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	<title>Arquivos Notícias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Arquivos Notícias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>O que seu PET-CT está dizendo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 01:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como interpretar o exame e o que dizem as cores presentes nele</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que seu PET-CT está dizendo para você? Exame amplamente utilizado na Onco-Hematologia, é possível que os resultados gerem dúvidas entre pacientes ao apresentar imagens coloridas e termos técnicos. Aqui vamos explicar, de forma clara, como interpretá-las.</p>
<p>O PET-CT é hoje uma das principais ferramentas utilizadas no acompanhamento de pacientes com câncer, especialmente em doenças como os linfomas. Ao contrário de exames tradicionais, ele não mostra apenas a estrutura do corpo, mas também revela o funcionamento das células.</p>
<h2><strong><img decoding="async" class="wp-image-8284 alignleft" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg" alt="" width="155" height="116" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-300x225.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1024x768.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-768x576.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1536x1152.jpg 1536w" sizes="(max-width: 155px) 100vw, 155px" />Como o exame funciona</strong></h2>
<p>O PET-CT combina duas tecnologias: a tomografia computadorizada, que mostra órgãos e tecidos, e a tomografia por emissão de pósitrons, que avalia a atividade metabólica das células.</p>
<p>Para isso, no exame se utiliza uma substância semelhante à glicose, chamada FDG, injetada no paciente antes do exame. Como as células mais ativas consomem mais energia, elas absorvem maior quantidade dessa substância, o que permite identificar áreas com maior atividade no organismo.</p>
<p>O PET-CT é usado principalmente para avaliar a extensão da doença no organismo, monitorar a resposta ao tratamento e identificar possíveis recidivas. Por isso, os pacientes precisam realizá-lo em diferentes fases da jornada terapêutica.</p>
<h2><strong>E o que significam as cores?<img decoding="async" class="alignright wp-image-8285" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg" alt="" width="195" height="195" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" /></strong></h2>
<p>Um dos pontos que mais chamam atenção no exame são as imagens coloridas. Essas cores representam o nível de atividade metabólica em diferentes regiões do corpo. De forma geral:</p>
<p><strong>Preto ou azul:</strong> baixa atividade metabólica ou nenhuma captação significativa do marcador.</p>
<p><strong>Verde ou amarelo:</strong> atividade metabólica moderada, observada em tecidos normais ou inflamação leve.</p>
<p><strong>Vermelho ou branco:</strong> alta atividade metabólica, indicando alta captação de glicose, como em tumores ou inflamações.</p>
<p>A intensidade da cor nas imagens de PET indica o nível de atividade metabólica. Cores de maior  intensidade significam maior atividade metabólica. Cores de menor intensidade indicam menor atividade.</p>
<p>No entanto, atenção! Isso não significa necessariamente presença de câncer. Processos inflamatórios, infecções e até o funcionamento normal de alguns órgãos podem gerar imagens semelhantes.</p>
<h2><strong>O papel do SUV no resultado</strong></h2>
<p>Além das imagens, o laudo do PET-CT traz um indicador chamado SUV (Standardized Uptake Value), que mede quantitativamente a captação da substância.</p>
<p>Valores mais elevados podem sugerir maior atividade celular, mas não são suficientes, isoladamente, para definir diagnóstico ou progressão da doença.</p>
<p>A análise depende do contexto clínico e da comparação com exames anteriores. E, apesar da precisão, o PET-CT não deve ser interpretado de forma isolada. Médicos consideram, além do exame, o histórico do paciente, sintomas e outros resultados laboratoriais.</p>
<p>Os especialistas recomendam é evitar conclusões baseadas apenas na imagem ou nos números do laudo!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/artigos/exames-de-imagem-para-o-mieloma-multiplo-linfomas-e-leucemias/">CONHEÇA OS EXAMES DE IMAGENS USADOS NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER</a></strong></p>
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		<title>Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba o que o que diz a lei e como acessar esse direito</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/">Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer costuma trazer impactos que vão além do tratamento médico. Custos com exames, medicamentos, deslocamentos e acompanhamento contínuo podem comprometer o orçamento durante a jornada oncológica. Nesse cenário, a legislação brasileira prevê um importante mecanismo de apoio: pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda (IR) sobre os benefícios de aposentadoria, pensões ou reforma militar.</p>
<p>Isso significa, então, que pacientes com câncer (neoplasia maligna) que ainda estão trabalhando não são beneficiados com essa isenção, e devem continuar a pagar o imposto de renda normalmente.</p>
<p>O benefício está previsto na art. 6º, XIV, da Lei nº 7.713/1988, e também é estendido a pessoas que têm outras doenças, tais como esclerose múltipla, hanseníase, cardiopatia grave, dentre outras.</p>
<p>A medida busca reduzir a carga financeira enfrentada por quem convive com a condição, permitindo que os recursos economizados sejam direcionados para o cuidado com a saúde e a qualidade de vida.</p>
