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	<title>Arquivos Linfoma - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Arquivos Linfoma - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Você sabe qual é a função da medula óssea?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a relação do órgão com o surgimento dos cânceres no sangue</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável pela produção das células do sangue, a medula óssea tem papel fundamental no funcionamento do organismo. É nela que são produzidos os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos e as plaquetas, células essenciais para o transporte de oxigênio, defesa do corpo e coagulação sanguínea.</p>
<p>Apesar de sua importância, muitas pessoas ainda confundem a medula óssea com a medula espinhal. Enquanto a medula espinhal faz parte do sistema nervoso, a medula óssea é um tecido localizado dentro dos ossos, especialmente nos ossos da bacia, esterno e fêmur.</p>
<p>Alterações no funcionamento da medula óssea podem levar ao desenvolvimento de diversas doenças hematológicas, incluindo os chamados cânceres do sangue, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8329" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769.jpg" alt="" width="159" height="159" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 159px) 100vw, 159px" />O que é a medula óssea?</strong></h2>
<p>A medula óssea é um tecido gelatinoso encontrado no interior dos ossos, popularmente conhecida como tutano. Ela funciona como uma “fábrica” responsável pela produção das células sanguíneas a partir das chamadas células-tronco hematopoiéticas.</p>
<p>Essas células têm capacidade de se transformar nos diferentes componentes do sangue:</p>
<ul>
<li>Hemácias (glóbulos vermelhos), que transportam oxigênio.</li>
<li>Leucócitos (glóbulos brancos), responsáveis pela defesa do organismo.</li>
<li>Plaquetas, importantes para a coagulação do sangue.</li>
</ul>
<p>Quando a medula óssea funciona corretamente, o organismo consegue manter o equilíbrio e a renovação constante dessas células.</p>
<h2><strong>E como surgem os cânceres do sangue?</strong></h2>
<p>Os cânceres hematológicos surgem quando ocorre uma alteração genética nas células da medula óssea ou do sistema linfático, levando à multiplicação descontrolada de células anormais.</p>
<p>Dependendo do tipo de célula afetada, podem surgir diferentes doenças.</p>
<p>&#8211; Leucemias: se desenvolvem na medula óssea e provocam a produção excessiva de células sanguíneas anormais, principalmente glóbulos brancos imaturos.</p>
<p>&#8211; Linfomas: afetam o sistema linfático, responsável pela defesa do organismo. Embora tenham origem nos linfonodos, alguns tipos também podem comprometer a medula óssea em fases mais avançadas.</p>
<p>&#8211; Mieloma múltiplo: é um câncer que afeta os plasmócitos, células produzidas na medula óssea e responsáveis pela produção de anticorpos.</p>
<h2><strong>Exames feitos na medula óssea</strong></h2>
<p>Quando há suspeita de doenças hematológicas, alguns exames ajudam a avaliar o funcionamento da medula óssea.</p>
<p>O hemograma costuma ser um dos primeiros exames a indicar alterações. Dependendo do caso, o hematologista pode solicitar exames complementares, como o mielograma, a biópsia de medula óssea, a imunofenotipagem e a citometria de fluxo.</p>
<p>Esses exames ajudam a identificar alterações celulares, confirmar diagnósticos e definir o tratamento mais adequado.</p>
<h2><strong>Transplante de medula óssea: quando ele é indicado? <img decoding="async" class="alignright wp-image-8330" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg" alt="" width="144" height="138" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg 783w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-300x288.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-768x738.jpg 768w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></strong></h2>
<p>Em alguns cânceres do sangue, o transplante de medula óssea TMO) pode fazer parte do tratamento.</p>
<p>O procedimento objetiva substituir a medula óssea doente por células saudáveis, que podem vir do próprio paciente (TMO autólogo) ou de um doador compatível (TMO alogênico).</p>
<p>O transplante é utilizado principalmente em casos de leucemias, linfomas, mieloma múltiplo e outras doenças hematológicas específicas.</p>
<h2><strong>Atenção aos sinais do corpo</strong></h2>
<p>Embora muitos sintomas dos cânceres do sangue possam ser inespecíficos, alterações persistentes como cansaço excessivo, infecções frequentes, hematomas sem explicação, febre prolongada e perda de peso merecem investigação médica.</p>
<p>O diagnóstico precoce continua sendo um dos principais aliados para aumentar as chances de controle e sucesso no tratamento das doenças hematológicas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-feito-o-processo-da-doacao-de-medula-ossea/"><strong>COMO É FEITO O PROCESSO DA DOAÇÃO DE MEDUÇA ÓSSEA? CLIQUE E SAIBA AQUI!</strong></a></p>
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		<title>Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 22:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância do exame para o diagnóstico e acompanhamento dos cânceres do sangue</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/">Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução da Hematologia nas últimas décadas trouxe avanços importantes para o diagnóstico, classificação e acompanhamento dos cânceres do sangue. São diferentes os exames que ajudam a identificar a presença de leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Nesta matéria, vamos explicar: qual a diferença entre a imunofenotipagem e citometria de fluxo?</p>
<h2><strong>O que é a citometria de fluxo? <img decoding="async" class="alignright  wp-image-8243" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg" alt="" width="105" height="143" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg 536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1-220x300.jpg 220w" sizes="(max-width: 105px) 100vw, 105px" /></strong></h2>
