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	<title>Arquivos o que é mieloma múltiplo - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<title>Arquivos o que é mieloma múltiplo - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Problemas renais no mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 21:48:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É importante ficar atento a sintomas como sede exagerada e alterações na urina Março Borgonha é o mês da conscientização sobre o mieloma múltiplo, tipo de câncer que acontece, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade. Ficar de olho nos sintomas é muito importante para o diagnóstico correto. E, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>É importante ficar atento a sintomas como sede exagerada e alterações na urina</strong><span id="more-6542"></span></h3>
<p>Março Borgonha é o mês da conscientização sobre o mieloma múltiplo, tipo de câncer que acontece, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade. Ficar de olho nos sintomas é muito importante para o diagnóstico correto. E, embora as fraturas ósseas e dores na região lombar sejam os mais lembrados, os problemas renais no mieloma múltiplo também exigem atenção.</p>
<h4><strong>O que é o mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>O <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> tem início na medula óssea, quando no momento em que os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e passam a produzir plasmóticos anormais.</p>
<p>Os plasmócitos defeituosos/doentes acumulam-se na medula óssea, onde se reproduzem e se proliferam de forma anormal. Dessa forma, podem afetar a fabricação das demais células sanguíneas normais e  de imunoglobulinas monoclonais defeituosas.</p>
<p>Este tipo de câncer corresponde a cerca de 1% dos tumores malignos e 15% das neoplasias hematológicas. Em estudos, observou-se que o MM é duas vezes mais comum entre os negros e também tem maior probabilidade de desenvolvimento em homens.</p>
<p>A principal função dos plasmócitos é produzir as imunoglobulinas, responsáveis pela defesa do corpo. Plasmócitos anormais produzem imunoglobulinas anormais, que não conseguem exercer suas funções de proteção e formam um amontoado de proteínas “bagunçadas”, chamadas <strong>proteína monoclonal ou proteína M.</strong> Esta é uma outra característica bem típica e bastante importante em pacientes com mieloma múltiplo, que pode ser detectada no sangue ou urina.</p>
<h4><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6543" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569-300x300.jpg" alt="" width="116" height="116" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569.jpg 400w" sizes="(max-width: 116px) 100vw, 116px" />Fique de olho nos rins!</strong></h4>
<p>A insuficiência renal é uma complicação frequente em pacientes com mieloma múltiplo, podendo estar presente em 35% dos casos ao diagnóstico e em 50% durante a evolução da doença.</p>
<p>As lesões renais podem acontecer por diferentes fatores. O mais frequente é o excesso de proteínas (anticorpos) anormais produzidas pelos plasmócitos doentes, a proteína M. Esta proteína anormal será filtrada pelo rim e poderá causar lesões ao órgão.</p>
<p>Mas o aumento do cálcio no organismo, produzido pelas lesões ósseas do mieloma, outro sintoma que também pode acontecer nos pacientes com este tipo de câncer, também podem causar problemas renais. Outro motivo frequente é o uso de anti-inflamatórios, que comumente são indicados para controle da dor nesses pacientes e podem apresentar a lesão renal como efeito colateral.</p>
<h4><strong>Lesão renal: conheça os sintomas</strong></h4>
<p>Os rins são órgãos do sistema urinário e tem por principal função o controle da concentração de diferentes substâncias no sangue. Ou seja, eles filtram as impurezas do sangue, “jogando-as” para fora do organismo por meio da urina. Além de manter o equilíbrio de água, sal, pressão arterial, dentre outros.</p>
<p>Quando as células do mieloma múltiplo atrapalham essa função, o paciente passa a apresentar uma espuma na urina. Outros sinais comuns a quem apresenta problemas nos rins são:</p>
<ul>
<li>Inchaço nas pernas, tornozelos ou pés</li>
<li>Sede exagerada</li>
<li>Diminuição da produção de urina</li>
<li>Sonolência</li>
<li>Falta de fome</li>
<li>Confusão</li>
<li>Náuseas e vômitos</li>
</ul>