<h2><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft  wp-image-8278" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443.jpg" alt="" width="305" height="340" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443.jpg 1700w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-268x300.jpg 268w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-916x1024.jpg 916w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-768x858.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-1374x1536.jpg 1374w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" />Quem pode solicitar</strong></h2>
<p>Como já falamos, têm direito à isenção pacientes diagnosticados com câncer que recebam rendimentos provenientes de aposentadoria, pensão ou reforma militar, e a regra não se aplica, portanto, a rendimentos de trabalho ativo.</p>
<p>Um ponto importante é que o direito à isenção <strong>não depende da fase da doença</strong>. Pois é, mesmo após o término do tratamento, o benefício pode ser mantido, desde que haja comprovação médica da condição. A interpretação consolidada na Justiça é de que a doença grave, por si só, já justifica o acesso ao direito.</p>
<h2><strong>Como funciona o pedido</strong></h2>
<p>A solicitação deve ser feita diretamente ao órgão responsável pelo pagamento do benefício, como o INSS ou o órgão responsável pelo regime próprio de previdência (que costuma se aplicar aos casos de servidores públicos). O processo exige a apresentação de laudo médico oficial (somente emitido pelo SUS), exames e documentos que comprovem o diagnóstico.</p>
<p>Em alguns casos, o paciente pode ainda solicitar a restituição de valores pagos indevidamente nos últimos anos, desde o diagnóstico (até o limite de 5 anos), devendo comprovar que já preenchia os requisitos para a isenção naquele período.</p>
<p>Apesar de ser um direito garantido, especialistas destacam que o desconhecimento ainda é um dos principais obstáculos para o acesso ao benefício. Por isso, a orientação adequada e o suporte de instituições e profissionais fazem diferença nesse processo.</p>
<h2><strong>Direitos do paciente oncológico que merecem atenção</strong></h2>
<p>Além da isenção do IR, pacientes com câncer podem ter acesso a uma série de outros direitos previstos em lei, como:</p>
<ul>
<li>Saque antecipado do FGTS e do PIS/Pasep</li>
<li>Concessão de benefícios previdenciários (auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez), quando há incapacidade para o trabalho</li>
<li>Prioridade na tramitação de processos judiciais e administrativos</li>
<li>Isenção de alguns impostos na aquisição de veículos adaptados, em situações específicas</li>
</ul>
<p>Conhecer e acessar esses direitos pode contribuir para reduzir o impacto da doença no dia a dia e oferecer mais segurança durante o tratamento.</p>
<p>A Abrale (Associação Brasileira de Câncer do Sangue), da qual sou membro do Comitê Científico, pode te ajudar com o apoio sociojurídico. Entre em contato em (11) 3149-5190 ou <a href="mailto:abrale@abrale.org.br">abrale@abrale.org.br</a></p>
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		<title>Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a indicação do transplante de medula óssea como estratégia de tratamento</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/">Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) é, para muitas doenças hematológicas, uma das principais possibilidades de cura. No entanto, é importante entender que nem sempre TMO é indicado para curar o câncer. Em alguns casos, ele faz parte de uma estratégia mais ampla de tratamento, com outros objetivos igualmente importantes.</p>
<h2><strong>O papel do transplante no tratamento</strong></h2>
<p>O <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">TMO</a> consiste na substituição da medula óssea doente por células-tronco saudáveis, que podem ser do próprio paciente (transplante autólogo) ou de um doador (transplante alogênico). Quando bem-sucedido, ele pode permitir a recuperação da produção normal das células do sangue e, em algumas situações, levar à cura da doença de fato.</p>
<p>No entanto, o resultado do transplante depende de diversos fatores, como o tipo de doença, o estágio em que ela se encontra, a resposta a tratamentos anteriores e as condições clínicas do paciente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-8265" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg" alt="" width="643" height="322" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-300x150.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1024x512.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-768x384.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1536x768.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 643px) 100vw, 643px" /></p>
<h2><strong>Quando o transplante não tem intenção de cura</strong></h2>
<p>Existem situações em que o TMO é indicado sem objetivo curativo, mas sim como parte do controle da doença. Isso pode acontecer, por exemplo no mieloma múltiplo e linfomas. Nestes casos, ele pode ser usado quando:</p>
<ul>
<li>A doença apresenta um comportamento recorrente</li>
<li>Há maior risco de recidiva mesmo após o transplante</li>
<li>O objetivo principal é prolongar a sobrevida e reduzir a carda da doença, melhorando os sintomas</li>
</ul>
<p>Nesses casos, o transplante pode contribuir para prolongar o tempo de controle da doença, aumentar o intervalo sem progressão e proporcionar melhor qualidade de vida.</p>
<h2><strong>Diferenças entre os tipos de transplante</strong></h2>
<p>O tipo de transplante também influencia seu objetivo. Em geral o transplante alogênico (com células de um doador) tem maior potencial curativo, pois envolve também o chamado efeito enxerto contra a doença. Já o transplante autólogo (com células do próprio paciente) é mais frequentemente utilizado como parte do tratamento, ajudando a intensificar a resposta, mas nem sempre com intenção de cura</p>
<p>Importante salientar que cada caso deve ser avaliado individualmente. Mesmo após o transplante, o acompanhamento médico continua sendo fundamental. Isso porque existe a possibilidade de recidiva da doença ou de surgimento de complicações, que precisam ser identificadas e tratadas precocemente.</p>