<p>A citometria de fluxo é feita a partir de uma amostra de sangue ou de um pequeno fragmento do osso da bacia (medula óssea).</p>
<p>A técnica laboratorial é capaz de analisar milhares de células em poucos segundos. O exame avalia características físicas e biológicas, como tamanho, complexidade e presença de proteínas específicas na superfície celular.</p>
<p>Para isso, são utilizados anticorpos marcados com substâncias fluorescentes. Esses anticorpos se ligam às proteínas presentes nas células e permitem identificar padrões específicos relacionados a diferentes doenças hematológicas.</p>
<p>A partir dessa análise, o laboratório consegue reconhecer a presença de células anormair, auxiliando no diagnóstico preciso de diversos cânceres hematológicos.</p>
<h2><strong>O que é imunofenotipagem?</strong></h2>
<p>A imunofenotipagem, por sua vez, é uma aplicação da citometria de fluxo. O exame utiliza anticorpos específicos para identificar o “perfil” das células, funcionando como uma espécie de impressão digital celular.</p>
<p>Por meio da imunofenotipagem, é possível diferenciar células normais de células malignas, além de identificar a origem e o subtipo do câncer hematológico.</p>
<p>Esse detalhamento é fundamental porque doenças aparentemente semelhantes podem exigir tratamentos completamente diferentes.</p>
<p>Por isso, então, o<strong> nome do exame é imunofenotipagem por citometria de fluxo.</strong></p>
<h2><strong>O papel da imunofenotipagem por citometria de fluxo na Hematologia</strong></h2>
<p>Os cânceres do sangue que afetam as células sanguíneas produzidas na medula óssea. A imunofenotipagem tem papel central no diagnóstico e também no acompanhamento destas doenças.</p>
<p><strong>Leucemias &#8211; </strong>O exame permite identificar a linhagem das células doentes (mieloide ou linfoide); o estágio de maturação celular (se há blastos); marcadores genéticos importantes para definição terapêutica.</p>
<p><strong>Linfomas &#8211;</strong> Como existem diversos subtipos desse câncer, a imunofenotipagem se tornou uma ferramenta indispensável para auxiliar na classificação dessas doenças. A análise das células permite identificar marcadores específicos que ajudam a diferenciar, por exemplo, linfomas de células B, linfomas de células T, linfomas agressivos e linfomas indolentes. Essa definição influencia diretamente a escolha do tratamento, o prognóstico e o acompanhamento do paciente.</p>
<p><strong>Mieloma múltiplo</strong> – Neste caso, a imunofenotipagem auxilia na identificação das células plasmocitárias anormais, bem comuns na doença. O exame permite distinguir plasmócitos normais de plasmócitos malignos, além de avaliar características relacionadas ao comportamento da doença.</p>
<p>Além do diagnóstico inicial, a citometria de fluxo também é utilizada para monitorar doença residual mínima (DRM), especialmente nas leucemias e nos linfomas. Isso porque ela consegue identificar pequenas quantidades de células doentes que permanecem no organismo mesmo após o tratamento.</p>
<p>Esse acompanhamento é extremamente importante para avaliar resposta terapêutica e risco de recaída.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-8325 aligncenter" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-scaled.jpg" alt="" width="716" height="239" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-300x100.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-1024x341.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-768x256.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-1536x512.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-2048x683.jpg 2048w" sizes="(max-width: 716px) 100vw, 716px" /></p>
<h2><strong>Quando a imunofenotipagem por citometria de fluxo é indicada?</strong></h2>
<p>O médico costuma solicitar o exame quando existem, por exemplo, alterações em exames laboratoriais, suspeita de câncer hematológico ou necessidade de monitoramento da doença. A interpretação dos resultados deve sempre ser realizada por médicos especialistas, juntamente com outros exames laboratoriais.</p>
<p>Os cânceres hematológicos podem apresentar sintomas inespecíficos, dificultando o diagnóstico inicial. Por isso, a investigação adequada e o acesso a exames especializados são fundamentais para identificar a doença de forma precoce.</p>
<p>A imunofenotipagem por citometria de fluxo representa um importante avanço da medicina diagnóstica e têm impacto direto na definição do tratamento e no acompanhamento dos pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/">Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Quando a ferritina alta indica câncer?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que o exame pode mostrar em casos de leucemia, linfoma e mieloma múltiplo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber um exame com a ferritina elevada costuma gerar dúvidas e, muitas vezes, preocupação. Dentre elas está: quando a ferritina alta indica câncer? Na Onco-Hematologia, este resultado pode estar relacionado a diferentes condições.</p>
<p>Embora seja conhecida principalmente como um marcador das reservas de ferro no organismo, a ferritina também funciona como um importante indicador de inflamação e atividade de doença. Por isso, em quadros como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, esse exame pode trazer informações relevantes sobre o que está acontecendo no organismo.</p>
<h2><strong>Ferritina como indicador de câncer</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8305 alignright" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg" alt="" width="208" height="208" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></strong></h2>
<p>A ferritina é uma proteína responsável por armazenar ferro nas células. No entanto, seu aumento nem sempre significa excesso desse mineral. Em doenças onco-hematológicas, a elevação pode refletir a resposta inflamatória do corpo diante da presença do câncer.</p>
