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	<title>Arquivos Síndrome Mielodisplásica - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Arquivos Síndrome Mielodisplásica - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:42:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja como preveni-las!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) representa uma das principais alternativas de tratamento para doenças como leucemias, linfomas, mieloma múltiplo, síndromes mielodisplásicas e anemia aplásica. Mas, apesar dos avanços que tornaram o procedimento cada vez mais seguro, o período de recuperação exige atenção especial a um dos maiores desafios do pós-transplante: as infecções.</p>
<p>Nas primeiras semanas após o procedimento, o organismo passa por uma intensa reconstrução do sistema imunológico. Até que as novas células de defesa sejam produzidas em quantidade suficiente, bactérias, vírus e fungos podem encontrar um ambiente favorável para causar infecções, algumas potencialmente graves.</p>
<p>Embora esse risco seja esperado, ele varia conforme o tipo de transplante, a doença de base e o tempo de recuperação do sistema imunológico.</p>
<h2><strong>Por que o risco de infecção aumenta após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p>O sistema imunológico passa por diferentes fases de recuperação após o transplante.</p>
<p>Nos primeiros dias, a principal preocupação é a neutropenia, quando há redução dos neutrófilos, células responsáveis por combater bactérias e fungos. Já nos meses seguintes, mesmo com a recuperação gradual dessas células, outras partes do sistema imunológico continuam imaturas, principalmente em pacientes submetidos ao transplante alogênico.</p>
<p>Além disso, medicamentos utilizados para prevenir ou tratar a doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) diminuem a resposta imunológica, prolongando o período de maior vulnerabilidade.</p>
<p>O paciente transplantado precisa reconstruir praticamente todo o sistema imunológico. Por isso, mesmo infecções consideradas simples podem evoluir rapidamente se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente.</p>
<h2><strong>Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8381" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-scaled.jpg" alt="" width="694" height="344" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-300x149.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-1024x507.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-768x380.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-1536x761.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-2048x1014.jpg 2048w" sizes="(max-width: 694px) 100vw, 694px" /></p>
<p>As infecções variam conforme o tempo após o transplante e o grau de imunossupressão.</p>
<p>Infecções bacterianas são as primeiras a aparecer. Durante o primeiro mês após o transplante, as bactérias costumam representar a principal ameaça. São elas: infecção da corrente sanguínea (bacteremia); pneumonia; infecção urinária; infecções relacionadas ao cateter venoso central.</p>
<p>A febre costuma ser o primeiro sinal de alerta e, muitas vezes, pode ser o único sintoma inicial.</p>
<p>Já os vírus podem ser reativados meses depois. Alguns permanecem no organismo por toda a vida e podem voltar a se multiplicar quando a imunidade diminui. Entre os mais monitorados estão: citomegalovírus (CMV);  herpes simples;  herpes-zóster;  vírus Epstein-Barr (EBV);  influenza; vírus sincicial respiratório; COVID.</p>
<p>Dependendo do vírus, o paciente pode apresentar febre, lesões na pele, diarreia, pneumonia ou comprometimento de diferentes órgãos.</p>
<p>Os fungos também merecem atenção. As infecções fúngicas costumam acometer pacientes com imunossupressão prolongada.</p>
<p>Os principais agentes são espécies de Candida e Aspergillus, capazes de causar desde infecções na boca até pneumonias invasivas. Por esse motivo, muitos pacientes recebem medicamentos antifúngicos preventivos durante parte da recuperação.</p>
<p>Para cada tipo de infecção, o hematologista indicará o medicamento ideal: antibióticos, antivirais, antifúngicos.</p>