<p>Além disso, muitos pacientes seguem com outras terapias após o TMO, como forma de manutenção ou controle da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pega-da-medula-ossea-resposta-para-quem-faz-o-tmo/">SAIBA MAIS COMO FUNCIONA A PEGA DA MEDULA ÓSSEA CLICANDO AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a síndrome de Li-Fraumeni </p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/">Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reportagem da Folha de São Paulo chamou atenção para a história de um jovem de 20 anos que já enfrentou cinco cânceres diferentes e agora trata um novo tumor. Mas quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</p>
<p>O motivo é uma condição genética rara chamada síndrome de Li-Fraumeni.</p>
<h2>O que é a síndrome de Li-Fraumeni?</h2>
<p>É uma síndrome hereditária causada geralmente por mutações no gene TP53, responsável por proteger o DNA das células. Quando esse gene não funciona adequadamente, o risco de desenvolver múltiplos tipos de câncer ao longo da vida aumenta significativamente, muitas vezes em idade jovem.</p>
<p>Entre os tumores mais associados estão:</p>
<ul>
<li>Sarcomas</li>
<li>Câncer de mama precoce</li>
<li>Tumores cerebrais</li>
<li><strong>Leucemias</strong></li>
<li>Tumores adrenocorticais</li>
<li><strong>Mieloma múltiplo</strong>, mais raramente</li>
</ul>
<h2>Um caso recente no meu consultório</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8257" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg" alt="" width="123" height="123" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 123px) 100vw, 123px" />Recentemente tratei um paciente jovem com síndrome de Li-Fraumeni que desenvolveu mieloma múltiplo.</p>
<p>Nesse contexto, algumas decisões terapêuticas precisam ser cuidadosamente individualizadas. Por exemplo:</p>
<p>&#8211; Evitamos o uso de agentes alquilantes, que podem aumentar o risco de leucemias secundárias.</p>
<p>&#8211; Optamos por estratégias que minimizem a exposição a terapias potencialmente leucemogênicas.</p>
<p>&#8211; E, apesar da idade jovem, não indicamos transplante de medula óssea, considerando o risco genético individual.</p>
<p>Esse tipo de decisão ilustra como a genética pode mudar completamente a estratégia de tratamento.</p>
<p><strong>Uma mensagem importante para os pacientes:</strong> se há na família vários casos de câncer, tumores em idade jovem ou múltiplos cânceres na mesma pessoa, vale discutir com o médico a possibilidade de avaliação genética.</p>
<p>Hoje sabemos que identificar síndromes hereditárias permite um diagnóstico mais precoce, vigilância adequada e tratamentos mais personalizados.</p>
<p>Muitas vezes, é possível salvar vidas na família inteira. A história mostrada na reportagem é um exemplo poderoso de resiliência, mas também de como a medicina de precisão e a genética são cada vez mais importantes no cuidado do câncer.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/">Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Influenza durante o câncer hematológico</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que a gripe pode ser tão perigosa para esses pacientes?</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/">Influenza durante o câncer hematológico</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe costuma ser vista como uma infecção respiratória comum. Mas a Influenza durante o câncer hematológico, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, pode representar um risco muito maior. Isso acontece porque essas doenças e seus tratamentos frequentemente comprometem o sistema imunológico, deixando o organismo mais vulnerável a infecções.</p>
<p>Nesses casos, vírus respiratórios como o da Influenza podem evoluir com mais facilidade para quadros graves, como pneumonia, insuficiência respiratória e necessidade de hospitalização. Por isso, compreender os diferentes tipos de vírus da gripe e saber como se proteger é fundamental para quem convive com estas condições.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8249" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg" alt="" width="112" height="112" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 112px) 100vw, 112px" />O que é a Influenza?</strong></h2>
<p>A Influenza é uma infecção respiratória causada por vírus altamente transmissíveis que se espalham principalmente por gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar. Existem quatro tipos principais de vírus influenza: A, B, C e D, sendo os tipos A e B os principais responsáveis pelas epidemias sazonais de gripe em humanos.</p>
<p>O vírus Influenza A é o mais conhecido por sofrer mutações frequentes, o que dá origem a diferentes variantes que circulam ao longo do tempo.</p>
<p>Uma dessas variantes que vêm circulando aqui no Brasil, e gerando medo/dúvidas nos brasileiros, é a chamada “gripe K”. Mas importante pontuar que não há evidências que mostrem quadros mais graves da infecção, quando comparado com os demais tipos de influenza.</p>
<h2><strong>Por que a gripe pode ser mais grave no câncer hematológico?</strong></h2>
<p>Pacientes com câncer hematológico frequentemente apresentam imunossupressão, que pode ser causada pela própria doença ou pelos tratamentos, como quimioterapia, terapias alvo e transplante de medula óssea.</p>
<p>Isso significa que o organismo pode ter mais dificuldade para combater infecções virais. Como consequência, uma gripe que seria leve para a maioria das pessoas pode evoluir para complicações mais sérias nesses pacientes.</p>
<p>Dentre os principais riscos estão: pneumonia viral ou bacteriana secundária; infecções respiratórias graves; agravamento do estado clínico geral; internação hospitalar.</p>
<h2><strong>Prevenção é o caminho <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6507" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg" alt="" width="149" height="149" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 149px) 100vw, 149px" /></strong></h2>
