<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos leucemia linfoide crônica - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
	<atom:link href="https://drbrenogusmao.com.br/tag/leucemia-linfoide-cronica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://drbrenogusmao.com.br/tag/leucemia-linfoide-cronica/</link>
	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
	<lastBuildDate>Sat, 06 Feb 2021 18:34:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/06/favico.png</url>
	<title>Arquivos leucemia linfoide crônica - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
	<link>https://drbrenogusmao.com.br/tag/leucemia-linfoide-cronica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Fevereiro Laranja, mês da conscientização sobre a leucemia</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/fevereiro-laranja-mes-da-conscientizacao-sobre-a-leucemia/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/fevereiro-laranja-mes-da-conscientizacao-sobre-a-leucemia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2021 18:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[como curar a leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[como curar a leucemia no sangue]]></category>
		<category><![CDATA[como são as manchas roxas da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[hemograma na leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia linfoide aguda]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia linfoide crônica]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia mieloide aguda]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia mieloide crônica]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia tem cura]]></category>
		<category><![CDATA[o que é leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[quais são as chances de cura da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[quais são os sintomas que a leucemia apresenta]]></category>
		<category><![CDATA[qual exame que detecta a leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[qual o tempo de cura da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[sinais e sintomas da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para leucemia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=6505</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novos tratamentos são apresentados no ASH 2020 para este tipo de câncer. Confira! Fevereiro Laranja é o mês da conscientização sobre a leucemia, tipo de câncer que pode acontecer em qualquer idade. Hoje, com os avanços da ciência, é possível alcançar excelentes resultados no tratamento. Então, nesta matéria, vamos trazer para você as principais novidades [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/fevereiro-laranja-mes-da-conscientizacao-sobre-a-leucemia/">Fevereiro Laranja, mês da conscientização sobre a leucemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Novos tratamentos são apresentados no ASH 2020 para este tipo de câncer. Confira!</strong><span id="more-6505"></span></h3>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6506" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457-300x300.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457.jpg 400w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />Fevereiro Laranja é o mês da conscientização sobre a leucemia, tipo de câncer que pode acontecer em qualquer idade. Hoje, com os avanços da ciência, é possível alcançar excelentes resultados no tratamento. Então, nesta matéria, vamos trazer para você as principais novidades terapêuticas que foram anunciadas no ASH 2020, maior evento de Onco-Hematologia dos Estados Unidos.</p>
<p>Mas antes, é importante entender <strong>o que é a leucemia</strong> e quais são seus principais subtipos.</p>
<p>A leucemia tem início na medula óssea, quando os glóbulos brancos passam a se desenvolver em excesso e deixam de desempenhar sua função, que é proteger o corpo dos vírus, bactérias, dentre outros perigos. As demais células do sangue, que são os glóbulos vermelhos (levam oxigênio) e plaquetas (fazem a coagulação do sangue) também ficam prejudicadas.</p>
<p>As leucemias são divididas em crônicas e agudas. Elas também podem ser linfoides ou mieloides, a depender de quais tipos celulares são afetados.</p>
<h4><strong>ASH 2020 – NOVOS TRATAMENTOS</strong></h4>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia mieloide aguda (LMA)</strong></h4>
</li>
</ul>
<p>Alguns estudos demonstraram que os pacientes apresentam melhores resultados quando não se repete o ciclo de indução com quimioterapia, após o primeiro, caso o paciente já apresentar uma boa resposta.</p>
<p>Outra novidade importante é que para pacientes com mais de 18 anos e que apresentam a mutação genética do FLT3, bastante comum na LMA, o uso de gilteritinib + azacitidina trouxe bons resultados, com 67% de remissão.</p>
<p>Ainda com o gilteritinib, mas em combinação com o venetoclax, pacientes com LMA recidivada e/ou refratária com mutação FLT3 alcançaram altas taxas de eliminação de blastos da medula óssea e do sangue periférico.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia linfoide aguda (LLA) <img decoding="async" class="alignright wp-image-6507" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg 400w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" /></strong></h4>
