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	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<item>
		<title>Quem faz transplante de medula pode ter filhos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamento pode impactar planos futuros de gravidez</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quem-faz-transplante-de-medula-pode-ter-filhos/">Quem faz transplante de medula pode ter filhos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8360" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-300x300.jpg" alt="" width="195" height="195" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-1536x1536.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115.jpg 2000w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" />O transplante de medula óssea (TMO) representa uma etapa importante no tratamento de diversas doenças hematológicas, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Com os avanços da medicina, cada vez mais pacientes conseguem superar a doença e retomar sua rotina após o tratamento.</p>
<p>Mas, junto com a recuperação, uma dúvida costuma surgir com frequência entre pacientes e familiares: quem faz transplante de medula pode ter filhos?</p>
<p>Se conseguir preservar a a fertilidade, sim. Mas dependendo do tipo de tratamento realizado antes e durante o transplante, a capacidade reprodutiva pode ser temporária ou permanentemente impactada.</p>
<h2><strong>Por que o transplante de medula óssea pode afetar a fertilidade?</strong></h2>
<p>Antes do transplante, muitos pacientes precisam passar por um processo chamado regime de condicionamento, que geralmente envolve doses altas de quimioterapia e, em alguns casos, radioterapia.</p>
<p>Esses tratamentos têm como objetivo eliminar células doentes e preparar o organismo para receber a nova medula óssea. No entanto, eles também podem atingir órgãos reprodutivos, como ovários e testículos, comprometendo a produção de óvulos e espermatozoides.</p>
<p>O impacto pode variar de acordo com fatores como idade do paciente, tipo de doença, medicamentos utilizados e intensidade do tratamento.</p>
<h2><strong>Toda pessoa que faz TMO ficará infértil?</strong></h2>
<p>Nem sempre. Embora exista risco aumentado de infertilidade após o transplante, isso não significa que todos os pacientes perderão definitivamente sua capacidade reprodutiva.</p>
<p>Algumas pessoas conseguem recuperar parcialmente ou totalmente a função hormonal e reprodutiva meses ou anos após o tratamento. Pacientes mais jovens costumam apresentar maiores chances de recuperação, mas cada caso precisa ser avaliado individualmente pela equipe médica.</p>
<h2><strong>Existe alguma forma de preservar a fertilidade antes do transplante?</strong></h2>
<p>Sim. Atualmente, existem estratégias que podem ajudar a preservar a fertilidade antes do início do tratamento. Entre as principais opções estão:</p>
<ul>
<li>Congelamento de óvulos</li>
<li>Congelamento de embriões</li>
<li>Congelamento de sêmen</li>
<li>Técnicas de preservação de tecido ovariano, em situações específicas</li>
</ul>
<p>Por isso, sempre que possível, o ideal é que essa conversa aconteça com a equipe médica antes do início do tratamento.</p>
<h2><strong>É possível engravidar após o transplante de medula óssea? <img decoding="async" class="alignright wp-image-8361" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-300x300.jpg" alt="" width="198" height="198" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327.jpg 1500w" sizes="(max-width: 198px) 100vw, 198px" /></strong></h2>
<p>Pacientes que mantiveram ou recuperaram sua função reprodutiva podem, sim, planejar uma gestação no futuro. No entanto, essa decisão deve acontecer somente após avaliação médica completa.</p>
<p>Normalmente, especialistas recomendam aguardar um período de acompanhamento após o término do tratamento para garantir que o organismo esteja recuperado e que a doença permaneça controlada.</p>
<h2><strong>O acompanhamento no pós-transplante é fundamental</strong></h2>
<p>Além do controle da doença, o período após o transplante exige atenção a diversos aspectos da saúde física e emocional, incluindo questões hormonais, saúde sexual e planejamento reprodutivo.</p>
<p>Falar sobre fertilidade também faz parte do cuidado integral.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/a-fertilidade-da-mulher-durante-o-cancer/">CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS SOBRE A FERTILIDADE DA MULHER DURANTE O CÂNCER</a></strong></p>
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		<item>
		<title>SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Breno no G1 fala ao G1 sobre a combinação de venetoclax e azacitidina, que será oferecida a adultos recém-diagnosticados com a doença</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/">SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o uso do venetoclax em combinação com azacitidina para o tratamento de adultos comleucemia mieloide aguda(LMA) recém-diagnosticada e que não podem ser submetidos à quimioterapia intensiva.</p>