<p>Algumas medidas simples podem ajudar a reduzir a exposição aos vírus respiratórios.</p>
<p>A vacina da gripe é uma das formas mais importantes de prevenção. Ela não impede totalmente a infecção, mas reduz significativamente o risco de casos graves e hospitalizações. E muito importante: está liberada para uso nos pacientes oncológicos.</p>
<p>Além disse é importante sempre manter as mãos bem higienizadas, evitar contato com pessoas já gripadas, usar máscara quando necessário e manter os ambientes bem ventilados.</p>
<p>E se notar qualquer sintoma gripa, procure um médico!</p>
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		<title>A leucemia é sempre visível no hemograma?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 18:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona o diagnóstico desse câncer do sangue</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os exames de sangue são fundamentais para o diagnóstico e, na maioria dos casos, são eles que levantam a primeira suspeita. Mas, a leucemia é sempre visível no hemograma? Alterações como mudanças na quantidade e na aparência das células sanguíneas, costumam ser um sinal importante de que algo não está funcionando corretamente no organismo.</p>
<p>No entanto, o processo nem sempre é imediato. Em fases iniciais ou em alguns tipos de leucemia de evolução mais lenta, os sintomas podem ser discretos e ainda não apresentar um padrão típico da doença. Por isso, o diagnóstico depende da análise cuidadosa dos exames associada à avaliação clínica do paciente.</p>
<p>A leucemia é um câncer que afeta a medula óssea, local onde são produzidas as células do sangue. Quando essas células passam a se multiplicar de forma desordenada, elas interferem na produção normal dos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, o que acaba se refletindo nos exames laboratoriais.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-8243" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg" alt="" width="119" height="162" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg 536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1-220x300.jpg 220w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />Quando as alterações podem ser menos evidentes?</h2>
<p>Em alguns pacientes, principalmente no início da doença, o número de células alteradas ainda é pequeno. Nesses casos, o hemograma pode mostrar mudanças leves, que se assemelham a quadros de anemia, infecções ou outras condições comuns.</p>
<p>Por isso, sintomas persistentes costumam ser tão importantes quanto os resultados dos exames. Cansaço excessivo, infecções frequentes, sangramentos, dores ósseas e perda de peso são sinais que, quando associados a alterações laboratoriais progressivas, ajudam a orientar a investigação médica.</p>
<p>Exames complementares, como a análise da medula óssea e exames genéticos, são utilizados para confirmar o diagnóstico e identificar o tipo específico de leucemia, o que é essencial para definir o tratamento mais adequado.</p>
<h2>Alterações na pele podem fazer parte do quadro</h2>
<p>Entre os sinais que podem surgir durante a evolução da leucemia estão algumas mudanças na pele. A palidez é comum devido à anemia, e em alguns casos podem aparecer pequenas manchas arroxeadas ou avermelhadas, conhecidas como petéquias ou hematomas espontâneos.</p>
<p>Essas “manchas da leucemia” estão relacionadas principalmente à redução das plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue. Elas não são exclusivas da leucemia, mas, quando aparecem junto a outros sintomas e alterações nos exames, reforçam a necessidade de investigação médica.</p>
<h2>O diagnóstico é resultado da soma de informações</h2>
<p>A leucemia não é diagnosticada apenas por um exame isolado. O processo envolve a combinação entre resultados laboratoriais, avaliação clínica, histórico do paciente e exames específicos da medula óssea.</p>
<p>Na maioria dos casos, a doença é identificada por meio dos exames, mas o olhar atento para sinais persistentes e mudanças graduais nos resultados é fundamental para que o diagnóstico aconteça no momento mais precoce possível.</p>
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		<title>Câncer hematológico secundário</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 21:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a doença surge após outro tratamento oncológico</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer hematológico secundário é um tipo de câncer do sangue que pode se desenvolver como consequência de tratamentos realizados anteriormente contra outro câncer. Embora seja considerado raro, o diagnóstico tem chamado a atenção de especialistas por estar associado, principalmente, ao uso prévio de quimioterapia e radioterapia.</p>
<p>Esse tipo de câncer pode surgir meses ou até anos depois do tratamento inicial, reforçando a importância do acompanhamento médico contínuo de pacientes que já enfrentaram um tumor.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6774" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg" alt="" width="125" height="121" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg 2048w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-300x290.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-768x742.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-1024x990.jpg 1024w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />O que caracteriza o câncer hematológico secundário</strong></h2>
<p>Diferentemente dos cânceres hematológicos primários, que se originam, na maior parte dos casos, sem relação direta com outras doenças, o câncer hematológico secundário está ligado a alterações adquiridas na medula óssea após a exposição a terapias antineoplásicas. Assim, entre os quadros mais comuns estão a leucemia mieloide aguda e a síndrome mielodisplásica.</p>
