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	<title>Arquivos COVID - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<title>Arquivos COVID - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 20:35:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer</strong><span id="more-6304"></span></h3>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6307" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg" alt="" width="156" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867.jpg 500w" sizes="(max-width: 156px) 100vw, 156px" />A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para aqueles que enfrentam um câncer ainda tem a questão: como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</p>
<p>Para evitar as idas desnecessárias ao hospital e, assim, impedir a contaminação pelo coronavírus nestes pacientes que fazem parte do grupo de risco, algumas mudanças ocorreram nos protocolos terapêuticos da Onco-Hematologia, como o adiamento de consultas, tratamentos e exames. Claro, tudo isso gerou muitas dúvidas. Então, separei algumas informações importantes, que irão lhe ajudar neste momento.</p>
<h4><strong>Diagnóstico não pode parar</strong></h4>
<p>Quanto ao diagnóstico, é unânime a opinião de que não pode deixar de ser realizado de maneira alguma! Os cânceres no geral são casos de urgência e quanto antes forem descobertos, melhores serão as chances do paciente ter resultados positivos no tratamento. Então, se apresentar sinais diferentes em seu corpo, procure um médico!</p>
<h4><strong>Exames – Fazer ou não fazer?</strong></h4>
<p>Alguns exames diagnósticos, via biópsia de medula óssea e hemograma, por exemplo, devem ser realizados mesmo em momento de pandemia. Como vimos, o câncer não espera o coronavírus passar! Agora, exames de manutenção/acompanhamento, como é o caso do PCR em pacientes com LMC, podem ser adiados sem afetar a qualidade de vida. Só importante salientar que cada paciente será avaliado por ser médico de maneira individual.</p>
<h4><strong>Tratamento – Saiba como fica durante a pandemia<img decoding="async" class="alignright wp-image-6309" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg" alt="" width="151" height="151" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105.jpg 500w" sizes="(max-width: 151px) 100vw, 151px" /></strong></h4>
<p>Embora pareça estranho, sim, é possível adiar alguns tratamentos do câncer neste momento da pandemia. Até mesmo o transplante de medula óssea pode aguardar. Tudo o que pudermos fazer para poupar o paciente com câncer do sangue de correr riscos, faremos! Vejam aqui algumas indicações:</p>
<h4><strong>LINFOMAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin agressivos</strong></li>
</ul>
<p>Os protocolos clássicos continuam indicados. Regimes orais, como por exemplo com a lenalidomida, estão sendo utilizados em pacientes recidivados. Ainda no caso dos paciente refratários aos linfomas não-Hodgkin agressivos, continua-se oferecendo quimioterapia de primeira linha em alta dose e o transplante de medula óssea autólogo. Dentre as preocupações observadas está o uso do filgrastim, que pode exacerbar os efeitos respiratórios da infecção por COVID-19, mas até o momento nada científicamente comprovado.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin indolentes</strong></li>
</ul>
<p>Estes linfomas têm uma evolução mais lenta, então neste momento o início do tratamento pode esperar. Mas, é claro, o acompanhamento médico continuará sendo necessário! Neste caso, o tratamento só será indicado caso o paciente seja sintomático. Naqueles pacientes que já iniciaram o tratamento, por conta do coronavírus, é possível mudar para opções orais, como por exemplo o Ibrutinibe. Assim, é possível limitar o número de visitas ao ambulatório. Nos pacientes com linfomas indolentes recidivados, o tratamento só será indicado quando aparecerem sintomas.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas de Hodgkin</strong></li>
</ul>
<p>No geral, a abordagem de tratamento para o linfoma de Hodgkin ainda não foi impactada significamente no cenário da linha de frente. O tratamento continua sendo indicado em fases iniciais e avançadas, com protocolos como o ABVD e radioterapia.</p>
<h4><strong>LEUCEMIAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Para os pacientes com LLA, o teste para a COVID-19 é recomendado antes do início da quimioterapia intensiva, independentemente dos sintomas. Se forem positivos, o tratamento será adiado – mas a terapia intratecal poderá ser aplicada se houver sintomas no Sistema Nervoso Central (SNC). Se o exame der negativo, o tratamento padrão, com quimioterapia, deve ser prontamento iniciado. Na LLA Ph+, o uso dos inibidores de tirosinoquinase é favorecido à indução agressiva de quimioterapia. Já na LLA em recidiva, será necessário realizar o tratamento, utilizando medicamentos via ambulatório, sem necessidade de internação.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Na LMA, a quimioterapia de indução intensiva deve ser oferecida, mesmo durante a pandemia. Também será necessário realizar o teste para a COVID-19 e, caso positivo, o tratamento será adiado. A terapia de consolidação/pós-remissão com citarabina em altas doses deve continuar a ser oferecida aos pacientes em remissão completa. O tranplante de medula óssea alogênico, se indicado, deverá ser realizado.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide crônica</strong></li>