<p>&#8220;As leucemias agudas são emergências clínicas porque se reproduzem de forma abrupta e exigem tratamento agressivo imediato. Já as crônicas, mais frequentes em pessoas mais velhas, permitem um manejo mais tranquilo com os tratamentos que temos hoje&#8221;, explicou ao g1 o onco-hematologista Breno Gusmão, da Beneficência Portuguesa de São Paulo e integrante do Comitê Médico da Abrale.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/06/15/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos.ghtml">Clique aqui e veja a matéria completa do G1</a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/">SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como ficam as plaquetas na leucemia?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/como-ficam-as-plaquetas-na-leucemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 21:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a relação entre a doença e o risco de sangramentos</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/como-ficam-as-plaquetas-na-leucemia/">Como ficam as plaquetas na leucemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As leucemias são tipos de câncer que afetam a medula óssea, local responsável pela produção das células do sangue. Entre as alterações mais comuns provocadas pela doença está a queda do número de plaquetas, condição conhecida como trombocitopenia.</p>
<h2><strong>O que são as plaquetas?</strong></h2>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8348" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-300x300.jpg" alt="" width="166" height="166" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1536x1536.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431.jpg 2000w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /></strong></h2>
<p>As plaquetas são componentes do sangue responsáveis pelo processo de coagulação. Elas ajudam a controlar sangramentos e participam da formação de coágulos quando ocorre algum ferimento ou lesão nos vasos sanguíneos.</p>
<p>Em pessoas saudáveis, a medula óssea produz plaquetas continuamente para manter níveis adequados na circulação.</p>
<h2><strong>Por que as plaquetas diminuem nas leucemias?</strong></h2>
<p>Nas leucemias, células anormais passam a ocupar a medula óssea de forma descontrolada. Esse acúmulo pode prejudicar a produção normal das células sanguíneas, incluindo as plaquetas.</p>
<p>Como consequência, muitos pacientes apresentam trombocitopenia já no momento do diagnóstico.</p>
<p>Além da própria doença, alguns tratamentos utilizados para combater a leucemia, como a quimioterapia, também podem reduzir temporariamente a produção de plaquetas pela medula óssea.</p>
<h2><strong>Quais sintomas a queda das plaquetas pode causar?</strong></h2>
<p>Quando os níveis de plaquetas ficam muito baixos, aumenta o risco de sangramentos. Os principais sinais incluem:</p>
<ul>
<li>Manchas roxas na pele sem trauma aparente</li>
<li>Pequenos pontos avermelhados na pele (petéquias)</li>
<li>Sangramento nasal frequente</li>
<li>Sangramento nas gengivas</li>
<li>Menstruação mais intensa</li>
<li>Sangramento prolongado após pequenos cortes</li>
</ul>
<p>É importante destacar que nem toda pessoa com plaquetas baixas apresenta sintomas. Por isso, os exames laboratoriais são fundamentais para o acompanhamento.</p>
<h2><strong>Todas as leucemias causam queda das plaquetas? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6496" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg" alt="" width="172" height="172" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984.jpg 400w" sizes="(max-width: 172px) 100vw, 172px" /></strong></h2>
<p>A trombocitopenia é mais comum nas leucemias agudas, como a leucemia mieloide aguda (LMA) e a leucemia linfoblástica aguda (LLA), devido ao rápido crescimento das células leucêmicas (blastos) na medula óssea.</p>
<p>Já nas leucemias crônicas, como a leucemia mieloide crônica (LMC) e a leucemia linfocítica crônica (LLC), as alterações das plaquetas podem variar de acordo com a fase da doença e a evolução clínica de cada paciente.</p>
<p>Em alguns casos, inclusive, pode ocorrer aumento temporário do número de plaquetas em determinadas fases da doença.</p>
<h2><strong>Quando a transfusão de plaquetas pode ser necessária?</strong></h2>
<p>Pacientes com níveis muito baixos de plaquetas ou com sangramentos ativos podem precisar de transfusões de plaquetas. O objetivo é reduzir o risco de complicações hemorrágicas e garantir mais segurança durante o tratamento.</p>
<p>Porém, a necessidade da transfusão depende da contagem de plaquetas, da presença de sintomas e das características clínicas de cada paciente. Assim, o acompanhamento médico é fundamental!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/voce-sabe-qual-e-a-funcao-da-medula-ossea/">VOCÊ SABE QUAL A FUNÇÃO DA MEDULA ÓSSEA? VEJA AQUI!</a></strong></p>