<p>Essas doenças surgem quando as células da medula óssea passam a produzir células sanguíneas defeituosas ou em quantidade descontrolada.</p>
<h2><strong>Principais causas</strong></h2>
<p>Os especialistas explicam que o principal fator de risco está relacionado aos danos que certos tratamentos podem causar ao DNA das células sanguíneas. Entre os fatores associados estão:</p>
<ul>
<li>Uso de quimioterápicos específicos, como agentes alquilantes</li>
<li>Rdioterapia em grandes áreas do corpo</li>
<li>Exposição prolongada a substâncias tóxicas</li>
<li>Alterações genéticas adquiridas ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Apesar disso, os médicos reforçam que os benefícios do tratamento contra o câncer primário superam amplamente os riscos. A ocorrência de câncer hematológico secundário é pouco frequente e não deve ser motivo para interromper ou evitar terapias necessárias.</p>
<h2><strong>Sintomas podem ser confundidos com efeitos do tratamento anterior</strong></h2>
<p>Os sinais do câncer hematológico secundário costumam ser semelhantes aos de outras doenças do sangue, o que pode dificultar o diagnóstico inicial. Entre os sintomas mais comuns estão cansaço intenso, palidez, infecções recorrentes, sangramentos espontâneos, manchas roxas pelo corpo, febre persistente e perda de peso sem causa aparente.</p>
<p>Muitos desses sintomas também podem aparecer como efeitos tardios da quimioterapia ou radioterapia, o que torna essencial a investigação médica diante de qualquer alteração persistente.</p>
<h2><strong>Tratamento é individualizado </strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6955 alignleft" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844.jpg" alt="" width="182" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844.jpg 700w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844-300x257.jpg 300w" sizes="(max-width: 182px) 100vw, 182px" /></p>
<p>O tratamento do câncer hematológico secundário depende de vários fatores, como tipo da doença, idade do paciente, condições clínicas e também as características genéticas do tumor.</p>
<p>Cada plano terapêutico é definido de forma personalizada por uma equipe especializada em Hematologia.</p>
<p>O seguimento médico a longo prazo é parte fundamental da jornada de quem já enfrentou um câncer. Além de avaliar possíveis efeitos tardios do tratamento, esse acompanhamento permite identificar precocemente doenças secundárias, aumentando as chances de sucesso terapêutico.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/existe-um-exame-que-detecta-o-cancer-no-corpo-todo/">EXISTE UM EXAME QUE DETECTA O CÂNCER NO CORPO TODO? CLIQUE AQUI E LEIA MAIS!</a></strong></p>
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		<title>Leucemia tem cura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanços da Medicina aumentam as respostas positivas ao tratamento </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>10 entre 10 pacientes, ao receber o diagnóstico, perguntam ao médico: leucemia tem cura?  Essa é uma dúvida bastante comum, uma vez que o grande objetivo de quem está na jornada oncológica é poder viver bem e com qualidade.</p>
<p>A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e da medula óssea. E, em muitos casos, ela tem cura sim. Mas é fundamental entender que a doença não é única e cada subtipo terá um comportamento individual.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6774" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg" alt="" width="103" height="100" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg 2048w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-300x290.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-768x742.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-1024x990.jpg 1024w" sizes="(max-width: 103px) 100vw, 103px" />Tipos diferentes, tratamentos diferentes</strong></h2>
<p>As leucemias se dividem em vários tipos, como agudas e crônicas, mieloides e linfoides. Cada uma delas possui características próprias e exige estratégias específicas de tratamento.</p>
<p>Enquanto algumas leucemias têm evolução rápida e precisam de tratamento imediato, outras podem ser acompanhadas por longos períodos antes mesmo de iniciar terapias mais intensivas. Essa diversidade explica por que os resultados também variam de acordo com o tipo da doença, idade do paciente e resposta ao tratamento.</p>
<h2><strong>Avanços que mudaram o cenário</strong></h2>
<p>Nas últimas décadas, a Medicina deu passos importantes no tratamento da leucemia. A quimioterapia continua sendo uma das principais abordagens, mas hoje ela é frequentemente associada a terapias-alvo, imunoterapia e, em alguns casos, ao transplante de medula óssea.</p>
<p>Essas inovações permitiram tratamentos mais personalizados, com melhores resultados e menos efeitos colaterais do que no passado. Em determinadas leucemias agudas, especialmente em crianças, as taxas de cura podem ultrapassar 80%. Além disso, para a leucemia mieloide crônica, por exemplo, fala-se também da cura funcional, a partir das respostas moleculares profundas.</p>
<h2><strong>Diagnóstico precoce faz diferença</strong></h2>
<p>Um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento é o diagnóstico precoce. Sintomas como cansaço excessivo, infecções frequentes, palidez, manchas roxas pelo corpo, sangramentos sem causa aparente e febre persistente devem ser investigados por um profissional de saúde.</p>
<p>Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de controle e de recuperação.</p>
<p>O tratamento da leucemia deve ser conduzido por uma equipe médica especializada, que avalia cada caso individualmente. A resposta clínica depende de fatores como idade, tipo da leucemia, condições de saúde do paciente e acesso às terapias adequadas.</p>