</li>
</ul>
<p>Este é o tipo de câncer mais comum em crianças. As pesquisas apresentadas no evento mostraram que a incorporação do blinatumomab na consolidação do tratamento da LLA B recidivada aumentou a taxa de doença residual mínima negativa em 90%, enquanto pacientes em tratamento apenas com quimioterapia tiveram em torno de 54%. Já as taxas de sobrevida livre de progressão, em dois anos, ficaram em 60%, enquanto com o uso de apenas quimioterapia foi de 25%.</p>
<p>Para os adultos, a novidade que destacamos é para a LLA B Ph-. Nestes casos, o uso de blinatumomab, junto com o protocolo Hipercivad, traz uma taxa de resposta completa de 81% e doença residual mínima negativa superior a 90%. A sobrevida global ficou em torno de 80% e a taxa de pacientes que foram para o TMO alogênico ficou em torno de 30%.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia mieloide crônica (LMC)</strong></h4>
</li>
</ul>
<p>Hoje, este é o tipo de leucemia com protocolos clínicos melhor consolidados, por conta dos inibidores da tirosina quinase. Estes medicamentos orais possibilitam a remissão completa da doença na maior parte dos casos.</p>
<p>Mas, para aqueles pacientes que não respondem bem a estas drogas, novos medicamentos foram apresentados. O Acinimib, para a LMC em fase crônica e acelerada, demonstrou importantes 47% de resposta molecular maior. O Vodatinib, novo inibidor da tirosina quinase, indicado para pacientes refratários ou intolerantes aos medicamentos de primeira linha, possibilitou resposta citogenética completa em 63% dos casos.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia linfoide crônica (LLC) <img decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" /></strong></h4>
</li>
</ul>
<p>A maior parte dos pacientes com LLC não recebe indicação de tratamento. Sim, pode até parecer estranho, mas por ser um câncer de evolução muito lenta, o acompanhamento médico já basta.</p>
<p>Entretanto, para os casos em que há uma evolução do quadro, o Ibrutinibe tem mostrado ser uma boa opção. Nos pacientes de alto risco e com mutação genética p53, o uso do Ibrutinibe como primeira linha apresentou sobrevida livre de progressão em 78% dos casos e sobrevida global em 88%.</p>
<p>As respostas aos inibidores de BTK (Tirosina Quinase de Bruton, proteína que transmite sinais para as células cancerígenas), para aqueles pacientes que ainda não realizarem este tipo de tratamento, chegaram a 100%!</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6478" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296-240x300.png" alt="" width="95" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296-240x300.png 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296.png 400w" sizes="(max-width: 95px) 100vw, 95px" />SINAIS E SINTOMAS DA LEUCEMIA</strong></h4>
<p>Para que os tratamentos possam alcançar os excelentes resultados esperados, o diagnóstico precoce é essencial. Por isso, ficar atento aos sinais que o corpo emite é o primeiro passo.</p>
<p>Fique atento aos <strong>sinais e sintomas da leucemia</strong>:</p>
<ul>
<li>Febre e infecções constantes</li>
<li>Sensação de fraqueza e fadiga persistente</li>
<li>Perda de peso inexplicável</li>
<li>Sangramentos e hematomas que aparecem com facilidade e sangramentos nasais</li>
<li>Petéquias, que são pequenos pontos vermelhos na pele</li>
<li>Anemia</li>
<li>Suores noturnos</li>
<li>Inchaço dos gânglios linfáticos</li>
<li>Dor nos ossos ou nas juntas</li>
</ul>
<p>Se você estiver apresentando um destes sintomas, ou conhecer alguém nesta situação, procure um médico e peça um hemograma.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/fevereiro-laranja-mes-da-conscientizacao-sobre-a-leucemia/">Fevereiro Laranja, mês da conscientização sobre a leucemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/fevereiro-laranja-mes-da-conscientizacao-sobre-a-leucemia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-fica-meu-tratamento-durante-a-pandemia-do-coronavirus/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-fica-meu-tratamento-durante-a-pandemia-do-coronavirus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 20:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer tem tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce do câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[exames diagnósticos]]></category>
		<category><![CDATA[exames para câncer]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia linfoide aguda]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia linfoide crônica]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia mieloide aguda]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia mieloide crônica]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma agressivo]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma de Hodgkin]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma indolente]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma não-Hodgkin]]></category>
