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	<title>Arquivos diagnóstico precoce - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<title>Arquivos diagnóstico precoce - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Quando o câncer surge em uma criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 22:23:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Leucemias e linfomas estão entre os tipos mais comuns da doença durante a infância</strong><span id="more-6328"></span></h3>
<p>O câncer está bastante ligado com o avanço da idade, por conta do envelhecimento das células e dos hábitos que adotamos durante a vida, como fumar, beber, sedentarismo e má alimentação. Mas não são só os adultos que recebem o diagnóstico da doença. Somente em 2020, mais de 8 mil crianças descobrirão ter um câncer, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer.</p>
<p>O câncer infantil está entre as principais causas de morte na faixa etária entre 0 a 18 anos. Preocupante né? Mas a boa notícia é que, quando diagnosticado no início, a maior parte dos casos pode ser curada.</p>
<h4><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6330" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_574810168-300x300.jpg" alt="" width="164" height="164" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_574810168-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_574810168-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_574810168.jpg 500w" sizes="(max-width: 164px) 100vw, 164px" />O que é o câncer infantil?</strong></h4>
<p>Ainda não se sabe o real motivo para o surgimento da doença, mas pesquisas nacionais e internacionais já detectaram que ele acontece a partir de células embrionárias. Ou seja, células ainda imaturas, que não conseguem  se desenvolver de maneira correta. A partir deste “erro genético”, é possível que crianças e adolescentes desenvolvam diferentes tipos de câncer.</p>
<h4><strong>Tipos de câncer pediátrico &#8211; Leucemias lideram</strong></h4>
<p>São diferentes os tipos de câncer que uma criança pode desenvolver, dentre eles estão os tumores ósseos, neuroblastoma, tumores no sistema central. Mas as leucemias lideram este <em>ranking</em>.</p>
<p>A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-linfoide-aguda-lla/">leucemia linfoide aguda (LLA)</a> é a mais comum nesta faixa etária. Mas a <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-mieloide-aguda-lma/">leucemia mieloide aguda (LMA)</a> e a <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-mieloide-cronica-lmc/">leucemia mieloide crônica (LMC)</a> também podem acontecer – esta última, menos comum.</p>
<p>As três se desenvolvem na medula óssea, após uma falha celular. As leucemias agudas são as mais comuns, porque, como vimos, as células embrionárias ou células imaturas são as que mais podem “falhar” durante a infância. Porém, de 2% a 3% da população infantil pode apresentar a LMC, quando os glóbulos brancos (células de defesa do organismo) já maduros passam a se proliferar de maneira incorreta.</p>
<h4><strong>Linfomas também entram na lista <img decoding="async" class="alignright wp-image-6332" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_758734738-300x240.jpg" alt="" width="186" height="149" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_758734738-300x240.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_758734738.jpg 500w" sizes="(max-width: 186px) 100vw, 186px" /></strong></h4>
<p>Os linfomas têm origem no sistema linfático, quando alguns tipos de glóbulos brancos passam a se desenvolver de maneira errada e não conseguem mais proteger o organismo contra invasores. Nas crianças, eles são a terceira neoplasia mais frequente.</p>
<p>São dois os principais tipos da doença:</p>
<p><strong>Linfoma não-Hodgkin</strong> – No público infanto-juvenil, o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/linfoma-nao-hodgkin-lnh/">LNH</a> está relacionado ao aumento do número de crianças infectadas pelo vírus HIV. Pacientes submetidos a transplantes de órgãos sólidos ou medula óssea têm um risco de 30 a 50 vezes maior de desenvolver a doença. Dentre os subtipos mais comuns estão: <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/linfoma-de-burkitt-um-cancer-pediatrico/">linfoma de Burkitt</a>, linfoma linfoblástico (30% dos LNH pediátricos, com infiltração da medula óssea em até 48% dos casos) e linfoma de grandes células, que representam 20 a 25% dos casos.</p>
<p>Diferente dos adultos, na maior parte dos casos o LNH da criança tem crescimento rápido, de curso agressivo. O tratamento precisa ser imediato.</p>
<p><strong>Linfoma de Hodgkin</strong> – O <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/linfoma-de-hodgkin-lh/">LH</a> representa 7% das neoplasias malignas da infância. É raro abaixo dos 2 anos e mais comum a partir dos 11 anos de idade. Seu pico acontece na faixa etária de 15 a 30 anos. Seu crescimento é lento e, na maior parte dos casos, os meninos são quem recebem mais o diagnóstico.</p>