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		<item>
		<title>TV Saúde Brasil &#8211; Dr. Breno Gusmão participa de série sobre mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8345</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialista falou sobre sinais e sintomas e principais tratamentos</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/tv-saude-brasil-dr-breno-gusmao-participa-de-serie-sobre-mieloma-multiplo/">TV Saúde Brasil &#8211; Dr. Breno Gusmão participa de série sobre mieloma múltiplo</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dr. Breno Gusmão participou de uma série especial sobre o mieloma múltiplo, veiculada na TV Saúde Brasil.</p>
<p>Assista!</p>
<p><iframe title="MIELOMA" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/KdVtZdMQ7dM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/tv-saude-brasil-dr-breno-gusmao-participa-de-serie-sobre-mieloma-multiplo/">TV Saúde Brasil &#8211; Dr. Breno Gusmão participa de série sobre mieloma múltiplo</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Estadão &#8211; É falso que folhas de macaxeira curem leucemia em crianças</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/estadao-e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Breno explica que não há evidência científica de que alimento possa reverter quadro da doença</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/estadao-e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/">Estadão &#8211; É falso que folhas de macaxeira curem leucemia em crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo viral no Facebook afirma que folhas de macaxeira curaram a leucemia de uma criança, mas o Estadão Verifica desmentiu a alegação.</p>
<p>O Dr. Breno Gusmão explicou que não há evidências científicas ligando a macaxeira à cura de leucemia, um câncer da medula óssea.</p>
<p><strong><a href="https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/">ASSISTA AQUI! </a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/estadao-e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/">Estadão &#8211; É falso que folhas de macaxeira curem leucemia em crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Dr. Breno Gusmão fala ao G1 sobre a importância do acesso ao tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem espere há mais de cinco anos por medicamentos já aprovados pelo próprio Estado</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/dr-breno-gusmao-fala-ao-g1-sobre-a-importancia-do-acesso-ao-tratamento/">Dr. Breno Gusmão fala ao G1 sobre a importância do acesso ao tratamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="chunk-718gf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="24">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Garantir o acesso ao tratamento é tão importante quanto o diagnóstico precoce. Os avanços da medicina têm proporcionado terapias cada vez mais eficazes e personalizadas para diversas doenças, mas esses benefícios só se concretizam quando os pacientes conseguem iniciar e manter o tratamento adequado no momento certo.</p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o onco-hematologista e vice-diretor da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Breno Gusmão, o blinatumumabe, por exemplo, representou um avanço no tratamento da leucemia linfoblástica aguda &#8211; sobretudo quando a doença volta depois de controlada ou não responde à quimioterapia inicial.</p>
</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/05/30/paciente-com-leucemia-morre-sem-receber-remedio-ja-incorporado-ao-sus-e-garantido-pela-justica.ghtml">Veja a notícia completa do G1 aqui. </a></p>
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		<title>Onde é a dor do mieloma múltiplo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 23:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda os principais sintomas ósseos da doença</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor óssea é um dos sintomas mais frequentes do mieloma múltiplo, um tipo de câncer do sangue que afeta os plasmócitos, células produzidas na medula óssea. Em muitos casos, esse desconforto é um dos primeiros sinais que levam o paciente a procurar ajuda médica.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-8334" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1.jpg" alt="" width="169" height="169" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2648531701-1-1536x1536.jpg 1536w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" />Mas afinal, onde é a dor do mieloma múltiplo?</h2>
<p>As dores costumam acontecer principalmente nos ossos da coluna, costelas, quadril e pelve. Isso acontece porque essas regiões possuem maior quantidade de medula óssea, local onde as células do mieloma se desenvolvem.</p>