<p>Em leucemias, por exemplo, especialmente nos quadros agudos, o organismo pode apresentar intensa atividade inflamatória e destruição celular, levando ao aumento importante da ferritina. Além disso, o alto volume também pode ser devido às transfusões de sangue, necessárias durante o tratamento de alguns pacientes.</p>
<p>Já nos linfomas, a ferritina pode se elevar tanto pela inflamação sistêmica quanto pela própria atividade tumoral, especialmente em pacientes com sintomas como febre, suor noturno e perda de peso.</p>
<p>No mieloma múltiplo, esse marcador também pode aparecer elevado, principalmente quando há inflamação associada e maior acometimento da medula óssea.</p>
<h2><strong>Ferritina alta em pacientes transfundidos</strong></h2>
<p>Outro cenário comum na Hematologia, como vimos, é o aumento da ferritina em pacientes que recebem múltiplas transfusões de sangue.</p>
<p>Isso pode acontecer em pessoas com leucemias, síndromes mielodisplásicas, dentre outras condições. Assim, a ferritina pode indicar sobrecarga de ferro, já que o organismo não possui um mecanismo eficiente para eliminar o excesso recebido pelas transfusões.</p>
<p>Esse acúmulo, quando persistente, pode afetar órgãos como fígado, coração e glândulas endócrinas. Nestes casos, o paciente precisará tomar medicamentos conhecidos por quelantes de ferro, com o objetivo de eliminar o excesso do mineral no corpo.</p>
<h2><strong>Ferritina alta pode indicar gravidade no quadro?</strong></h2>
<p>Em alguns contextos, sim. Valores muito elevados podem estar associados a quadros inflamatórios mais intensos ou maior atividade da doença. Em situações específicas, também podem levantar a suspeita de síndromes inflamatórias graves, como a síndrome hemofagocítica, que pode ocorrer em alguns linfomas.</p>
<p>Agora é importante dizer que nem todo exame com ferritina alta significa ter um câncer ou uma recidiva da doença. Infecções, doenças inflamatórias, alterações hepáticas e condições metabólicas também podem elevar a ferritina.</p>
<h2><strong>O que fazer ao encontrar ferritina alta</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8228" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg" alt="" width="143" height="95" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-1024x683.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 143px) 100vw, 143px" /></strong></h2>
<p>A recomendação é procurar avaliação médica, especialmente quando o resultado vem acompanhado de sintomas como cansaço intenso, febre, perda de peso, palidez, infecções recorrentes ou aumento de linfonodos.</p>
<p>Em muitos casos, outros exames, como hemograma, ferro sérico, transferrina e avaliação da medula óssea, podem ser necessários para investigação.</p>
<p>Mais do que o valor isolado, o que realmente importa é entender o motivo pelo qual a ferritina está elevada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/anemia-e-cancer-ha-uma-conexao/">ANEMIA E CÂNCER. HÁ ALGUMA CONEXÃO? CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS!</a></strong></p>
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		<title>O que são mutações genéticas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
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		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda quais são as principais na Onco-Hematologia e como impactam o tratamento</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-sao-mutacoes-geneticas/">O que são mutações genéticas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da Medicina de precisão tem transformado o diagnóstico e o tratamento das doenças do sangue. Mas você sabe o que são mutações genéticas? Sua identificação passou a ter um papel central na condução clínica de pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<p>Mais do que confirmar o diagnóstico, os testes genéticos ajudam a definir prognóstico, orientar terapias direcionadas e, em muitos casos, prever a resposta ao tratamento.</p>
<h2><strong>Mutações genéticas na Onco-Hematologia</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8291" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg" alt="" width="126" height="126" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1536x1536.jpg 1536w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" /></strong></h2>
<p>As mutações genéticas são alterações no DNA das células, que podem levar ao crescimento descontrolado e ao desenvolvimento do câncer.</p>
<p>Na Onco-Hematologia, especialidade que cuida das doenças do sangue, essas alterações podem estar presentes desde o início da doença ou surgir ao longo da evolução, influenciando diretamente o comportamento tumoral.</p>
<p>Hoje, exames como citogenética, biologia molecular e sequenciamento de nova geração (NGS) permitem identificar essas alterações com maior precisão.</p>
<h2><strong>Principais mutações genéticas nas doenças do sangue</strong></h2>
<p>Diversas mutações já foram descritas e associadas a diferentes doenças. Entre as principais, destacam-se:</p>
<p>BCR-ABL1 (cromossomo Philadelphia): presente principalmente na leucemia mieloide crônica (LMC) e em alguns casos de leucemia linfoide aguda (LLA), essa alteração está diretamente relacionada à ativação de vias de proliferação celular.</p>
<p>FLT3: comum na leucemia mieloide aguda (LMA), está associada a pior prognóstico e maior risco de recaída.</p>
<p>NPM1: também encontrada na LMA, pode estar relacionada a melhor prognóstico em determinados contextos, especialmente na ausência de outras mutações de alto risco.</p>
<p>TP53: associada a diversas neoplasias hematológicas, costuma indicar doença mais agressiva e menor resposta aos tratamentos convencionais.</p>
<p>KRAS e NRAS: podem estar presentes em diferentes doenças e estão relacionadas à ativação de vias de crescimento celular.</p>
<h2><strong>Por que é importante diagnosticar essas mutações?</strong></h2>
<p>A identificação das mutações genéticas é fundamental para uma abordagem mais precisa e individualizada. Entre os principais benefícios estão:</p>
<ul>
<li>Definição mais precisa do diagnóstico</li>
<li>Estratificação de risco</li>
<li>Escolha do tratamento mais adequado</li>