<h4><strong>Mas calma! É possível controlar este sintoma <img decoding="async" class="alignright wp-image-6424" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_679124308-239x300.jpg" alt="" width="88" height="110" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_679124308-239x300.jpg 239w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_679124308.jpg 400w" sizes="(max-width: 88px) 100vw, 88px" /></strong></h4>
<p>Como vimos, os problemas renais podem acontecer ao diagnóstico e também durante o tratamento, por conta dos medicamentos utilizados. Neste momento, a parceria entre médico e paciente será muito importante!</p>
<p>Se você apresentar qualquer um destes sinais, converse com o seu especialista. Existem medicamentos para o controle dos problemas renais e eles só podem ser prescritos pelo profissional de saúde.</p>
<p>Além disso, não esqueça de beber água ao longo dia – cerca de 2 litros. Isso porque, se ingerimos pouco líquido, o rim pode ficar ainda mais sobrecarregado e não conseguirá realizar suas funções corretamente.</p>
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		<title>Mieloma múltiplo tem cura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 23:32:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pacientes querem se ver livres da doença e com os diferentes tratamentos existentes, é possível alcançar este resultado Quando uma doença oncológica surge, uma das primeiras perguntas que o paciente faz é se existe tratamento e quais resultados podem ser alcançados. Mas, e o mieloma múltiplo tem cura? Antes de trazermos esta resposta, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Muitos pacientes querem se ver livres da doença e com os diferentes tratamentos existentes, é possível alcançar este resultado</strong><span id="more-6463"></span></h3>
<p>Quando uma doença oncológica surge, uma das primeiras perguntas que o paciente faz é se existe tratamento e quais resultados podem ser alcançados. Mas, e o mieloma múltiplo tem cura?</p>
<p>Antes de trazermos esta resposta, é importante lembrar que o câncer não é uma doença única. Isso porque cada paciente irá apresentar particularidades diferentes, que devem ser olhadas e tratadas também de forma distinta.</p>
<h4><strong>O que é o mieloma múltiplo?</strong></h4>
<p>O mieloma múltiplo (MM) tem início na medula óssea, quando no momento em que os linfócitos (tipo de célula protetora) se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e passam a produzir plasmóticos anormais.</p>
<p>Os plasmócitos defeituosos/doentes acumulam-se na medula óssea, e além de  atrapalhar o funcionamento das células saudáveis, provocam a destruição óssea e danos onde se depositam (ex: insuficiência renal).</p>
<p>A doença ocorre, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade. Mas é possível que os mais jovens também possam desenvolver o MM. Veja matéria sobre o assunto <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-aos-30-40-ou-50-anos/">aqui</a>. <img decoding="async" class="alignright  wp-image-6464" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872-284x300.jpg" alt="" width="101" height="107" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872-284x300.jpg 284w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872.jpg 623w" sizes="(max-width: 101px) 100vw, 101px" /></p>
<p>Ficar atento aos sinais e sintomas é essencial para que a ida ao médico seja imediata: cansaço, perda de peso sem motivo aparente, inchaço nas pernas, dores ósseas e fraturas espontâneas são alguns deles.</p>
<h4><strong>Diagnóstico precoce para bons resultados no tratamento</strong></h4>
<p>Um prognóstico positivo para o mieloma múltiplo depende, e muito, do diagnóstico precoce. Isso porque, quanto antes este tipo de câncer for descoberto, menores são as chances dos plasmocitomas se acumularem na medula óssea e até mesmo nos ossos, causando importantes fraturas. Por este motivo, se estiver apresentando os sintomas acima, procure um médico. Fique atento também para o surgimento de anemia e nível elevado de cálcio no sangue. Caso perceba essas alterações nos exames, agende uma consulta com um hematologista, especialista no diagnóstico e tratamento do MM.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6465" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160-300x280.jpg" alt="" width="126" height="117" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160-300x280.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160.jpg 600w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" />Mieloma múltiplo não tem cura</strong></h4>