<p>A dor causada pela doença costuma ser persistente e progressiva. Muitos pacientes relatam um desconforto contínuo, especialmente na lombar, que pode piorar ao longo do tempo.</p>
<p>Diferente de dores musculares comuns, a dor do mieloma geralmente não melhora completamente com repouso e pode vir acompanhada de outros sintomas. Além disso, o câncer pode provocar lesões ósseas, enfraquecendo os ossos e aumentando o risco de fraturas mesmo em situação simples do dia a dia.</p>
<h3>Por que o mieloma múltiplo causa dor nos ossos?</h3>
<p>O mieloma múltiplo interfere diretamente no funcionamento normal dos ossos. As células doentes estimulam mecanismos que aumentam a destruição óssea e dificultam a formação adequada do tecido ósseo saudável. Como consequência, podem surgir áreas de fragilidade conhecidas como lesões líticas. Essas alterações podem causar:</p>
<ul>
<li>Dor óssea</li>
<li>Fraturas</li>
<li>Compressão de vértebras</li>
<li>Redução da mobilidade</li>
<li>Hipercalcemia, quando há aumento do cálcio no sangue</li>
</ul>
<h2>Dor nas costas pode ser mieloma múltiplo?</h2>
<p>Na maioria das vezes, dores nas costas estão relacionadas a problemas ortopédicos e musculares. Porém, quando a dor é persistente, progressiva e associada a outros sinais de alerta, a investigação médica se torna importante.</p>
<p>Entre os sintomas que merecem atenção, e que podem representar o mieloma, estão cansaço excessivo, anemia, fraturas, fraqueza e infecções recorrentes.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="126" height="126" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" />O tratamento ajuda no controle da dor?</h2>
<p>Sim, o tratamento do mieloma múltiplo ajuda no controle da doença e, consequentemente, na melhora das dores ósseas.</p>
<p>Além das terapias específicas contra o mieloma, alguns pacientes também podem precisar de medicamentos para fortalecimento ósseo e controle da dor.</p>
<p>Sentir dor não é normal! Converse sempre com seu médico.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/"><strong>SAIBA QUANDO O MIELOMA MÚLTIPLO É CONSIDERADO GRAVE. CLIQUE AQUI!</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Você sabe qual é a função da medula óssea?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/voce-sabe-qual-e-a-funcao-da-medula-ossea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a relação do órgão com o surgimento dos cânceres no sangue</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável pela produção das células do sangue, a medula óssea tem papel fundamental no funcionamento do organismo. É nela que são produzidos os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos e as plaquetas, células essenciais para o transporte de oxigênio, defesa do corpo e coagulação sanguínea.</p>
<p>Apesar de sua importância, muitas pessoas ainda confundem a medula óssea com a medula espinhal. Enquanto a medula espinhal faz parte do sistema nervoso, a medula óssea é um tecido localizado dentro dos ossos, especialmente nos ossos da bacia, esterno e fêmur.</p>
<p>Alterações no funcionamento da medula óssea podem levar ao desenvolvimento de diversas doenças hematológicas, incluindo os chamados cânceres do sangue, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8329" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769.jpg" alt="" width="159" height="159" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 159px) 100vw, 159px" />O que é a medula óssea?</strong></h2>
<p>A medula óssea é um tecido gelatinoso encontrado no interior dos ossos, popularmente conhecida como tutano. Ela funciona como uma “fábrica” responsável pela produção das células sanguíneas a partir das chamadas células-tronco hematopoiéticas.</p>
<p>Essas células têm capacidade de se transformar nos diferentes componentes do sangue:</p>
<ul>
<li>Hemácias (glóbulos vermelhos), que transportam oxigênio.</li>
<li>Leucócitos (glóbulos brancos), responsáveis pela defesa do organismo.</li>
<li>Plaquetas, importantes para a coagulação do sangue.</li>
</ul>
<p>Quando a medula óssea funciona corretamente, o organismo consegue manter o equilíbrio e a renovação constante dessas células.</p>
<h2><strong>E como surgem os cânceres do sangue?</strong></h2>
<p>Os cânceres hematológicos surgem quando ocorre uma alteração genética nas células da medula óssea ou do sistema linfático, levando à multiplicação descontrolada de células anormais.</p>
<p>Dependendo do tipo de célula afetada, podem surgir diferentes doenças.</p>
<p>&#8211; Leucemias: se desenvolvem na medula óssea e provocam a produção excessiva de células sanguíneas anormais, principalmente glóbulos brancos imaturos.</p>
<p>&#8211; Linfomas: afetam o sistema linfático, responsável pela defesa do organismo. Embora tenham origem nos linfonodos, alguns tipos também podem comprometer a medula óssea em fases mais avançadas.</p>
