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	<title>Arquivos Mieloma múltiplo - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Bussulfano em falta?</title>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utilizado no pré-TMO pode ser descontinuado no Brasil Nas últimas semanas, a possibilidade da falta do bussulfano foi pauta em diversos veículos de comunicação. Isso porque milhares de pacientes com cânceres do sangue dependem deste medicamento para sobreviver e o único fabricante/distribuidor para o Brasil anunciou sua descontinuação. Nesta matéria, vamos explicar tudo sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Medicamento utilizado no pré-TMO pode ser descontinuado no Brasil</strong><span id="more-6482"></span></h3>
<p>Nas últimas semanas, a possibilidade da falta do bussulfano foi pauta em diversos veículos de comunicação. Isso porque milhares de pacientes com cânceres do sangue dependem deste medicamento para sobreviver e o único fabricante/distribuidor para o Brasil anunciou sua descontinuação. Nesta matéria, vamos explicar tudo sobre o assunto.</p>
<h4><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6485" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1549501676-240x300.jpg" alt="" width="131" height="164" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1549501676-240x300.jpg 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1549501676.jpg 400w" sizes="(max-width: 131px) 100vw, 131px" />Bussulfano: qual a indicação?</strong></h4>
<p>Este medicamento é utilizado em pacientes com cânceres como <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas</a> e <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> que receberam a indicação para o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">transplante de medula óssea</a> (TMO). Ele está disponível tanto no sistema público de saúde, quanto no privado.</p>
<p>Para os adultos, ele pode ser utilizado juntamente com a ciclofosfamida, fludarabina e melfalano. Já em crianças, a combinação pode ser feita com ciclofosfamida ou melfalano.</p>
<p>O bussulfano é administrado via intravenosa. Ele deve ser aplicado antes do TMO, com o objetivo de preparar a medula óssea, eliminando as células doentes (cancerígenas).</p>
<p>Geralmente, ele é mais utilizado nos transplantes alogênicos, ou seja, quando precisa de um doador HLA compatível, seja este da família ou de um banco de doadores. Entretanto, é possível que para algumas situações, o medicamento seja também indicado nos transplantes autólogos.</p>
<h4><strong>Sem o bussulfano, sem TMO</strong></h4>
<p>Não há um substituto para o bussulfano, no país. Por isso, se o medicamento for descontinuado, ou ficar em falta, todos os pacientes que estão na fila por um TMO serão prejudicados. Para ter uma noção do tamanho do problema, em 2019 foram realizados no Brasil 3.805 transplantes de medula óssea em adultos, e 534 em crianças. Hoje, cerca de 5 mil pessoas esperam por este procedimento.</p>
<h4><strong>O que dizem as autoridades <img decoding="async" class="alignright wp-image-6486" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254-300x300.jpg" alt="" width="171" height="171" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254.jpg 400w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" /></strong></h4>
<p>A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) diz saber a importância do medicamento e vem estudando ações e medidas que possam favorecer o acesso a produtos similares. Já o Ministério da Saúde informa não ter sido notificado a respeito desta decisão, mas declarou que o INCA (Instituto Nacional do Câncer) só tem estoques para apenas três meses.</p>
<p>Por este motivo, organizações como a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO) já se manifestaram a respeito. Foi escrito um ofício, o qual já foi enviado para a Anvisa em dezembro de 2020.</p>
<p>Médicos e pacientes estão nesta luta juntos. Com o bussulfano podemos salvar vidas de muitas pessoas. Por isso, não vamos desistir!</p>
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		<title>Mieloma múltiplo tem cura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 23:32:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pacientes querem se ver livres da doença e com os diferentes tratamentos existentes, é possível alcançar este resultado Quando uma doença oncológica surge, uma das primeiras perguntas que o paciente faz é se existe tratamento e quais resultados podem ser alcançados. Mas, e o mieloma múltiplo tem cura? Antes de trazermos esta resposta, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Muitos pacientes querem se ver livres da doença e com os diferentes tratamentos existentes, é possível alcançar este resultado</strong><span id="more-6463"></span></h3>
<p>Quando uma doença oncológica surge, uma das primeiras perguntas que o paciente faz é se existe tratamento e quais resultados podem ser alcançados. Mas, e o mieloma múltiplo tem cura?</p>
<p>Antes de trazermos esta resposta, é importante lembrar que o câncer não é uma doença única. Isso porque cada paciente irá apresentar particularidades diferentes, que devem ser olhadas e tratadas também de forma distinta.</p>
<h4><strong>O que é o mieloma múltiplo?</strong></h4>
<p>O mieloma múltiplo (MM) tem início na medula óssea, quando no momento em que os linfócitos (tipo de célula protetora) se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e passam a produzir plasmóticos anormais.</p>
<p>Os plasmócitos defeituosos/doentes acumulam-se na medula óssea, e além de  atrapalhar o funcionamento das células saudáveis, provocam a destruição óssea e danos onde se depositam (ex: insuficiência renal).</p>
<p>A doença ocorre, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade. Mas é possível que os mais jovens também possam desenvolver o MM. Veja matéria sobre o assunto <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-aos-30-40-ou-50-anos/">aqui</a>. <img decoding="async" class="alignright  wp-image-6464" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872-284x300.jpg" alt="" width="101" height="107" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872-284x300.jpg 284w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872.jpg 623w" sizes="(max-width: 101px) 100vw, 101px" /></p>
<p>Ficar atento aos sinais e sintomas é essencial para que a ida ao médico seja imediata: cansaço, perda de peso sem motivo aparente, inchaço nas pernas, dores ósseas e fraturas espontâneas são alguns deles.</p>
<h4><strong>Diagnóstico precoce para bons resultados no tratamento</strong></h4>
<p>Um prognóstico positivo para o mieloma múltiplo depende, e muito, do diagnóstico precoce. Isso porque, quanto antes este tipo de câncer for descoberto, menores são as chances dos plasmocitomas se acumularem na medula óssea e até mesmo nos ossos, causando importantes fraturas. Por este motivo, se estiver apresentando os sintomas acima, procure um médico. Fique atento também para o surgimento de anemia e nível elevado de cálcio no sangue. Caso perceba essas alterações nos exames, agende uma consulta com um hematologista, especialista no diagnóstico e tratamento do MM.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6465" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160-300x280.jpg" alt="" width="126" height="117" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160-300x280.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160.jpg 600w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" />Mieloma múltiplo não tem cura</strong></h4>
<p>Essa é a resposta para a pergunta feita por 99,99% dos pacientes. Agora, calma, isso não é ruim! O fato de o mieloma múltiplo não ter cura significa, apenas, que esta é uma doença crônica, que precisa de cuidados por toda a vida. Saiba que é possível viver bem, com qualidade e até mesmo obter uma remissão completa da doença, já que são várias as opções de tratamento existentes.</p>
<p>Hoje, para o paciente sintomático, as classes terapêuticas existentes trazem excelentes prognósticos: quimioterapia, transplante de medula óssea autólogo, imunomoduladores, inibidores de proteassoma e até mesmo a imunoterapia. Para ver a lista completa dos medicamentos, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/tratamento/">clique aqui</a>.</p>