		<category><![CDATA[LLA]]></category>
		<category><![CDATA[LLC]]></category>
		<category><![CDATA[LMA]]></category>
		<category><![CDATA[LMC]]></category>
		<category><![CDATA[medicina à distância]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[o câncer não para]]></category>
		<category><![CDATA[teleconsulta]]></category>
		<category><![CDATA[telmedicina]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=6304</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-fica-meu-tratamento-durante-a-pandemia-do-coronavirus/">Como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Esta tem sido uma pergunta bastante frequente entre os pacientes com câncer</strong><span id="more-6304"></span></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6307" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg" alt="" width="156" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1677274867.jpg 500w" sizes="(max-width: 156px) 100vw, 156px" />A pandemia que vivemos atualmente mudou a rotina da maior parte dos brasileiros. Por conta do isolamento social, indicado pelas autoridades de saúde, e até mesmo por medo de contrair a COVID-19, o dia a dia ficou com uma “cara” diferente. E para aqueles que enfrentam um câncer ainda tem a questão: como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</p>
<p>Para evitar as idas desnecessárias ao hospital e, assim, impedir a contaminação pelo coronavírus nestes pacientes que fazem parte do grupo de risco, algumas mudanças ocorreram nos protocolos terapêuticos da Onco-Hematologia, como o adiamento de consultas, tratamentos e exames. Claro, tudo isso gerou muitas dúvidas. Então, separei algumas informações importantes, que irão lhe ajudar neste momento.</p>
<h4><strong>Diagnóstico não pode parar</strong></h4>
<p>Quanto ao diagnóstico, é unânime a opinião de que não pode deixar de ser realizado de maneira alguma! Os cânceres no geral são casos de urgência e quanto antes forem descobertos, melhores serão as chances do paciente ter resultados positivos no tratamento. Então, se apresentar sinais diferentes em seu corpo, procure um médico!</p>
<h4><strong>Exames – Fazer ou não fazer?</strong></h4>
<p>Alguns exames diagnósticos, via biópsia de medula óssea e hemograma, por exemplo, devem ser realizados mesmo em momento de pandemia. Como vimos, o câncer não espera o coronavírus passar! Agora, exames de manutenção/acompanhamento, como é o caso do PCR em pacientes com LMC, podem ser adiados sem afetar a qualidade de vida. Só importante salientar que cada paciente será avaliado por ser médico de maneira individual.</p>
<h4><strong>Tratamento – Saiba como fica durante a pandemia<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6309" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg" alt="" width="151" height="151" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/05/shutterstock_1697776105.jpg 500w" sizes="(max-width: 151px) 100vw, 151px" /></strong></h4>
<p>Embora pareça estranho, sim, é possível adiar alguns tratamentos do câncer neste momento da pandemia. Até mesmo o transplante de medula óssea pode aguardar. Tudo o que pudermos fazer para poupar o paciente com câncer do sangue de correr riscos, faremos! Vejam aqui algumas indicações:</p>
<h4><strong>LINFOMAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin agressivos</strong></li>
</ul>
<p>Os protocolos clássicos continuam indicados. Regimes orais, como por exemplo com a lenalidomida, estão sendo utilizados em pacientes recidivados. Ainda no caso dos paciente refratários aos linfomas não-Hodgkin agressivos, continua-se oferecendo quimioterapia de primeira linha em alta dose e o transplante de medula óssea autólogo. Dentre as preocupações observadas está o uso do filgrastim, que pode exacerbar os efeitos respiratórios da infecção por COVID-19, mas até o momento nada científicamente comprovado.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas não-Hodgkin indolentes</strong></li>
</ul>
<p>Estes linfomas têm uma evolução mais lenta, então neste momento o início do tratamento pode esperar. Mas, é claro, o acompanhamento médico continuará sendo necessário! Neste caso, o tratamento só será indicado caso o paciente seja sintomático. Naqueles pacientes que já iniciaram o tratamento, por conta do coronavírus, é possível mudar para opções orais, como por exemplo o Ibrutinibe. Assim, é possível limitar o número de visitas ao ambulatório. Nos pacientes com linfomas indolentes recidivados, o tratamento só será indicado quando aparecerem sintomas.</p>
<ul>
<li><strong>Linfomas de Hodgkin</strong></li>
</ul>
<p>No geral, a abordagem de tratamento para o linfoma de Hodgkin ainda não foi impactada significamente no cenário da linha de frente. O tratamento continua sendo indicado em fases iniciais e avançadas, com protocolos como o ABVD e radioterapia.</p>