<p>Essa é a resposta para a pergunta feita por 99,99% dos pacientes. Agora, calma, isso não é ruim! O fato de o mieloma múltiplo não ter cura significa, apenas, que esta é uma doença crônica, que precisa de cuidados por toda a vida. Saiba que é possível viver bem, com qualidade e até mesmo obter uma remissão completa da doença, já que são várias as opções de tratamento existentes.</p>
<p>Hoje, para o paciente sintomático, as classes terapêuticas existentes trazem excelentes prognósticos: quimioterapia, transplante de medula óssea autólogo, imunomoduladores, inibidores de proteassoma e até mesmo a imunoterapia. Para ver a lista completa dos medicamentos, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/tratamento/">clique aqui</a>.</p>
<p>Isso sem contar nas novidades que vem por aí, como a utilização do <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/car-t-cell-muito-alem-do-linfoma/">CAR T Cell</a>, anticorpos biespecíficos e anticorpos conjugados,  uma revolução na ciência.</p>
<h4><strong>TMO alogênico no MM</strong></h4>
<p>O transplante de medula óssea alogênio, quando é necessário um doador 100% HLA compatível &#8211; aparentado ou não, é a única opção que pode ser considerada curativa no tratamento do mieloma múltiplo. Porém, ela não costuma ser muito indicada. Por que? O primeiro motivo é que não conseguimos a cura em uma grande parte dos casos. O segundo é a agressividade do tratamento para obter um resultado incerto. O terceiro motivo, a idade da maioria dos pacientes não contempla o transplante alogênico. Por último, com o surgimento dos novos tratamentos, são casos muito selecionados que oferecemos um transplante alogênico.</p>
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		<title>Atividade física durante o câncer: pode ou não pode?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 15:03:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem muitas dúvidas com relação à prática de exercícos, em especial entre os pacientes com mieloma múltiplo e no pós-TMO Muito se fala sobre a importância de realizar exercícios físicos para a saúde, afinal manter o corpo em movimento ajuda a controlar o peso corporal e a reduzir doenças cardiovasculares, oncológicas, depressão e ansiedade. Mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Existem muitas dúvidas com relação à prática de exercícos, em especial entre os pacientes com mieloma múltiplo e no pós-TMO</strong><span id="more-6342"></span></h3>
<p>Muito se fala sobre a importância de realizar <strong>exercícios físicos para a saúde</strong>, afinal manter o corpo em movimento ajuda a controlar o peso corporal e a reduzir doenças cardiovasculares, oncológicas, depressão e ansiedade. Mas a <strong>atividade física durante o câncer</strong> está liberada?</p>
<p>A resposta é sim! Mas cada caso deve ser avaliado de maneira individual. Os exercícios físicos, de um modo geral, ajudam no fortalecimento do sistema imunológico, além de trazer uma sensação de bem-estar/alegria, por conta da liberação de endorfina. E essas são duas questões muito importantes para o paciente oncológico.</p>
<h4><strong>Atividade física para pacientes com mieloma múltiplo</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6346 size-medium" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1199498506-300x120.jpg" alt="" width="300" height="120" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1199498506-300x120.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_1199498506.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Falar sobre atividades neste grupo de pacientes é bem interessante. Isso porque muitos entendem que, tanto por conta da idade avançada, quanto por conta das características da doença em si, os exercícios estão proibidos. Mas não é bem assim!</p>
<p>De fato as dores ósseas e até mesmo as fraturas são sintomas importantes do <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> e que de maneira alguma devem ser desconsiderados. Mas isso não significa que a prática de atividades físicas não será liberada – pelo contrário, movimentar o corpo pode, inclusive, ajudar durante o tratamento e ao retorno das atividades cotidianas.</p>
<p>Os <strong>esportes de alto impacto</strong>, como lutas, futebol e musculação, estão totalmente fora de questão. As atividades mais adequadas, então, são as caminhadas, pedalar em bicicleta ergométrica (para evitar quedas) e até mesmo a natação.</p>
<p>E tudo isso, claro, com indicação médica e – se possível – com acompanhamento de um fisioterapeuta.</p>
<h4><strong>Exercícios físicos no PÓS-TMO</strong></h4>