</ul>
<p>Em geral, os pacientes com LLC são considerados de alto risco para infecções. Isso acontece por conta da imunodeficiência e resposta imunológica inadequada a infecções. No entanto, no momento, não há evidências indicando uma incidência maior pela COVID-19. Para aqueles pacientes que têm indicação de tratamento, o aconselhado é adiá-lo durante este momento. Pacientes em estadiamentos mais avançados terá indicação para tratamentos orais, com o Ibrutinibe, por exemplo.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide crônica </strong></li>
</ul>
<p>O tratamento da LMC é realizado com os inibidores da tirosina quinase, medicamentos orais, por isso não é preciso ir ao centro de tratamento para a aplicação. Já a realização dos exames de manutenção (PCR), neste momento, deve ser evitada.</p>
<h4><strong> </strong><strong>MIELOMA MÚLTIPLO</strong></h4>
<p>Pacientes com doença ativa precisam de tratamento para evitar complicações, mesmo durante o coronavírus. No entanto, o tratamento pode ser individualizado para limitar a exposição adicional à COVID-19. Recomendamos iniciar a terapia tripla com bortezomibe, lenalidomida e dexametasona. Pacientes idosos podem começar com o protocolo VRD ou daratumumab. Como o risco de recidiva do mieloma múltiplo é maior sem tratamento, não recomendamos interromper a terapia de manutenção. Neste caso, a indicação é usar a lenalidomida. Para pacientes elegíveis ao transplante de medula óssea autólogo, recomenda-se adiar o procedimento neste momento.</p>
<h4><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="166" height="152" />Telemedicina é opção</strong></h4>
<p>A telemedicina é uma importante ferramenta que foi aprovada no Brasil justamente por conta da COVID-19, e que pode ser amplamente usada pelos pacientes para tirar dúvidas diretamente com o seu especialista, sem precisar sair de casa. Entenda melhor na matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/">Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</a></p>
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		<title>O câncer não espera o coronavírus passar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 15:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Procure um médico se apresentar diferentes sintomas em seu corpo Vivemos um momento muito difícil. O isolamento social é uma recomendação das principais autoridades de saúde do país. A ida aos hospitais não tem sido estimulada, já que a maioria deles está recebendo pacientes com a COVID-19. E, em meio a tudo isso, o câncer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Procure um médico se apresentar diferentes sintomas em seu corpo</strong><span id="more-6296"></span></h3>
<p>Vivemos um momento muito difícil. O isolamento social é uma recomendação das principais autoridades de saúde do país. A ida aos hospitais não tem sido estimulada, já que a maioria deles está recebendo pacientes com a <strong>COVID-19</strong>. E, em meio a tudo isso, o <strong>câncer</strong> <strong>não espera o coronavírus</strong> <strong>passar.</strong></p>
<h4><strong>Novos diagnósticos estão sendo prejudicados</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6262" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633-300x267.png" alt="" width="155" height="138" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633-300x267.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Exclamação-shutterstock_1275481633.png 450w" sizes="(max-width: 155px) 100vw, 155px" />Embora a mídia não fale de outro assunto, que não o coronavírus, não podemos nos esquecer que doenças como o câncer, infelizmente, continuam a acontecer. Afinal, o corpo não escolhe idade, sexo, classe social e nem “tempos sem pandemia” para desenvolver a doença.</p>
<p>De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), somente este ano teremos cerca de 625 mil novos casos de câncer no Brasil. Este já é um dado preocupante, haja visto que muitos subtipos da patologia podem ser evitados com hábitos mais saudáveis de vida.</p>
<p>Mas, a preocupação não para por aí. De acordo com um estudo lançado pela Sociedade Brasileira de Patologia e Cirurgia Oncológica, ao menos 50 mil brasileiros deixaram de receber o diagnóstico oncológico. É isso mesmo que você leu! 50 mil pessoas podem ter câncer e nem saber.</p>
<p>Dentre os motivos para isso está o medo de sair de casa, procurar um médico e ser contaminado pela COVID-19. E claro que este pensamento é justo, afinal, esta é uma doença bastante grave. Mas o câncer também é!</p>
<h4><strong>Diagnóstico precoce do câncer: primeiro passo para os bons resultados</strong></h4>
