maneiras possíveis, o contato com estes “invasores”, porque com a imunidade baixa, os riscos de complicações são bem maiores.</p>
<p>As doenças típicas do inverno são um risco para os pacientes oncológicos, principalmente quando se tratam de alguns tipos de vírus associados aos quadros pulmonares, como influenza e vírus sincicial respiratório. Nos pacientes com câncer, eles tendem a ser muito mais agravantes.</p>
<p>Alguns cuidados básicos podem ajudar a prevenir o surgimento destas doenças, como evitar locais fechados e com grandes aglomerações de pessoas, não ter contato com pessoas gripadas ou resfriadas, procurar sempre estar agasalhado, protegendo-se do frio e usar máscaras. A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/liberada-pacientes-oncologicos-podem-tomar-vacina-da-gripe/">vacina contra a gripe</a> também é uma importante aliada.</p>
<h4><strong>Sensibilidade ao frio</strong></h4>
<p>Mas as gripes e os resfriados não são os únicos vilões do inverno. Algumas pessoas costumam reclamar que, em dias muito frios, sentem dor e uma sensação de formigamento nas extremidades do corpo – mãos e pés.</p>
<p>Em determinadas situações isso pode ser considerado normal, já que as baixas temperaturas provocam constrição vascular, prejudicando a circulação do sangue. Com a necessidade de aquecimento da musculatura, é provocada uma contração nos músculos, que causa dor. Porém, no caso dos pacientes com câncer, é possível que estas sensações também estejam ligadas ao tratamento.</p>
<p>O frio, em conjunto com a toxicidade neurológica de alguns quimioterápicos, pode aumentar a sensibilidade dolorosa nas mãos e pés. Sugerimos que o paciente mantenha estas regiões bem quentes, com meias e luvas, se necessário. O uso de alguns suplementos, como a vitamina B também pode apresentar melhora em alguns casos</p>
<h4><strong>Curta os dias gelados, mas sem passar frio</strong></h4>
<p>É importante se preparar para a época mais gelada do ano. Aqui separamos cinco dicas que vão ajudar você a evitar as doenças típicas do inverno e a passar os dias frios de maneira bem quentinha.</p>
<ul>
<li>Opte por roupas confortáveis e dê preferência para os casacos e blusas feitos com lã.</li>
<li>Use gorros, boinas ou até mesmo o capuz do casaco, quando for sair à rua. Assim, é possível evitar dores de ouvido.</li>
<li>Aproveite para tomar sopas e chás bem quentinhos. Além de aquecê-lo, eles são nutritivos e irão manter a hidratação do corpo.</li>
<li>Os banhos quentes são bem relaxantes, mas tenha atenção com a pele. Os tratamentos podem ressecá-la e a água muito quente pode ser prejudicial.</li>
<li>Evite locais com aparelhos de ar condicionado quente, porque eles deixam as vias respiratórias secas, causando alergias. Para uma boa noite de sono, opte por umidificadores.</li>
</ul>
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