<p>&#8211; Mieloma múltiplo: é um câncer que afeta os plasmócitos, células produzidas na medula óssea e responsáveis pela produção de anticorpos.</p>
<h2><strong>Exames feitos na medula óssea</strong></h2>
<p>Quando há suspeita de doenças hematológicas, alguns exames ajudam a avaliar o funcionamento da medula óssea.</p>
<p>O hemograma costuma ser um dos primeiros exames a indicar alterações. Dependendo do caso, o hematologista pode solicitar exames complementares, como o mielograma, a biópsia de medula óssea, a imunofenotipagem e a citometria de fluxo.</p>
<p>Esses exames ajudam a identificar alterações celulares, confirmar diagnósticos e definir o tratamento mais adequado.</p>
<h2><strong>Transplante de medula óssea: quando ele é indicado? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8330" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg" alt="" width="144" height="138" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg 783w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-300x288.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-768x738.jpg 768w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></strong></h2>
<p>Em alguns cânceres do sangue, o transplante de medula óssea TMO) pode fazer parte do tratamento.</p>
<p>O procedimento objetiva substituir a medula óssea doente por células saudáveis, que podem vir do próprio paciente (TMO autólogo) ou de um doador compatível (TMO alogênico).</p>
<p>O transplante é utilizado principalmente em casos de leucemias, linfomas, mieloma múltiplo e outras doenças hematológicas específicas.</p>
<h2><strong>Atenção aos sinais do corpo</strong></h2>
<p>Embora muitos sintomas dos cânceres do sangue possam ser inespecíficos, alterações persistentes como cansaço excessivo, infecções frequentes, hematomas sem explicação, febre prolongada e perda de peso merecem investigação médica.</p>
<p>O diagnóstico precoce continua sendo um dos principais aliados para aumentar as chances de controle e sucesso no tratamento das doenças hematológicas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-feito-o-processo-da-doacao-de-medula-ossea/"><strong>COMO É FEITO O PROCESSO DA DOAÇÃO DE MEDUÇA ÓSSEA? CLIQUE E SAIBA AQUI!</strong></a></p>
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		<title>Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 22:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância do exame para o diagnóstico e acompanhamento dos cânceres do sangue</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/">Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução da Hematologia nas últimas décadas trouxe avanços importantes para o diagnóstico, classificação e acompanhamento dos cânceres do sangue. São diferentes os exames que ajudam a identificar a presença de leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Nesta matéria, vamos explicar: qual a diferença entre a imunofenotipagem e citometria de fluxo?</p>
<h2><strong>O que é a citometria de fluxo? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-8243" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg" alt="" width="105" height="143" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg 536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1-220x300.jpg 220w" sizes="(max-width: 105px) 100vw, 105px" /></strong></h2>
<p>A citometria de fluxo é feita a partir de uma amostra de sangue ou de um pequeno fragmento do osso da bacia (medula óssea).</p>
<p>A técnica laboratorial é capaz de analisar milhares de células em poucos segundos. O exame avalia características físicas e biológicas, como tamanho, complexidade e presença de proteínas específicas na superfície celular.</p>
<p>Para isso, são utilizados anticorpos marcados com substâncias fluorescentes. Esses anticorpos se ligam às proteínas presentes nas células e permitem identificar padrões específicos relacionados a diferentes doenças hematológicas.</p>
<p>A partir dessa análise, o laboratório consegue reconhecer a presença de células anormair, auxiliando no diagnóstico preciso de diversos cânceres hematológicos.</p>
<h2><strong>O que é imunofenotipagem?</strong></h2>
<p>A imunofenotipagem, por sua vez, é uma aplicação da citometria de fluxo. O exame utiliza anticorpos específicos para identificar o “perfil” das células, funcionando como uma espécie de impressão digital celular.</p>
<p>Por meio da imunofenotipagem, é possível diferenciar células normais de células malignas, além de identificar a origem e o subtipo do câncer hematológico.</p>
<p>Esse detalhamento é fundamental porque doenças aparentemente semelhantes podem exigir tratamentos completamente diferentes.</p>
<p>Por isso, então, o<strong> nome do exame é imunofenotipagem por citometria de fluxo.</strong></p>
<h2><strong>O papel da imunofenotipagem por citometria de fluxo na Hematologia</strong></h2>
