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	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<item>
		<title>Mieloma múltiplo afeta os dentes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 20:07:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de reduzir o risco de infecções, os cuidados bucais ajudam a prevenir complicações relacionadas ao tratamento, como a osteonecrose da mandíbula</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-afeta-os-dentes/">Mieloma múltiplo afeta os dentes?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em mieloma múltiplo, é comum que o foco esteja no controle da doença, na quimioterapia, nas imunoterapias e nos novos medicamentos. No entanto, a saúde do dentes também deve fazer parte desta lista de cuidados, pois faz toda a diferença na qualidade de vida e na segurança do tratamento.</p>
<p>O mieloma múltiplo afeta diretamente o sistema imunológico e os ossos, tornando o paciente mais suscetível a infecções e complicações orais. Além disso, medicamentos frequentemente utilizados para proteger os ossos, como os bifosfonatos e o denosumabe, exigem atenção redobrada com a boca e os dentes.</p>
<h2><strong>Por que pacientes com mieloma múltiplo precisam cuidar mais da saúde bucal?</strong></h2>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8409" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2680422407.png" alt="" width="154" height="154" /></strong></h2>
<p>Pacientes com mieloma múltiplo podem apresentar redução da resposta imunológica devido à própria doença e aos tratamentos realizados. Isso aumenta o risco de infecções, inclusive na cavidade oral.</p>
<p>Problemas aparentemente simples, como cáries, gengivite ou doença periodontal, podem evoluir para infecções mais graves se não forem tratados adequadamente.</p>
<p>Além disso, alguns tratamentos podem provocar efeitos colaterais que impactam diretamente a boca, como: boca seca (xerostomia); inflamação da mucosa oral (mucosite); alterações no paladar; maior sensibilidade dentária; dificuldade para mastigar ou engolir em alguns casos.</p>
<p>Esses sintomas podem comprometer a alimentação, favorecer a perda de peso e reduzir a qualidade de vida durante o tratamento.</p>
<h2><strong>Osteonecrose da mandíbula: uma complicação que pode ser evitada</strong></h2>
<p>Uma das principais preocupações dos especialistas é a osteonecrose dos maxilares relacionada à medicação (MRONJ), uma complicação rara, porém potencialmente grave, associada principalmente ao uso de bifosfonatos e do denosumabe, medicamentos muito utilizados para reduzir o risco de fraturas e outras complicações ósseas no mieloma múltiplo.</p>
<p>A osteonecrose ocorre quando uma área do osso da mandíbula ou da maxila deixa de cicatrizar adequadamente, podendo permanecer exposta por semanas. Entre os sinais e sintomas estão:</p>
<ul>
<li>Dor persistente</li>
<li>Exposição óssea na boca</li>
<li>Dificuldade para mastigar</li>
<li>Inchaço</li>
<li>Infecção local</li>
<li>Mobilidade dentária sem outra causa aparente</li>
</ul>
<p>Embora a complicação seja incomum, o risco aumenta após procedimentos odontológicos invasivos, como extrações dentárias e implantes realizados durante o tratamento.</p>
<h2><strong>Avaliação odontológica antes de iniciar o tratamento</strong></h2>
<p>Por esse motivo, especialistas recomendam que todo paciente com mieloma múltiplo realize uma avaliação odontológica antes de iniciar medicamentos que atuam sobre o metabolismo ósseo.</p>
<p>Nessa consulta, o dentista pode identificar e tratar infecções, remover dentes com indicação de extração, ajustar próteses mal adaptadas e orientar medidas preventivas que reduzem o risco de complicações futuras.</p>
<p>Esse planejamento permite que procedimentos odontológicos necessários sejam realizados antes do início da terapia, quando possível.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8410" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2586353803.png" alt="" width="582" height="191" /></p>
<h2><strong>Como manter a saúde bucal durante o tratamento?</strong></h2>
<p>Algumas medidas simples fazem parte do cuidado integral do paciente:</p>
<p>&#8211; Escovar os dentes com escova de cerdas macias após as refeições</p>
<p>&#8211; Passar fio dental diariamente, conforme orientação do dentista</p>
<p>&#8211; Manter boa hidratação para reduzir a sensação de boca seca</p>
<p>&#8211; Não fumar e evitar consumo excessivo de álcool</p>
<p>&#8211; Comparecer regularmente às consultas odontológicas</p>
<p>&#8211; Comunicar imediatamente qualquer dor, sangramento, ferida ou exposição óssea ao hematologista e ao cirurgião-dentista!</p>