<li>Previsão de resposta terapêutica</li>
<li>Monitoramento da doença ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Em muitos casos, pacientes com a mesma doença podem ter evoluções completamente diferentes, e as mutações ajudam a explicar essas diferenças.</p>
<h2><strong>Terapias direcionadas: como as mutações mudaram o tratamento</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="144" height="144" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></strong></h2>
<p>O conhecimento das alterações genéticas abriu caminho para o desenvolvimento de terapias-alvo, que atua diretamente nos mecanismos da doença.</p>
<p>Alguns exemplos incluem os inibidores de tirosina quinase (TKIs) para pacientes com BCR-ABL1 e os inibidores de FLT3 na leucemia mieloide aguda.</p>
<p>Esses tratamentos tendem a ser mais específicos, com maior eficácia em determinados grupos de pacientes e, em alguns casos, com perfil de toxicidade diferente da quimioterapia convencional.</p>
<h2><strong>Como saber se tenho mutações genéticas?</strong></h2>
<p>A avaliação genética é recomendada em diferentes momentos, dentre eles no diagnóstico inicial, durante o monitoramento da resposta ao tratamento e também em casos de recaída ou refratariedade.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-sao-mutacoes-geneticas/">O que são mutações genéticas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>O que seu PET-CT está dizendo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 01:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como interpretar o exame e o que dizem as cores presentes nele</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/">O que seu PET-CT está dizendo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que seu PET-CT está dizendo para você? Exame amplamente utilizado na Onco-Hematologia, é possível que os resultados gerem dúvidas entre pacientes ao apresentar imagens coloridas e termos técnicos. Aqui vamos explicar, de forma clara, como interpretá-las.</p>
<p>O PET-CT é hoje uma das principais ferramentas utilizadas no acompanhamento de pacientes com câncer, especialmente em doenças como os linfomas. Ao contrário de exames tradicionais, ele não mostra apenas a estrutura do corpo, mas também revela o funcionamento das células.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8284 alignleft" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg" alt="" width="155" height="116" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-300x225.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1024x768.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-768x576.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1536x1152.jpg 1536w" sizes="(max-width: 155px) 100vw, 155px" />Como o exame funciona</strong></h2>
<p>O PET-CT combina duas tecnologias: a tomografia computadorizada, que mostra órgãos e tecidos, e a tomografia por emissão de pósitrons, que avalia a atividade metabólica das células.</p>
<p>Para isso, no exame se utiliza uma substância semelhante à glicose, chamada FDG, injetada no paciente antes do exame. Como as células mais ativas consomem mais energia, elas absorvem maior quantidade dessa substância, o que permite identificar áreas com maior atividade no organismo.</p>
<p>O PET-CT é usado principalmente para avaliar a extensão da doença no organismo, monitorar a resposta ao tratamento e identificar possíveis recidivas. Por isso, os pacientes precisam realizá-lo em diferentes fases da jornada terapêutica.</p>
<h2><strong>E o que significam as cores?<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8285" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg" alt="" width="195" height="195" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" /></strong></h2>
<p>Um dos pontos que mais chamam atenção no exame são as imagens coloridas. Essas cores representam o nível de atividade metabólica em diferentes regiões do corpo. De forma geral:</p>
<p><strong>Preto ou azul:</strong> baixa atividade metabólica ou nenhuma captação significativa do marcador.</p>
<p><strong>Verde ou amarelo:</strong> atividade metabólica moderada, observada em tecidos normais ou inflamação leve.</p>
<p><strong>Vermelho ou branco:</strong> alta atividade metabólica, indicando alta captação de glicose, como em tumores ou inflamações.</p>
<p>A intensidade da cor nas imagens de PET indica o nível de atividade metabólica. Cores de maior  intensidade significam maior atividade metabólica. Cores de menor intensidade indicam menor atividade.</p>
<p>No entanto, atenção! Isso não significa necessariamente presença de câncer. Processos inflamatórios, infecções e até o funcionamento normal de alguns órgãos podem gerar imagens semelhantes.</p>
<h2><strong>O papel do SUV no resultado</strong></h2>
<p>Além das imagens, o laudo do PET-CT traz um indicador chamado SUV (Standardized Uptake Value), que mede quantitativamente a captação da substância.</p>
<p>Valores mais elevados podem sugerir maior atividade celular, mas não são suficientes, isoladamente, para definir diagnóstico ou progressão da doença.</p>
<p>A análise depende do contexto clínico e da comparação com exames anteriores. E, apesar da precisão, o PET-CT não deve ser interpretado de forma isolada. Médicos consideram, além do exame, o histórico do paciente, sintomas e outros resultados laboratoriais.</p>
<p>Os especialistas recomendam é evitar conclusões baseadas apenas na imagem ou nos números do laudo!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/artigos/exames-de-imagem-para-o-mieloma-multiplo-linfomas-e-leucemias/">CONHEÇA OS EXAMES DE IMAGENS USADOS NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER</a></strong></p>
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		<title>Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a indicação do transplante de medula óssea como estratégia de tratamento</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/">Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) é, para muitas doenças hematológicas, uma das principais possibilidades de cura. No entanto, é importante entender que nem sempre TMO é indicado para curar o câncer. Em alguns casos, ele faz parte de uma estratégia mais ampla de tratamento, com outros objetivos igualmente importantes.</p>