<p>Além do cuidado médico, o suporte psicológico e social também é essencial para enfrentar a doença com mais qualidade de vida.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8228" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg" alt="" width="316" height="210" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-1024x683.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 316px) 100vw, 316px" /></p>
<h2><strong>Informação é parte do cuidado</strong></h2>
<p>Apesar dos avanços, o termo “cura” ainda precisa ser usado com responsabilidade. Em muitos casos, a leucemia pode entrar em remissão completa, o que significa ausência de sinais da doença por longos períodos. Quanto maior esse tempo, maiores são as chances de considerar a doença curada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/anemia-pode-virar-leucemia/">Anemia pode virar leucemia? Clique e aqui e saiba mais</a></strong></p>
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		<title>Doença Residual Mínima (DRM) no câncer</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/doenca-residual-minima-drm-no-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 22:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender a presença de células doentes no organismo, mesmo que em quantidades mínimas, faz importante diferença na jornada do paciente</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/doenca-residual-minima-drm-no-cancer/">Doença Residual Mínima (DRM) no câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo quando os exames tradicionais indicam que a neoplasia maligna está controlada, pequenas quantidades de células doentes podem permanecer no organismo. É nesse ponto que entra a chamada Doença Residual Mínima (DRM) no câncer, um conceito que tem transformado a forma como médicos avaliam a resposta ao tratamento em diversas doenças onco-hematológicas.</p>
<p>Cada vez mais, a DRM se torna um dos principais indicadores de sucesso terapêutico e de prognóstico para os pacientes.</p>
<h2><strong>O que é Doença Residual Mínima</strong></h2>
<p>A Doença Residual Mínima (DRM) corresponde à presença de uma quantidade muito pequena de células cancerosas que não é detectada pelos exames convencionais, como o hemograma ou a biópsia padrão. Para identificá-la, são necessários métodos capazes de encontrar uma célula doente entre milhares ou até milhões de células saudáveis.</p>
<h2><strong>E </strong><strong>por que a DRM é tão importante? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8223" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393.jpg" alt="" width="142" height="142" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393.jpg 800w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 142px) 100vw, 142px" /></strong></h2>
<p>A detecção da DRM permite avaliar com maior precisão se o tratamento realmente eliminou a doença ou se ainda há risco de recaída. Pacientes que atingem DRM negativa, por exemplo, apresentam maior chance de remissão prolongada e melhores resultados clínicos. Por outro lado, a presença de DRM positiva pode indicar a necessidade de ajustar o tratamento.</p>
<p>A avaliação da DRM é especialmente relevante em doenças como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Nessas condições, ela auxilia os médicos a monitorar a eficácia das terapias utilizadas, prever o risco de recidiva, personalizar o plano de tratamento e decidir sobre a necessidade de transplante de medula óssea ou manutenção terapêutica</p>
<h2><strong>Tecnologia a serviço de melhores desfechos</strong></h2>
<p>Com o avanço das tecnologias laboratoriais, a análise da DRM se tornou mais acessível e confiável. Essas ferramentas ajudam a identificar precocemente sinais de retorno da doença, possibilitando intervenções rápidas e mais eficazes.</p>
<p>A partir de uma amostra do sangue de medula óssea ou sangue periférico, é possível avaliar a presença de células cancerígenas remanescentes em exames altamente sensíveis, como o de citometria de fluxo e o PCR.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/doenca-residual-minima-drm-no-cancer/">Doença Residual Mínima (DRM) no câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Por que a LLC não precisa de tratamento em alguns casos?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/por-que-a-llc-nao-precisa-de-tratamento-em-alguns-casos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 23:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os principais motivos para esta decisão médica</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ouvir a palavra “leucemia”, a maioria das pessoas associa imediatamente à urgência médica. No entanto, no caso da leucemia linfocítica crônica (LLC), a situação pode ser diferente. E por que a LLC não precisa de tratamento em alguns casos? Diferentemente de outros tipos de câncer, esse subtipo da doença pode evoluir de forma lenta e silenciosa, o que faz com que, em muitos casos, o melhor caminho inicial seja o acompanhamento cuidadoso, e não o uso imediato de medicamentos.</p>
<p>Essa conduta, embora cause estranhamento para pacientes e familiares, é amplamente adotada na prática médica e sustentada por evidências científicas consolidadas.</p>
<h2><strong>Uma leucemia de comportamento diferente</strong></h2>
<p>A LLC é um câncer hematológico caracterizado pela disfunção dos linfócitos B  (células de defesa) no sangue, na medula óssea e nos linfonodos. Ao contrário das leucemias agudas, ela costuma apresentar um curso indolente, podendo permanecer estável por anos sem causar sintomas ou prejuízos significativos à saúde.</p>
<p>Não é raro que o diagnóstico aconteça de forma incidental, a partir de exames de rotina, quando o paciente ainda se sente bem e mantém sua vida normal.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8218" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811.jpg" alt="" width="171" height="171" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Tratar cedo nem sempre significa tratar melhor</strong></h2>