<p>Os pacientes que realizam o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">transplante de medula ósse</a>a, principalmente o alogênico, acabam ficando longos períodos internados no hospital. E, para não correrem riscos de contrair alguma bactéria ou vírus, também passam muito tempo no quarto hospitalar. Com isso, é possível que ocorra perda de massa muscular, fadiga, além de surgirem sentimentos de ansiedade e irritação.</p>
<p>E é neste momento que entram as atividades físicas. Assim como para os pacientes de mieloma múltiplo, os <strong>exercícios mais adequados logo após o TMO</strong> serão os de intensidade mais “leves”, como caminhadas, pedaladas e natação.</p>
<p>Entretanto, durante a internação, também é possível se exercitar! Isso mesmo que você leu. Ainda que o paciente precise ficar no quarto o tempo todo, é possível realizar atividades que façam o corpo se movimentar. Caminhar dentro do próprio quarto é uma opção. Exercícios contra resistência de pesos, utilizando elásticos especiais ou até mesmo o próprio peso do corpo, também podem ser indicados.</p>
<h4><strong>Uso cateter, posso praticar atividade física?</strong></h4>
<p>Para alguns tipos de tratamento quimioterápico, o uso do cateter será necessário. Mas se o paciente estiver se sentindo bem, com indicação médica, os exercícios de intensidade moderada estão liberados. E como geralmente os cateteres ficam aplicados na parte superior do braço, a dica é não pegar muito peso nesta região.</p>
<p>Leia a matéria sobre os principais tipos de cateteres &#8211; <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/cateter-amigo-do-paciente-com-cancer/">Cateter, amigo do paciente</a></p>
<h4><strong>Corpo em movimento, mesmo durante o coronavírus <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6347" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_772345750-300x300.jpg" alt="" width="189" height="189" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_772345750-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_772345750-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/07/shutterstock_772345750.jpg 600w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /></strong></h4>
<p>O <strong>coronavírus</strong> chegou e afastou as pessoas das ruas, dos parques e até mesmo das academias. Muitos deixaram de praticar atividades físicas neste momento, porém é possível reverter este quadro! Separamos aqui cinco dicas de exercícios que poderão ser praticados, facilmente, durante a <strong>quarentena por conta da COVID-19</strong>:</p>
<p>1 – Pule corda</p>
<p>2 – Mora em prédio? Suba as escadas!</p>
<p>3 – Ande pela casa</p>
<p>4 – Coloque aquela música que gosta e dance</p>
<p>5 – Pratique Yoga</p>
<p><strong>Importante!</strong> Talvez nem todos os pacientes sintam-se aptos a praticar atividades físicas, afinal os tratamentos, como a radioterapia e quimioterapia, podem provocar cansaço, dores no corpo, desconfortos. E se este é o seu caso, faça os exercícios no seu tempo, combinado?</p>
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		<title>Mieloma múltiplo e seus fatores de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 18:16:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os agentes que possibilitam uma maior pré-disposição para o desenvolvimento deste tipo de câncer Para tumores sólidos, como o câncer de pulmão e de pele, por exemplo, os fatores de risco estão muito claros para a maior parte da população. Então, para estes casos, não fumar e não se expor aos raios ultravioletas do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Conheça os agentes que possibilitam uma maior pré-disposição para o desenvolvimento deste tipo de câncer</strong><span id="more-6199"></span></h3>
<p>Para tumores sólidos, como o câncer de pulmão e de pele, por exemplo, os fatores de risco estão muito claros para a maior parte da população. Então, para estes casos, não fumar e não se expor aos raios ultravioletas do sol são o primeiro passo. Mas, e para o mieloma múltiplo (MM)? Saiba que também é necessário ter atenção, porque ele também tem fatores de risco importantes.</p>
<h4><strong>Entenda o mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>O <strong>mieloma múltiplo é um tipo de câncer</strong> que tem início na medula óssea. Os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, que são responsáveis pela produção de imunoglobulinas de vários tipos (anticorpos). Aqui ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e passam a produzir <strong>plasmócitos anormais</strong> <strong>(doentes)</strong>, que fabricam imunoglobulinas anormais e de forma repetida, chamadas de <strong>proteína monoclonal ou proteína M.</strong></p>