<h2><strong>É possível prevenir infecções após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p>Embora nem todas as infecções possam ser evitadas, diversos cuidados reduzem significativamente esse risco:</p>
<ul>
<li>Higiene frequente das mãos</li>
<li>Evitar contato com pessoas gripadas ou com doenças infecciosas</li>
<li>Manter os alimentos bem higienizados</li>
<li>Consumir somente água potável</li>
<li>Seguir corretamente o esquema de medicamentos preventivos</li>
<li>Manter o calendário vacinal atualizado conforme orientação médica</li>
<li>Comparecer a todas as consultas de acompanhamento</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/o-que-acontece-quando-o-corpo-rejeita-a-medula-ossea-apos-o-transplante/"><strong>O que acontece quando o corpo rejeita a medula óssea após o TMO? Clique e saiba mais!</strong></a></p>
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		<title>Liberada! Pacientes oncológicos podem tomar vacina da gripe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 20:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância de se proteger contra os vírus Com o inverno chegando, é bastante comum pessoas ficarem gripadas ou resfriadas. Dentre os motivos está a maior facilidade para que os vírus vivam mais e se proliferem com facilidade. Mas qual a diferença entre gripe e resfriado? A gripe é causada pelo vírus Influenza e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Entenda a importância de se proteger contra os vírus</strong></h4>
<p><span id="more-5416"></span></p>
<p>Com o inverno chegando, é bastante comum pessoas ficarem gripadas ou resfriadas. Dentre os motivos está a maior facilidade para que os vírus vivam mais e se proliferem com facilidade.</p>
<h3><strong>Mas qual a diferença entre gripe e resfriado? </strong></h3>
<p>A gripe é causada pelo vírus Influenza e por qualquer um de seus subtipos. E apenas por ele. Já o resfriado comum pode ser causado por cerca de 200 vírus diferentes, mas o mais comum é o rinovírus. Os sintomas também são bem diferentes.</p>
<p>Na gripe o paciente tem um comprometimento maior em seu corpo, e fica mais cansado, querendo ficar só na cama, e também pode apresentar febre alta, dor de cabeça e garganta, tosse e congestão nasal. Já no resfriado, a pessoa apresenta sintomas mais amenos, como espirros, nariz escorrendo e até tosse.</p>
<p>O tratamento também é diferente entre eles. Para o resfriado, geralmente é indicado repouso e tomar bastante líquido. Na gripe, os cuidados já devem ser maiores, especialmente nos grupos que correm mais risco. A vacina é uma importante aliada para:</p>
<ul>
<li>Idosos</li>
<li>Crianças menores de 5 anos</li>
<li>Gestantes</li>
<li>Portadores de doenças crônicas, cardiológicas e pulmonares</li>
<li>Pacientes imunodeprimidos, como aqueles em tratamento do câncer</li>
</ul>
<h3><strong>Como funciona a vacina contra a gripe</strong></h3>
<p>Ela é feita por meio de vírus inativado, com base na proteína do ovo. E é justamente por isso que, diferente da vacina da febre amarela, está <strong>LIBERADA</strong> aos pacientes com câncer.</p>
<p>Durante o tratamento, é recomendado que ela seja aplicada entre os ciclos de quimio, para que o paciente apresente uma melhor resposta. E podem ficar tranquilos, porque diferente do que muitos falam, esta vacina não causa gripe.</p>
<p>A vacinação protege por cerca de 8 meses o paciente da gripe, mas é importante ter em mente que os vírus sofrem mutações em sua estrutura a cada ano. Então, todos os anos a Organização Mundial de Saúde (OMS) realiza um rastreamento dos vírus que estão circulando no hemisfério norte e no hemisfério sul, e criam uma vacina específica. Por isso, é importante se vacinar todos os anos.</p>
<h3><strong>Evite gripes e resfriados </strong></h3>
<ul>
<li>Higienização das mãos frequente, seja com água e sabão ou com o uso do álcool em gel</li>
<li>Evitar locais fechados, com muita aglomeração</li>
<li>Utilizar lenço descartável para assoar o nariz</li>
<li>Evitar compartilhar utensílios individuais, como talheres e copo</li>
<li>Cobrir a boca e nariz quando for tossir ou espirrar</li>
<li>Evitar ficar perto de pessoas que estejam gripadas ou resfriadas</li>
<li>Utilizar máscaras também é uma dica importante</li>
</ul>