<h4><strong>Sintomas do câncer infantil – Fique atento!</strong></h4>
<p>As brincadeiras são a melhor parte do dia para as crianças e, muitas vezes, durante a diversão elas podem acabar se machucando e apresentar marquinhas e até mesmo dores pelo corpo. Algumas podem fazer a famosa “manha” para chamar atenção ou ganhar aquele brinquedo do sonhos. Mas você, adulto, precisa saber distinguir tais reações de um sintoma de câncer! Afinal, para melhores resultados no tratamento, o diagnóstico precisa ser precoce e ágil.</p>
<p>Dentre os principais <strong>sinais de câncer infantil</strong> estão:</p>
<ul>
<li>Palidez</li>
<li>Manchas roxas</li>
<li>Dor nas pernas</li>
<li>Caroços e inchaços indolores pelo corpo</li>
<li>Perda de peso inexplicável</li>
<li>Inchaço na barriga</li>
<li>Alterações nos olhos</li>
<li>Dor de cabeça</li>
<li>Fadiga, tontura e sonolência</li>
<li>Sangramentos pela boca ou nariz</li>
</ul>
<p>Se perceber estes sintomas, procure por um médico especialista em câncer, como o onco-hematologista!</p>
<h4><strong>Tratamento para o câncer pediátrico</strong></h4>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-6331" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_573223780-300x157.jpg" alt="" width="309" height="162" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_573223780-300x157.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/06/shutterstock_573223780.jpg 500w" sizes="(max-width: 309px) 100vw, 309px" />A maior parte dos <strong>cânceres nas crianças têm tratamento</strong> e com bons resultados. Para as leucemias e os linfomas serão usados protocolos de <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/quimioterapia/">quimioterapia</a>. A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/radioterapia/">radioterapia</a> também pode ser indicada. No caso da leucemia mieloide crônica Ph+, o tratamento será realizado por meio do Imatinibe, medicamento oral, inibidor da tirosina quinase, proteína responsável por causar o gene defeituoso BCR-ABL.</p>
<p>Atualmente, o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">transplante de medula óssea</a> é menos frequente nesta população, já que com os primeiros tratamentos as crianças apresentam respostas positivas.</p>
<p>De acordo com dados do GRAAC, as taxas de cura para a LLA chegam a 83%, para o LH a 89% e para o LNH a 71%.</p>
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		<title>Como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2020 20:35:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer</strong><span id="more-6304"></span></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6307" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg" alt="" width="156" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867.jpg 500w" sizes="(max-width: 156px) 100vw, 156px" />A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para aqueles que enfrentam um câncer ainda tem a questão: como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</p>
<p>Para evitar as idas desnecessárias ao hospital e, assim, impedir a contaminação pelo coronavírus nestes pacientes que fazem parte do grupo de risco, algumas mudanças ocorreram nos protocolos terapêuticos da Onco-Hematologia, como o adiamento de consultas, tratamentos e exames. Claro, tudo isso gerou muitas dúvidas. Então, separei algumas informações importantes, que irão lhe ajudar neste momento.</p>
<h4><strong>Diagnóstico não pode parar</strong></h4>
<p>Quanto ao diagnóstico, é unânime a opinião de que não pode deixar de ser realizado de maneira alguma! Os cânceres no geral são casos de urgência e quanto antes forem descobertos, melhores serão as chances do paciente ter resultados positivos no tratamento. Então, se apresentar sinais diferentes em seu corpo, procure um médico!</p>
<h4><strong>Exames – Fazer ou não fazer?</strong></h4>
<p>Alguns exames diagnósticos, via biópsia de medula óssea e hemograma, por exemplo, devem ser realizados mesmo em momento de pandemia. Como vimos, o câncer não espera o coronavírus passar! Agora, exames de manutenção/acompanhamento, como é o caso do PCR em pacientes com LMC, podem ser adiados sem afetar a qualidade de vida. Só importante salientar que cada paciente será avaliado por ser médico de maneira individual.</p>
<h4><strong>Tratamento – Saiba como fica durante a pandemia<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6309" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg" alt="" width="151" height="151" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105.jpg 500w" sizes="(max-width: 151px) 100vw, 151px" /></strong></h4>
<p>Embora pareça estranho, sim, é possível adiar alguns tratamentos do câncer neste momento da pandemia. Até mesmo o transplante de medula óssea pode aguardar. Tudo o que pudermos fazer para poupar o paciente com câncer do sangue de correr riscos, faremos! Vejam aqui algumas indicações:</p>