<p>Os cânceres do sangue que afetam as células sanguíneas produzidas na medula óssea. A imunofenotipagem tem papel central no diagnóstico e também no acompanhamento destas doenças.</p>
<p><strong>Leucemias &#8211; </strong>O exame permite identificar a linhagem das células doentes (mieloide ou linfoide); o estágio de maturação celular (se há blastos); marcadores genéticos importantes para definição terapêutica.</p>
<p><strong>Linfomas &#8211;</strong> Como existem diversos subtipos desse câncer, a imunofenotipagem se tornou uma ferramenta indispensável para auxiliar na classificação dessas doenças. A análise das células permite identificar marcadores específicos que ajudam a diferenciar, por exemplo, linfomas de células B, linfomas de células T, linfomas agressivos e linfomas indolentes. Essa definição influencia diretamente a escolha do tratamento, o prognóstico e o acompanhamento do paciente.</p>
<p><strong>Mieloma múltiplo</strong> – Neste caso, a imunofenotipagem auxilia na identificação das células plasmocitárias anormais, bem comuns na doença. O exame permite distinguir plasmócitos normais de plasmócitos malignos, além de avaliar características relacionadas ao comportamento da doença.</p>
<p>Além do diagnóstico inicial, a citometria de fluxo também é utilizada para monitorar doença residual mínima (DRM), especialmente nas leucemias e nos linfomas. Isso porque ela consegue identificar pequenas quantidades de células doentes que permanecem no organismo mesmo após o tratamento.</p>
<p>Esse acompanhamento é extremamente importante para avaliar resposta terapêutica e risco de recaída.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-8325 aligncenter" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-scaled.jpg" alt="" width="716" height="239" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-300x100.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-1024x341.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-768x256.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-1536x512.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-2048x683.jpg 2048w" sizes="(max-width: 716px) 100vw, 716px" /></p>
<h2><strong>Quando a imunofenotipagem por citometria de fluxo é indicada?</strong></h2>
<p>O médico costuma solicitar o exame quando existem, por exemplo, alterações em exames laboratoriais, suspeita de câncer hematológico ou necessidade de monitoramento da doença. A interpretação dos resultados deve sempre ser realizada por médicos especialistas, juntamente com outros exames laboratoriais.</p>
<p>Os cânceres hematológicos podem apresentar sintomas inespecíficos, dificultando o diagnóstico inicial. Por isso, a investigação adequada e o acesso a exames especializados são fundamentais para identificar a doença de forma precoce.</p>
<p>A imunofenotipagem por citometria de fluxo representa um importante avanço da medicina diagnóstica e têm impacto direto na definição do tratamento e no acompanhamento dos pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/">Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fique atento aos sinais e entenda o que eles significam</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/">Quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico deste tipo de câncer do sangue costuma vir acompanhado de muitas dúvidas. Uma delas é quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</p>
<p>A resposta não está apenas no fato de ser neoplasia, mas principalmente em como o mieloma está se manifestando no organismo. Isso porque a doença pode ter comportamentos diferentes de um paciente para outro, variando desde formas mais indolentes até quadros com maior risco de complicações.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6074" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png" alt="" width="111" height="102" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 111px) 100vw, 111px" />Gravidade no mieloma: o que os médicos avaliam?</strong></h2>
<p>Na prática clínica, a gravidade do mieloma está diretamente relacionada ao comprometimento de órgãos e sistemas. Ou seja, o ponto central não é apenas a presença da doença, mas o impacto que ela já está causando no corpo.</p>
<p>Um dos principais conjuntos de critérios utilizados para essa avaliação é conhecido como CRAB, sigla que reúne quatro sintomas clássicos de atividade da doença.</p>
<p><strong>&#8211; Alterações do cálcio no sangue:</strong> o aumento do cálcio (hipercalcemia) ocorre devido à destruição óssea causada pelo mieloma. Esse quadro pode levar a sintomas como náuseas, fraqueza, sonolência e até alterações neurológicas em casos mais avançados.</p>
<p><strong>&#8211; Comprometimento dos rins:</strong> a função renal pode ser afetada pela doença, seja pelo acúmulo de proteínas produzidas pelas células doentes ou por alterações metabólicas. A insuficiência renal é considerada um dos principais marcadores de gravidade.</p>