<p>Receber a notícia que se tem um câncer não é fácil. É comum a pessoa sentir medo, insegurança. Mas, com as diversas possibilidades de tratamentos, hoje é possível obter resultados extremamente positivos, como a remissão completa da doença e até mesmo sua cura.</p>
<p>Entretanto, o <strong>estadiamento em que este câncer</strong> será diagnosticado fará importante diferença nesta taxa de resposta. Isso porque, a depender do subtipo da patologia, é possível que outros órgãos também sejam afetados com o passar do tempo. Sem contar o grau de agressividade da doença, que pode ser maior a depender do tipo, como nos casos de alguns linfomas e das leucemias agudas.</p>
<p>Por isso, assim que os <strong>primeiros sintomas</strong> surgem, é fundamental procurar um médico! Não é possível esperar a pandemia passar. O câncer não espera.</p>
<h4><strong>Telemedicina – Escolha usar!<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="150" height="138" /></strong></h4>
<p>Você sabia que é possível falar com um médico, mesmo à distância? Hoje, a <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/"><strong>telemedicina</strong></a>, ou<strong> medicina à distância</strong>, possibilita o contato com especialistas de todo o Brasil. Via planos de saúde, o caminho realmente é um pouco mais fácil. No sistema público, este serviço ainda não está completamente disponível, mas ainda assim é seguro procurar ajuda. <strong>Os centros de tratamento já começam a reativar as atividades de forma ordenada, segura e com fluxos específicos para o paciente oncológico, hematológico e de transplante. </strong></p>
<h4><strong>Fique atento aos sinais de seu corpo</strong></h4>
<p>Quando o corpo não está bem, ele avisa. E os <strong>sinais do câncer</strong> falam tudo, em muitos casos mostrando a urgência de procurar por ajuda profissional. Mas, por alguns tipos da doença apresentarem sinais considerados comuns a outros problemas de saúde, como gripes e resfriados, nem sempre são compreendidos.</p>
<p>Confirma a matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/os-sinais-do-cancer-falam-tudo-mas-voce-precisa-prestar-atencao-neles/"><strong>“Os sinais do câncer falam tudo. Mas você precisa prestar atenção neles”. </strong></a></p>
<p>E se notar algo diferente, já sabe: procure um médico! Afinal, como vimos, o câncer não espera.</p>
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		<title>Contra o coronavírus, use máscara!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 21:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é uma das maneiras mais eficientes para se proteger contra o novo vírus Estamos vivendo em meio a uma pandemia, que preocupa pessoas do mundo todo, em especial aquelas que são parte do grupo de risco, como os pacientes oncológicos. O novo coronavírus causa uma grave infecção respiratória, chamada por COVID-19. Mas é possível [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/contra-o-coronavirus-use-mascara/">Contra o coronavírus, use máscara!</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Esta é uma das maneiras mais eficientes para se proteger contra o novo vírus</strong><span id="more-6289"></span></h3>
<p>Estamos vivendo em meio a uma pandemia, que preocupa pessoas do mundo todo, em especial aquelas que são parte do grupo de risco, como os pacientes oncológicos. O novo coronavírus causa uma grave infecção respiratória, chamada por COVID-19. Mas é possível previni-la com alguns cuidados bem simples, dentre eles, o uso de máscara.</p>
<p>Por conta da grande busca por máscaras em farmácias, perfumarias e supermercados, a população passou a não encontrar mais o material. E como ficar sem proteção não é possível, muitos tiveram a ideia de fabricar sua própria <strong>máscara de proteção.</strong></p>
<p>Mas, as máscaras caseiras protegem tanto quanto àquelas profissionais, utilizadas nos hospitais?</p>
<p>Sim, elas protegem! Neste caso, o indicado é que sejam utilizados tecidos como algodão ou TNT, e que sejam feitas com duas camadas de pano (dupla face), para que fiquem mais grossas e resistentes.</p>
<h4><strong>Cuide de sua máscara!</strong></h4>
<p>Tanto as <strong>máscaras para o rosto</strong> caseiras, quanto àquelas hospitalares, exigem cuidados importantes. Se você é paciente oncológico e está em pleno tratamento da <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemia</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfoma</a> ou <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a>, seguir estes cuidados é ainda mais importante! Durante a quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia é possível que o sistema de defesa do corpo fique comprometido, deixando-o mais exposto aos vírus.</p>
<h4><strong>1 – O uso deve ser individual. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6290" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Máscara-shutterstock_1662247108-248x300.jpg" alt="" width="150" height="182" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Máscara-shutterstock_1662247108-248x300.jpg 248w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Máscara-shutterstock_1662247108.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></strong></h4>