<p>Também é fundamental que qualquer procedimento odontológico seja discutido previamente com a equipe responsável pelo tratamento do mieloma múltiplo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-nao-e-um-cancer-dos-ossos/">MIELOMA MÚLTIPLO NÃO É UM CÂNCER ÓSSEO. CLIQUE E SAIBA MAIS!</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mieloma múltiplo: para entrar em remissão, precisa fazer transplante de medula óssea?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-para-entrar-em-remissao-precisa-fazer-transplante-de-medula-ossea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 20:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda qual é o papel do TMO e quando ele é indicado </p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-para-entrar-em-remissao-precisa-fazer-transplante-de-medula-ossea/">Mieloma múltiplo: para entrar em remissão, precisa fazer transplante de medula óssea?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das dúvidas mais comuns entre pessoas diagnosticadas com mieloma múltiplo é se o transplante de medula óssea (TMO) é obrigatório para que a doença entre em remissão. A resposta é: não necessariamente.</p>
<p>Embora o transplante autólogo (feito com as próprias células do paciente) continue sendo uma das principais estratégias terapêuticas, ele não é o único caminho para alcançar uma resposta profunda ao tratamento. Até porque, nem todo mundo será elegível à sua realização.</p>
<p>Com os avanços da Hematologia, muitos pacientes conseguem atingir a remissão utilizando combinações medicamentosas bem inovadores, que incluem imunomoduladores, inibidores do proteassoma e anticorpos monoclonais.</p>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8404" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-scaled.jpg" alt="" width="120" height="124" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-scaled.jpg 2480w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-291x300.jpg 291w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-992x1024.jpg 992w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-768x793.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-1488x1536.jpg 1488w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-1984x2048.jpg 1984w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" />O que significa entrar em remissão do mieloma?</strong></h2>
<p>Remissão significa que o tratamento foi capaz de reduzir significativamente a quantidade de células do mieloma no organismo.</p>
<p>Ela pode ser parcial ou completa, dependendo dos resultados dos exames. Em alguns casos, também é possível alcançar a chamada doença residual mínima (DRM) negativa, quando métodos altamente sensíveis não conseguem detectar células do mieloma.</p>
<p>É importante destacar que remissão não significa cura. O mieloma múltiplo ainda é considerado uma doença crônica e, mesmo após excelentes respostas ao tratamento, o paciente continua sendo acompanhado pelo hematologista.</p>
<h2><strong>O transplante de medula é obrigatório para alcançar a remissão?</strong></h2>
<p>Não! Muitos pacientes já apresentam uma resposta excelente logo após o tratamento inicial, conhecido como terapia de indução. Isso ocorre porque os esquemas terapêuticos evoluíram de forma significativa nos últimos anos.</p>
<p>A introdução de anticorpos monoclonais, como o daratumumabe, combinados com outras classes de medicamentos, aumentou a taxa de respostas profundas e elevou o número de pacientes que alcançam remissão antes mesmo do transplante.</p>
<h2><strong>Então, qual é a função do TMO?</strong></h2>
<p>No mieloma múltiplo, o objetivo do transplante não é apenas induzir a remissão, mas aprofundar essa resposta e prolongar o tempo em que a doença permanece controlada.</p>
<p>Após a terapia inicial, o transplante autólogo pode eliminar uma quantidade ainda maior de células do mieloma, aumentando as chances de atingir respostas mais profundas, como a doença residual mínima negativa, além de prolongar a sobrevida livre de progressão.</p>
<p>Em outras palavras, o transplante ajuda a tornar uma boa resposta ainda melhor.</p>
<h2><strong>Todo paciente precisa fazer transplante? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="136" height="136" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 136px) 100vw, 136px" /></strong></h2>
<p>Também não. A indicação depende de diversos fatores, como idade do paciente, condições clínicas, presença de outras doenças, alterações genéticas do mieloma e resposta ao tratamento inicial.</p>
<p>Além disso, existem pacientes que não são candidatos ao procedimento e podem apresentar excelentes resultados apenas com tratamento medicamentoso.</p>
<p>Importante lembrar que, mesmo quando o paciente entra em remissão, geralmente é necessário manter o acompanhamento com consultas periódicas e, em muitos casos, realizar o chamado tratamento de manutenção.</p>
<p>Essa etapa tem como objetivo prolongar a remissão e retardar ao máximo uma possível recaída.</p>
<p>A decisão sobre o tratamento, com ou sem TMO, deve ser individualizada e feita por um médico hematologista.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-por-quanto-tempo-deve-durar-o-tratamento-de-manutencao/">CLIQUE AQUI E SAIBA QUANTO TEMPO DEVE DURAR O TRATAMENTO DE MANUTENÇÃO NO MIELOMA</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quais-sao-as-infeccoes-mais-comuns-apos-o-transplante-de-medula-ossea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja como preveni-las!</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quais-sao-as-infeccoes-mais-comuns-apos-o-transplante-de-medula-ossea/">Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) representa uma das principais alternativas de tratamento para doenças como leucemias, linfomas, mieloma múltiplo, síndromes mielodisplásicas e anemia aplásica. Mas, apesar dos avanços que tornaram o procedimento cada vez mais seguro, o período de recuperação exige atenção especial a um dos maiores desafios do pós-transplante: as infecções.</p>