<h4><strong>LINFOMAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin agressivos</strong></li>
</ul>
<p>Os protocolos clássicos continuam indicados. Regimes orais, como por exemplo com a lenalidomida, estão sendo utilizados em pacientes recidivados. Ainda no caso dos paciente refratários aos linfomas não-Hodgkin agressivos, continua-se oferecendo quimioterapia de primeira linha em alta dose e o transplante de medula óssea autólogo. Dentre as preocupações observadas está o uso do filgrastim, que pode exacerbar os efeitos respiratórios da infecção por COVID-19, mas até o momento nada científicamente comprovado.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin indolentes</strong></li>
</ul>
<p>Estes linfomas têm uma evolução mais lenta, então neste momento o início do tratamento pode esperar. Mas, é claro, o acompanhamento médico continuará sendo necessário! Neste caso, o tratamento só será indicado caso o paciente seja sintomático. Naqueles pacientes que já iniciaram o tratamento, por conta do coronavírus, é possível mudar para opções orais, como por exemplo o Ibrutinibe. Assim, é possível limitar o número de visitas ao ambulatório. Nos pacientes com linfomas indolentes recidivados, o tratamento só será indicado quando aparecerem sintomas.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas de Hodgkin</strong></li>
</ul>
<p>No geral, a abordagem de tratamento para o linfoma de Hodgkin ainda não foi impactada significamente no cenário da linha de frente. O tratamento continua sendo indicado em fases iniciais e avançadas, com protocolos como o ABVD e radioterapia.</p>
<h4><strong>LEUCEMIAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Para os pacientes com LLA, o teste para a COVID-19 é recomendado antes do início da quimioterapia intensiva, independentemente dos sintomas. Se forem positivos, o tratamento será adiado – mas a terapia intratecal poderá ser aplicada se houver sintomas no Sistema Nervoso Central (SNC). Se o exame der negativo, o tratamento padrão, com quimioterapia, deve ser prontamento iniciado. Na LLA Ph+, o uso dos inibidores de tirosinoquinase é favorecido à indução agressiva de quimioterapia. Já na LLA em recidiva, será necessário realizar o tratamento, utilizando medicamentos via ambulatório, sem necessidade de internação.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Na LMA, a quimioterapia de indução intensiva deve ser oferecida, mesmo durante a pandemia. Também será necessário realizar o teste para a COVID-19 e, caso positivo, o tratamento será adiado. A terapia de consolidação/pós-remissão com citarabina em altas doses deve continuar a ser oferecida aos pacientes em remissão completa. O tranplante de medula óssea alogênico, se indicado, deverá ser realizado.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide crônica</strong></li>
</ul>
<p>Em geral, os pacientes com LLC são considerados de alto risco para infecções. Isso acontece por conta da imunodeficiência e resposta imunológica inadequada a infecções. No entanto, no momento, não há evidências indicando uma incidência maior pela COVID-19. Para aqueles pacientes que têm indicação de tratamento, o aconselhado é adiá-lo durante este momento. Pacientes em estadiamentos mais avançados terá indicação para tratamentos orais, com o Ibrutinibe, por exemplo.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide crônica </strong></li>
</ul>
<p>O tratamento da LMC é realizado com os inibidores da tirosina quinase, medicamentos orais, por isso não é preciso ir ao centro de tratamento para a aplicação. Já a realização dos exames de manutenção (PCR), neste momento, deve ser evitada.</p>
<h4><strong> </strong><strong>MIELOMA MÚLTIPLO</strong></h4>
<p>Pacientes com doença ativa precisam de tratamento para evitar complicações, mesmo durante o coronavírus. No entanto, o tratamento pode ser individualizado para limitar a exposição adicional à COVID-19. Recomendamos iniciar a terapia tripla com bortezomibe, lenalidomida e dexametasona. Pacientes idosos podem começar com o protocolo VRD ou daratumumab. Como o risco de recidiva do mieloma múltiplo é maior sem tratamento, não recomendamos interromper a terapia de manutenção. Neste caso, a indicação é usar a lenalidomida. Para pacientes elegíveis ao transplante de medula óssea autólogo, recomenda-se adiar o procedimento neste momento.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="166" height="152" />Telemedicina é opção</strong></h4>
<p>A telemedicina é uma importante ferramenta que foi aprovada no Brasil justamente por conta da COVID-19, e que pode ser amplamente usada pelos pacientes para tirar dúvidas diretamente com o seu especialista, sem precisar sair de casa. Entenda melhor na matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/">Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</a></p>