<p>Compartilhar a máscara com outras pessoas pode aumentar riscos para contaminação por meio de vírus e bactérias.</p>
<h4><strong>2 – Nariz, boca e queixo devem ficar cobertos. </strong></h4>
<p>Para que a proteção seja completamente efetiva, é fundamental que a máscara cubra nariz, boca e queixo completamente, e que não fique larga no rosto (sem vãos nas laterais). O coronavírus, assim como outros vírus, é transmitido via gotículas de saliva ou secreções do nariz. Então se alguém contaminado tossir ou espirrar perto de você, por exemplo, e sua máscara não estiver bem colocada, o vírus poderá entrar em seu sistema respiratório.</p>
<h4><strong>3 – Máscara no queixo não protege! </strong></h4>
<p>É muito comum ver pessoas de máscaras, porém apenas na região do queixo. E o efeito de proteção, neste caso, será zero. Mais uma vez, você só estará protegido se a máscara estiver cobrindo completamente seu nariz e boca. Então, mesmo que o óculos embace, ou que a respiração fique um pouco mais “difícil”, é preciso pensar na saúde.</p>
<h4><strong>4 – Não encoste na máscara. </strong></h4>
<p>É possível que, até se acostumar, o uso da máscara seja um pouco incomodo. E aí vem aquela vontade de mexer e arrumá-la no rosto, certo? Ficar encostando na máscara, em especial na parte que está cobrindo boca e nariz, também não é indicado. Isso porque o coronavírus, e outros vírus, podem estar presentes em objetos e superfícies.  Então, ao colocar sua mão nas máscaras, é possível que você esteja levando vírus ao seus sistema respiratório, e até mesmo olhos.</p>
<h4><strong>5 – Tira a máscara pelo elástico/tiras. </strong></h4>
<p>Ao chegar em local seguro, lave suas mãos com água e sabão, ou passe álcool em gel volume 70. Somente após esta higienização das mãos, retire a máscara, utilizando o elástico que ficará na região das orelhas, ou tiras, que podem ser amarradas atrás da nuca ou cabeça. Nunca retire-a pegando na parte que fica em seu rosto ok?</p>
<h4><strong>6 &#8211; Troque a cada 2 horas. </strong></h4>
<p>Tanto as máscaras hospitalares, quanto as caseiras, tem um tempo de uso. O indicado é que sejam trocadas a cada 2 horas. As máscaras descartáveis devem ser embaladas em um saquinho, e jogadas no lixo. As máscaras de pano, caseiras, podem ser lavadas com água e sabão ou com água sanitária. Por isso, a dica é sempre ter uma máscara de reserva!</p>
<h4><strong>7 – Guarde corretamente. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6291" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Máscara-shutterstock_1630067737-300x267.jpg" alt="" width="172" height="153" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Máscara-shutterstock_1630067737-300x267.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Máscara-shutterstock_1630067737.jpg 450w" sizes="(max-width: 172px) 100vw, 172px" /></strong></h4>
<p>É possível que, ao longo do dia, você esteja fora de casa e precise retirar a máscara em diferentes momentos – para tomar água, se alimentar, dentre outras atividades. Nestes casos, nunca deixe a máscara apoiada em mesas, cadeiras ou até mesmo em suas mãos. Leve um saquinho com você e guarde, enquanto não estiver usando. Em casa, após lavá-las, faça o mesmo!</p>
<p>Cuide-se! E use máscaras.</p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão na Jovem Pan &#8211; SOS Coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 18:07:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O médico foi entrevistado para falar sobre o novo portal lançado pela Abrale, com foco em pacientes com câncer, e também a respeito da relação entre a COVID-19 e o tratamento oncológico. Assista!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O médico foi entrevistado para falar sobre o novo portal lançado pela Abrale, com foco em pacientes com câncer, e também a respeito da relação entre a COVID-19 e o tratamento oncológico. Assista!<span id="more-6283"></span></h3>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TrAKiVcjzZE?start=4183" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão no UOL &#8211; Coágulos em pacientes com a COVID-19</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 16:12:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O médico deu entrevista sobre o risco aumentado para a formação de coágulos e trombose em pacientes com evolução grave da COVID-19 Médicos alertam para o aumento de coágulos em pacientes com COVID-19 Por Danielle Sanches Do VivaBem, UOL, em São Paulo Novos sintomas e complicações ligados ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) têm surgido com regularidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O médico deu entrevista sobre o risco aumentado para a formação de coágulos e trombose em pacientes com evolução grave da COVID-19<span id="more-6278"></span></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6279" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/logo-uol-300x300.png" alt="" width="120" height="120" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/logo-uol-300x300.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/logo-uol-150x150.png 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/logo-uol.png 600w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" /></p>