<p>Pesquisas mostram que iniciar o tratamento da LLC em fases iniciais, quando não há sinais de progressão da doença, não melhora a sobrevida e pode expor o paciente a toxicidade e efeitos colaterais desnecessários. Por isso, especialistas recomendam a chamada estratégia de observação vigilante, também conhecida como <em>watch and wait</em> (termo em inglês).</p>
<p>Nesse modelo, o foco está em acompanhar a evolução da doença com atenção, preservando a qualidade de vida até que exista uma indicação real para iniciar a terapia.</p>
<p>A observação vigilante não significa ausência de cuidado. Pelo contrário: o paciente é acompanhado regularmente por um hematologista, com consultas e exames que avaliam sinais de progressão, como:</p>
<ul>
<li>Aumento progressivo dos linfócitos no sangue</li>
<li>Crescimento de linfonodos, fígado ou baço</li>
<li>Queda de hemoglobina ou plaquetas</li>
<li>Surgimento de sintomas como fadiga intensa, febre, sudorese noturna ou perda de peso</li>
</ul>
<p>Esses dados ajudam a definir, com segurança, o momento ideal para iniciar o tratamento.</p>
<h2><strong>E quando a LLC exige tratamento? </strong></h2>
<p>O tratamento da LLC passa a ser indicado quando a doença começa a impactar a saúde do paciente ou sua qualidade de vida. Entre os principais critérios estão o aparecimento de sintomas persistentes, alterações importantes nos exames de sangue ou crescimento significativo dos gânglios linfáticos.</p>
<p>Atualmente, os avanços terapêuticos permitem tratamentos mais direcionados e menos tóxicos, incluindo terapias-alvo que revolucionaram o cuidado com a LLC nos últimos anos.</p>
<p>A decisão de não tratar imediatamente pode gerar insegurança, especialmente diante de um diagnóstico de câncer. Por isso, a informação clara e o diálogo constante com a equipe médica são fundamentais para que o paciente compreenda que, em muitos casos, esperar é uma escolha ativa e estratégica, baseada na ciência.</p>
<p>Mais do que pressa, a LLC exige atenção, acompanhamento e decisões bem fundamentadas.</p>
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		<title>Tratamento inovador cura menina de câncer em estágio terminal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 18:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova técnica de alteração de DNA permitiu que britânica de 13 anos alcançasse remissão de câncer considerado incurável Um novo tipo de tratamento oncológico foi capaz de ajudar a britânica Alyssa, de apenas 13 anos de idade, a reverter um câncer considerado terminal. A garota foi diagnosticada com leucemia linfoblástica aguda das células T em 2021 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Nova técnica de alteração de DNA permitiu que britânica de 13 anos alcançasse remissão de câncer considerado incurável</h2>
<p><span id="more-6814"></span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://uploads.metropoles.com/wp-content/uploads/2022/12/12114605/Alyssa-2.jpg" alt="Foto colorida da adolescente Alyssa recebendo tratamento para leucemia" width="450" height="300" /></p>
<p>Um novo tipo de tratamento oncológico foi capaz de ajudar a britânica Alyssa, de apenas 13 anos de idade, a reverter um câncer considerado terminal. A garota foi diagnosticada com leucemia linfoblástica aguda das células T em 2021 e já havia tentado quimioterapia e um transplante de medula óssea sem sucesso. Após seis meses do tratamento, o câncer de Alyssa está indetectável.</p>
<p>O tratamento usado na paciente é conhecido como “edição de DNA” e permite que os cientistas modifiquem uma parte muito precisa do código genético. A britânica recebeu células geneticamente modificadas de um voluntário saudável, que estavam projetadas para combater as células cancerígenas dela.</p>
<p>O médico Robert Chiesa, responsável pelo tratamento no Great Ormond Street, elogiou a coragem de Alyssa, primeira paciente submetida ao método. “É extremamente emocionante. Obviamente, este é um novo campo da medicina e é fascinante que possamos redirecionar o sistema imunológico para combater o câncer.”</p>
<h2><strong>Células-T</strong></h2>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen-8752935_862="53051" data-gtm-vis-first-on-screen-8752935_862="53051" data-gtm-vis-total-visible-time-8752935_862="100" data-gtm-vis-has-fired-8752935_862="1" data-gtm-vis-recent-on-screen-8752935_866="53053" data-gtm-vis-first-on-screen-8752935_866="53053" data-gtm-vis-total-visible-time-8752935_866="100" data-gtm-vis-has-fired-8752935_866="1">A leucemia linfoblástica aguda é o câncer pediátrico mais comum e também afeta adultos de todas as idades.</p>
<p>Em uma medula saudável, as células T se tornam maduras por meio de um processo chamado “diferenciação”. Em pessoas com leucemia linfoide aguda (LLA), há um erro genético que impede o amadurecimento delas. As células danificadas se proliferam e, no estágio mais avançado, o corpo já não fabrica mais células saudáveis.</p>
<p>Em 28 dias, o câncer de Alyssa estava em remissão, o que lhe permitiu receber um novo transplante de medula.</p>
<p>Segundo os especialistas responsáveis pelo tratamento, a tecnologia é apenas o início do que a edição de DNA pode alcançar. David Liu, um dos inventores da técnica, diz que é uma experiência de humildade poder fazer parte desta era da edição terapêutica de genes humanos. “A ciência está dando passos importantes para assumir o controle de nossos genomas”, comemorou.</p>
<p>Fonte: Metrópoles</p>
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		<title>Falta dos inibidores da tirosina quinase: Dr. Breno Gusmão participa de audiência pública na Câmara dos Deputados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 19:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revisões contratuais e atrasos em licitação suspenderam entrega de remédios contra leucemia, diz governo Em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta sexta-feira (25), a servidora do Ministério da Saúde Clariça Soares alegou problemas técnico-administrativos da pasta para justificar a suspensão, em diversos estados do País, do fornecimento de medicamentos de quimioterapia oral durante alguns [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Revisões contratuais e atrasos em licitação suspenderam entrega de remédios contra leucemia, diz governo<span id="more-6748"></span></h2>