<p>Isso sem contar nas novidades que vem por aí, como a utilização do <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/car-t-cell-muito-alem-do-linfoma/">CAR T Cell</a>, anticorpos biespecíficos e anticorpos conjugados,  uma revolução na ciência.</p>
<h4><strong>TMO alogênico no MM</strong></h4>
<p>O transplante de medula óssea alogênio, quando é necessário um doador 100% HLA compatível &#8211; aparentado ou não, é a única opção que pode ser considerada curativa no tratamento do mieloma múltiplo. Porém, ela não costuma ser muito indicada. Por que? O primeiro motivo é que não conseguimos a cura em uma grande parte dos casos. O segundo é a agressividade do tratamento para obter um resultado incerto. O terceiro motivo, a idade da maioria dos pacientes não contempla o transplante alogênico. Por último, com o surgimento dos novos tratamentos, são casos muito selecionados que oferecemos um transplante alogênico.</p>
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		<title>Vacina contra a pneumonia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 22:47:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes com leucemias crônicas, linfomas e mieloma múltiplo, que vão iniciar a quimio, devem tomar! Em meio ao novo coronavírus, a vacinação para evitar algumas doenças tornou-se ainda mais importante. E para pacientes com leucemias crônicas, linfomas e mieloma múltiplo em início do tratamento com quimio e radioterapia, a vacina contra a pneumonia é indicada. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Pacientes com leucemias crônicas, linfomas e mieloma múltiplo, que vão iniciar a quimio, devem tomar!</strong><span id="more-6365"></span></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6367" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1198124221-300x259.jpg" alt="" width="164" height="141" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1198124221-300x259.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1198124221.jpg 400w" sizes="(max-width: 164px) 100vw, 164px" />Em meio ao novo coronavírus, a vacinação para evitar algumas doenças tornou-se ainda mais importante. E para pacientes com <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias crônicas</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas</a> e <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> em início do tratamento com quimio e radioterapia, a <strong>vacina contra a pneumonia</strong> é indicada.</p>
<p>A pneumonia é uma doença temida por todos. Porém, em alguns grupos de risco, como os pacientes imunossuprimidos, ela pode ser considerada ainda mais perigosa.</p>
<p>Causada por infecções que se instalam nos pulmões, ela acontece no espaço alveolar (onde ocorre a troca gasosa do ar), quando há penetração de um agente infeccioso como bactérias, vírus, fungos e até mesmo por reações alérgicas.</p>
<p>Dentre seus principais sintomas estão: febre alta, tosse, dor no tórax, falta de ar, secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada e prostração.</p>
<p>Alguns fatores de risco estão associados ao desenvolvimento da pneumonia:</p>
<ul>
<li>Cigarro, por conta da reação inflamatória</li>
<li>Álcool, porque interfere no sistema imunológico</li>
<li>Ar-condicionado, por deixar o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e bactérias</li>
<li>Gripes mal cuidadas</li>
<li>Estar imunossuprimido</li>
</ul>
<h4><strong>Previna-se contra a pneumonia! </strong></h4>
<p>A pneumonia tem tratamento e o uso de antibióticos será necessário para eliminar a infecção dos pulmões. Porém o caminho mais assertivo é a vacinação.</p>
<p>Em tempos de coronavírus, um importante motivo para que o paciente oncológico tome a vacina é evitar que, infecções virais comprometam o sistema imunológico e aumentem o risco de infecções e contaminação bacteriana.</p>
<h4><strong>Qual vacina contra a pneumonia tomar?</strong></h4>
<p>São duas as vacinas existentes para a prevenção da pneumonia:</p>
<ul>
<li><strong>Pneumocócica conjugada 13 valente (VPC13)</strong> – Protege contra infecções invasivas causadas por 13 subtipos da bactérias pneumococo, que podem causar não só a pneumonia, como também meningite, otite, dentre outras doenças.</li>
<li><strong>Pneumocócica Polissacarídica 23-valente (VPP23)</strong> – Protege contra infecções causadas por 23 subtipos da bactéria pneumococo, que causam pneumonia, meningite e otite.</li>
</ul>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6368" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1731211978-270x300.jpg" alt="" width="146" height="162" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1731211978-270x300.jpg 270w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1731211978.jpg 400w" sizes="(max-width: 146px) 100vw, 146px" />Tenho câncer, posso tomar a vacina pneumocócica?</strong></h4>
<p>Não só pode, como deve! Pacientes com cânceres hematológicos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunologia (SBIm), são os que fazem parte do grupo que têm maior probabilidade de desenvolver a doença infecciosa. Então, é bem importante se vacinar.</p>
<p><strong>Importante!</strong> A vacina será indicada para pacientes que darão início ao tratamento com quimioterapia e radioterapia e também para aqueles que fizeram um transplante de medula óssea.</p>
<h4><strong>Onde receber a vacina</strong></h4>
<p>No sistema público de saúde, as duas vacinas estão disponíveis nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie). Nas clínicas particulares, a vacina está disponível para toda população. Porém, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apenas alguns grupos de pessoas de pessoas com câncer é que podem ser beneficiados:</p>
<p><strong>Pneumocócica conjugada 13 valente:</strong></p>
<ul>
<li>Pacientes oncológicos</li>
<li>Transplantados de células-tronco hematopoiéticas (TMO)</li>
<li>Transplantados de órgãos sólidos</li>
</ul>
<p><strong>Pneumocócica polissacarídica 23 valente (maiores de dois anos):</strong></p>
<ul>
<li>Pacientes com imunodeficiência por causa de câncer</li>
<li>Transplantados de medula óssea ou órgãos sólidos</li>
</ul>
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		<title>Como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2020 20:35:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer</strong><span id="more-6304"></span></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6307" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg" alt="" width="156" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867.jpg 500w" sizes="(max-width: 156px) 100vw, 156px" />A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para aqueles que enfrentam um câncer ainda tem a questão: como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</p>
<p>Para evitar as idas desnecessárias ao hospital e, assim, impedir a contaminação pelo coronavírus nestes pacientes que fazem parte do grupo de risco, algumas mudanças ocorreram nos protocolos terapêuticos da Onco-Hematologia, como o adiamento de consultas, tratamentos e exames. Claro, tudo isso gerou muitas dúvidas. Então, separei algumas informações importantes, que irão lhe ajudar neste momento.</p>
<h4><strong>Diagnóstico não pode parar</strong></h4>
<p>Quanto ao diagnóstico, é unânime a opinião de que não pode deixar de ser realizado de maneira alguma! Os cânceres no geral são casos de urgência e quanto antes forem descobertos, melhores serão as chances do paciente ter resultados positivos no tratamento. Então, se apresentar sinais diferentes em seu corpo, procure um médico!</p>
<h4><strong>Exames – Fazer ou não fazer?</strong></h4>
<p>Alguns exames diagnósticos, via biópsia de medula óssea e hemograma, por exemplo, devem ser realizados mesmo em momento de pandemia. Como vimos, o câncer não espera o coronavírus passar! Agora, exames de manutenção/acompanhamento, como é o caso do PCR em pacientes com LMC, podem ser adiados sem afetar a qualidade de vida. Só importante salientar que cada paciente será avaliado por ser médico de maneira individual.</p>