<h4><strong>Médicos alertam para o aumento de coágulos em pacientes com COVID-19</strong></h4>
<h4><strong>Por Danielle Sanches</strong></h4>
<h4><strong>Do VivaBem, UOL, em São Paulo</strong></h4>
<p>Novos sintomas e complicações ligados ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) têm surgido com regularidade desde que a panedemia se iniciou. Recentemente, os médicos passaram a nota que o risco aumentado para a formação de coágulos e tromboses tem sido cada vez mais frequente especialmente em pacientes que evoluem para a forma grave da covid-19.</p>
<p>Essa constatação ficou evidenciada em dois estudos recentes, um feito por especialistas holandeses e outro por americanos, que alertavam para esse tipo de complicação em pacientes graves com a doença.</p>
<p>Além disso, um outro artigo, publicado no periódico Journal of the American College of Cardiology e assinado por especialistas de mais de 30 hospitais ao redor do mundo, afirma que a inflamação causada pelo novo coronavírus no organismo é um dos fatores que levam a uma maior tendência na formação de trombos e tromboembolia.</p>
<p>Os médicos já sabem que, normalmente, quem entra para uma internação em UTI tem mais chance de desenvolver coágulos. No entanto, o que os especialistas têm encontrado em pacientes do novo coronavórus é diferente.</p>
<p>“Os dados ainda não limitados, pois a doença é nova”, afima Pedro Silvio Farsky, cardiologista do Hospital Albert Einstein e do Instituto Dante Pazzanese. “Mas já sabemos que o vírus tem, sim, influência no aumento da coagulação. Mas não sabemos exatamente qual”, afirma.</p>
<p>Uma das possibilidades levantadas para o problema é que o novo coronavírus utiliza receptores chamados de ACE2 para entrar no corpo humano. Esses receptores são geralmente encontrados no endotélio – uma espécie de tecido que reveste vasos sanguíneos (como artérias e veias) e a parte interna do coração e que tem influência no controle da coagulação do sangue.</p>
<p>Isso explicaria, por exemplo, o aumento nos casos de AVC em pacientes abaixo dos 50 anos, sem histórico de problemas cardiovasculares e que contraíram a doença – um alerta feito por especialistas do hospital Mount Sinai em carta ao periódico News England Journal of Medicine.</p>
<p>“Isso explicaria também a presença de microtrombos [pequemos coágulos] encontrados nos pulmões após autópsia em alguns pacientes italianos que não resistiram à doença, já que o ACE2 está mais presente principalmente no pulmão e nos vasos cardíacos”, acredita o especialista.</p>
<p>Como o vírus se concentra nos pulmões,  a primeira “frente de batalha” a sofrer com  os coágulos é justamente o órgão, que apresenta focos de hemorragia na microcirculação pulmonar com microtrombos.</p>
<p>“Mas, uma vez iniciada, a reação se torma sistêmica e pode atingir outras partes do corpo”, alerta o cardiologista. Há relatos de médicos americanos, por exemplo, que têm enfrentado problemas com pacientes que precisam de diálise justamente pela formação acima da médica de coágulos durante o procedimento”.</p>
<h4><strong>Tempestade de citocinas</strong></h4>
<p>Uma outra possibilidade que vem sendo bastante debatida é a questão da chamada “tempestade de citocinas”. Estas proteínas são conhecidas por enviarem mensagens às células e modularem o ataque organizado pelo sistema imunológico ao víru. Os invasor do organismo, criando um condição inflamatória no corpo.</p>
<p>Uma das respostas ao processo inflamatório é justamente o aumento da coagulação no sangue. O problema é que, na infecção pelo novo coronavírus, alguns pacientes apresentam uma produção excessiva dessas citocinas, aumentando a resposta inflamatória e a taxa de coagulação.</p>
<p>“Inflamação e coagulação são processos que andam juntos no corpo, é uma forma de isolar o microrganismo invasor e facilitar o trabalho das células de defesa”, afirma o hematologista Erich Vinícius de Paula, coordenador de hemostasia e trombose da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular). “Mas, por algum motivo que ainda não está claro, a resposta apresentada ao novo coronavírus parece exacerbada em alguns casos”m diz.</p>
<p>O médico lembra ainda que o aumento na taxa de coagulação pode provocar tanto as lesões vistar nos pulmões (microtrombos) como ainda tornar o paciente mais propenso a desenvolver a chamada trombose venosa profunda – uma condição em que o corpo forma coágulos, geralmente na região das pernas, que podem se desprender e migrar para o pulmão, provocando uma embolia pulmonar.</p>
<h4><strong>O que isso muda?</strong></h4>