<p>Em audiência pública na Câmara dos Deputados nesta sexta-feira (25), a servidora do Ministério da Saúde Clariça Soares alegou problemas técnico-administrativos da pasta para justificar a suspensão, em diversos estados do País, do fornecimento de medicamentos de quimioterapia oral durante alguns meses de 2021.</p>
<p>Ouvida pela <span id="4412" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de três comissões de mérito.">comissão especial</span> da Câmara que acompanha ações de combate ao câncer no Brasil, Clariça, que é coordenadora-geral do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do ministério, explicou que a compra centralizada e a distribuição aos estados dos fármacos Dasatinibe, Imatinibe e Nilotinibe – usados no tratamento da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) e da Leucemia Linfoide Aguda (LLA) – acabaram suspensas em 2021 por conta de revisões contratuais e de exigências do processo licitatório. A representante da pasta, no entanto, negou ter havido falha de planejamento.</p>
<div id="image-container-861403" class="image-container" data-midia="861403">
<div class="midia-creditos">
<p>De acordo com Clariça, os laboratórios que produzem com exclusividade o Dasatinibe e o Nilotinibe solicitaram em 2021 revisão dos preços pagos pelo Executivo pelos produtos. Nesses casos, por serem medicamentos exclusivos do fabricante, os contratos podem ser firmados sem <span id="4297" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Processo utilizado pela administração pública para adquirir bens e serviços de fornecedores privados nas melhores condições possíveis. Pode ser pelo critério do menor preço, da melhor técnica, ou do menor preço combinado com a melhor técnica. As modalidades de licitação previstas em lei são carta-convite, tomada de preços, concorrência, pregão, concurso e leilão.">licitação</span>.</p>
<p>“Durante essa renegociação, um dos laboratórios, por conta própria, suspendeu as entregas”, disse a coordenadora, citando o exemplo do Nilotinibe.  &#8220;Porém, há uma série de trâmites burocráticos que levam tempo: precisamos de parecer jurídico e de análise de viabilidade econômica, a fim de não gerar ônus ao Estado”, explicou.</p>
<p>No caso do Dasatinibe, segundo ela, foram necessárias várias reuniões até a definição do novo preço. “O laboratório apresentou um reajuste muito acima do esperado pelo ministério.” Por outro lado, as falhas no fornecimento do Imatinibe, informou Clariça, foram motivadas por atrasos no processo licitatório no fim do ano passado.</p>
<p>Em todos os casos, segundo o Ministério da Saúde, a compra e a distribuição dos medicamentos já foram normalizadas. Mesmo assim, ao reconhecer o prejuízo causado aos pacientes, a representante da pasta afirmou que o governo vem adotando ações para prevenir novas intercorrências.</p>
<p>“Criamos uma comissão externa para identificar antecipadamente quais medicamentos podem ter o fornecimento interrompido”, afirmou Clariça.</p>
<p>Outra ação, adiantou ela, será desenvolver painéis on-line para permitir o acompanhamento em tempo real dos processos de compra e distribuição e dos estoques desses medicamentos.</p>
<p><strong>Transparência</strong><br />
Idealizador do debate, o presidente da comissão especial, deputado Weliton Prado (Pros-MG), afirmou ser fundamental aumentar a transparência de todo o processo.</p>
<p>“Muitos pacientes vêm sofrendo com a falta de medicamentos há algum tempo. A primeira cobrança que fizemos foi em abril 2020, e vemos que o problema permanece até hoje em 11 estados e no Distrito Federal”, observou. “Esses medicamentos são vitais, e a falta deles significa um sentença de morte para pacientes com câncer”, acrescentou.</p>
<p><strong>Importância dos medicamentos</strong><br />
Também foram ouvidos na audiência pública representantes da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale); da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH); e do Instituto Vencer o Câncer (IVOC). Eles ressaltaram os ganhos que os quimioterápicos via oral trouxeram para pacientes com LMC e LLA.</p>
<p>“A Leucemia Mieloide Crônica é uma doença incurável, mas controlável. Esses remédios revolucionaram o tratamento dessa enfermidade. Come eles, a sobrevida do paciente passa a ser praticamente igual a quem não tem leucemia”, declarou José Francisco Marques Júnior, médico hematologista e presidente da ABHH.</p>
<p>Médico hematologista, <strong>Breno de Gusmão</strong> destacou o impacto da falta desses medicamentos na sobrevida de pacientes. “É um tipo de remédio que revolucionou e mudou a historia de uma doença que tem um final catastrófico, que começa lentamente, porém tem uma alta taxa de transformação para leucemias agudas, as quais, em muitos casos, levam a transplantes ou a óbito com mais frequência”, afirmou.</p>
<p>Por sua vez, a médica sanitarista e diretora-executiva da Abrale, Catherine Moura, criticou a falta de transparência do Ministério da Saúde durante a falta de abastecimento dos medicamentos e relatou tentativas frustradas de contato com a ouvidoria do SUS desde agosto de 2021.</p>
<p>&#8220;A reposta só veio em fevereiro de 2022. Demorou muito. Os pacientes ficaram durante todo esse período nas sombras, sem qualquer informação sobre o que estava ocorrendo”, comentou. De acordo com ela, 366 cidadãos relataram dificuldades de acesso aos medicamentos. &#8220;Toda vida importa, e cada uma tem valor inestimável”, frisou Catherine.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Agência Câmara de Notícias</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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