<h2><strong>O papel do transplante no tratamento</strong></h2>
<p>O <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">TMO</a> consiste na substituição da medula óssea doente por células-tronco saudáveis, que podem ser do próprio paciente (transplante autólogo) ou de um doador (transplante alogênico). Quando bem-sucedido, ele pode permitir a recuperação da produção normal das células do sangue e, em algumas situações, levar à cura da doença de fato.</p>
<p>No entanto, o resultado do transplante depende de diversos fatores, como o tipo de doença, o estágio em que ela se encontra, a resposta a tratamentos anteriores e as condições clínicas do paciente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-8265" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg" alt="" width="643" height="322" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-300x150.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1024x512.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-768x384.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1536x768.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 643px) 100vw, 643px" /></p>
<h2><strong>Quando o transplante não tem intenção de cura</strong></h2>
<p>Existem situações em que o TMO é indicado sem objetivo curativo, mas sim como parte do controle da doença. Isso pode acontecer, por exemplo no mieloma múltiplo e linfomas. Nestes casos, ele pode ser usado quando:</p>
<ul>
<li>A doença apresenta um comportamento recorrente</li>
<li>Há maior risco de recidiva mesmo após o transplante</li>
<li>O objetivo principal é prolongar a sobrevida e reduzir a carda da doença, melhorando os sintomas</li>
</ul>
<p>Nesses casos, o transplante pode contribuir para prolongar o tempo de controle da doença, aumentar o intervalo sem progressão e proporcionar melhor qualidade de vida.</p>
<h2><strong>Diferenças entre os tipos de transplante</strong></h2>
<p>O tipo de transplante também influencia seu objetivo. Em geral o transplante alogênico (com células de um doador) tem maior potencial curativo, pois envolve também o chamado efeito enxerto contra a doença. Já o transplante autólogo (com células do próprio paciente) é mais frequentemente utilizado como parte do tratamento, ajudando a intensificar a resposta, mas nem sempre com intenção de cura</p>
<p>Importante salientar que cada caso deve ser avaliado individualmente. Mesmo após o transplante, o acompanhamento médico continua sendo fundamental. Isso porque existe a possibilidade de recidiva da doença ou de surgimento de complicações, que precisam ser identificadas e tratadas precocemente.</p>
<p>Além disso, muitos pacientes seguem com outras terapias após o TMO, como forma de manutenção ou controle da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pega-da-medula-ossea-resposta-para-quem-faz-o-tmo/">SAIBA MAIS COMO FUNCIONA A PEGA DA MEDULA ÓSSEA CLICANDO AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Influenza durante o câncer hematológico</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que a gripe pode ser tão perigosa para esses pacientes?</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/">Influenza durante o câncer hematológico</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe costuma ser vista como uma infecção respiratória comum. Mas a Influenza durante o câncer hematológico, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, pode representar um risco muito maior. Isso acontece porque essas doenças e seus tratamentos frequentemente comprometem o sistema imunológico, deixando o organismo mais vulnerável a infecções.</p>
<p>Nesses casos, vírus respiratórios como o da Influenza podem evoluir com mais facilidade para quadros graves, como pneumonia, insuficiência respiratória e necessidade de hospitalização. Por isso, compreender os diferentes tipos de vírus da gripe e saber como se proteger é fundamental para quem convive com estas condições.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8249" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg" alt="" width="112" height="112" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 112px) 100vw, 112px" />O que é a Influenza?</strong></h2>
<p>A Influenza é uma infecção respiratória causada por vírus altamente transmissíveis que se espalham principalmente por gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar. Existem quatro tipos principais de vírus influenza: A, B, C e D, sendo os tipos A e B os principais responsáveis pelas epidemias sazonais de gripe em humanos.</p>
<p>O vírus Influenza A é o mais conhecido por sofrer mutações frequentes, o que dá origem a diferentes variantes que circulam ao longo do tempo.</p>
<p>Uma dessas variantes que vêm circulando aqui no Brasil, e gerando medo/dúvidas nos brasileiros, é a chamada “gripe K”. Mas importante pontuar que não há evidências que mostrem quadros mais graves da infecção, quando comparado com os demais tipos de influenza.</p>
<h2><strong>Por que a gripe pode ser mais grave no câncer hematológico?</strong></h2>
<p>Pacientes com câncer hematológico frequentemente apresentam imunossupressão, que pode ser causada pela própria doença ou pelos tratamentos, como quimioterapia, terapias alvo e transplante de medula óssea.</p>
<p>Isso significa que o organismo pode ter mais dificuldade para combater infecções virais. Como consequência, uma gripe que seria leve para a maioria das pessoas pode evoluir para complicações mais sérias nesses pacientes.</p>
<p>Dentre os principais riscos estão: pneumonia viral ou bacteriana secundária; infecções respiratórias graves; agravamento do estado clínico geral; internação hospitalar.</p>
<h2><strong>Prevenção é o caminho <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6507" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg" alt="" width="149" height="149" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 149px) 100vw, 149px" /></strong></h2>