<p>Por enquanto, os médicos concordam que o melhor a fazer é aguardar novos estudos para entender melhor a doença. “Os pacientes que seguem para a internação já recebem uma dose profilática de anticoagulante por sabermos que a internação aumenta as chances da formação de trombos. Isso é um consenso médico aplicado há anos”, afirma Breno Gusmão, hematologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. “A grande questão que está sendo debatida é se essa dose deve ser aumentada ou não para os pacientes de covid-19”, diz.</p>
<p>Segundo ele, os dados que chegam ainda precisam de mais embasamento para se tornarem um procolo no tratamento da doença. “Por enquanto, observamos caso a caso e levamos em conta outras comorbidades, como arrtmias e câncer, para decidir ou não pelo uso de uma dose maior de anticoagulante”, afirma.</p>
<p>O cuidado tem razão de ser: o uso de substâncias anticoagulantes, como a heparina, aumenta o risco de hemorragia, o que pode representar um risco de vida ainda maior para os pacientes internados em estado grave.</p>
<h4><strong>Estudo com anticoagulantes</strong></h4>
<p>Pensando em como lidar com pacientes que apresentam esse tipo de complicação, um estudo preliminar feito por pesquisadores do Hospital Sírio-Libanês (SP) testou o uso do anticoagulante heparina, usado em ambiente hospitalar, para pacientes diagnosticado com a covid-19. Embora ainda preliminares, os resultados foram considerados positivos.</p>
<p>“O que passamos a entender é que o vírus entra pelo epitélio respiratório (mucosa que se estende da cavidade nasal até os brônquios), agride-o e deixa os brônquios e os alvéolos com a membrana exposta, criando algo parecido com um machucado. Isso faz o corpo querer estancar a ferida, e a resposta do organismo é a coagulação, entrando em estado de hipercoagulabilidade, que na verdade, não resolve o problema”, explica a pneumologista Elnara Marcia Negri, do Hospital Sírio-Libanês.</p>
<p>De acordo com a pneumologista, a droga é recomendada para pacientes que têm sintomas mais severos, como a insuficiência respiratória. Para esses casos, o estudo preliminar apontou que a heparina ajuda a desfazer os coágulos que são formados na microcirculação do pulmão e em outros locais do corpo.</p>
<p>Mas, como dito anteriormente, o uso do medicamento precisa ainda de mais análises. Além disso, qualquer anticoagulante só deve ser utilizado com orientação e acompanhamento médico, já que a substância pode levar à hemorragia interna – sangramentos no sistema nervoso central e sistema gastrointestinal, que pode até levar a moite. Por isso, a médica reforça que a população não deve comprar para prevenir o quadro ou tomar fora de ambiente hospitalar.</p>
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		<title>Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 18:39:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uso da tecnologia foi aprovado no país por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para alguns pacientes com câncer, até o tratamento sofreu alterações. Afinal, para evitar os riscos de contrair a COVID-19, ir ao hospital passou a ser recomendação restrita, somente àqueles casos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Uso da tecnologia foi aprovado no país por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus</strong><span id="more-6268"></span></h3>
<p>O coronavírus chegou trazendo importantes mudanças no cotidiano dos brasileiros. Para alguns pacientes com câncer, até o tratamento sofreu alterações. Afinal, para evitar os riscos de contrair a COVID-19, ir ao hospital passou a ser recomendação restrita, somente àqueles casos mais urgentes e/ou graves. Mas a telemedicina chega como uma importante alternativa.</p>
<h4><strong>Como fica o tratamento oncológico durante a pandemia?</strong></h4>
<p>A recomendação dos médicos é que nenhum tratamento pare. Ou seja, o paciente jamais deve pausar, por conta própria, a terapêutica indicada pelo especialista.</p>
<p>Agora, é possível, sim, reagendar a quimioterapia, a radioterapia e até mesmo um transplante de medula óssea. Exames diagnósticos e de acompanhamento também podem entrar na lista de “espera”. Os casos serão avaliados individualmente e somente o médico é quem poderá definir qual o melhor caminho a seguir.</p>
<p>Isso quer dizer que o paciente não terá contato com seu médico por um longo período? Não! É neste momento que a telemedicina entra.</p>
<h4><strong>O que é a telemedicina?</strong></h4>
<p>Medicina à distância, ou telemedicina, é quando médico e paciente fazem uma consulta não presencial. Por meio de uma plataforma especializada, é possível que o médico leia resultados de exames, tire dúvidas sobre sintomas e outras questões que envolvam a doença, explique se há ou não necessidade de ir ao hospital para aplicar medicamentos ou realizar novos testes, e acompanhe, com precisão, a situação do paciente.</p>