<p>Nas primeiras semanas após o procedimento, o organismo passa por uma intensa reconstrução do sistema imunológico. Até que as novas células de defesa sejam produzidas em quantidade suficiente, bactérias, vírus e fungos podem encontrar um ambiente favorável para causar infecções, algumas potencialmente graves.</p>
<p>Embora esse risco seja esperado, ele varia conforme o tipo de transplante, a doença de base e o tempo de recuperação do sistema imunológico.</p>
<h2><strong>Por que o risco de infecção aumenta após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p>O sistema imunológico passa por diferentes fases de recuperação após o transplante.</p>
<p>Nos primeiros dias, a principal preocupação é a neutropenia, quando há redução dos neutrófilos, células responsáveis por combater bactérias e fungos. Já nos meses seguintes, mesmo com a recuperação gradual dessas células, outras partes do sistema imunológico continuam imaturas, principalmente em pacientes submetidos ao transplante alogênico.</p>
<p>Além disso, medicamentos utilizados para prevenir ou tratar a doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) diminuem a resposta imunológica, prolongando o período de maior vulnerabilidade.</p>
<p>O paciente transplantado precisa reconstruir praticamente todo o sistema imunológico. Por isso, mesmo infecções consideradas simples podem evoluir rapidamente se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente.</p>
<h2><strong>Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8381" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-scaled.jpg" alt="" width="694" height="344" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-300x149.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-1024x507.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-768x380.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-1536x761.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-2048x1014.jpg 2048w" sizes="(max-width: 694px) 100vw, 694px" /></p>
<p>As infecções variam conforme o tempo após o transplante e o grau de imunossupressão.</p>
<p>Infecções bacterianas são as primeiras a aparecer. Durante o primeiro mês após o transplante, as bactérias costumam representar a principal ameaça. São elas: infecção da corrente sanguínea (bacteremia); pneumonia; infecção urinária; infecções relacionadas ao cateter venoso central.</p>
<p>A febre costuma ser o primeiro sinal de alerta e, muitas vezes, pode ser o único sintoma inicial.</p>
<p>Já os vírus podem ser reativados meses depois. Alguns permanecem no organismo por toda a vida e podem voltar a se multiplicar quando a imunidade diminui. Entre os mais monitorados estão: citomegalovírus (CMV);  herpes simples;  herpes-zóster;  vírus Epstein-Barr (EBV);  influenza; vírus sincicial respiratório; COVID.</p>
<p>Dependendo do vírus, o paciente pode apresentar febre, lesões na pele, diarreia, pneumonia ou comprometimento de diferentes órgãos.</p>
<p>Os fungos também merecem atenção. As infecções fúngicas costumam acometer pacientes com imunossupressão prolongada.</p>
<p>Os principais agentes são espécies de Candida e Aspergillus, capazes de causar desde infecções na boca até pneumonias invasivas. Por esse motivo, muitos pacientes recebem medicamentos antifúngicos preventivos durante parte da recuperação.</p>
<p>Para cada tipo de infecção, o hematologista indicará o medicamento ideal: antibióticos, antivirais, antifúngicos.</p>
<h2><strong>É possível prevenir infecções após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p>Embora nem todas as infecções possam ser evitadas, diversos cuidados reduzem significativamente esse risco:</p>
<ul>
<li>Higiene frequente das mãos</li>
<li>Evitar contato com pessoas gripadas ou com doenças infecciosas</li>
<li>Manter os alimentos bem higienizados</li>
<li>Consumir somente água potável</li>
<li>Seguir corretamente o esquema de medicamentos preventivos</li>
<li>Manter o calendário vacinal atualizado conforme orientação médica</li>
<li>Comparecer a todas as consultas de acompanhamento</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/o-que-acontece-quando-o-corpo-rejeita-a-medula-ossea-apos-o-transplante/"><strong>O que acontece quando o corpo rejeita a medula óssea após o TMO? Clique e saiba mais!</strong></a></p>
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		<item>