<h4><strong>O que são fatore de risco?</strong></h4>
<p>De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o termo risco é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, desenvolver uma doença. Então, os fatores associados ao aumento do risco de desenvolver uma doença são chamados <strong>fatores de risco</strong>.</p>
<p>Como vimos, o mieloma múltiplo tem fatores que podem pré-dispor o seu desenvolvimento. São eles:</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Idade</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6201" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Velhinhos-shutterstock_627369392-300x236.png" alt="" width="125" height="98" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Velhinhos-shutterstock_627369392-300x236.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Velhinhos-shutterstock_627369392.png 400w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />A maior parte dos casos de mieloma acontecem em pessoas idosas, acima dos 60 anos de idade. Ainda não se sabe exatamente o porquê, mas é possível dizer que com o passar dos anos, nossas células vão envelhecendo e passam a trabalhar com maior dificuldade. Neste processo, elas podem se desenvolver de maneira “errada”, causando então um câncer.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Gênero</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6202" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Homens-shutterstock_793146868-300x254.png" alt="" width="120" height="102" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Homens-shutterstock_793146868-300x254.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Homens-shutterstock_793146868.png 400w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" /></p>
<p>Os homens tem levemente uma maior propensão de serem diagnosticados com o mieloma múltiplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Raça</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6203" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Negros-shutterstock_459196897-236x300.png" alt="" width="88" height="112" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Negros-shutterstock_459196897-236x300.png 236w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Negros-shutterstock_459196897.png 400w" sizes="(max-width: 88px) 100vw, 88px" /></p>
<p>Este tipo de câncer é duas vezes mais frequente em pessoas negras e na população ocidental, a incidência de casos da doença (ajustada pela idade) é de cerca de 5,6 casos para 100 mil pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Hereditariedade</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6204" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Família-shutterstock_1517695628-284x300.png" alt="" width="113" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Família-shutterstock_1517695628-284x300.png 284w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Família-shutterstock_1517695628.png 400w" sizes="(max-width: 113px) 100vw, 113px" />A literatura confirma que, sim, é possível o mieloma múltiplo ser hereditário. Então, ter pais ou irmãos que desenvolveram a doença aumenta as chances para que um indivíduo também apresente o câncer. Mas estes casos são bem raros, a grande parte dos pacientes não possuem familiares com MM e não há nenhuma recomendação de exames a serem feitos aos familiares de pacientes com mieloma.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Obesidade</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6205" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Gordinho-shutterstock_432925129-219x300.png" alt="" width="86" height="118" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Gordinho-shutterstock_432925129-219x300.png 219w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Gordinho-shutterstock_432925129.png 400w" sizes="(max-width: 86px) 100vw, 86px" />Vários estudos publicados e bem perto de nossa realidade mostram a <strong>obesidade como um importante fator de risco para o mieloma múltiplo.</strong> Dentre eles está  a pesquisa realizada pelo Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, divulgado ao final do ano de 2019, que aponta a ligação entre obesidade com o surgimento de 14 tipos diferentes de câncer, dentre eles o MM. Nestes casos, é possível falar em prevenção por meio de uma alimentação saudável e pratica de atividades físicas diárias.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Doenças de células plasmáticas</strong></h4>