<p>Durante uma consulta à distância é possível, inclusive, realizar alguns exames. Existem dispositivos que ajudam o médico aferir a pressão arterial, fazer eletrocardiograma e até mesmo examinar a garganta do paciente.</p>
<p>Na telemedicina, o especialista também está autorizado a fazer receitas médicas com assinatura digital.</p>
<p>A <strong>telemedicina no Brasil </strong>foi anunciada pelo Ministério da Saúde por meio da portaria n°467, que regulamenta atendimentos médicos à distância. O texto determina que todas as consultas deverão ser obrigatoriamente registradas em prontuário clínico com indicação de data, hora, tecnologia da informação e comunicação utilizadas, além do número do Conselho Regional Profissional do Médico (CRM) e sua unidade da federação.</p>
<h4><strong>O paciente com câncer pode ser atendido à distância? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="189" height="173" /></strong></h4>
<p>A resposta é sim! É importante lembrar que a telemedicina é Medicina e, em momentos de pandemia, como este que estamos vivendo, é uma excelente alternativa. Como vimos, o atendimento ocorrerá igualmente ao presencial. O paciente terá acesso às informações de seus exames e poderá esclarecer dúvidas. Agora, sabemos que alguns tipos de câncer, como as <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias agudas</a>, os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas agressivos</a> e o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> exigem cuidados especiais. Por isso, o médico irá avaliar caso a caso e dirá como as terapias devem seguir.</p>
<h4><strong>Segurança dos dados </strong></h4>
<p>Esta é uma preocupação importante. Quando uma consulta acontece de maneira presencial, no hospital, todos os dados do paciente estão seguros, em prontuários médicos. Já no mundo virtual, os riscos de vazamento podem ser maiores. Por isso, não é indicado que a telemedicina será praticada via telefone ou redes sociais. Existem plataformas específicas e seguras para a prática de consultas virtuais, com ferramentas adequadas tanto para garantir que as informações do paciente não sejam compartilhadas de forma idevida, como também para possibilitar um atendimento melhor e mais amplo. E todas as informações serão armazenadas no prontuário do paciente.</p>
<h4><strong>Telemedicina nos sistemas privado e público de saúde</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6271" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_1666037506-300x211.png" alt="" width="173" height="122" />A <strong>telemedicina </strong>deve acontecer tanto via<strong> hospitais/clínicas particulares, </strong>como também nos centros de tratamento do<strong> Sistema Público de Saúde (SUS).</strong></p>
<p>Para quem não tem um plano de saúde e recorre aos serviços particulares, a consulta será cobrada pelo médico, normalmente.</p>
<p>Já para quem tem plano de saúde, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos devem cobrir o valor da consulta realizada via telemedicina.</p>
<p>No sistema público de saúde as consultas não serão cobradas.</p>
<h4><strong>Após a pandemia, telemedicina será reavaliada</strong></h4>
<p>A Lei 13.989, sansionada pelo governo federal, tem caráter emergencial. Isso quer dizer que, após este momento de pandemia por conta do novo coronavírus, os atendimentos à distância passarão por uma nova avaliação. Estão sendo preparados, pelo<strong> Conselho Federal de Medicina (CFM), documentos com foco na telemedicina.</strong></p>
<p>Não deixe que a distância lhe prive de uma consulta . Se não é possível consulta presencial , marque sua telemedicina! Fico à disposição.</p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão no Estadão!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 22:04:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista ao jornal, o médico abordou a importância da doação do plasma para estudos que objetivam descobrir uma maneira de combater a COVID-19 em pacientes graves. Boa leitura! Saiba como fazer doação de plasma para ajudar em pesquisas contra novo coronavírus CAMILA TUCHLINSKI &#8211; O ESTADO DE S.PAULO Existem muitas frentes de pesquisas no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/dr-breno-gurmao-no-estadao-medico-fala-sobre-como-a-doacao-de-plasma-pode-ajudar-em-pesquisas-contra-novo-coronavirus/">Dr. Breno Gusmão no Estadão!</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Em entrevista ao jornal, o médico abordou a importância da doação do plasma para estudos que objetivam descobrir uma maneira de combater a COVID-19 em pacientes graves. Boa leitura!<br />
<span id="more-6242"></span></h3>
<h4><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6250" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-Estadão-300x142.png" alt="" width="167" height="79" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-Estadão-300x142.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-Estadão-768x363.png 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Logo-Estadão.png 850w" sizes="(max-width: 167px) 100vw, 167px" /></h4>