<h4><strong>LEUCEMIAS</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Para os pacientes com LLA, o teste para a COVID-19 é recomendado antes do início da quimioterapia intensiva, independentemente dos sintomas. Se forem positivos, o tratamento será adiado – mas a terapia intratecal poderá ser aplicada se houver sintomas no Sistema Nervoso Central (SNC). Se o exame der negativo, o tratamento padrão, com quimioterapia, deve ser prontamento iniciado. Na LLA Ph+, o uso dos inibidores de tirosinoquinase é favorecido à indução agressiva de quimioterapia. Já na LLA em recidiva, será necessário realizar o tratamento, utilizando medicamentos via ambulatório, sem necessidade de internação.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide aguda</strong></li>
</ul>
<p>Na LMA, a quimioterapia de indução intensiva deve ser oferecida, mesmo durante a pandemia. Também será necessário realizar o teste para a COVID-19 e, caso positivo, o tratamento será adiado. A terapia de consolidação/pós-remissão com citarabina em altas doses deve continuar a ser oferecida aos pacientes em remissão completa. O tranplante de medula óssea alogênico, se indicado, deverá ser realizado.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide crônica</strong></li>
</ul>
<p>Em geral, os pacientes com LLC são considerados de alto risco para infecções. Isso acontece por conta da imunodeficiência e resposta imunológica inadequada a infecções. No entanto, no momento, não há evidências indicando uma incidência maior pela COVID-19. Para aqueles pacientes que têm indicação de tratamento, o aconselhado é adiá-lo durante este momento. Pacientes em estadiamentos mais avançados terá indicação para tratamentos orais, com o Ibrutinibe, por exemplo.</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia mieloide crônica </strong></li>
</ul>
<p>O tratamento da LMC é realizado com os inibidores da tirosina quinase, medicamentos orais, por isso não é preciso ir ao centro de tratamento para a aplicação. Já a realização dos exames de manutenção (PCR), neste momento, deve ser evitada.</p>
<h4><strong> </strong><strong>MIELOMA MÚLTIPLO</strong></h4>
<p>Pacientes com doença ativa precisam de tratamento para evitar complicações, mesmo durante o coronavírus. No entanto, o tratamento pode ser individualizado para limitar a exposição adicional à COVID-19. Recomendamos iniciar a terapia tripla com bortezomibe, lenalidomida e dexametasona. Pacientes idosos podem começar com o protocolo VRD ou daratumumab. Como o risco de recidiva do mieloma múltiplo é maior sem tratamento, não recomendamos interromper a terapia de manutenção. Neste caso, a indicação é usar a lenalidomida. Para pacientes elegíveis ao transplante de medula óssea autólogo, recomenda-se adiar o procedimento neste momento.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6272" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Telemedicina-shutterstock_701301148-300x276.png" alt="" width="166" height="152" />Telemedicina é opção</strong></h4>
<p>A telemedicina é uma importante ferramenta que foi aprovada no Brasil justamente por conta da COVID-19, e que pode ser amplamente usada pelos pacientes para tirar dúvidas diretamente com o seu especialista, sem precisar sair de casa. Entenda melhor na matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/telemedicina-voce-pode-falar-com-seu-medico-mesmo-estando-em-casa/">Telemedicina – Você pode falar com seu médico, mesmo estando em casa</a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-fica-meu-tratamento-durante-a-pandemia-do-coronavirus/">Como fica meu tratamento durante a pandemia do coronavírus?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-fica-meu-tratamento-durante-a-pandemia-do-coronavirus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>LLC em 2020: o que mudou e o que ainda permanece igual</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/llc-em-2020-o-que-mudou-e-o-que-ainda-permanece-igual/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/llc-em-2020-o-que-mudou-e-o-que-ainda-permanece-igual/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 22:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia linfoide crônica]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia linfoide crônica hemograma]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de leucemia linfoide crônica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=6137</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novos tratamentos vêm chegando, com bons resultados Por Breno Gusmão e Natalia Zing, onco-hematologistas da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo A leucemia linfocítica crônica (LLC) acontece por conta da proliferação dos glóbulos brancos (linfócitos B maduros) na medula óssea e, portanto, é considerada um câncer. Se você recebeu o diagnóstico, fique calmo! [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/llc-em-2020-o-que-mudou-e-o-que-ainda-permanece-igual/">LLC em 2020: o que mudou e o que ainda permanece igual</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Novos tratamentos vêm chegando, com bons resultados</strong><span id="more-6137"></span></h3>
<p><strong>Por Breno Gusmão e Natalia Zing, onco-hematologistas da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo</strong></p>