<h4><strong>Tratamento – Saiba como fica durante a pandemia<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6309" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg" alt="" width="151" height="151" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105.jpg 500w" sizes="(max-width: 151px) 100vw, 151px" /></strong></h4>
<p>Embora pareça estranho, sim, é possível adiar alguns tratamentos do câncer neste momento da pandemia. Até mesmo o transplante de medula óssea pode aguardar. Tudo o que pudermos fazer para poupar o paciente com câncer do sangue de correr riscos, faremos! Vejam aqui algumas indicações:</p>
<h4><strong>LINFOMAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin agressivos</strong></li>
</ul>
<p>Os protocolos clássicos continuam indicados. Regimes orais, como por exemplo com a lenalidomida, estão sendo utilizados em pacientes recidivados. Ainda no caso dos paciente refratários aos linfomas não-Hodgkin agressivos, continua-se oferecendo quimioterapia de primeira linha em alta dose e o transplante de medula óssea autólogo. Dentre as preocupações observadas está o uso do filgrastim, que pode exacerbar os efeitos respiratórios da infecção por COVID-19, mas até o momento nada científicamente comprovado.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin indolentes</strong></li>
</ul>
<p>Estes linfomas têm uma evolução mais lenta, então neste momento o início do tratamento pode esperar. Mas, é claro, o acompanhamento médico continuará sendo necessário! Neste caso, o tratamento só será indicado caso o paciente seja sintomático. Naqueles pacientes que já iniciaram o tratamento, por conta do coronavírus, é possível mudar para opções orais, como por exemplo o Ibrutinibe. Assim, é possível limitar o número de visitas ao ambulatório. Nos pacientes com linfomas indolentes recidivados, o tratamento só será indicado quando aparecerem sintomas.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas de Hodgkin</strong></li>
</ul>
<p>No geral, a abordagem de tratamento para o linfoma de Hodgkin ainda não foi impactada significamente no cenário da linha de frente. O tratamento continua sendo indicado em fases iniciais e avançadas, com protocolos como o ABVD e radioterapia.</p>
<h4><strong>LEUCEMIAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Para os pacientes com LLA, o teste para a COVID-19 é recomendado antes do início da quimioterapia intensiva, independentemente dos sintomas. Se forem positivos, o tratamento será adiado – mas a terapia intratecal poderá ser aplicada se houver sintomas no Sistema Nervoso Central (SNC). Se o exame der negativo, o tratamento padrão, com quimioterapia, deve ser prontamento iniciado. Na LLA Ph+, o uso dos inibidores de tirosinoquinase é favorecido à indução agressiva de quimioterapia. Já na LLA em recidiva, será necessário realizar o tratamento, utilizando medicamentos via ambulatório, sem necessidade de internação.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Na LMA, a quimioterapia de indução intensiva deve ser oferecida, mesmo durante a pandemia. Também será necessário realizar o teste para a COVID-19 e, caso positivo, o tratamento será adiado. A terapia de consolidação/pós-remissão com citarabina em altas doses deve continuar a ser oferecida aos pacientes em remissão completa. O tranplante de medula óssea alogênico, se indicado, deverá ser realizado.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide crônica</strong></li>
</ul>
<p>Em geral, os pacientes com LLC são considerados de alto risco para infecções. Isso acontece por conta da imunodeficiência e resposta imunológica inadequada a infecções. No entanto, no momento, não há evidências indicando uma incidência maior pela COVID-19. Para aqueles pacientes que têm indicação de tratamento, o aconselhado é adiá-lo durante este momento. Pacientes em estadiamentos mais avançados terá indicação para tratamentos orais, com o Ibrutinibe, por exemplo.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide crônica </strong></li>
</ul>
<p>O tratamento da LMC é realizado com os inibidores da tirosina quinase, medicamentos orais, por isso não é preciso ir ao centro de tratamento para a aplicação. Já a realização dos exames de manutenção (PCR), neste momento, deve ser evitada.</p>
<h4><strong> </strong><strong>MIELOMA MÚLTIPLO</strong></h4>
<p>Pacientes com doença ativa precisam de tratamento para evitar complicações, mesmo durante o coronavírus. No entanto, o tratamento pode ser individualizado para limitar a exposição adicional à COVID-19. Recomendamos iniciar a terapia tripla com bortezomibe, lenalidomida e dexametasona. Pacientes idosos podem começar com o protocolo VRD ou daratumumab. Como o risco de recidiva do mieloma múltiplo é maior sem tratamento, não recomendamos interromper a terapia de manutenção. Neste caso, a indicação é usar a lenalidomida. Para pacientes elegíveis ao transplante de medula óssea autólogo, recomenda-se adiar o procedimento neste momento.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="166" height="152" />Telemedicina é opção</strong></h4>
<p>A telemedicina é uma importante ferramenta que foi aprovada no Brasil justamente por conta da COVID-19, e que pode ser amplamente usada pelos pacientes para tirar dúvidas diretamente com o seu especialista, sem precisar sair de casa. Entenda melhor na matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/">Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</a></p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão na Jovem Pan &#8211; SOS Coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 18:07:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O médico foi entrevistado para falar sobre o novo portal lançado pela Abrale, com foco em pacientes com câncer, e também a respeito da relação entre a COVID-19 e o tratamento oncológico. Assista!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O médico foi entrevistado para falar sobre o novo portal lançado pela Abrale, com foco em pacientes com câncer, e também a respeito da relação entre a COVID-19 e o tratamento oncológico. Assista!<span id="more-6283"></span></h3>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TrAKiVcjzZE?start=4183" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 18:39:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uso da tecnologia foi aprovado no país por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para alguns pacientes com câncer, até o tratamento sofreu alterações. Afinal, para evitar os riscos de contrair a COVID-19, ir ao hospital passou a ser recomendação restrita, somente àqueles casos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Uso da tecnologia foi aprovado no país por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus</strong><span id="more-6268"></span></h3>
<p>O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para alguns pacientes com câncer, até o tratamento sofreu alterações. Afinal, para evitar os riscos de contrair a COVID-19, ir ao hospital passou a ser recomendação restrita, somente àqueles casos mais urgentes e/ou graves. Mas a telemedicina chega como uma importante alternativa.</p>
<h4><strong>Como fica o tratamento oncológico durante a pandemia?</strong></h4>
<p>A recomendação dos médicos é que nenhum tratamento pare. Ou seja, o paciente jamais deve pausar, por conta própria, a terapêutica indicada pelo especialista.</p>
<p>Agora, é possível, sim, reagendar a quimioterapia, a radioterapia e até mesmo um transplante de medula óssea. Exames diagnósticos e de acompanhamento também podem entrar na lista de “espera”. Os casos serão avaliados individualmente e somente o médico é quem poderá definir qual o melhor caminho a seguir.</p>
<p>Isso quer dizer que o paciente não terá contato com seu médico por um longo período? Não! É neste momento que a telemedicina entra.</p>
<h4><strong>O que é a telemedicina?</strong></h4>
<p>Medicina à distância, ou telemedicina, é quando médico e paciente fazem uma consulta não presencial. Por meio de uma plataforma especializada, é possível que o médico leia resultados de exames, tire dúvidas sobre sintomas e outras questões que envolvam a doença, explique se há ou não necessidade de ir ao hospital para aplicar medicamentos ou realizar novos testes, e acompanhe, com precisão, a situação do paciente.</p>