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		<title>Na melhor idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 20:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Onco-geriatria é importante para o tratamento do idoso com câncer no país No Brasil, existem mais de 30 milhões de pessoas acima dos 60 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), este número vai mais que dobrar nas próximas décadas, e em 2050 teremos mais de 70 milhões de idosos no país. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Onco-geriatria é importante para o tratamento do idoso com câncer no país</strong></h4>
<p><span id="more-5413"></span></p>
<p>No Brasil, existem mais de 30 milhões de pessoas acima dos 60 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), este número vai mais que dobrar nas próximas décadas, e em 2050 teremos mais de 70 milhões de idosos no país.</p>
<p>Mas é justamente na melhor idade que as pessoas estão mais propensas a desenvolver um câncer &#8211; de todos os tipos da doença, 70% acontecem nesta faixa etária. Mas há uma explicação para isso.</p>
<p>Isso acontece porque, conforme vamos envelhecendo, as nossas células também envelhecem. O sistema de reparação destas células começa a falhar, e aí o câncer pode surgir.</p>
<p>Mas, pessoas idosas podem fazer o tratamento para o câncer normalmente? Sim!</p>
<p>São diversas as novas opções de tratamento, que possibilitam os bons resultados ao paciente. E na Onco-Geriatria alguns cuidados serão necessários para esta conquista.</p>
<p>Hoje não se avalia mais o paciente por sua idade cronológica, e sim por sua idade funcional. Então, se o corpo está propenso a receber o tratamento, ele irá receber.</p>
<h3><strong>Quanto antes descobrir o câncer, melhor</strong></h3>
<p>Muitos dos sintomas, como fraqueza, anemia, dores e fraturas ósseas são considerados comuns a outras doenças, o que pode confundir não só o paciente, como também o médico.</p>
<p>Mas câncer, como todos sabem, é assunto sério e não se pode perder tempo. Além do clínico geral, é possível que pessoas acima dos 60 anos procurem pelo geriatra ao apresentar os primeiros sintomas. É importante que estes profissionais também fiquem atentos e desconfiem que, sim, pode ser um câncer, e encaminhar para o oncologista.</p>
<h3><strong>Qual o melhor tratamento?</strong></h3>
<p>O oncologista, em conjunto com o onco-geriatra, são os responsáveis por definir quais as melhores opções terapêuticas. Existem diversos protocolos de quimioterapia, além de radioterapia, cirurgia e transplante de medula óssea. Tudo irá depender do tipo do câncer, das condições do paciente e do estadiamento da doença.</p>
<p>Hoje o tratamento individualizado também é uma realidade. Por meio das terapias-alvo, apenas as células doentes são combatidas, pois os medicamentos são desenhados para bloquear alvos específicos que causam a multiplicação das células malignas.</p>
<p>A imunoterapia é a mais recente descoberta da ciência para o tratamento do câncer. Composta por diferentes medicamentos que são aplicados no paciente de maneira intravenosa (nas veias) ou subcutânea (abaixo da pele), ela geralmente causa menos efeitos colaterais que os tratamentos padrões, e vem beneficiando um número crescente de pessoas.</p>
<h3><strong>Transplante de medula óssea após os 50 anos</strong></h3>
<p>Para os cânceres do sangue, como a leucemia, linfoma, mieloma múltiplo e síndrome mielodisplásica o transplante de células-tronco hematopoéticas, também chamado por transplante de medula óssea, é opção importante de tratamento. Geralmente indicado apenas quando as primeiras opções terapêuticas não apresentam resultado.</p>
<p>Até pouco tempo atrás este era um procedimento para jovens e pessoas acima dos 50 anos não podiam realizá-lo. Mas isso ficou no passado.</p>
<p>Lembrando que o transplante de medula óssea envolve diversos aspectos, ainda que a idade não seja mais o fator denominador de sua realização. São eles:</p>
<p>1 – A indicação só virá após avaliação. Será fundamental entender o estadiamento da doença e as condições físicas deste paciente.</p>