		<title>CAR-T Cell brasileiro: pacientes apresentam 87,5% de resposta em estudo contra leucemia e linfoma</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/car-t-cell-brasileiro-pacientes-apresentam-875-de-resposta-em-estudo-contra-leucemia-e-linfoma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 20:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamento desenvolvido no Brasil pode ampliar o acesso e futuramente ser incorporado ao SUS</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/car-t-cell-brasileiro-pacientes-apresentam-875-de-resposta-em-estudo-contra-leucemia-e-linfoma/">CAR-T Cell brasileiro: pacientes apresentam 87,5% de resposta em estudo contra leucemia e linfoma</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia CAR-T Cell desenvolvida no Brasil deu mais um passo importante no tratamento da leucemia e do linfoma. Resultados preliminares de um estudo clínico mostraram uma taxa de resposta de 87,5% em pacientes com cânceres hematológicos que já haviam passado por outras linhas de tratamento sem sucesso. Os dados reforçam o potencial da tecnologia nacional e aumentam a expectativa de que, no futuro, o Sistema Único de Saúde (SUS) ofereça esse tratamento aos pacientes.</p>
<p>A pesquisa é conduzida pelo Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Instituto Butantan e o Ministério da Saúde. Até o momento, 25 pacientes receberam a terapia no estudo clínico, que segue em andamento para avaliar sua eficácia e segurança em um número maior de participantes.</p>
<h2><strong>O que é a terapia CAR-T?</strong></h2>
<p>A terapia CAR-T Cell representa uma das principais inovações da medicina no tratamento de alguns cânceres do sangue. Diferentemente da quimioterapia, ela utiliza as próprias células de defesa do paciente para combater a doença.</p>
<p>O tratamento começa com a coleta dos linfócitos T, células do sistema imunológico responsáveis pela defesa do organismo. Em laboratório, essas células passam por uma modificação genética para receber um receptor chamado CAR (Chimeric Antigen Receptor), que permite reconhecer e atacar especificamente as células cancerígenas. Depois da modificação genética, a equipe responsável multiplica essas células em laboratório e as devolve ao organismo do paciente para que reconheçam e ataquem as células cancerígenas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8376" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="695" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-300x81.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-1024x278.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-768x208.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-1536x417.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-2048x556.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h2><strong>Em quais doenças a terapia pode ser utilizada?</strong></h2>
<p>Nesta etapa da pesquisa, a terapia está sendo estudada em pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B, especialmente nos casos em que a doença voltou após o tratamento ou não respondeu às terapias convencionais, como quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea.</p>
<p>Mas já há medicamentos aprovados no Brasil, e que estão disponíveis nos planos de saúde, para linfomas de células B, leucemia aguda de células B e mieloma múltiplo.</p>
<h2><strong>O que significam os resultados do CAR-T brasileiro?</strong></h2>
<p>Segundo os pesquisadores, a taxa de resposta de 87,5% significa que a maior parte dos pacientes apresentou redução importante ou desaparecimento das células tumorais após o tratamento. Embora os resultados pareçam bastante promissores, os pesquisadores ainda precisam acompanhar esses pacientes por mais tempo para confirmar a duração das respostas e avaliar a segurança da terapia.</p>
<p>O desenvolvimento nacional da tecnologia pode reduzir custos e ampliar o acesso a uma terapia que, atualmente, está entre os tratamentos oncológicos mais caros do mundo.</p>
<p>Após a conclusão dos estudos clínicos e da análise regulatória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o SUS poderá incorporar a terapia. Dessa forma, ampliará o acesso de pacientes de diferentes regiões do país a esse tratamento e reduzindo a dependência de tecnologias importadas.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/car-t-cell-brasileiro-pacientes-apresentam-875-de-resposta-em-estudo-contra-leucemia-e-linfoma/">CAR-T Cell brasileiro: pacientes apresentam 87,5% de resposta em estudo contra leucemia e linfoma</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>O que acontece quando o corpo rejeita a medula óssea após o transplante?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 22:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba mais sobre a chamada falha da enxertia</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/o-que-acontece-quando-o-corpo-rejeita-a-medula-ossea-apos-o-transplante/">O que acontece quando o corpo rejeita a medula óssea após o transplante?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) representa, para muitos pacientes com doenças hematológicas, como a leucemia, linfoma e mieloma múltiplo, uma importante possibilidade de tratamento e, em alguns casos, de cura. No entanto, assim como acontece em outros tipos de transplante, esse procedimento exige um delicado processo de adaptação entre o organismo do paciente e as células recebidas do doador.</p>