<p><strong>&#8211; Anemia:</strong> a infiltração da medula óssea pelo mieloma reduz a produção de glóbulos vermelhos, levando à anemia. Clinicamente, isso se traduz em cansaço, fraqueza e limitação para atividades do dia a dia.</p>
<p><strong>&#8211; Lesões ósseas: </strong>o mieloma interfere diretamente na estrutura dos ossos, podendo causar dor, fragilidade e até fraturas. Esse é um dos aspectos que mais impactam a qualidade de vida do paciente.</p>
<h2><strong>Além do CRAB, outros fatores também exigem atenção </strong></h2>
<p>Embora esses critérios sejam fundamentais, eles não são os únicos pontos considerados. A avaliação da gravidade também inclui a carga tumoral (quantidade de células doentes na medula); velocidade de progressão da doença; alterações genéticas de alto risco; frequência de infecções; e condição clínica geral do paciente</p>
<p>Esses fatores ajudam a definir não apenas a gravidade, mas também a estratégia de tratamento mais adequada.</p>
<h2><strong>Existe mieloma que não é grave? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8315" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente.png" alt="" width="210" height="114" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente.png 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente-300x163.png 300w" sizes="(max-width: 210px) 100vw, 210px" /></strong></h2>
<p>Sim! Há uma fase chamada mieloma assintomático, em que o paciente ainda não apresenta sinais de dano aos órgãos. Nesses casos, o acompanhamento pode ser feito de forma mais próxima. Isso porque não há necessidade imediata de tratamento.</p>
<p>Isso reforça um ponto importante: nem todo diagnóstico de mieloma indica um quadro grave naquele momento.</p>
<p>Entender o grau de gravidade permite ao médico definir quando e se iniciar o tratamento e qual a melhor abordagem terapêutica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-nao-e-um-cancer-dos-ossos/"><strong>MIELOMA MÚLTIPLO E CÂNCER ÓSSEO SÃO DOENÇAS DIFERENTES. CLIQUE E SAIBA MAIS!</strong></a></p>
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		<title>Quando a ferritina alta indica câncer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que o exame pode mostrar em casos de leucemia, linfoma e mieloma múltiplo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber um exame com a ferritina elevada costuma gerar dúvidas e, muitas vezes, preocupação. Dentre elas está: quando a ferritina alta indica câncer? Na Onco-Hematologia, este resultado pode estar relacionado a diferentes condições.</p>
<p>Embora seja conhecida principalmente como um marcador das reservas de ferro no organismo, a ferritina também funciona como um importante indicador de inflamação e atividade de doença. Por isso, em quadros como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, esse exame pode trazer informações relevantes sobre o que está acontecendo no organismo.</p>
<h2><strong>Ferritina como indicador de câncer</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8305 alignright" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg" alt="" width="208" height="208" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></strong></h2>
<p>A ferritina é uma proteína responsável por armazenar ferro nas células. No entanto, seu aumento nem sempre significa excesso desse mineral. Em doenças onco-hematológicas, a elevação pode refletir a resposta inflamatória do corpo diante da presença do câncer.</p>
<p>Em leucemias, por exemplo, especialmente nos quadros agudos, o organismo pode apresentar intensa atividade inflamatória e destruição celular, levando ao aumento importante da ferritina. Além disso, o alto volume também pode ser devido às transfusões de sangue, necessárias durante o tratamento de alguns pacientes.</p>
<p>Já nos linfomas, a ferritina pode se elevar tanto pela inflamação sistêmica quanto pela própria atividade tumoral, especialmente em pacientes com sintomas como febre, suor noturno e perda de peso.</p>
<p>No mieloma múltiplo, esse marcador também pode aparecer elevado, principalmente quando há inflamação associada e maior acometimento da medula óssea.</p>
<h2><strong>Ferritina alta em pacientes transfundidos</strong></h2>
<p>Outro cenário comum na Hematologia, como vimos, é o aumento da ferritina em pacientes que recebem múltiplas transfusões de sangue.</p>
<p>Isso pode acontecer em pessoas com leucemias, síndromes mielodisplásicas, dentre outras condições. Assim, a ferritina pode indicar sobrecarga de ferro, já que o organismo não possui um mecanismo eficiente para eliminar o excesso recebido pelas transfusões.</p>
<p>Esse acúmulo, quando persistente, pode afetar órgãos como fígado, coração e glândulas endócrinas. Nestes casos, o paciente precisará tomar medicamentos conhecidos por quelantes de ferro, com o objetivo de eliminar o excesso do mineral no corpo.</p>
<h2><strong>Ferritina alta pode indicar gravidade no quadro?</strong></h2>