<p>2 – Se o transplante ideal for o alogênico será necessário encontrar um doador compatível na família e/ou no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea). Além disso, o pré e pós transplante exigem cuidados muito rigorosos, já que o paciente fica imunossuprimido e por isso mais propenso a infecções. Tudo isso será observado.</p>
<p>3 – No Brasil, nem todos os centros de tratamento estão preparados para realizar este procedimento, e isso com certeza deve ser levado em conta.</p>
<h3><strong>A qualidade de vida não deve ser deixada de lado – JAMAIS!</strong></h3>
<p>Realizar atividades físicas, como caminhadas leves e natação, pode ajudar a controlar o estresse e a ansiedade, muito comuns aos pacientes com câncer.</p>
<p>A boa alimentação também influencia bastante no tratamento, e ajuda a controlar os efeitos colaterais causados por algumas terapias. Veja se em seu centro de tratamento há um nutricionista que pode te ajudar a balancear sua dieta.</p>
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		<title>Chá de hibisco durante o tratamento do câncer? É bom ter cuidado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 19:28:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
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		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O hibisco ganhou os holofotes por ajudar na perda dos quilinhos indesejados e na retenção de líquidos. Mas para o paciente oncológico, pode não ser uma boa pedida Esta planta, de origem asiática e africana, é popularmente utilizada na medicina indiana como diurético, laxativo e também para o tratamento de doenças hepáticas, renais e cardiovasculares. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O hibisco ganhou os holofotes por ajudar na perda dos quilinhos indesejados e na retenção de líquidos. Mas para o paciente oncológico, pode não ser uma boa pedida</h4>
<p><span id="more-4890"></span></p>
<p>Esta planta, de origem asiática e africana, é popularmente utilizada na medicina indiana como diurético, laxativo e também para o tratamento de doenças hepáticas, renais e cardiovasculares.</p>
<p>É possível utilizar as folhas e as pétalas em preparos como picles, sopas, molhos, bebidas, geleias e gelatinas. Mas sua forma mais conhecida para o consumo é o chá, feito a partir do cálice da planta.</p>
<p>Dentre as substâncias presentes estão antioxidantes como os flavonoides e antocianinas, que contribuem para evitar acúmulo de gorduras. Isso acontece porque o chá reduz a adipogênese, processo no qual há produção de células de gordura. Também bloqueia a produção de amilase, uma enzima que transforma o amido em açúcar.</p>
<p>Porém, ao consumi-lo em excesso alguns efeitos colaterais podem surgir:</p>
<h3><strong>Riscos para a fertilidade</strong></h3>
<p>Alguns componentes presentes no chá podem dificultar a gravidez, por interferir no processo de ovulação. Mulheres grávidas também devem evitar, por correrem o risco de abortos.</p>
<h3><strong>Problemas na amamentação</strong></h3>
<p>Em excesso, ele também pode causar problemas ao bebê que esteja sendo amamentado, já que os níveis hormonais da mulher podem ser afetados.</p>
<h3><strong>Pressão baixa</strong></h3>
<p>Por conter compostos que eliminam eletrólitos, responsáveis por manter a pressão normal, sintomas como tontura, visão turva, suor excessivo, náusea e sensação de desmaio podem acontecer.</p>
<h3><strong>Interação medicamentosa</strong></h3>
<p>A depender da medicação que o paciente esteja tomando, é possível que o hibisco, em especial em sua forma mais concentrada (extrato) possa anular o efeito do tratamento ou até mesmo causar efeitos colaterais.</p>
<h3><strong>E para quem está em tratamento do câncer, consumir hibisco é uma boa dica? </strong></h3>
<p>Existem pouquíssimas pesquisas que avaliaram o impacto do hibisco no tratamento do câncer. É importante reforçar que esses estudos avaliaram o extrato de hibisco e que a maioria deles foi realizada in vitro ou com ratos, não sendo realizados nenhum teste com humanos. Por isso, não é possível dizer que o extrato de hibisco possa ajudar o paciente ou se irá ter interação com alguma medicação e causar possíveis efeitos colaterais.</p>
<p>Então já sabe: antes de consumir chá de hibisco, ou qualquer preparo que contenha a planta, converse com o médico.</p>
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