<p>Quando essa adaptação não acontece da maneira esperada, podem surgir complicações relacionadas à chamada “rejeição” da medula óssea, um dos principais desafios no período pós-transplante.</p>
<h2><strong>Mas, afinal, o que isso significa?</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8368" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-240x300.jpg" alt="" width="133" height="166" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-240x300.jpg 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-819x1024.jpg 819w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-768x960.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-1229x1536.jpg 1229w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-1638x2048.jpg 1638w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743.jpg 2000w" sizes="(max-width: 133px) 100vw, 133px" /></strong></h2>
<p>De forma simplificada, após o transplante, espera-se que as células-tronco transplantadas (sejam estas de um doador ou do próprio paciente) consigam chegar até a medula óssea do paciente, se estabelecer naquele ambiente e começar a produzir normalmente as novas células do sangue, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.</p>
<p>Quando esse processo não acontece adequadamente, pode ocorrer o que os especialistas chamam de falha de enxertia, situação em que a nova medula não consegue se estabelecer ou simplesmente deixa de funcionar como deveria.</p>
<p>Na prática, isso significa que o organismo continua sem recuperar sua capacidade normal de produzir células sanguíneas, mantendo o paciente vulnerável a complicações como anemia grave, infecções frequentes e sangramentos.</p>
<h2><strong>Fatores de risco no TMO <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8330" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-300x288.jpg" alt="" width="171" height="164" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-300x288.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-768x738.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg 783w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" /></strong></h2>
<p>Existem diferentes fatores que podem contribuir para essa falha. Entre eles estão incompatibilidades imunológicas entre doador e receptor, infecções durante o período pós-transplante, número insuficiente de células transplantadas ou até reações do próprio sistema imunológico do paciente contra as células recebidas.</p>
<p>Outra complicação importante que costuma ser associada ao pós-transplante é a Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro (DECH). Nesse caso, o que acontece é o contrário: as células do doador passam a reconhecer o organismo do paciente como algo estranho e começam a atacar tecidos saudáveis, podendo atingir órgãos como pele, intestino, fígado, olhos e pulmões.</p>
<p>Embora sejam situações diferentes, tanto a falha de enxertia quanto a DECH exigem acompanhamento rigoroso e monitoramento constante da equipe médica.</p>
<p>Os primeiros meses após o transplante costumam ser decisivos, justamente porque é nesse período que os especialistas avaliam se houve a chamada “pega da medula”, ou seja, se o organismo conseguiu aceitar as novas células e retomar a produção sanguínea de forma adequada.</p>
<p>Quando há sinais de rejeição ou falha no enxerto, o tratamento pode envolver medicamentos imunossupressores, novas estratégias terapêuticas e, em alguns casos, até a necessidade de um novo transplante.</p>
<p>Apesar dos riscos, os avanços nas técnicas de compatibilidade, no controle imunológico e no acompanhamento especializado têm aumentado cada vez mais a segurança e a eficácia dos transplantes.</p>
<p>Por isso, compreender o que acontece após o procedimento é parte importante da jornada do paciente: o transplante não termina no dia da infusão das células. É no acompanhamento contínuo que grande parte do sucesso do tratamento acontece.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/antes-e-depois-do-transplante-de-medula-ossea/"><strong>VEJA MAIS SOBRE ACONTECE O ANTES E DE DEPOIS DO TMO. CLIQUE AQUI!</strong></a></p>
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		<title>Quem faz transplante de medula pode ter filhos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamento pode impactar planos futuros de gravidez</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quem-faz-transplante-de-medula-pode-ter-filhos/">Quem faz transplante de medula pode ter filhos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8360" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-300x300.jpg" alt="" width="195" height="195" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-1536x1536.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115.jpg 2000w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" />O transplante de medula óssea (TMO) representa uma etapa importante no tratamento de diversas doenças hematológicas, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Com os avanços da medicina, cada vez mais pacientes conseguem superar a doença e retomar sua rotina após o tratamento.</p>