</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6206" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Células-shutterstock_1037846065-300x280.png" alt="" width="91" height="85" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Células-shutterstock_1037846065-300x280.png 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Células-shutterstock_1037846065.png 400w" sizes="(max-width: 91px) 100vw, 91px" />Muitas pessoas com gamopatia monoclonal de significado inteterminado (MGUS) ou plasmocitoma solitário também podem desenvolver com maior “facilidade” o mieloma múltiplo. Aqui existem fatores específicos do quadro que fazem o paciente evoluir a mieloma multiplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Mieloma múltiplo como fator de risco</strong></h4>
<p>Sim, é isso mesmo que você leu. O próprio <strong>mieloma múltiplo pode ser um fator de risco</strong> para o desenvolvimento de um subtipo mais agressivo de mieloma: a leucemia de células plasmocitárias.</p>
<p>Embora seja bem raro, seu diagnóstico é realizado após a constatação de plasmócitos (células do mieloma) circulando pelo sangue do paciente conforme os critérios internacionais. Ela pode ser primária, quando ocorre em pessoas que não tiveram o mieloma múltiplo. Ou secundária, uma evolução rara e agressiva do próprio mieloma. Infelizmente, o prognóstico não é positivo na maior parte dos casos.</p>
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		<title>Mieloma múltiplo tem tratamento e você precisa saber disso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 22:21:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novas opções terapêuticas vêm sendo aprovadas e estudadas no Brasil e no mundo Descobrir um câncer não é fácil. Assusta, causa medo, insegurança. Mas novas terapias vêm sendo aprovadas, inclusive no Brasil. E embora possa ser considerado uma doença agressiva, o mieloma múltiplo tem tratamento. São várias as novas opções de medicamentos e combinações terapêuticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Novas opções terapêuticas vêm sendo aprovadas e estudadas no Brasil e no mundo</strong><span id="more-6161"></span></h3>
<p>Descobrir um câncer não é fácil. Assusta, causa medo, insegurança. Mas novas terapias vêm sendo aprovadas, inclusive no Brasil. E embora possa ser considerado uma doença agressiva, o <strong>mieloma múltiplo tem tratamento.</strong></p>
<p>São várias as novas opções de medicamentos e combinações terapêuticas que têm apresentado excelentes resultados.</p>
<h4><strong>O que é o mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>Antes de entrarmos nos tratamentos, é importante explicar este tipo de câncer. Ele acontece, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade e tem início na medula óssea. Os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, que são responsáveis pela produção de imunoglobulinas de vários tipos (anticorpos). Aqui ocorre uma mutação celular em um ou mais genes. Eles passam a produzir plasmócitos anormais (doentes), que fabricam imunoglobulinas anormais e de forma repetida, chamadas de proteína monoclonal ou proteína M.</p>
<p>É muito importante ficar atento aos <strong>sinais e sintomas do mieloma múltiplo</strong>, como anemia, fraqueza e dores ósseas. Para ver a lista completa <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/sinais-e-sintomas/">clique aqui</a>. O <strong>diagnóstico precoce</strong> faz importante diferença para os resultados no tratamento.</p>
<h4><strong>É possível tratar! </strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6163" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Medicamentos-shutterstock_1401450965.jpg" alt="" width="341" height="227" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Medicamentos-shutterstock_1401450965.jpg 600w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Medicamentos-shutterstock_1401450965-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 341px) 100vw, 341px" />Agora sim, vamos falar sobre cada um dos <strong>tratamentos para o mieloma múltiplo</strong>. A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/quimioterapia/">quimioterapia</a> é a opção mais antiga e ainda comum aqui no Brasil. Vários medicamentos potentes são usados em conjunto, com a intenção de eliminar as células doentes do organismo.</p>
<p>Os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/tratamento/">imonumoduladores</a>, como a Talidomida, a Lenalidomida e a Pomalidomida apresentam resultados importantes, porque atuam diretamente no sistema imunológico do paciente, ajudando a eliminar as células cancerígenas.</p>