<p>Durante uma consulta à distância é possível, inclusive, realizar alguns exames. Existem dispositivos que ajudam o médico aferir a pressão arterial, fazer eletrocardiograma e até mesmo examinar a garganta do paciente.</p>
<p>Na telemedicina, o especialista também está autorizado a fazer receitas médicas com assinatura digital.</p>
<p>A <strong>telemedicina no Brasil </strong>foi anunciada pelo Ministério da Saúde por meio da portaria n°467, que regulamenta atendimentos médicos à distância. O texto determina que todas as consultas deverão ser obrigatoriamente registradas em prontuário clínico com indicação de data, hora, tecnologia da informação e comunicação utilizadas, além do número do Conselho Regional Profissional do Médico (CRM) e sua unidade da federação.</p>
<h4><strong>O paciente com câncer pode ser atendido à distância? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="189" height="173" /></strong></h4>
<p>A resposta é sim! É importante lembrar que a telemedicina é Medicina e, em momentos de pandemia, como este que estamos vivendo, é uma excelente alternativa. Como vimos, o atendimento ocorrerá igualmente ao presencial. O paciente terá acesso às informações de seus exames e poderá esclarecer dúvidas. Agora, sabemos que alguns tipos de câncer, como as <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias agudas</a>, os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas agressivos</a> e o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> exigem cuidados especiais. Por isso, o médico irá avaliar caso a caso e dirá como as terapias devem seguir.</p>
<h4><strong>Segurança dos dados </strong></h4>
<p>Esta é uma preocupação importante. Quando uma consulta acontece de maneira presencial, no hospital, todos os dados do paciente estão seguros, em prontuários médicos. Já no mundo virtual, os riscos de vazamento podem ser maiores. Por isso, não é indicado que a telemedicina será praticada via telefone ou redes sociais. Existem plataformas específicas e seguras para a prática de consultas virtuais, com ferramentas adequadas tanto para garantir que as informações do paciente não sejam compartilhadas de forma idevida, como também para possibilitar um atendimento melhor e mais amplo. E todas as informações serão armazenadas no prontuário do paciente.</p>
<h4><strong>Telemedicina nos sistemas privado e público de saúde</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6271" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_1666037506-300x211.png" alt="" width="173" height="122" />A <strong>telemedicina </strong>deve acontecer tanto via<strong> hospitais/clínicas particulares, </strong>como também nos centros de tratamento do<strong> Sistema Público de Saúde (SUS).</strong></p>
<p>Para quem não tem um plano de saúde e recorre aos serviços particulares, a consulta será cobrada pelo médico, normalmente.</p>
<p>Já para quem tem plano de saúde, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos devem cobrir o valor da consulta realizada via telemedicina.</p>
<p>No sistema público de saúde as consultas não serão cobradas.</p>
<h4><strong>Após a pandemia, telemedicina será reavaliada</strong></h4>
<p>A Lei 13.989, sansionada pelo governo federal, tem caráter emergencial. Isso quer dizer que, após este momento de pandemia por conta do novo coronavírus, os atendimentos à distância passarão por uma nova avaliação. Estão sendo preparados, pelo<strong> Conselho Federal de Medicina (CFM), documentos com foco na telemedicina.</strong></p>
<p>Não deixe que a distância lhe prive de uma consulta . Se não é possível consulta presencial , marque sua telemedicina! Fico à disposição.</p>
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		<item>
		<title>Mieloma múltiplo e seus fatores de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 18:16:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os agentes que possibilitam uma maior pré-disposição para o desenvolvimento deste tipo de câncer Para tumores sólidos, como o câncer de pulmão e de pele, por exemplo, os fatores de risco estão muito claros para a maior parte da população. Então, para estes casos, não fumar e não se expor aos raios ultravioletas do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Conheça os agentes que possibilitam uma maior pré-disposição para o desenvolvimento deste tipo de câncer</strong><span id="more-6199"></span></h3>
<p>Para tumores sólidos, como o câncer de pulmão e de pele, por exemplo, os fatores de risco estão muito claros para a maior parte da população. Então, para estes casos, não fumar e não se expor aos raios ultravioletas do sol são o primeiro passo. Mas, e para o mieloma múltiplo (MM)? Saiba que também é necessário ter atenção, porque ele também tem fatores de risco importantes.</p>
<h4><strong>Entenda o mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>O <strong>mieloma múltiplo é um tipo de câncer</strong> que tem início na medula óssea. Os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, que são responsáveis pela produção de imunoglobulinas de vários tipos (anticorpos). Aqui ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e passam a produzir <strong>plasmócitos anormais</strong> <strong>(doentes)</strong>, que fabricam imunoglobulinas anormais e de forma repetida, chamadas de <strong>proteína monoclonal ou proteína M.</strong></p>
<h4><strong>O que são fatore de risco?</strong></h4>
<p>De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o termo risco é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, desenvolver uma doença. Então, os fatores associados ao aumento do risco de desenvolver uma doença são chamados <strong>fatores de risco</strong>.</p>
<p>Como vimos, o mieloma múltiplo tem fatores que podem pré-dispor o seu desenvolvimento. São eles:</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Idade</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6201" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Velhinhos-shutterstock_627369392-300x236.png" alt="" width="125" height="98" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Velhinhos-shutterstock_627369392-300x236.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Velhinhos-shutterstock_627369392.png 400w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />A maior parte dos casos de mieloma acontecem em pessoas idosas, acima dos 60 anos de idade. Ainda não se sabe exatamente o porquê, mas é possível dizer que com o passar dos anos, nossas células vão envelhecendo e passam a trabalhar com maior dificuldade. Neste processo, elas podem se desenvolver de maneira “errada”, causando então um câncer.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Gênero</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6202" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Homens-shutterstock_793146868-300x254.png" alt="" width="120" height="102" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Homens-shutterstock_793146868-300x254.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Homens-shutterstock_793146868.png 400w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" /></p>
<p>Os homens tem levemente uma maior propensão de serem diagnosticados com o mieloma múltiplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Raça</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6203" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Negros-shutterstock_459196897-236x300.png" alt="" width="88" height="112" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Negros-shutterstock_459196897-236x300.png 236w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Negros-shutterstock_459196897.png 400w" sizes="(max-width: 88px) 100vw, 88px" /></p>