<p>Mas, junto com a recuperação, uma dúvida costuma surgir com frequência entre pacientes e familiares: quem faz transplante de medula pode ter filhos?</p>
<p>Se conseguir preservar a a fertilidade, sim. Mas dependendo do tipo de tratamento realizado antes e durante o transplante, a capacidade reprodutiva pode ser temporária ou permanentemente impactada.</p>
<h2><strong>Por que o transplante de medula óssea pode afetar a fertilidade?</strong></h2>
<p>Antes do transplante, muitos pacientes precisam passar por um processo chamado regime de condicionamento, que geralmente envolve doses altas de quimioterapia e, em alguns casos, radioterapia.</p>
<p>Esses tratamentos têm como objetivo eliminar células doentes e preparar o organismo para receber a nova medula óssea. No entanto, eles também podem atingir órgãos reprodutivos, como ovários e testículos, comprometendo a produção de óvulos e espermatozoides.</p>
<p>O impacto pode variar de acordo com fatores como idade do paciente, tipo de doença, medicamentos utilizados e intensidade do tratamento.</p>
<h2><strong>Toda pessoa que faz TMO ficará infértil?</strong></h2>
<p>Nem sempre. Embora exista risco aumentado de infertilidade após o transplante, isso não significa que todos os pacientes perderão definitivamente sua capacidade reprodutiva.</p>
<p>Algumas pessoas conseguem recuperar parcialmente ou totalmente a função hormonal e reprodutiva meses ou anos após o tratamento. Pacientes mais jovens costumam apresentar maiores chances de recuperação, mas cada caso precisa ser avaliado individualmente pela equipe médica.</p>
<h2><strong>Existe alguma forma de preservar a fertilidade antes do transplante?</strong></h2>
<p>Sim. Atualmente, existem estratégias que podem ajudar a preservar a fertilidade antes do início do tratamento. Entre as principais opções estão:</p>
<ul>
<li>Congelamento de óvulos</li>
<li>Congelamento de embriões</li>
<li>Congelamento de sêmen</li>
<li>Técnicas de preservação de tecido ovariano, em situações específicas</li>
</ul>
<p>Por isso, sempre que possível, o ideal é que essa conversa aconteça com a equipe médica antes do início do tratamento.</p>
<h2><strong>É possível engravidar após o transplante de medula óssea? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8361" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-300x300.jpg" alt="" width="198" height="198" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327.jpg 1500w" sizes="(max-width: 198px) 100vw, 198px" /></strong></h2>
<p>Pacientes que mantiveram ou recuperaram sua função reprodutiva podem, sim, planejar uma gestação no futuro. No entanto, essa decisão deve acontecer somente após avaliação médica completa.</p>
<p>Normalmente, especialistas recomendam aguardar um período de acompanhamento após o término do tratamento para garantir que o organismo esteja recuperado e que a doença permaneça controlada.</p>
<h2><strong>O acompanhamento no pós-transplante é fundamental</strong></h2>
<p>Além do controle da doença, o período após o transplante exige atenção a diversos aspectos da saúde física e emocional, incluindo questões hormonais, saúde sexual e planejamento reprodutivo.</p>
<p>Falar sobre fertilidade também faz parte do cuidado integral.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/a-fertilidade-da-mulher-durante-o-cancer/">CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS SOBRE A FERTILIDADE DA MULHER DURANTE O CÂNCER</a></strong></p>
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		<item>
		<title>SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Breno no G1 fala ao G1 sobre a combinação de venetoclax e azacitidina, que será oferecida a adultos recém-diagnosticados com a doença</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/">SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o uso do venetoclax em combinação com azacitidina para o tratamento de adultos comleucemia mieloide aguda(LMA) recém-diagnosticada e que não podem ser submetidos à quimioterapia intensiva.</p>
<p>&#8220;As leucemias agudas são emergências clínicas porque se reproduzem de forma abrupta e exigem tratamento agressivo imediato. Já as crônicas, mais frequentes em pessoas mais velhas, permitem um manejo mais tranquilo com os tratamentos que temos hoje&#8221;, explicou ao g1 o onco-hematologista Breno Gusmão, da Beneficência Portuguesa de São Paulo e integrante do Comitê Médico da Abrale.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/06/15/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos.ghtml">Clique aqui e veja a matéria completa do G1</a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/">SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como ficam as plaquetas na leucemia?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/como-ficam-as-plaquetas-na-leucemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 21:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a relação entre a doença e o risco de sangramentos</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/como-ficam-as-plaquetas-na-leucemia/">Como ficam as plaquetas na leucemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As leucemias são tipos de câncer que afetam a medula óssea, local responsável pela produção das células do sangue. Entre as alterações mais comuns provocadas pela doença está a queda do número de plaquetas, condição conhecida como trombocitopenia.</p>