<p>Algumas medidas simples podem ajudar a reduzir a exposição aos vírus respiratórios.</p>
<p>A vacina da gripe é uma das formas mais importantes de prevenção. Ela não impede totalmente a infecção, mas reduz significativamente o risco de casos graves e hospitalizações. E muito importante: está liberada para uso nos pacientes oncológicos.</p>
<p>Além disse é importante sempre manter as mãos bem higienizadas, evitar contato com pessoas já gripadas, usar máscara quando necessário e manter os ambientes bem ventilados.</p>
<p>E se notar qualquer sintoma gripa, procure um médico!</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/">Influenza durante o câncer hematológico</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão fala ao G1 sobre linfoma ligado à prótese de silicone</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/dr-breno-gusmao-fala-ao-g1-sobre-linfoma-ligado-a-protese-de-silicone/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:59:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8232</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tipo de câncer associado a implantes mamários pode surgir anos após a cirurgia e costuma ser identificado a partir de alterações como inchaço e acúmulo de líquido</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/dr-breno-gusmao-fala-ao-g1-sobre-linfoma-ligado-a-protese-de-silicone/">Dr. Breno Gusmão fala ao G1 sobre linfoma ligado à prótese de silicone</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista ao portal G1, o Dr. Breno Gusmão explicou sobre o linfoma ligado à prótese de silicone, um subtipo raro da doença que pode ser tratado com cirúrgia.</p>
<p>“O linfoma anaplásico de grandes células associado ao implante mamário é um câncer do sistema linfático. Ele não se origina na mama, mas acaba se manifestando ali porque o gatilho é a presença da prótese, que pode provocar uma inflamação crônica ao longo do tempo”, comentou o médico.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://g1.globo.com/google/amp/saude/noticia/2026/02/04/influenciadora-descobre-linfoma-associado-a-proteses-mamarias-entenda-tipo-de-cancer-ligado-a-implantes.ghtml">VEJA A REPORTAGEM COMPLETA CLICANDO AQUI</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/dr-breno-gusmao-fala-ao-g1-sobre-linfoma-ligado-a-protese-de-silicone/">Dr. Breno Gusmão fala ao G1 sobre linfoma ligado à prótese de silicone</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Doença Residual Mínima (DRM) no câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 22:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender a presença de células doentes no organismo, mesmo que em quantidades mínimas, faz importante diferença na jornada do paciente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo quando os exames tradicionais indicam que a neoplasia maligna está controlada, pequenas quantidades de células doentes podem permanecer no organismo. É nesse ponto que entra a chamada Doença Residual Mínima (DRM) no câncer, um conceito que tem transformado a forma como médicos avaliam a resposta ao tratamento em diversas doenças onco-hematológicas.</p>
<p>Cada vez mais, a DRM se torna um dos principais indicadores de sucesso terapêutico e de prognóstico para os pacientes.</p>
<h2><strong>O que é Doença Residual Mínima</strong></h2>
<p>A Doença Residual Mínima (DRM) corresponde à presença de uma quantidade muito pequena de células cancerosas que não é detectada pelos exames convencionais, como o hemograma ou a biópsia padrão. Para identificá-la, são necessários métodos capazes de encontrar uma célula doente entre milhares ou até milhões de células saudáveis.</p>
<h2><strong>E </strong><strong>por que a DRM é tão importante? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8223" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393.jpg" alt="" width="142" height="142" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393.jpg 800w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 142px) 100vw, 142px" /></strong></h2>
<p>A detecção da DRM permite avaliar com maior precisão se o tratamento realmente eliminou a doença ou se ainda há risco de recaída. Pacientes que atingem DRM negativa, por exemplo, apresentam maior chance de remissão prolongada e melhores resultados clínicos. Por outro lado, a presença de DRM positiva pode indicar a necessidade de ajustar o tratamento.</p>
<p>A avaliação da DRM é especialmente relevante em doenças como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Nessas condições, ela auxilia os médicos a monitorar a eficácia das terapias utilizadas, prever o risco de recidiva, personalizar o plano de tratamento e decidir sobre a necessidade de transplante de medula óssea ou manutenção terapêutica</p>
<h2><strong>Tecnologia a serviço de melhores desfechos</strong></h2>
<p>Com o avanço das tecnologias laboratoriais, a análise da DRM se tornou mais acessível e confiável. Essas ferramentas ajudam a identificar precocemente sinais de retorno da doença, possibilitando intervenções rápidas e mais eficazes.</p>
<p>A partir de uma amostra do sangue de medula óssea ou sangue periférico, é possível avaliar a presença de células cancerígenas remanescentes em exames altamente sensíveis, como o de citometria de fluxo e o PCR.</p>
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		<title>Linfoma de Hodgkin em jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 21:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este câncer acomete com maior frequência pessoas entre 15 e 35 anos. Conheça os sinais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O linfoma de Hodgkin (LH) tem sido bastante noticiado pela mídia nestas últimas semanas. Isso porque, infelizmente, duas mulheres jovens faleceram recentemente durante o tratamento da doença: a influenciadora Isabel Veloso, de 19 anos, e a ginasta Isabelle Marciniak, de 18 anos.</p>