<p>Este tipo de câncer é duas vezes mais frequente em pessoas negras e na população ocidental, a incidência de casos da doença (ajustada pela idade) é de cerca de 5,6 casos para 100 mil pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Hereditariedade</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6204" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Família-shutterstock_1517695628-284x300.png" alt="" width="113" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Família-shutterstock_1517695628-284x300.png 284w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Família-shutterstock_1517695628.png 400w" sizes="(max-width: 113px) 100vw, 113px" />A literatura confirma que, sim, é possível o mieloma múltiplo ser hereditário. Então, ter pais ou irmãos que desenvolveram a doença aumenta as chances para que um indivíduo também apresente o câncer. Mas estes casos são bem raros, a grande parte dos pacientes não possuem familiares com MM e não há nenhuma recomendação de exames a serem feitos aos familiares de pacientes com mieloma.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Obesidade</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6205" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Gordinho-shutterstock_432925129-219x300.png" alt="" width="86" height="118" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Gordinho-shutterstock_432925129-219x300.png 219w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Gordinho-shutterstock_432925129.png 400w" sizes="(max-width: 86px) 100vw, 86px" />Vários estudos publicados e bem perto de nossa realidade mostram a <strong>obesidade como um importante fator de risco para o mieloma múltiplo.</strong> Dentre eles está  a pesquisa realizada pelo Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, divulgado ao final do ano de 2019, que aponta a ligação entre obesidade com o surgimento de 14 tipos diferentes de câncer, dentre eles o MM. Nestes casos, é possível falar em prevenção por meio de uma alimentação saudável e pratica de atividades físicas diárias.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Doenças de células plasmáticas</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6206" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Células-shutterstock_1037846065-300x280.png" alt="" width="91" height="85" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Células-shutterstock_1037846065-300x280.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Células-shutterstock_1037846065.png 400w" sizes="(max-width: 91px) 100vw, 91px" />Muitas pessoas com gamopatia monoclonal de significado inteterminado (MGUS) ou plasmocitoma solitário também podem desenvolver com maior “facilidade” o mieloma múltiplo. Aqui existem fatores específicos do quadro que fazem o paciente evoluir a mieloma multiplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Mieloma múltiplo como fator de risco</strong></h4>
<p>Sim, é isso mesmo que você leu. O próprio <strong>mieloma múltiplo pode ser um fator de risco</strong> para o desenvolvimento de um subtipo mais agressivo de mieloma: a leucemia de células plasmocitárias.</p>
<p>Embora seja bem raro, seu diagnóstico é realizado após a constatação de plasmócitos (células do mieloma) circulando pelo sangue do paciente conforme os critérios internacionais. Ela pode ser primária, quando ocorre em pessoas que não tiveram o mieloma múltiplo. Ou secundária, uma evolução rara e agressiva do próprio mieloma. Infelizmente, o prognóstico não é positivo na maior parte dos casos.</p>
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		<title>Mieloma múltiplo tem tratamento e você precisa saber disso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 22:21:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novas opções terapêuticas vêm sendo aprovadas e estudadas no Brasil e no mundo Descobrir um câncer não é fácil. Assusta, causa medo, insegurança. Mas novas terapias vêm sendo aprovadas, inclusive no Brasil. E embora possa ser considerado uma doença agressiva, o mieloma múltiplo tem tratamento. São várias as novas opções de medicamentos e combinações terapêuticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Novas opções terapêuticas vêm sendo aprovadas e estudadas no Brasil e no mundo</strong><span id="more-6161"></span></h3>
<p>Descobrir um câncer não é fácil. Assusta, causa medo, insegurança. Mas novas terapias vêm sendo aprovadas, inclusive no Brasil. E embora possa ser considerado uma doença agressiva, o <strong>mieloma múltiplo tem tratamento.</strong></p>
<p>São várias as novas opções de medicamentos e combinações terapêuticas que têm apresentado excelentes resultados.</p>
<h4><strong>O que é o mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>Antes de entrarmos nos tratamentos, é importante explicar este tipo de câncer. Ele acontece, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade e tem início na medula óssea. Os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, que são responsáveis pela produção de imunoglobulinas de vários tipos (anticorpos). Aqui ocorre uma mutação celular em um ou mais genes. Eles passam a produzir plasmócitos anormais (doentes), que fabricam imunoglobulinas anormais e de forma repetida, chamadas de proteína monoclonal ou proteína M.</p>
<p>É muito importante ficar atento aos <strong>sinais e sintomas do mieloma múltiplo</strong>, como anemia, fraqueza e dores ósseas. Para ver a lista completa <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/sinais-e-sintomas/">clique aqui</a>. O <strong>diagnóstico precoce</strong> faz importante diferença para os resultados no tratamento.</p>
<h4><strong>É possível tratar! </strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6163" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Medicamentos-shutterstock_1401450965.jpg" alt="" width="341" height="227" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Medicamentos-shutterstock_1401450965.jpg 600w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Medicamentos-shutterstock_1401450965-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 341px) 100vw, 341px" />Agora sim, vamos falar sobre cada um dos <strong>tratamentos para o mieloma múltiplo</strong>. A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/quimioterapia/">quimioterapia</a> é a opção mais antiga e ainda comum aqui no Brasil. Vários medicamentos potentes são usados em conjunto, com a intenção de eliminar as células doentes do organismo.</p>
<p>Os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/tratamento/">imonumoduladores</a>, como a Talidomida, a Lenalidomida e a Pomalidomida apresentam resultados importantes, porque atuam diretamente no sistema imunológico do paciente, ajudando a eliminar as células cancerígenas.</p>
<p>Já os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/tratamento/">inibidores do proteassoma</a> chegaram para trazer resultados ainda melhores. O Bortezomibe é indicado para o tratamento de primeira linha em pacientes com ou sem indicação de transplante de medula óssea. Já o Carfilzomibe e Ixazomib podem ser usados por pacientes que já foram tratados com outros medicamentos, mas não apresentaram respostas. Ambos inibem a ação da proteassoma, provocando várias reações e promovendo a morte das células doentes.</p>
<h4><strong>Imunoterapia, uma revolução no tratamento do MM</strong></h4>
<p>O sistema imune de nosso corpo é responsável por detectar perigos para o organismo, como vírus e bactérias. A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/imunoterapia/">imunoterapia</a>, que utilizará medicamentos também chamados por anticorpos monoclonais. Esta terapia ataca o alvo da célula, mas também estimula o próprio sistema imunológico do corpo a atacar as células cancerígenas.</p>
<p>Em 2017 chegou ao país o Daratumumabe, imunoterápico para uso em pacientes que já haviam recebido algum tratamento previamente. Mais recentemente, ele também foi autorizado para pacientes recém-diagnosticados. O Elotuzumabe, outro anticorpo monoclonal com diferente alvo de ataque, também está aprovado no Brasil. Ele pode ser administrado em pacientes que já tratados previamente e deve ser combinado com imunomoduladores.</p>
<p>No 61º Congresso Anual da Associação Americana de Hematologia (ASH), que aconteceu em dezembro de 2019, em Orlando (EUA), novos tipos de imunoterapia foram apresentados. São as chamadas moléculas biespecíficas. Elas  objetivam realizar uma ponte entre os linfócitos T do paciente e as células cancerígenas, com biomarcadores como a proteína BCMA, combatendo o mieloma múltiplo. Foi apresentada a molécula biespecífica AMG 701, com resultados promissores em pacientes refratários.</p>
<p>A nova modalidade ainda passará por mais estudos clínicos.</p>