<h2><strong>O que são as plaquetas?</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8348" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-300x300.jpg" alt="" width="166" height="166" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1536x1536.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431.jpg 2000w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /></strong></h2>
<p>As plaquetas são componentes do sangue responsáveis pelo processo de coagulação. Elas ajudam a controlar sangramentos e participam da formação de coágulos quando ocorre algum ferimento ou lesão nos vasos sanguíneos.</p>
<p>Em pessoas saudáveis, a medula óssea produz plaquetas continuamente para manter níveis adequados na circulação.</p>
<h2><strong>Por que as plaquetas diminuem nas leucemias?</strong></h2>
<p>Nas leucemias, células anormais passam a ocupar a medula óssea de forma descontrolada. Esse acúmulo pode prejudicar a produção normal das células sanguíneas, incluindo as plaquetas.</p>
<p>Como consequência, muitos pacientes apresentam trombocitopenia já no momento do diagnóstico.</p>
<p>Além da própria doença, alguns tratamentos utilizados para combater a leucemia, como a quimioterapia, também podem reduzir temporariamente a produção de plaquetas pela medula óssea.</p>
<h2><strong>Quais sintomas a queda das plaquetas pode causar?</strong></h2>
<p>Quando os níveis de plaquetas ficam muito baixos, aumenta o risco de sangramentos. Os principais sinais incluem:</p>
<ul>
<li>Manchas roxas na pele sem trauma aparente</li>
<li>Pequenos pontos avermelhados na pele (petéquias)</li>
<li>Sangramento nasal frequente</li>
<li>Sangramento nas gengivas</li>
<li>Menstruação mais intensa</li>
<li>Sangramento prolongado após pequenos cortes</li>
</ul>
<p>É importante destacar que nem toda pessoa com plaquetas baixas apresenta sintomas. Por isso, os exames laboratoriais são fundamentais para o acompanhamento.</p>
<h2><strong>Todas as leucemias causam queda das plaquetas? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6496" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg" alt="" width="172" height="172" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984.jpg 400w" sizes="(max-width: 172px) 100vw, 172px" /></strong></h2>
<p>A trombocitopenia é mais comum nas leucemias agudas, como a leucemia mieloide aguda (LMA) e a leucemia linfoblástica aguda (LLA), devido ao rápido crescimento das células leucêmicas (blastos) na medula óssea.</p>
<p>Já nas leucemias crônicas, como a leucemia mieloide crônica (LMC) e a leucemia linfocítica crônica (LLC), as alterações das plaquetas podem variar de acordo com a fase da doença e a evolução clínica de cada paciente.</p>
<p>Em alguns casos, inclusive, pode ocorrer aumento temporário do número de plaquetas em determinadas fases da doença.</p>
<h2><strong>Quando a transfusão de plaquetas pode ser necessária?</strong></h2>
<p>Pacientes com níveis muito baixos de plaquetas ou com sangramentos ativos podem precisar de transfusões de plaquetas. O objetivo é reduzir o risco de complicações hemorrágicas e garantir mais segurança durante o tratamento.</p>
<p>Porém, a necessidade da transfusão depende da contagem de plaquetas, da presença de sintomas e das características clínicas de cada paciente. Assim, o acompanhamento médico é fundamental!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/voce-sabe-qual-e-a-funcao-da-medula-ossea/">VOCÊ SABE QUAL A FUNÇÃO DA MEDULA ÓSSEA? VEJA AQUI!</a></strong></p>
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		<title>TV Saúde Brasil &#8211; Dr. Breno Gusmão participa de série sobre mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista falou sobre sinais e sintomas e principais tratamentos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dr. Breno Gusmão participou de uma série especial sobre o mieloma múltiplo, veiculada na TV Saúde Brasil.</p>
<p>Assista!</p>
<p><iframe title="MIELOMA" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/KdVtZdMQ7dM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estadão &#8211; É falso que folhas de macaxeira curem leucemia em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Breno explica que não há evidência científica de que alimento possa reverter quadro da doença</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo viral no Facebook afirma que folhas de macaxeira curaram a leucemia de uma criança, mas o Estadão Verifica desmentiu a alegação.</p>
<p>O Dr. Breno Gusmão explicou que não há evidências científicas ligando a macaxeira à cura de leucemia, um câncer da medula óssea.</p>