<p>É importante dizer que, embora possa surgir em qualquer idade, este tipo de câncer é realmente mais frequente em adolescentes e adultos jovens, geralmente entre os 15 e 35 anos. Porém, nesta faixa etária, diferente do que muitos podem estar pensando agora, a possibilidade de cura é grande na maior parte dos casos.</p>
<h2><strong>O que é o linfoma de Hodgkin?</strong></h2>
<p>Antes de tudo é importante conhecer o linfoma de Hodgkin, condição caracterizada pela presença das chamadas células de Reed-Sternberg, identificadas por meio de exames laboratoriais. Essas células anormais se desenvolvem nos linfonodos, popularmente conhecidos como ínguas, e podem se espalhar para outras partes do sistema linfático e órgãos próximos.</p>
<p>Diferentemente de outros tipos de câncer, o linfoma de Hodgkin costuma ter evolução previsível e boa resposta ao tratamento, especialmente quando diagnosticado em fases iniciais.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8209" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2250714173.jpg" alt="" width="115" height="115" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2250714173.jpg 700w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2250714173-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2250714173-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 115px) 100vw, 115px" />E por que o linfoma de Hodgkin acomete mais jovens?</strong></h2>
<p>Ainda não existe uma causa única definida, mas estudos indicam que fatores relacionados ao sistema imunológico e infecções virais, como o vírus Epstein-Barr, podem contribuir para o desenvolvimento da doença em pessoas jovens.</p>
<p>Além disso, nessa faixa etária, o sistema linfático é altamente ativo, o que pode explicar, em parte, a maior incidência do linfoma de Hodgkin nesse grupo.</p>
<h2><strong>Atenção aos alertas do corpo</strong></h2>
<p>Os sintomas mais frequentes incluem:</p>
<ul>
<li>Aumento indolor dos linfonodos, especialmente no pescoço, axilas ou virilha</li>
<li>Febre persistente sem causa aparente</li>
<li>Suor noturno intenso</li>
<li>Perda de peso involuntária</li>
<li>Cansaço excessivo</li>
<li>Coceira pelo corpo sem motivo aparente</li>
</ul>
<p>A persistência desses sintomas deve sempre motivar uma avaliação médica detalhada. O diagnóstico do linfoma de Hodgkin envolve uma combinação de exames clínicos, de imagem e laboratoriais. A confirmação ocorre por meio da biópsia do linfonodo, que permite a análise das células ao microscópio.</p>
<p>Exames como tomografia, PET-CT e exames de sangue ajudam a determinar a extensão da doença e a definir o melhor plano terapêutico.</p>
<h4><strong>Tratamento e chances de cura <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6980" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Shutterstock_2275727933.jpg" alt="" width="149" height="137" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Shutterstock_2275727933.jpg 484w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Shutterstock_2275727933-300x275.jpg 300w" sizes="(max-width: 149px) 100vw, 149px" /></strong></h4>
<p>O tratamento do linfoma de Hodgkin geralmente combina quimioterapia e, em alguns casos, radioterapia. Em situações específicas, podem ser indicadas terapias-alvo ou transplante de medula óssea.</p>
<p>A boa notícia é que o linfoma de Hodgkin está entre os cânceres com maiores taxas de cura, especialmente em jovens. Em muitos casos, as chances de controle definitivo da doença ultrapassam 80%, podendo ser ainda maiores quando o diagnóstico é precoce.</p>
<p>Os avanços terapêuticos também têm permitido abordagens mais personalizadas, com foco não apenas na cura, mas na preservação da fertilidade, da saúde cardiovascular e da qualidade de vida a longo prazo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-comeca-o-linfoma-de-hodgkin/">SAIBA COMO COMEÇA O LINFOMA DE HODGKIN. CLIQUE AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Existe um exame que detecta o câncer no corpo todo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 22:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça mais sobre o PET-CT, importante ferramenta no diagnóstico oncológico</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço das tecnologias de imagem transformou profundamente o diagnóstico e o acompanhamento oncológico. Mas, existe um exame que detecta o câncer no corpo todo? Dentre as ferramentas que mais se destacam nesse cenário está o PET-CT, capaz de avaliar o corpo inteiro em um único procedimento e oferecer informações que vão além da anatomia, revelando a atividade metabólica das células.</p>
<p>Cada vez mais presente na prática clínica, este exame é essencial, com impacto direto tanto no tratamento de tumores sólidos quanto nos cânceres hematológicos, como linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<h2><strong>O que é o PET-CT e como o exame funciona</strong></h2>
<p>O PET-CT é a combinação de duas tecnologias: a tomografia computadorizada (CT), responsável por gerar imagens detalhadas das estruturas do corpo, e a tomografia por emissão de pósitrons (PET), que avalia o metabolismo celular.</p>
<p>Antes do exame, o paciente recebe uma pequena quantidade de um radiofármaco, geralmente a fluordesoxiglicose (FDG), uma substância semelhante à glicose. Como as células cancerígenas tendem a consumir mais energia, elas captam mais essa substância, tornando-se visíveis nas imagens como áreas de maior atividade metabólica.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8204" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391.jpg" alt="" width="111" height="111" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391.jpg 800w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 111px) 100vw, 111px" />Por que o PET-CT é considerado um exame tão completo</strong></h2>
<p>Diferentemente de exames de imagem convencionais, o PET-CT permite identificar doença ativa mesmo quando ainda não há alterações estruturais evidentes. Isso faz com que o exame seja especialmente útil para detectar a presença do câncer, avaliar sua extensão e acompanhar a resposta ao tratamento.</p>
<p>Na prática, o PET-CT ajuda a responder perguntas fundamentais para o planejamento terapêutico: onde a doença está, qual a sua intensidade e como ela está reagindo às intervenções médicas.</p>