<h4><strong>Pacientes recém-diagnosticados ou recidivados, fiquem atentos! Novos tratamentos estão vindo por aí</strong></h4>
<p>Os pesquisadores continuam suas buscas incessantes por novas drogas e combinações terapêuticas que tragam bons resultados e, claro, qualidade de vida aos pacientes de mieloma múltiplo.</p>
<p>No finalzinho de 2019, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou o uso do Daratumumabe em combinação com a Lenalidomida e Dexametasona para pacientes recém-diagnosticados. Cerca de 70,6% dos pacientes presentes no estudo clínico MAIA, fase 3, não apresentaram progressão ou morte por conta do mieloma múltiplo.</p>
<p>Já para pacientes que recidivaram e que não responderam ao tratamento com a Lenalidomida, no ASH 2019 foi apresentada a combinação entre Carfilzomibe, Dexametasona e Daratumumabe, no chamado estudo CANDOR. Com a nova terapia, os pacientes com <strong>mieloma múltiplo apresentaram sobrevida</strong> livre de progressão significativa da doença em 37% dos casos. A combinação também apresentou taxa de resposta global em 84,3% dos pesquisados.</p>
<h4><strong>CAR-T Cell no combate ao mieloma</strong></h4>
<p>Ainda considerada uma terapia nova, a CAR-T Cell com certeza tem despertado o interesse de pesquisadores, médicos e, principalmente, pacientes. Seus resultados estão sendo muito promissores no tratamento da leucemia linfoide aguda e também de alguns tipos de linfomas. Mas o mieloma múltiplo não está fora dessa lista.</p>
<p>A ideia do CAR-T é isolar um tipo de linfócito T, trabalhá-lo em laboratório, e depois inseri-lo no paciente para que o câncer seja combatido. Também usando a proteína BCMA como marcador cancerígeno, cerca de 85% dos pacientes que passaram pelos estudos apresentaram boas respostas. Mas é muito importante que outros marcadores do mieloma também sejam encontrados. Assim, esta terapia conseguirá mostrar melhores e mais opções de resultados.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6164" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/TMo-MM-shutterstock_1332290987.jpg" alt="" width="258" height="172" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/TMo-MM-shutterstock_1332290987.jpg 600w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/TMo-MM-shutterstock_1332290987-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 258px) 100vw, 258px" />Transplante de medula óssea</strong></h4>
<p>Como vimos, são várias as opções de tratamentos que possibilitam a remissão da doença. O transplante de medula óssea será realizado quando não tiver contraindicação.</p>
<p>A opção indicada é o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">TMO autólogo</a>, quando a medula transplantada é a do próprio paciente. Este procedimento será realizado após análise do estadiamento da doença, tratamento quimioterápico para a redução da doença e da avaliação das condições de saúde do paciente. Mas é importante mencionar que a idade não é mais um fator que impossibilita a realização do transplante. Ou seja, se o paciente é idoso, mas encontra-se bem, terá indicação para o TMO.</p>
<p>O <strong>mieloma múltiplo não tem cura.</strong> Mas é possível, sim, entrar em remissão completa da doença (quando os exames não mostram mais células doentes no organismo). O monitoramento com o especialista será sempre fundamental, mesmo nestes casos.</p>
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		<title>Dores ósseas e fraturas no mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 14:41:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Coluna e bacia são as partes do corpo mais afetadas pelas células doentes   Milhares de pessoas em todo o Brasil tratam este tipo de câncer, que tem início na medula óssea. As dores ósseas (em até 90% dos casos)  e fraturas no mieloma múltiplo podem afetar grande parte dos pacientes, mas saiba que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Coluna e bacia são as partes do corpo mais afetadas pelas células doentes  </strong><span id="more-6072"></span></h3>
<p>Milhares de pessoas em todo o Brasil tratam este tipo de câncer, que tem início na medula óssea. As dores ósseas (em até 90% dos casos)  e fraturas no <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> podem afetar grande parte dos pacientes, mas saiba que é possível tratar!</p>
<h4><strong>Ossos, fundamentais ao corpo humano</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6073" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-shutterstock_461790739-120x300.png" alt="" width="115" height="288" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-shutterstock_461790739-120x300.png 120w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-shutterstock_461790739.png 400w" sizes="(max-width: 115px) 100vw, 115px" />Antes de entendermos como o mieloma múltiplo pode afetar os ossos, é muito importante conhecer o que é a estrutura óssea do corpo. Formada por um tecido ósseo, é caracterizada pela presença de células, cálcio, fosfato e fibras de colágeno. Eles são brancos e duros, formando, assim, o esqueleto do corpo.</p>
<p>São diversas as suas funções, como sustentar os tecidos moles, proteger os órgãos e a medula óssea, trazer mobilidade, produzir células, além de armazenar a liberação de minerais importantes na corrente sanguínea. Para termos uma noção, 90% do cálcio do corpo está presente nos ossos.</p>
<h4><strong>Mieloma múltiplo e Plasmocitomas, inimigos dos ossos</strong></h4>
<p>No mieloma múltiplo, no momento em que os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e eles passam a produzir plasmócitos defeituosos.</p>
<p>O paciente começa a ter fortes dores ósseas, em especial na coluna <strong>(dor nas costas)</strong> e na bacia <strong>(do no osso do quadril).</strong> Mas é possível que ossos como fêmur, úmero e costela sejam afetados. As fraturas espontâneas ou após traumas bem pequenos podem acontecer, o que é bastante perigoso. As lesões líticas, ou seja, a destruição do tecido ósseo, é frequente, causando dor e fraturas.</p>
<p>Tais células podem se acumular nos ossos, formando os plasmocitomas (tumores de células plasmócitos doentes), que podem crescer e invadir o osso e até outros órgãos. E quando isso acontece, os sintomas vêm à tona.<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-6074" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690-300x275.png" alt="" width="300" height="275" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690-300x275.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h4><strong>Como tratar os problemas ósseos no mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>O primeiro passo será tratar o mieloma como um todo. Atualmente, existem diversas opções de tratamento, que incluem quimioterapia, inibidores de proteassoma, imunomoduladores e a imunoterapia. Especificamente para diminuir os problemas ósseos no mieloma múltiplo, será indicado o uso dos <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/bifosfanatos-contra-o-cancer-viloes-ou-herois/"><strong>bifosfonatos</strong></a> e Denosumab, um tipo de anticorpo monoclonal.</p>
<p>Estes medicamentos atuam diminuindo a ação dos osteoclastos, células envolvidas na reabsorção do osso, diminuindo o remodelamento ósseo e aumentando a mineralização óssea.</p>
<h4><strong>Não é osteoporose!</strong></h4>
<p>Sim, é possível que pacientes e até mesmo médicos confundam os sintomas do mieloma múltiplo com os de osteoporose. Afinal, as dores na coluna e as fraturas são comuns em ambos os casos. Mas as diferenças entre as doenças são inúmeras!</p>
<p>Primeiro, o mieloma múltiplo é um câncer e a osteoporose, não. Outro ponto importante é que, na osteoporose, o paciente não apresenta lesões líticas e/ou plasmocitomas.</p>
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		<title>Antes e depois do transplante de medula óssea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2019 21:38:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidados no pós-TMO são fundamentais para melhores resultados no tratamento Se você é um paciente de leucemia, linfoma ou mieloma múltiplo, ou conhece alguém com um destes tipos de câncer, certamente já ouviu falar em transplante de medula óssea. Chamado também por transplante de células-tronco hematopoiéticas, este é um procedimento indicado para alguns pacientes. Em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Cuidados no pós-TMO são fundamentais para melhores resultados no tratamento </strong><span id="more-5983"></span></h4>