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		<title>O câncer não espera o coronavírus passar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 15:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Procure um médico se apresentar diferentes sintomas em seu corpo Vivemos um momento muito difícil. O isolamento social é uma recomendação das principais autoridades de saúde do país. A ida aos hospitais não tem sido estimulada, já que a maioria deles está recebendo pacientes com a COVID-19. E, em meio a tudo isso, o câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Procure um médico se apresentar diferentes sintomas em seu corpo</strong><span id="more-6296"></span></h3>
<p>Vivemos um momento muito difícil. O isolamento social é uma recomendação das principais autoridades de saúde do país. A ida aos hospitais não tem sido estimulada, já que a maioria deles está recebendo pacientes com a <strong>COVID-19</strong>. E, em meio a tudo isso, o <strong>câncer</strong> <strong>não espera o coronavírus</strong> <strong>passar.</strong></p>
<h4><strong>Novos diagnósticos estão sendo prejudicados</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6262" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633-300x267.png" alt="" width="155" height="138" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633-300x267.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633.png 450w" sizes="(max-width: 155px) 100vw, 155px" />Embora a mídia não fale de outro assunto, que não o coronavírus, não podemos nos esquecer que doenças como o câncer, infelizmente, continuam a acontecer. Afinal, o corpo não escolhe idade, sexo, classe social e nem “tempos sem pandemia” para desenvolver a doença.</p>
<p>De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), somente este ano teremos cerca de 625 mil novos casos de câncer no Brasil. Este já é um dado preocupante, haja visto que muitos subtipos da patologia podem ser evitados com hábitos mais saudáveis de vida.</p>
<p>Mas, a preocupação não para por aí. De acordo com um estudo lançado pela Sociedade Brasileira de Patologia e Cirurgia Oncológica, ao menos 50 mil brasileiros deixaram de receber o diagnóstico oncológico. É isso mesmo que você leu! 50 mil pessoas podem ter câncer e nem saber.</p>
<p>Dentre os motivos para isso está o medo de sair de casa, procurar um médico e ser contaminado pela COVID-19. E claro que este pensamento é justo, afinal, esta é uma doença bastante grave. Mas o câncer também é!</p>
<h4><strong>Diagnóstico precoce do câncer: primeiro passo para os bons resultados</strong></h4>
<p>Receber a notícia que se tem um câncer não é fácil. É comum a pessoa sentir medo, insegurança. Mas, com as diversas possibilidades de tratamentos, hoje é possível obter resultados extremamente positivos, como a remissão completa da doença e até mesmo sua cura.</p>
<p>Entretanto, o <strong>estadiamento em que este câncer</strong> será diagnosticado fará importante diferença nesta taxa de resposta. Isso porque, a depender do subtipo da patologia, é possível que outros órgãos também sejam afetados com o passar do tempo. Sem contar o grau de agressividade da doença, que pode ser maior a depender do tipo, como nos casos de alguns linfomas e das leucemias agudas.</p>
<p>Por isso, assim que os <strong>primeiros sintomas</strong> surgem, é fundamental procurar um médico! Não é possível esperar a pandemia passar. O câncer não espera.</p>
<h4><strong>Telemedicina – Escolha usar!<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="150" height="138" /></strong></h4>
<p>Você sabia que é possível falar com um médico, mesmo à distância? Hoje, a <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/"><strong>telemedicina</strong></a>, ou<strong> medicina à distância</strong>, possibilita o contato com especialistas de todo o Brasil. Via planos de saúde, o caminho realmente é um pouco mais fácil. No sistema público, este serviço ainda não está completamente disponível, mas ainda assim é seguro procurar ajuda. <strong>Os centros de tratamento já começam a reativar as atividades de forma ordenada, segura e com fluxos específicos para o paciente oncológico, hematológico e de transplante. </strong></p>
<h4><strong>Fique atento aos sinais de seu corpo</strong></h4>
<p>Quando o corpo não está bem, ele avisa. E os <strong>sinais do câncer</strong> falam tudo, em muitos casos mostrando a urgência de procurar por ajuda profissional. Mas, por alguns tipos da doença apresentarem sinais considerados comuns a outros problemas de saúde, como gripes e resfriados, nem sempre são compreendidos.</p>
<p>Confirma a matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/os-sinais-do-cancer-falam-tudo-mas-voce-precisa-prestar-atencao-neles/"><strong>“Os sinais do câncer falam tudo. Mas você precisa prestar atenção neles”. </strong></a></p>
<p>E se notar algo diferente, já sabe: procure um médico! Afinal, como vimos, o câncer não espera.</p>
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