<p>Ele pode ser solicitado em diferentes fases da jornada oncológica. Entre as principais indicações estão o estadiamento inicial do câncer, a avaliação da resposta ao tratamento e a investigação de possíveis recidivas.</p>
<h2><strong>PET-CT e os cânceres hematológicos</strong></h2>
<p>Nos cânceres hematológicos, o PET-CT tem papel de destaque, especialmente no diagnóstico e acompanhamento dos linfomas. Para muitos subtipos da doença, o exame é considerado padrão, tanto no estadiamento quanto na avaliação da resposta terapêutica.</p>
<p>No mieloma múltiplo, o PET-CT vem sendo cada vez mais utilizado para identificar lesões ósseas metabolicamente ativas, avaliar doença fora da medula óssea e monitorar a atividade da doença ao longo do tratamento. Em algumas situações específicas, também pode ser útil em leucemias, sobretudo quando há suspeita de comprometimento extramedular.</p>
<p>Mas apesar de sua alta sensibilidade, o PET-CT não substitui exames fundamentais no diagnóstico do câncer. Ele atua de forma complementar a métodos como tomografia, ressonância magnética, exames laboratoriais e biópsias.</p>
<p>Nos cânceres hematológicos, por exemplo, procedimentos como mielograma e biópsia de medula óssea continuam sendo indispensáveis para confirmar o diagnóstico e definir o subtipo da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/tomografia-ressonancia-ou-pet-scan-entenda-estes-exames/">CONHEÇA A DIFRENÇA ENTRE PET-CT E TOMOGRAFIA. CLIQUE AQUI!</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Tipo de prótese mamária pode causar linfoma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma na mama]]></category>
		<category><![CDATA[prótese mamária]]></category>
		<category><![CDATA[prótese texturisada]]></category>
		<category><![CDATA[silicone]]></category>
		<category><![CDATA[silicone causa câncer]]></category>
		<category><![CDATA[silicone causa linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[silicone texturizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Silicone texturizado está ligado com mais de 500 casos da doença em todo o mundo Uma notícia recente vem causando preocupação em mulheres que têm próteses mamárias texturizadas. Isso porque algumas delas apresentaram um tipo de linfoma muito raro associado ao uso deste tipo de silicone, o linfoma anaplásico de grandes células. Inclusive, a marca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Silicone texturizado está ligado com mais de 500 casos da doença em todo o mundo</strong><span id="more-5838"></span></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5839" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Silicone-Matéria.jpg" alt="" width="325" height="520" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Silicone-Matéria.jpg 500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Silicone-Matéria-188x300.jpg 188w" sizes="(max-width: 325px) 100vw, 325px" />Uma notícia recente vem causando preocupação em mulheres que têm próteses mamárias texturizadas. Isso porque algumas delas apresentaram um tipo de linfoma muito raro associado ao uso deste tipo de silicone, o linfoma anaplásico de grandes células.</p>
<p>Inclusive, a marca Allergan já retirou este produto do mercado. É importante salientar que as próteses mamárias texturizadas também são produzidas por outras empresas, mas como não apresentaram nenhum tipo de problema, continuam sendo comercializadas.</p>
<p>“Ainda não se sabe o real motivo, mas algumas mulheres começaram a desenvolver algum tipo de inflamação devido ao uso deste material, que possibilita o surgimento deste linfoma bastante raro. No local, é possível que surja uma espécie de massa tumoral. Mas não é motivo para alarde, porque os casos são realmente muito incomuns”, explica Dr. Breno Gusmão, onco-hematologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo e Hospital Santa Lúcia.</p>
<p>Em todo o mundo, o FDA (agência norte-americana que regula medicamentos e produtos médicos nos EUA), contabilizou 573 mulheres diagnosticadas com linfoma por conta da prótese mamária, desde o final de 2018.</p>
<p>“É tudo muito recente, mas o tratamento principal é retirar a prótese. Caso o linfoma tenha se espalhado para outros regiões, órgãos e linfonodos, aí sim será necessário dar início à quimioterapia, radioterapia. O transplante de medula óssea também pode ser indicado. Por isso, é importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer sintoma diferente em seu corpo, e caso notem algo estranho, que procure por um hematologista”, salienta Dr. Breno.</p>
<h4><strong>Entenda o linfoma anaplásico de grandes células</strong></h4>
<p>O linfoma é um tipo de câncer que têm início no sistema linfático, quando os linfócitos, um tipo de glóbulo branco, começam a se reproduzir de maneira excessiva, deixam de exercer sua função de defesa contra vírus e bactérias, e tornam-se malignos.</p>
<p>São duas as classificações: linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin. Neste segundo, são mais de 80 os subtipos existentes, e o linfoma anaplásico de grandes células é um deles.</p>
<p>Seu surgimento é mais comum em crianças e adultos jovens, mas as pessoas mais velhas não estão livres do diagnóstico. Ele começa nos gânglios linfáticos (como no caso da mama) e pode atingir a pele. Seu crescimento é bastante rápido, por isso é muito importante ficar atento aos sintomas, como gânglios aumentados (carocinhos), febre persistente, suor noturno, cansaço sem motivo aparente. O tratamento, na maior parte dos casos, é feito com quimioterapia agressiva e apresenta bons resultados.</p>
<p>Para entender melhor sobre o linfoma não-Hodgkin, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/linfoma-nao-hodgkin-lnh/">clique aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/tipo-de-protese-mamaria-pode-causar-linfoma/">Tipo de prótese mamária pode causar linfoma</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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