<p>Se você é um paciente de <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemia</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfoma</a> ou <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a>, ou conhece alguém com um destes tipos de câncer, certamente já ouviu falar em transplante de medula óssea.</p>
<p>Chamado também por transplante de células-tronco hematopoiéticas, este é um procedimento indicado para alguns pacientes. Em especial quando as opções de tratamento de primeira linha não trazem as respostas esperadas.</p>
<p>São três os principais tipos:</p>
<p><strong>Autólogo</strong> – Quando as células transplantadas são do próprio paciente.</p>
<p><strong>Alogênico</strong> – Quando as células transplantadas são de um doador 100% compatível, seja da família, não aparentado ou de um cordão umbilical.</p>
<p><strong>Haploidêntico </strong>– Quando as células são de um doador parcialmente compatível, mas neste caso da família (geralmente pai, mãe ou irmão).</p>
<h4><strong>Como é feito o transplante de medula óssea</strong></h4>
<p><strong>Para o paciente</strong>, o transplante é dividido em algumas etapas. Contudo, antes da realização, será necessário fazer vários exames de sangue e de imagem para avaliar a condição clínica, além de conversar a respeito de como será o transplante e das possíveis complicações.</p>
<p>O <strong>condicionamento</strong> é o primeiro passo, quando o paciente receberá fortes doses de quimioterapia. Para entender os próximos passos, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">clique aqui</a>.</p>
<p>Na maior parte dos casos, os pacientes respondem muito bem aos três tipos de TMO. Mas os cuidados após o procedimento serão fundamentais para garantir estes resultados.</p>
<h4><strong>Alta hospitalar </strong></h4>
<p>Este é um momento muito aguardado. Afinal, o paciente que passa por um transplante de medula óssea, em especial aqueles que realizam o transplante com um doador, precisam ficar um longo período na internação.</p>
<p>Mas a alta hospitalar só irá acontecer quando a medula óssea estiver funcionando corretamente, ou seja, produzindo todas as células do sangue. Geralmente, é necessário cerca de 1 mês para que se possa sair do hospital. Isso porque, antes deste período, o paciente fica mais predisposto às infecções, por conta da baixa imunidade.</p>
<h4><strong>Em casa, os cuidados continuam</strong></h4>
<p>É isso mesmo. O TMO não acaba quando termina! A alta hospitalar não significa que todos os cuidados podem ser deixados de lado. Pelo contrário! Este tipo de transplante é bastante delicado e, mesmo após ter atingido os bons resultados, é fundamental que o paciente siga alguns passos:</p>
<ul>
<li>No pós-TMO, a pele pode ficar muito sensível. No momento do banho, procure usar sabonete neutro e antisséptico, e toalhas macias. O papel higiênico também deve ser macio. O uso de hidratantes corporais está liberado, mas com produtos sem álcool na composição.</li>
<li>Usar chapéus e protetor solar é bem importante. Evite o sol nos horários mais quentes. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-5984" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Cuidados-300x300.png" alt="" width="277" height="277" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Cuidados-300x300.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Cuidados-150x150.png 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Cuidados.png 600w" sizes="(max-width: 277px) 100vw, 277px" /></li>
<li>O uso de desodorantes também é permitido, desde que seja hipoalergênico.</li>
<li>Usar maquiagens, para disfarçar a falta de pelos das sobrancelhas e o cansaço, com certeza é uma boa pedida. Mas use produtos que também sejam hipoalergênicos.</li>
<li>Evite usar lâminas de barbear/depilar e alicates de unhas para tirar as cotículas. É importante manter o cuidado para que não haja sangramentos e também focos que sejam passíveis de entrada de vírus e bactérias.</li>
<li>No momento de escovar os dentes, opte pelas escovas macias ou extra macias. Fio dental, só com orientação do médico. Afinal, não queremos sangramentos né?</li>
<li>Se sentir os lábios secos, por conta da falta de salivação, passe um hidratante labial à base de manteiga de cacau.</li>
<li>Nos três primeiros meses pós-TMO, o uso da máscara será bem importante ao sair de casa. Mas evite lugares com grandes aglomerações de pessoas e contato com quem estiver gripado/resfriado, combinado?</li>
<li>Lavar as mãos também é uma dica bem importante! Antes de se alimentar, depois de usar o banheiro e toda vez que voltar de um passeio, lave as mãos e evite a contaminação de vírus e bactérias via contato físico.</li>
</ul>
<h4><strong>Atenção especial com os alimentos!</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-5985" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Alimentos-300x300.jpg" alt="" width="244" height="244" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Alimentos-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Alimentos-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Matéria-TMO-Alimentos.jpg 600w" sizes="(max-width: 244px) 100vw, 244px" />Se alimentar bem durante e após o transplante de medula óssea com certeza trará um importante diferencial. Mas, aqui os cuidados também precisam ser intensos!</p>
<ul>
<li>Procure sempre comer em casa, até para ter um maior controle sobre os preparos e evitar problemas de contaminação.</li>
<li>Se você é daqueles que gosta de alimentos crus, como os da comida japonesa, ou de carne bem vermelhinha, vai precisar mudar um pouquinho seu paladar. Nos primeiros meses após o TMO, é imprescindível comer alimentos bem cozidos. Isso incluí também os legumes!</li>
<li>Frutas e verduras devem ser higienizadas corretamente antes do consumo, com bicabornato de sódio e água potável.</li>
<li>Por falar em água, ela será essencial durante todo o tratamento. Mas certifique-se que seja mineral e, se tiver alguma dúvida, ferva antes de beber.</li>
</ul>
<h4><strong>Fique de olho nos efeitos tardios</strong></h4>
<p>É possível que alguns pacientes, mesmo após meses do transplante de medula óssea, apresentem sinais importantes e que devem rapidamente ser tratados. Então, atenção com:</p>
<ul>
<li>Erupções, coceiras ou mudanças na cor da pele</li>
<li>Sangramentos</li>
<li>Alteração de visão e/ou paladar</li>
<li>Perda de peso e vômitos em excesso</li>
<li>Dor ou necessidade frequente de urinar</li>
<li>Tosse (com ou sem secreção)</li>
<li>Sinais de gripe, como coriza e dor de garganta</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/antes-e-depois-do-transplante-de-medula-ossea/">Antes e depois do transplante de medula óssea</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>CAR T-CELL, muito além do linfoma</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/car-t-cell-muito-alem-do-linfoma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 18:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[car t-cell]]></category>
		<category><![CDATA[cart-cell]]></category>
		<category><![CDATA[cura do linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia aguda]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[terapia celular]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cura linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[terapia genética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leucemia aguda e mieloma múltiplo também podem ser combatidos com a técnica No início de outubro, o Brasil inteiro foi impactado com uma notícia incrível: a cura de um paciente de linfoma já desenganado pelos médicos. Após ter passado por diferentes tratamentos, e sem apresentar respostas, o linfoma tomou todo seu corpo, chegando até os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Leucemia aguda e mieloma múltiplo também podem ser combatidos com a técnica</strong><span id="more-5960"></span></h4>