<p>Em alguns contextos, sim. Valores muito elevados podem estar associados a quadros inflamatórios mais intensos ou maior atividade da doença. Em situações específicas, também podem levantar a suspeita de síndromes inflamatórias graves, como a síndrome hemofagocítica, que pode ocorrer em alguns linfomas.</p>
<p>Agora é importante dizer que nem todo exame com ferritina alta significa ter um câncer ou uma recidiva da doença. Infecções, doenças inflamatórias, alterações hepáticas e condições metabólicas também podem elevar a ferritina.</p>
<h2><strong>O que fazer ao encontrar ferritina alta</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8228" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg" alt="" width="143" height="95" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-1024x683.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 143px) 100vw, 143px" /></strong></h2>
<p>A recomendação é procurar avaliação médica, especialmente quando o resultado vem acompanhado de sintomas como cansaço intenso, febre, perda de peso, palidez, infecções recorrentes ou aumento de linfonodos.</p>
<p>Em muitos casos, outros exames, como hemograma, ferro sérico, transferrina e avaliação da medula óssea, podem ser necessários para investigação.</p>
<p>Mais do que o valor isolado, o que realmente importa é entender o motivo pelo qual a ferritina está elevada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/anemia-e-cancer-ha-uma-conexao/">ANEMIA E CÂNCER. HÁ ALGUMA CONEXÃO? CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS!</a></strong></p>
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		<title>Como é a dor da leucemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda os sintomas e quando investigar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor é um dos sintomas que mais geram dúvidas quando o assunto é o câncer. Mas, afinal, como é a dor da leucemia e quando ela deve chamar atenção?</p>
<p>De forma geral, a leucemia é um tipo de câncer do sangue que se origina na medula óssea (tutano do osso), afetando a produção normal das células sanguíneas. E é justamente essa alteração que pode levar ao aparecimento de dor, embora ela nem sempre esteja presente.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8300" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-scaled.jpg" alt="" width="122" height="231" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-scaled.jpg 1353w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-159x300.jpg 159w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-541x1024.jpg 541w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-768x1453.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-812x1536.jpg 812w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-1082x2048.jpg 1082w" sizes="(max-width: 122px) 100vw, 122px" />Onde é a dor de quem tem leucemia? </strong></h2>
<p>A dor relacionada à leucemia costuma estar associada ao acúmulo de células doentes na medula óssea, o que pode aumentar a pressão dentro dos ossos. Por isso, é comum que o desconforto seja descrito pelos pacientes como uma “dor forte”, que não melhora com repouso.</p>
<p>Ela pode atingir principalmente pernas, braços e região das costas/coluna.</p>
<p>Em crianças, a dor pode ser mais intensa e até causar dificuldade para andar ou mancar. Mas, é comum que seja confundida com a chamada “dor do crescimento”.</p>
<h2><strong>A dor da leucemia é constante?</strong></h2>
<p>Nem sempre. A dor pode variar de intensidade e frequência. Em alguns casos, é leve e intermitente. Em outros, pode ser mais intensa e progressiva. Um ponto de atenção é quando ela se apresenta de forma persistente por vários dias ou semanas, não tem causa aparente (como trauma ou esforço físico) e vem acompanhada de outros sintomas.</p>
<h2><strong>Nem toda dor óssea é leucemia!</strong></h2>
<p>A maioria das dores no corpo está relacionada a causas benignas, como esforço físico, problemas musculares ou inflamações. Por isso, o diagnóstico da leucemia nunca deve ser baseado em um sintoma isolado. Ele costuma começar com exames simples, como o hemograma, que pode indicar alterações nas células do sangue.</p>
<p>Com o início do tratamento adequado, a dor tende a melhorar, já que está diretamente relacionada à atividade da doença na medula óssea. Importante salientar que as leucemias são divididas em agudas e crônicas, e que ambos os subtipos podem apresentar dor óssea ao diagnóstico.</p>
<p>Fique sempre atento ao seu corpo e procure um hematologista se sentir que deve fazer alguma investigação!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/">A LEUCEMIA É SEMPRE VISÍVEL NO HEMOGRAMA! CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-a-dor-da-leucemia/">Como é a dor da leucemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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