<p>Já os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/tratamento/">inibidores do proteassoma</a> chegaram para trazer resultados ainda melhores. O Bortezomibe é indicado para o tratamento de primeira linha em pacientes com ou sem indicação de transplante de medula óssea. Já o Carfilzomibe e Ixazomib podem ser usados por pacientes que já foram tratados com outros medicamentos, mas não apresentaram respostas. Ambos inibem a ação da proteassoma, provocando várias reações e promovendo a morte das células doentes.</p>
<h4><strong>Imunoterapia, uma revolução no tratamento do MM</strong></h4>
<p>O sistema imune de nosso corpo é responsável por detectar perigos para o organismo, como vírus e bactérias. A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/imunoterapia/">imunoterapia</a>, que utilizará medicamentos também chamados por anticorpos monoclonais. Esta terapia ataca o alvo da célula, mas também estimula o próprio sistema imunológico do corpo a atacar as células cancerígenas.</p>
<p>Em 2017 chegou ao país o Daratumumabe, imunoterápico para uso em pacientes que já haviam recebido algum tratamento previamente. Mais recentemente, ele também foi autorizado para pacientes recém-diagnosticados. O Elotuzumabe, outro anticorpo monoclonal com diferente alvo de ataque, também está aprovado no Brasil. Ele pode ser administrado em pacientes que já tratados previamente e deve ser combinado com imunomoduladores.</p>
<p>No 61º Congresso Anual da Associação Americana de Hematologia (ASH), que aconteceu em dezembro de 2019, em Orlando (EUA), novos tipos de imunoterapia foram apresentados. São as chamadas moléculas biespecíficas. Elas  objetivam realizar uma ponte entre os linfócitos T do paciente e as células cancerígenas, com biomarcadores como a proteína BCMA, combatendo o mieloma múltiplo. Foi apresentada a molécula biespecífica AMG 701, com resultados promissores em pacientes refratários.</p>
<p>A nova modalidade ainda passará por mais estudos clínicos.</p>
<h4><strong>Pacientes recém-diagnosticados ou recidivados, fiquem atentos! Novos tratamentos estão vindo por aí</strong></h4>
<p>Os pesquisadores continuam suas buscas incessantes por novas drogas e combinações terapêuticas que tragam bons resultados e, claro, qualidade de vida aos pacientes de mieloma múltiplo.</p>
<p>No finalzinho de 2019, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou o uso do Daratumumabe em combinação com a Lenalidomida e Dexametasona para pacientes recém-diagnosticados. Cerca de 70,6% dos pacientes presentes no estudo clínico MAIA, fase 3, não apresentaram progressão ou morte por conta do mieloma múltiplo.</p>
<p>Já para pacientes que recidivaram e que não responderam ao tratamento com a Lenalidomida, no ASH 2019 foi apresentada a combinação entre Carfilzomibe, Dexametasona e Daratumumabe, no chamado estudo CANDOR. Com a nova terapia, os pacientes com <strong>mieloma múltiplo apresentaram sobrevida</strong> livre de progressão significativa da doença em 37% dos casos. A combinação também apresentou taxa de resposta global em 84,3% dos pesquisados.</p>
<h4><strong>CAR-T Cell no combate ao mieloma</strong></h4>
<p>Ainda considerada uma terapia nova, a CAR-T Cell com certeza tem despertado o interesse de pesquisadores, médicos e, principalmente, pacientes. Seus resultados estão sendo muito promissores no tratamento da leucemia linfoide aguda e também de alguns tipos de linfomas. Mas o mieloma múltiplo não está fora dessa lista.</p>
<p>A ideia do CAR-T é isolar um tipo de linfócito T, trabalhá-lo em laboratório, e depois inseri-lo no paciente para que o câncer seja combatido. Também usando a proteína BCMA como marcador cancerígeno, cerca de 85% dos pacientes que passaram pelos estudos apresentaram boas respostas. Mas é muito importante que outros marcadores do mieloma também sejam encontrados. Assim, esta terapia conseguirá mostrar melhores e mais opções de resultados.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6164" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/TMo-MM-shutterstock_1332290987.jpg" alt="" width="258" height="172" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/TMo-MM-shutterstock_1332290987.jpg 600w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/03/TMo-MM-shutterstock_1332290987-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 258px) 100vw, 258px" />Transplante de medula óssea</strong></h4>
<p>Como vimos, são várias as opções de tratamentos que possibilitam a remissão da doença. O transplante de medula óssea será realizado quando não tiver contraindicação.</p>