<p>No início de outubro, o Brasil inteiro foi impactado com uma notícia incrível: a cura de um paciente de <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfoma</a> já desenganado pelos médicos. Após ter passado por diferentes tratamentos, e sem apresentar respostas, o linfoma tomou todo seu corpo, chegando até os ossos – o que o fazia tomar altas doses de morfina. Mas foi o <em>CAR T-CELL</em> que trouxe vida para este paciente. E esperança para muitos outros!</p>
<p><a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/brasileiro-com-cancer-terminal-tera-alta-apos-terapia-genetica-pioneira-obter-sucesso-pela-1a-vez-na-america-latina/"><strong>Relembre a história de Vamberto Luiz de Castro</strong></a></p>
<h4><strong>U</strong><strong>ma revolução na Medicina</strong></h4>
<p>A técnica <em>CAR T- CELL, </em>um tipo de terapia celular,  funciona da seguinte maneira:</p>
<ol>
<li>Como primeiro passo, os cientistas modificam o DNA de um vírus.</li>
<li>Depois, no hospital, serão retiradas as células de defesa do paciente (também chamadas por células T).</li>
<li>Já fora do organismo, em laboratório, estas células serão infectadas com os vírus modificados.</li>
<li>Assim, os materiais genéticos das células de defesa e do vírus irão se “misturar” e formar um novo DNA.</li>
<li>Com este novo DNA, a célula de defesa produzirá uma estrutura que ajuda na identificação do câncer. Os cientistas, então, irão reproduzir essas novas células em laboratório, para que se tenha um número maior.</li>
<li>Medicamentos serão aplicados para que o sistema imunológico do paciente seja “anulado”, dando espaço para que as novas células possam atuar</li>
<li>As novas células serão injetadas no corpo do paciente</li>
<li>Com isso, o sistema imunológico – agora ainda mais inteligente – passa a reconhecer o tumor e a distruí-lo</li>
</ol>
<p>Pois é, pode parecer algo bem futurista, mas em resumo, são as próprias células reprogramadas para combater o câncer.</p>
<h4><strong>CAR T &#8211; Cell no combate à leucemia aguda</strong></h4>
<p>Em 2017, nos Estados Unidos, o FDA (Food and Droug Administration, órgão regulador norte-americano) aprovou a primeira terapia gênica CAR T- Cell para pacientes de até 25 anos com <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-linfoide-aguda-lla/">leucemia linfoblástica (LLA)</a> de células B refratária ou recidivada.</p>
<p>O medicamento tisagenlecleucel (Kymriah®), durante os ensaios clínicos, ajudou 83% dos pacientes a obter remissão completa da LLA de células B refratária, em um período de até três meses após a infusão. Este medicamento ainda não está aprovado no Brasil.</p>
<h4><strong>Mieloma múltiplo também pode receber terapia genética</strong></h4>
<p>E para quem pensa que a técnica de CAR T-Cell para por aí, está bastante enganado! Novos estudos apontam excelentes resultados no tratamento do mieloma múltiplo também.</p>
<p>Nesta pesquisa, feita com pacientes de <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> refratário, que haviam recebido cerca de sete linhas prévias de tratamento sem resposta, a abordagem com a técnica CAR T-Cell teve por alvo a proteína BCMA, encontrada nas células com câncer e também nos plasmócitos normais.</p>
<p>Cerca de 85% dos pacientes apresentaram uma resposta global positiva.</p>
<h4><strong>Efeitos colaterais</strong></h4>
<p>Como nem tudo são flores, é possível que estes tratamentos tão revolucionários para os cânceres do sangue apresentem efeitos colaterais. Os mais comuns são: febres altas, náuseas, dores musculares, convulsão e dores de cabeça.</p>
<h4><strong>CAR T–Cell custa caro</strong></h4>
<p>Assim como a maioria das novas tecnologias em saúde, a técnica com CAR T-Cell custa caro. E como principal explicação, está a alta complexidade do procedimento.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o tratamento chega a custar 475 mil dólares, o que daria mais de 2 milhões de reais.</p>
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		<title>Imunoterapia contra o mieloma múltiplo</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/imunoterapia-contra-o-mieloma-multiplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 19:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Daratamumabe]]></category>
		<category><![CDATA[Elotuzumabe]]></category>
		<category><![CDATA[imunoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[imunoterapia no mieloma]]></category>
		<category><![CDATA[mieloma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[o que é mieloma múltiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamentos fazem o próprio organismo atacar o câncer e mostram excelentes resultados A ciência não para e, todos os anos, novos tratamentos para os diversos tipos de câncer são aprovados no Brasil e no mundo, trazendo esperança a todos os pacientes que lutam contra a doença. A imunoterapia é um deles. E o mieloma múltiplo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Medicamentos fazem o próprio organismo atacar o câncer e mostram excelentes resultados</strong><span id="more-5953"></span></h4>
<p>A ciência não para e, todos os anos, novos tratamentos para os diversos tipos de câncer são aprovados no Brasil e no mundo, trazendo esperança a todos os pacientes que lutam contra a doença. A imunoterapia é um deles. E o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> não poderia ficar fora desta lista.</p>
<p>No início deste ano, o medicamento Daratumumabe foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso em pacientes recentemente diagnosticados. Antes, ele somente poderia ser usado após recaídas da doença.</p>
<h4><strong>Como usar o Daratumumabe </strong></h4>
<p>No caso dos pacientes que acabaram de receber o diagnóstico, e que são inelegíveis ao transplante autólogo de medula óssea, o medicamento será usado em combinação com bortezomibe, melfalana e prednisona.</p>
<p>Ele será administrado de maneira intravenosa, em ambiente hospitalar, por um regime com ciclo de sei semanas. Seu objetivo é atingir diretamente as células malignas que estão circulando pelo corpo, ajudando as próprias defesas do paciente a identificarem e atacarem os inimigos.</p>
<p>De acordo com os estudos apresentados, o medicamento chega a diminuir em até 50% o risco de progressão do MM em pacientes que acabaram de receber o diagnóstico. Boa notícia, não?</p>
<h4><strong>Elotuzumabe também é imunoterapia indicada para o MM</strong></h4>
<p>Além do Daratumumabe, o Elotuzumabe também bastante importante para o mieloma múltiplo. Aprovado pela Anvisa para uso no Brasil, ele é administrado para pacientes que receberam até três terapias prévias. Nos estudos, ele chegou a mostrar até 30% a menor de chances de progressão da doença.</p>
<h4><strong>Novidades a caminho</strong></h4>
<p>Além dele, há uma nova imunoterapia em estudo, identificada como AMG 420, que tem mostrado bons resultados nos estudos clínicos. Em resultados atualizados, já aplicados em humanos, o agente continuou a demonstrar atividade clínica em pacientes com mieloma múltiplo recidivado/refratário, que já receberam ao menos quatro tipos de tratamentos. No entrando, ainda há preocupação com as infecções.</p>
<p>Dos 42 pacientes participantes na pesquisa, 31% respondeu de forma positiva ao tratamento.  Ainda não há uma data para o medicamento começar a ser comercializado.</p>
<h4><strong>O que é imunoterapia?</strong></h4>
<p>O sistema imune é responsável por detectar perigos para o organismo, como vírus e bactérias, mas as células cancerígenas são muito espertas. Elas conseguem driblar as células que tentam combatê-las, os linfócitos.</p>
<p>A imunoterapia para o câncer será feita com um ou mais medicamentos, conhecidos também por anticorpos monoclonais. De maneira muito inteligente, irão usar o próprio sistema imunológico do corpo, ou seja, o sistema de defesa, para atacar as células doentes. Isso quer dizer que o próprio organismo do paciente, com a ajuda dos medicamentos, é quem irá combater o câncer.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/imunoterapia-contra-o-mieloma-multiplo/">Imunoterapia contra o mieloma múltiplo</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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