<p>A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-linfoide-cronica-llc/">leucemia linfocítica crônica</a> (LLC) acontece por conta da proliferação dos glóbulos brancos (linfócitos B maduros) na medula óssea e, portanto, é considerada um câncer. Se você recebeu o diagnóstico, fique calmo! Há tratamento, com bons resultados. Com o passar dos anos, muito ainda permanece igual, mas mudanças também surgiram.</p>
<h4><strong>O que é a leucemia linfocítica crônica</strong></h4>
<p>Como vimos, é um tipo de câncer do sangue e tem um discreto predomínio entre os homens. A incidência é maior em pessoas acima dos 60 anos de idade. E apesar de ser um câncer, a maior parte dos pacientes recebem o diagnóstico em exames de rotina, sem nem mesmo apresentarem qualquer sintoma.</p>
<p>São três os tipos de LLC:</p>
<p><strong>Leucemia linfocítica crônica:</strong> caracterizada pela contagem de linfócitos B acima de 5.000, que podem ser avaliadas em sangue periférico.</p>
<p><strong>Linfocitose B monoclonal:</strong> quando há o aumento de linfócitos, com as mesmas características da LLC, porém com contagem inferior a 5.000 células no sangue periférico.</p>
<p><strong>Linfoma de pequenos linfócitos:</strong> aumento de linfonodos, com as mesmas características da LLC, mas sem aumento de linfócitos no sangue periférico.</p>
<h4><strong>Sintomas da LLC </strong></h4>
<p>Como vimos, é possível que o paciente não apresente sintomas. Mas dentre os mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Fadiga e cansaço extremo</li>
<li>Perda de peso sem motivo aparente</li>
<li>Aumento de gânglios (ínguas/carocinhos na região do pescoço, axila e virilha)</li>
<li>Aumento do fígado e baço</li>
<li>Suor noturno</li>
<li>Febre e infecções constantes</li>
</ul>
<p>Exames serão necessários para a confirmação do diagnóstico, como o hemograma. Para ver a relação completa, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-linfoide-cronica-llc/diagnostico/">clique aqui.</a></p>
<h4><strong>Watch and Wait &#8211; Permanece igual</strong></h4>
<p>Apesar de tratar-se de uma doença oncológica, nem todos os pacientes terão indicação de tratamento. É isso mesmo! Cerca de um terço permanecerá somente em acompanhamento clínico. Isto, porque, diversos estudos já demonstraram que o tratamento precoce, antes de qualquer sintoma relacionado à doença, não agregou benefício, tão pouco impactou em sobrevida nestes casos.</p>
<p>Sendo assim, apenas dos avanços nas opções terapêuticas, os pacientes assintomáticos, continuam no que chamamos de <em>Watch and Wait</em> (assistir e aguardar, do inglês).</p>
<h4><strong>Mas 2020 traz novas opções de tratamentos, para aqueles que precisam </strong></h4>
<p>Já para aqueles pacientes com indicação de tratamento, tivemos grandes avanços nos últimos anos, com a inclusão de novas drogas. Elas são mais específicas, com mecanismos de ação direcionado aos linfócitos da LLC e apresentam menor toxicidade, possibilitando melhor qualidade de vida e principalmente maior impacto em sobrevida.</p>
<p>Além das características biológicas da doença, o perfil do clínico de cada paciente, como idade, comorbidades (doenças associadas) e performance clínica interferem diretamente na decisão terapêutica.</p>
<p>O esquema quimioterápico denominado RFC (Rituximabe + Fludarabina + Ciclofosfamida) continua sendo uma opção razoável, porém apenas para um seleto grupo de pacientes, considerados de baixo risco, com menos de 65 anos, e com poucas comorbidades.</p>
<p>Dando seguimento às opções de primeira linha de tratamento, há combinações com anticorpo monoclocanal (Rituximabe ou Obinutuzumabe) e Clorambucil, para aqueles com maior fragilidade. Ou ainda, mais recentemente aprovado, a associação entre Obinutuzumabe com Venetoclax (G-veneto).</p>
<p>Para os pacientes que apresentam deleção do cromossomo 17 e/ou a mutação do TP53, o que configura uma doença mais agressiva, com pouca resposta à quimioterapia, além o G-Veneto, há a opção do tratamento com Ibrutinibe (oral) em monoterapia.</p>
<p>Além das opções descritas em primeira linha, para aqueles que invariavelmente necessitarão de tratamento subsequentes há ainda a combinação entre Rituximabe e Venetoclax ou com Bendamustina. Em pacientes jovens com perfil de doença mais agressivo, o transplante alogênico (com doador) se mantém como uma opção terapêutica. E, neste caso, com intuito curativo.</p>
<h4><strong>O sistema público precisa se preparar para as mudanças</strong></h4>
<p>Infelizmente a acessibilidade ao tratamento ainda é um grande desafio. E não só no setor público, mas também no setor privado. É evidente que entre os dois mundos há um grande abismo. O setor público é extremamente limitado, apenas com poucas medicações disponíveis, e respostas não satisfatórias. Por outro lado, no setor privado nos deparamos com a má cobertura pelos planos de saúde, devido ao alto custo das novas terapias.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/llc-em-2020-o-que-mudou-e-o-que-ainda-permanece-igual/">LLC em 2020: o que mudou e o que ainda permanece igual</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/llc-em-2020-o-que-mudou-e-o-que-ainda-permanece-igual/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