<p><strong><a href="https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/">ASSISTA AQUI! </a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/estadao-e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/">Estadão &#8211; É falso que folhas de macaxeira curem leucemia em crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão fala ao G1 sobre a importância do acesso ao tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem espere há mais de cinco anos por medicamentos já aprovados pelo próprio Estado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="chunk-718gf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="24">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Garantir o acesso ao tratamento é tão importante quanto o diagnóstico precoce. Os avanços da medicina têm proporcionado terapias cada vez mais eficazes e personalizadas para diversas doenças, mas esses benefícios só se concretizam quando os pacientes conseguem iniciar e manter o tratamento adequado no momento certo.</p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o onco-hematologista e vice-diretor da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Breno Gusmão, o blinatumumabe, por exemplo, representou um avanço no tratamento da leucemia linfoblástica aguda &#8211; sobretudo quando a doença volta depois de controlada ou não responde à quimioterapia inicial.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-749ju">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/05/30/paciente-com-leucemia-morre-sem-receber-remedio-ja-incorporado-ao-sus-e-garantido-pela-justica.ghtml">Veja a notícia completa do G1 aqui. </a></p>
</div>
</div>
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		<title>Onde é a dor do mieloma múltiplo?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/onde-e-a-dor-do-mieloma-multiplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 23:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda os principais sintomas ósseos da doença</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/onde-e-a-dor-do-mieloma-multiplo/">Onde é a dor do mieloma múltiplo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor óssea é um dos sintomas mais frequentes do mieloma múltiplo, um tipo de câncer do sangue que afeta os plasmócitos, células produzidas na medula óssea. Em muitos casos, esse desconforto é um dos primeiros sinais que levam o paciente a procurar ajuda médica.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-8334" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1.jpg" alt="" width="169" height="169" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-1536x1536.jpg 1536w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" />Mas afinal, onde é a dor do mieloma múltiplo?</h2>
<p>As dores costumam acontecer principalmente nos ossos da coluna, costelas, quadril e pelve. Isso acontece porque essas regiões possuem maior quantidade de medula óssea, local onde as células do mieloma se desenvolvem.</p>
<p>A dor causada pela doença costuma ser persistente e progressiva. Muitos pacientes relatam um desconforto contínuo, especialmente na lombar, que pode piorar ao longo do tempo.</p>
<p>Diferente de dores musculares comuns, a dor do mieloma geralmente não melhora completamente com repouso e pode vir acompanhada de outros sintomas. Além disso, o câncer pode provocar lesões ósseas, enfraquecendo os ossos e aumentando o risco de fraturas mesmo em situação simples do dia a dia.</p>
<h3>Por que o mieloma múltiplo causa dor nos ossos?</h3>
<p>O mieloma múltiplo interfere diretamente no funcionamento normal dos ossos. As células doentes estimulam mecanismos que aumentam a destruição óssea e dificultam a formação adequada do tecido ósseo saudável. Como consequência, podem surgir áreas de fragilidade conhecidas como lesões líticas. Essas alterações podem causar:</p>
<ul>
<li>Dor óssea</li>
<li>Fraturas</li>
<li>Compressão de vértebras</li>
<li>Redução da mobilidade</li>
<li>Hipercalcemia, quando há aumento do cálcio no sangue</li>
</ul>
<h2>Dor nas costas pode ser mieloma múltiplo?</h2>
<p>Na maioria das vezes, dores nas costas estão relacionadas a problemas ortopédicos e musculares. Porém, quando a dor é persistente, progressiva e associada a outros sinais de alerta, a investigação médica se torna importante.</p>
<p>Entre os sintomas que merecem atenção, e que podem representar o mieloma, estão cansaço excessivo, anemia, fraturas, fraqueza e infecções recorrentes.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="126" height="126" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" />O tratamento ajuda no controle da dor?</h2>
<p>Sim, o tratamento do mieloma múltiplo ajuda no controle da doença e, consequentemente, na melhora das dores ósseas.</p>
<p>Além das terapias específicas contra o mieloma, alguns pacientes também podem precisar de medicamentos para fortalecimento ósseo e controle da dor.</p>
<p>Sentir dor não é normal! Converse sempre com seu médico.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/"><strong>SAIBA QUANDO O MIELOMA MÚLTIPLO É CONSIDERADO GRAVE. CLIQUE AQUI!</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/onde-e-a-dor-do-mieloma-multiplo/">Onde é a dor do mieloma múltiplo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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