<p>A opção indicada é o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">TMO autólogo</a>, quando a medula transplantada é a do próprio paciente. Este procedimento será realizado após análise do estadiamento da doença, tratamento quimioterápico para a redução da doença e da avaliação das condições de saúde do paciente. Mas é importante mencionar que a idade não é mais um fator que impossibilita a realização do transplante. Ou seja, se o paciente é idoso, mas encontra-se bem, terá indicação para o TMO.</p>
<p>O <strong>mieloma múltiplo não tem cura.</strong> Mas é possível, sim, entrar em remissão completa da doença (quando os exames não mostram mais células doentes no organismo). O monitoramento com o especialista será sempre fundamental, mesmo nestes casos.</p>
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		<title>Imunoterapia contra o mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 19:21:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamentos fazem o próprio organismo atacar o câncer e mostram excelentes resultados A ciência não para e, todos os anos, novos tratamentos para os diversos tipos de câncer são aprovados no Brasil e no mundo, trazendo esperança a todos os pacientes que lutam contra a doença. A imunoterapia é um deles. E o mieloma múltiplo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Medicamentos fazem o próprio organismo atacar o câncer e mostram excelentes resultados</strong><span id="more-5953"></span></h4>
<p>A ciência não para e, todos os anos, novos tratamentos para os diversos tipos de câncer são aprovados no Brasil e no mundo, trazendo esperança a todos os pacientes que lutam contra a doença. A imunoterapia é um deles. E o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> não poderia ficar fora desta lista.</p>
<p>No início deste ano, o medicamento Daratumumabe foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso em pacientes recentemente diagnosticados. Antes, ele somente poderia ser usado após recaídas da doença.</p>
<h4><strong>Como usar o Daratumumabe </strong></h4>
<p>No caso dos pacientes que acabaram de receber o diagnóstico, e que são inelegíveis ao transplante autólogo de medula óssea, o medicamento será usado em combinação com bortezomibe, melfalana e prednisona.</p>
<p>Ele será administrado de maneira intravenosa, em ambiente hospitalar, por um regime com ciclo de sei semanas. Seu objetivo é atingir diretamente as células malignas que estão circulando pelo corpo, ajudando as próprias defesas do paciente a identificarem e atacarem os inimigos.</p>
<p>De acordo com os estudos apresentados, o medicamento chega a diminuir em até 50% o risco de progressão do MM em pacientes que acabaram de receber o diagnóstico. Boa notícia, não?</p>
<h4><strong>Elotuzumabe também é imunoterapia indicada para o MM</strong></h4>
<p>Além do Daratumumabe, o Elotuzumabe também bastante importante para o mieloma múltiplo. Aprovado pela Anvisa para uso no Brasil, ele é administrado para pacientes que receberam até três terapias prévias. Nos estudos, ele chegou a mostrar até 30% a menor de chances de progressão da doença.</p>
<h4><strong>Novidades a caminho</strong></h4>
<p>Além dele, há uma nova imunoterapia em estudo, identificada como AMG 420, que tem mostrado bons resultados nos estudos clínicos. Em resultados atualizados, já aplicados em humanos, o agente continuou a demonstrar atividade clínica em pacientes com mieloma múltiplo recidivado/refratário, que já receberam ao menos quatro tipos de tratamentos. No entrando, ainda há preocupação com as infecções.</p>
<p>Dos 42 pacientes participantes na pesquisa, 31% respondeu de forma positiva ao tratamento.  Ainda não há uma data para o medicamento começar a ser comercializado.</p>
<h4><strong>O que é imunoterapia?</strong></h4>
<p>O sistema imune é responsável por detectar perigos para o organismo, como vírus e bactérias, mas as células cancerígenas são muito espertas. Elas conseguem driblar as células que tentam combatê-las, os linfócitos.</p>
<p>A imunoterapia para o câncer será feita com um ou mais medicamentos, conhecidos também por anticorpos monoclonais. De maneira muito inteligente, irão usar o próprio sistema imunológico do corpo, ou seja, o sistema de defesa, para atacar as células doentes. Isso quer dizer que o próprio organismo do paciente, com a ajuda dos medicamentos, é quem irá combater o câncer.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/imunoterapia-contra-o-mieloma-multiplo/">Imunoterapia contra o mieloma múltiplo</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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