<h4 class="post-title">Saiba como fazer doação de plasma para ajudar em pesquisas contra novo coronavírus</h4>
<h4>CAMILA TUCHLINSKI &#8211; O ESTADO DE S.PAULO</h4>
<p>Existem muitas frentes de pesquisas no mundo inteiro na busca pela cura ou imunização das pessoas contra o novo <strong>coronavírus</strong>. Alguns estudos científicos estão apostando na transferência de <strong>plasma</strong> de pessoas curadas da <strong>covid-19</strong> para pacientes em estágios graves da doença.</p>
<p>Nesta terça-feira, 14, <strong>Fernanda Paes Leme</strong> disse que procurou o Hospital Albert Einstein para oferecer a doação de plasma. A atriz foi diagnosticada com coronavírus em 16 de março e está completamente saudável agora. Ela participou do casamento da irmã de Gabriela Pugliesi, no sul da Bahia, e que teria infectado diversas personalidades brasileiras.</p>
<div class="embed-externo">
<div class="embed-externo">
<p>Aqueles que se contaminaram por covid-19 desenvolveram <strong>anticorpos</strong> no seu plasma que podem ser úteis para ajudar na recuperação de pessoas com formas mais graves da doença.</p>
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<p>A chamada transferência passiva de imunidade, ou seja, técnica de transferir plasma de pessoas já curadas para doentes está sendo avaliada por institutos de pesquisas.A <strong>FDA</strong>, órgão governamental que regula os medicamentos nos Estados Unidos, já havia emitido as diretrizes para a utilização dessa técnica em quadros graves no dia 24 de março. No Brasil, essas pesquisas não necessitam da aprovação da Anvisa para serem realizadas, mas sim de comitês de ética em pesquisa do Conselho Federal de Medicina.</p>
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<p>O hematologista Evandro Fagundes,  do Grupo Oncoclínicas, ressalta a importância da participação de pessoas que já venceram o coronavírus em pesquisas desse tipo. &#8220;Eu diria que o importante é o paciente curado participar de uma pesquisa como essa. Somente a pesquisa poderá esclarecer se a doação de plasma do paciente convalescente de <strong>covid-19</strong> poderá ajudar outros pacientes que estejam sofrendo consequências clínicas graves da doença&#8221;, avalia.De acordo com o hematologista Breno Gusmão, do Comitê da Abrale &#8211; Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, os requisitos para ser doador de plasma são os mesmos para quem costuma doar sangue. “Para fazer a doação de plasma, você passa pelos critérios habituais e é uma doação segura. O sangue será colocado em uma bolsa coletora. Depois, tem um processo de separação das células do plasma, por centrifugação”, explica.</p>
<p>O médico alerta que, para quem foi diagnosticado com <strong>coronavírus</strong> e quiser doar depois de curado, é preciso tomar alguns cuidados. “Quando é para o covid-19, se propõe que as pessoas que passaram por ele, depois de 14 dias <strong>sem sintomas</strong>, podem fazer a doação. Esses pacientes criaram imunidade já para a covid-19. E, na hora de doar o sangue, o plasma, que estará rico em anticorpos contra a covid-19, é separado. Essa é a teoria do uso do plasma em pacientes com covid-19”, conclui.</p>
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<h4 class="intertitulo">Critérios para quem quer fazer doação de plasma</h4>
<p>Para fazer a doação de plasma, é preciso ter em mente que a coleta é exatamente igual ao processo sanguíneo. É preciso estar saudável e seguir os seguintes passos:</p>
<p>&#8211; Estar alimentado. Evite alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação de sangue.</p>
<p>&#8211; Caso seja após o almoço, aguardar duas horas.</p>
<p>&#8211; Ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas.</p>
<p>&#8211; Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito antes dos 60 anos.</p>
<p>&#8211; A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais para o homem e de três doações de sangue anuais para as mulheres.</p>
<p>&#8211; O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.</p>
<h4 class="intertitulo">Onde pessoas curadas da covid-19 podem fazer a doação de plasma</h4>
<p>Alguns institutos de medicina e pesquisa estão pedindo para que os curados do <strong>coronavírus</strong> possam fazer as doações de sangue para a separação do <strong>plasma</strong>. Em Campinas, a Universidade Estadual (Unicamp), a Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, e os hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês seguem com os estudos.</p>
<p>Em Ribeirão Preto, no interior paulista, o Hemocentro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) busca doadores. Eles pedem para que a pessoa tenha mais de 50 quilos e, no caso das mulheres, nunca ter engravidado. Antes da doação, haverá uma avaliação. Mais informações podem ser obtidas por telefone no número 0800-979-6049, via WhatsApp (16) 99399-1259 ou por e-mail no endereço doador@hemocentro.fmrp.usp.br.</p>
<p>Fonte: Estadão</p>
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