Dr. Breno Gusmão falou ao G1 sobre o que 50 anos de pesquisa mudaram no câncer

Compartilhe essa publicação:

Nos Estados Unidos, a sobrevida em cinco anos teve saltos no câncer do sangue

No fim dos anos 1970, 21 de cada 100 americanos com leucemia mieloide crônica estavam vivos cinco anos depois do diagnóstico, o que os médicos chamam de sobrevida em cinco anos. Hoje, são 71.

Hoje, descreve Gusmão, quem recebe o diagnóstico trabalha, viaja e tem expectativa de vida próxima à da população geral. Alguns conseguem até suspender o remédio. Para a Onco-Hematologia, o imatinibe simboliza a transformação da área inteira, porque mostrou que entender a falha genética de um tumor permite desenhar uma droga contra ela.

No mieloma múltiplo, câncer das células de defesa que se alojam na medula, a virada veio aos poucos. O transplante da própria medula entrou nos anos 1990, novas classes de medicamentos chegaram nos 2000 e, depois, vieram anticorpos que se prendem à célula doente.

Clique aqui e veja a reportagem completa do G1! 

Compartilhe essa publicação:

Publicações Recentes

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *