<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
	<atom:link href="https://drbrenogusmao.com.br/cat/materias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://drbrenogusmao.com.br/cat/materias/</link>
	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 May 2026 21:34:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2019/06/favico.png</url>
	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
	<link>https://drbrenogusmao.com.br/cat/materias/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8314</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fique atento aos sinais e entenda o que eles significam</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/">Quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico deste tipo de câncer do sangue costuma vir acompanhado de muitas dúvidas. Uma delas é quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</p>
<p>A resposta não está apenas no fato de ser neoplasia, mas principalmente em como o mieloma está se manifestando no organismo. Isso porque a doença pode ter comportamentos diferentes de um paciente para outro, variando desde formas mais indolentes até quadros com maior risco de complicações.</p>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6074" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png" alt="" width="111" height="102" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 111px) 100vw, 111px" />Gravidade no mieloma: o que os médicos avaliam?</strong></h2>
<p>Na prática clínica, a gravidade do mieloma está diretamente relacionada ao comprometimento de órgãos e sistemas. Ou seja, o ponto central não é apenas a presença da doença, mas o impacto que ela já está causando no corpo.</p>
<p>Um dos principais conjuntos de critérios utilizados para essa avaliação é conhecido como CRAB, sigla que reúne quatro sintomas clássicos de atividade da doença.</p>
<p><strong>&#8211; Alterações do cálcio no sangue:</strong> o aumento do cálcio (hipercalcemia) ocorre devido à destruição óssea causada pelo mieloma. Esse quadro pode levar a sintomas como náuseas, fraqueza, sonolência e até alterações neurológicas em casos mais avançados.</p>
<p><strong>&#8211; Comprometimento dos rins:</strong> a função renal pode ser afetada pela doença, seja pelo acúmulo de proteínas produzidas pelas células doentes ou por alterações metabólicas. A insuficiência renal é considerada um dos principais marcadores de gravidade.</p>
<p><strong>&#8211; Anemia:</strong> a infiltração da medula óssea pelo mieloma reduz a produção de glóbulos vermelhos, levando à anemia. Clinicamente, isso se traduz em cansaço, fraqueza e limitação para atividades do dia a dia.</p>
<p><strong>&#8211; Lesões ósseas: </strong>o mieloma interfere diretamente na estrutura dos ossos, podendo causar dor, fragilidade e até fraturas. Esse é um dos aspectos que mais impactam a qualidade de vida do paciente.</p>
<h2><strong>Além do CRAB, outros fatores também exigem atenção </strong></h2>
<p>Embora esses critérios sejam fundamentais, eles não são os únicos pontos considerados. A avaliação da gravidade também inclui a carga tumoral (quantidade de células doentes na medula); velocidade de progressão da doença; alterações genéticas de alto risco; frequência de infecções; e condição clínica geral do paciente</p>
<p>Esses fatores ajudam a definir não apenas a gravidade, mas também a estratégia de tratamento mais adequada.</p>
<h2><strong>Existe mieloma que não é grave? <img decoding="async" class="alignright wp-image-8315" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente.png" alt="" width="210" height="114" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente.png 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente-300x163.png 300w" sizes="(max-width: 210px) 100vw, 210px" /></strong></h2>
<p>Sim! Há uma fase chamada mieloma assintomático, em que o paciente ainda não apresenta sinais de dano aos órgãos. Nesses casos, o acompanhamento pode ser feito de forma mais próxima. Isso porque não há necessidade imediata de tratamento.</p>
<p>Isso reforça um ponto importante: nem todo diagnóstico de mieloma indica um quadro grave naquele momento.</p>
<p>Entender o grau de gravidade permite ao médico definir quando e se iniciar o tratamento e qual a melhor abordagem terapêutica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-nao-e-um-cancer-dos-ossos/"><strong>MIELOMA MÚLTIPLO E CÂNCER ÓSSEO SÃO DOENÇAS DIFERENTES. CLIQUE E SAIBA MAIS!</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/">Quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando a ferritina alta indica câncer?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8304</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que o exame pode mostrar em casos de leucemia, linfoma e mieloma múltiplo</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/">Quando a ferritina alta indica câncer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber um exame com a ferritina elevada costuma gerar dúvidas e, muitas vezes, preocupação. Dentre elas está: quando a ferritina alta indica câncer? Na Onco-Hematologia, este resultado pode estar relacionado a diferentes condições.</p>
<p>Embora seja conhecida principalmente como um marcador das reservas de ferro no organismo, a ferritina também funciona como um importante indicador de inflamação e atividade de doença. Por isso, em quadros como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, esse exame pode trazer informações relevantes sobre o que está acontecendo no organismo.</p>
<h2><strong>Ferritina como indicador de câncer</strong></h2>
<h2><strong><img decoding="async" class="wp-image-8305 alignright" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg" alt="" width="208" height="208" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></strong></h2>
<p>A ferritina é uma proteína responsável por armazenar ferro nas células. No entanto, seu aumento nem sempre significa excesso desse mineral. Em doenças onco-hematológicas, a elevação pode refletir a resposta inflamatória do corpo diante da presença do câncer.</p>
<p>Em leucemias, por exemplo, especialmente nos quadros agudos, o organismo pode apresentar intensa atividade inflamatória e destruição celular, levando ao aumento importante da ferritina. Além disso, o alto volume também pode ser devido às transfusões de sangue, necessárias durante o tratamento de alguns pacientes.</p>
<p>Já nos linfomas, a ferritina pode se elevar tanto pela inflamação sistêmica quanto pela própria atividade tumoral, especialmente em pacientes com sintomas como febre, suor noturno e perda de peso.</p>
<p>No mieloma múltiplo, esse marcador também pode aparecer elevado, principalmente quando há inflamação associada e maior acometimento da medula óssea.</p>
<h2><strong>Ferritina alta em pacientes transfundidos</strong></h2>
<p>Outro cenário comum na Hematologia, como vimos, é o aumento da ferritina em pacientes que recebem múltiplas transfusões de sangue.</p>
<p>Isso pode acontecer em pessoas com leucemias, síndromes mielodisplásicas, dentre outras condições. Assim, a ferritina pode indicar sobrecarga de ferro, já que o organismo não possui um mecanismo eficiente para eliminar o excesso recebido pelas transfusões.</p>
<p>Esse acúmulo, quando persistente, pode afetar órgãos como fígado, coração e glândulas endócrinas. Nestes casos, o paciente precisará tomar medicamentos conhecidos por quelantes de ferro, com o objetivo de eliminar o excesso do mineral no corpo.</p>
<h2><strong>Ferritina alta pode indicar gravidade no quadro?</strong></h2>
<p>Em alguns contextos, sim. Valores muito elevados podem estar associados a quadros inflamatórios mais intensos ou maior atividade da doença. Em situações específicas, também podem levantar a suspeita de síndromes inflamatórias graves, como a síndrome hemofagocítica, que pode ocorrer em alguns linfomas.</p>
<p>Agora é importante dizer que nem todo exame com ferritina alta significa ter um câncer ou uma recidiva da doença. Infecções, doenças inflamatórias, alterações hepáticas e condições metabólicas também podem elevar a ferritina.</p>
<h2><strong>O que fazer ao encontrar ferritina alta</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8228" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg" alt="" width="143" height="95" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-1024x683.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 143px) 100vw, 143px" /></strong></h2>
<p>A recomendação é procurar avaliação médica, especialmente quando o resultado vem acompanhado de sintomas como cansaço intenso, febre, perda de peso, palidez, infecções recorrentes ou aumento de linfonodos.</p>
<p>Em muitos casos, outros exames, como hemograma, ferro sérico, transferrina e avaliação da medula óssea, podem ser necessários para investigação.</p>
<p>Mais do que o valor isolado, o que realmente importa é entender o motivo pelo qual a ferritina está elevada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/anemia-e-cancer-ha-uma-conexao/">ANEMIA E CÂNCER. HÁ ALGUMA CONEXÃO? CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS!</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/">Quando a ferritina alta indica câncer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como é a dor da leucemia?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-a-dor-da-leucemia/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-a-dor-da-leucemia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8299</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda os sintomas e quando investigar</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-a-dor-da-leucemia/">Como é a dor da leucemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor é um dos sintomas que mais geram dúvidas quando o assunto é o câncer. Mas, afinal, como é a dor da leucemia e quando ela deve chamar atenção?</p>
<p>De forma geral, a leucemia é um tipo de câncer do sangue que se origina na medula óssea (tutano do osso), afetando a produção normal das células sanguíneas. E é justamente essa alteração que pode levar ao aparecimento de dor, embora ela nem sempre esteja presente.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8300" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-scaled.jpg" alt="" width="122" height="231" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-scaled.jpg 1353w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-159x300.jpg 159w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-541x1024.jpg 541w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-768x1453.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-812x1536.jpg 812w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-1082x2048.jpg 1082w" sizes="(max-width: 122px) 100vw, 122px" />Onde é a dor de quem tem leucemia? </strong></h2>
<p>A dor relacionada à leucemia costuma estar associada ao acúmulo de células doentes na medula óssea, o que pode aumentar a pressão dentro dos ossos. Por isso, é comum que o desconforto seja descrito pelos pacientes como uma “dor forte”, que não melhora com repouso.</p>
<p>Ela pode atingir principalmente pernas, braços e região das costas/coluna.</p>
<p>Em crianças, a dor pode ser mais intensa e até causar dificuldade para andar ou mancar. Mas, é comum que seja confundida com a chamada “dor do crescimento”.</p>
<h2><strong>A dor da leucemia é constante?</strong></h2>
<p>Nem sempre. A dor pode variar de intensidade e frequência. Em alguns casos, é leve e intermitente. Em outros, pode ser mais intensa e progressiva. Um ponto de atenção é quando ela se apresenta de forma persistente por vários dias ou semanas, não tem causa aparente (como trauma ou esforço físico) e vem acompanhada de outros sintomas.</p>
<h2><strong>Nem toda dor óssea é leucemia!</strong></h2>
<p>A maioria das dores no corpo está relacionada a causas benignas, como esforço físico, problemas musculares ou inflamações. Por isso, o diagnóstico da leucemia nunca deve ser baseado em um sintoma isolado. Ele costuma começar com exames simples, como o hemograma, que pode indicar alterações nas células do sangue.</p>
<p>Com o início do tratamento adequado, a dor tende a melhorar, já que está diretamente relacionada à atividade da doença na medula óssea. Importante salientar que as leucemias são divididas em agudas e crônicas, e que ambos os subtipos podem apresentar dor óssea ao diagnóstico.</p>
<p>Fique sempre atento ao seu corpo e procure um hematologista se sentir que deve fazer alguma investigação!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/">A LEUCEMIA É SEMPRE VISÍVEL NO HEMOGRAMA! CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-a-dor-da-leucemia/">Como é a dor da leucemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-a-dor-da-leucemia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que são mutações genéticas?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-sao-mutacoes-geneticas/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-sao-mutacoes-geneticas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8290</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda quais são as principais na Onco-Hematologia e como impactam o tratamento</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-sao-mutacoes-geneticas/">O que são mutações genéticas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da Medicina de precisão tem transformado o diagnóstico e o tratamento das doenças do sangue. Mas você sabe o que são mutações genéticas? Sua identificação passou a ter um papel central na condução clínica de pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<p>Mais do que confirmar o diagnóstico, os testes genéticos ajudam a definir prognóstico, orientar terapias direcionadas e, em muitos casos, prever a resposta ao tratamento.</p>
<h2><strong>Mutações genéticas na Onco-Hematologia</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8291" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg" alt="" width="126" height="126" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1536x1536.jpg 1536w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" /></strong></h2>
<p>As mutações genéticas são alterações no DNA das células, que podem levar ao crescimento descontrolado e ao desenvolvimento do câncer.</p>
<p>Na Onco-Hematologia, especialidade que cuida das doenças do sangue, essas alterações podem estar presentes desde o início da doença ou surgir ao longo da evolução, influenciando diretamente o comportamento tumoral.</p>
<p>Hoje, exames como citogenética, biologia molecular e sequenciamento de nova geração (NGS) permitem identificar essas alterações com maior precisão.</p>
<h2><strong>Principais mutações genéticas nas doenças do sangue</strong></h2>
<p>Diversas mutações já foram descritas e associadas a diferentes doenças. Entre as principais, destacam-se:</p>
<p>BCR-ABL1 (cromossomo Philadelphia): presente principalmente na leucemia mieloide crônica (LMC) e em alguns casos de leucemia linfoide aguda (LLA), essa alteração está diretamente relacionada à ativação de vias de proliferação celular.</p>
<p>FLT3: comum na leucemia mieloide aguda (LMA), está associada a pior prognóstico e maior risco de recaída.</p>
<p>NPM1: também encontrada na LMA, pode estar relacionada a melhor prognóstico em determinados contextos, especialmente na ausência de outras mutações de alto risco.</p>
<p>TP53: associada a diversas neoplasias hematológicas, costuma indicar doença mais agressiva e menor resposta aos tratamentos convencionais.</p>
<p>KRAS e NRAS: podem estar presentes em diferentes doenças e estão relacionadas à ativação de vias de crescimento celular.</p>
<h2><strong>Por que é importante diagnosticar essas mutações?</strong></h2>
<p>A identificação das mutações genéticas é fundamental para uma abordagem mais precisa e individualizada. Entre os principais benefícios estão:</p>
<ul>
<li>Definição mais precisa do diagnóstico</li>
<li>Estratificação de risco</li>
<li>Escolha do tratamento mais adequado</li>
<li>Previsão de resposta terapêutica</li>
<li>Monitoramento da doença ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Em muitos casos, pacientes com a mesma doença podem ter evoluções completamente diferentes, e as mutações ajudam a explicar essas diferenças.</p>
<h2><strong>Terapias direcionadas: como as mutações mudaram o tratamento</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="144" height="144" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></strong></h2>
<p>O conhecimento das alterações genéticas abriu caminho para o desenvolvimento de terapias-alvo, que atua diretamente nos mecanismos da doença.</p>
<p>Alguns exemplos incluem os inibidores de tirosina quinase (TKIs) para pacientes com BCR-ABL1 e os inibidores de FLT3 na leucemia mieloide aguda.</p>
<p>Esses tratamentos tendem a ser mais específicos, com maior eficácia em determinados grupos de pacientes e, em alguns casos, com perfil de toxicidade diferente da quimioterapia convencional.</p>
<h2><strong>Como saber se tenho mutações genéticas?</strong></h2>
<p>A avaliação genética é recomendada em diferentes momentos, dentre eles no diagnóstico inicial, durante o monitoramento da resposta ao tratamento e também em casos de recaída ou refratariedade.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-sao-mutacoes-geneticas/">O que são mutações genéticas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-sao-mutacoes-geneticas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que seu PET-CT está dizendo?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 01:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8283</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como interpretar o exame e o que dizem as cores presentes nele</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/">O que seu PET-CT está dizendo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que seu PET-CT está dizendo para você? Exame amplamente utilizado na Onco-Hematologia, é possível que os resultados gerem dúvidas entre pacientes ao apresentar imagens coloridas e termos técnicos. Aqui vamos explicar, de forma clara, como interpretá-las.</p>
<p>O PET-CT é hoje uma das principais ferramentas utilizadas no acompanhamento de pacientes com câncer, especialmente em doenças como os linfomas. Ao contrário de exames tradicionais, ele não mostra apenas a estrutura do corpo, mas também revela o funcionamento das células.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8284 alignleft" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg" alt="" width="155" height="116" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-300x225.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1024x768.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-768x576.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1536x1152.jpg 1536w" sizes="(max-width: 155px) 100vw, 155px" />Como o exame funciona</strong></h2>
<p>O PET-CT combina duas tecnologias: a tomografia computadorizada, que mostra órgãos e tecidos, e a tomografia por emissão de pósitrons, que avalia a atividade metabólica das células.</p>
<p>Para isso, no exame se utiliza uma substância semelhante à glicose, chamada FDG, injetada no paciente antes do exame. Como as células mais ativas consomem mais energia, elas absorvem maior quantidade dessa substância, o que permite identificar áreas com maior atividade no organismo.</p>
<p>O PET-CT é usado principalmente para avaliar a extensão da doença no organismo, monitorar a resposta ao tratamento e identificar possíveis recidivas. Por isso, os pacientes precisam realizá-lo em diferentes fases da jornada terapêutica.</p>
<h2><strong>E o que significam as cores?<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8285" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg" alt="" width="195" height="195" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" /></strong></h2>
<p>Um dos pontos que mais chamam atenção no exame são as imagens coloridas. Essas cores representam o nível de atividade metabólica em diferentes regiões do corpo. De forma geral:</p>
<p><strong>Preto ou azul:</strong> baixa atividade metabólica ou nenhuma captação significativa do marcador.</p>
<p><strong>Verde ou amarelo:</strong> atividade metabólica moderada, observada em tecidos normais ou inflamação leve.</p>
<p><strong>Vermelho ou branco:</strong> alta atividade metabólica, indicando alta captação de glicose, como em tumores ou inflamações.</p>
<p>A intensidade da cor nas imagens de PET indica o nível de atividade metabólica. Cores de maior  intensidade significam maior atividade metabólica. Cores de menor intensidade indicam menor atividade.</p>
<p>No entanto, atenção! Isso não significa necessariamente presença de câncer. Processos inflamatórios, infecções e até o funcionamento normal de alguns órgãos podem gerar imagens semelhantes.</p>
<h2><strong>O papel do SUV no resultado</strong></h2>
<p>Além das imagens, o laudo do PET-CT traz um indicador chamado SUV (Standardized Uptake Value), que mede quantitativamente a captação da substância.</p>
<p>Valores mais elevados podem sugerir maior atividade celular, mas não são suficientes, isoladamente, para definir diagnóstico ou progressão da doença.</p>
<p>A análise depende do contexto clínico e da comparação com exames anteriores. E, apesar da precisão, o PET-CT não deve ser interpretado de forma isolada. Médicos consideram, além do exame, o histórico do paciente, sintomas e outros resultados laboratoriais.</p>
<p>Os especialistas recomendam é evitar conclusões baseadas apenas na imagem ou nos números do laudo!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/artigos/exames-de-imagem-para-o-mieloma-multiplo-linfomas-e-leucemias/">CONHEÇA OS EXAMES DE IMAGENS USADOS NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/">O que seu PET-CT está dizendo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8277</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba o que o que diz a lei e como acessar esse direito</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/">Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer costuma trazer impactos que vão além do tratamento médico. Custos com exames, medicamentos, deslocamentos e acompanhamento contínuo podem comprometer o orçamento durante a jornada oncológica. Nesse cenário, a legislação brasileira prevê um importante mecanismo de apoio: pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda (IR) sobre os benefícios de aposentadoria, pensões ou reforma militar.</p>
<p>Isso significa, então, que pacientes com câncer (neoplasia maligna) que ainda estão trabalhando não são beneficiados com essa isenção, e devem continuar a pagar o imposto de renda normalmente.</p>
<p>O benefício está previsto na art. 6º, XIV, da Lei nº 7.713/1988, e também é estendido a pessoas que têm outras doenças, tais como esclerose múltipla, hanseníase, cardiopatia grave, dentre outras.</p>
<p>A medida busca reduzir a carga financeira enfrentada por quem convive com a condição, permitindo que os recursos economizados sejam direcionados para o cuidado com a saúde e a qualidade de vida.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-8278" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443.jpg" alt="" width="305" height="340" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443.jpg 1700w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-268x300.jpg 268w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-916x1024.jpg 916w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-768x858.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-1374x1536.jpg 1374w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" />Quem pode solicitar</strong></h2>
<p>Como já falamos, têm direito à isenção pacientes diagnosticados com câncer que recebam rendimentos provenientes de aposentadoria, pensão ou reforma militar, e a regra não se aplica, portanto, a rendimentos de trabalho ativo.</p>
<p>Um ponto importante é que o direito à isenção <strong>não depende da fase da doença</strong>. Pois é, mesmo após o término do tratamento, o benefício pode ser mantido, desde que haja comprovação médica da condição. A interpretação consolidada na Justiça é de que a doença grave, por si só, já justifica o acesso ao direito.</p>
<h2><strong>Como funciona o pedido</strong></h2>
<p>A solicitação deve ser feita diretamente ao órgão responsável pelo pagamento do benefício, como o INSS ou o órgão responsável pelo regime próprio de previdência (que costuma se aplicar aos casos de servidores públicos). O processo exige a apresentação de laudo médico oficial (somente emitido pelo SUS), exames e documentos que comprovem o diagnóstico.</p>
<p>Em alguns casos, o paciente pode ainda solicitar a restituição de valores pagos indevidamente nos últimos anos, desde o diagnóstico (até o limite de 5 anos), devendo comprovar que já preenchia os requisitos para a isenção naquele período.</p>
<p>Apesar de ser um direito garantido, especialistas destacam que o desconhecimento ainda é um dos principais obstáculos para o acesso ao benefício. Por isso, a orientação adequada e o suporte de instituições e profissionais fazem diferença nesse processo.</p>
<h2><strong>Direitos do paciente oncológico que merecem atenção</strong></h2>
<p>Além da isenção do IR, pacientes com câncer podem ter acesso a uma série de outros direitos previstos em lei, como:</p>
<ul>
<li>Saque antecipado do FGTS e do PIS/Pasep</li>
<li>Concessão de benefícios previdenciários (auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez), quando há incapacidade para o trabalho</li>
<li>Prioridade na tramitação de processos judiciais e administrativos</li>
<li>Isenção de alguns impostos na aquisição de veículos adaptados, em situações específicas</li>
</ul>
<p>Conhecer e acessar esses direitos pode contribuir para reduzir o impacto da doença no dia a dia e oferecer mais segurança durante o tratamento.</p>
<p>A Abrale (Associação Brasileira de Câncer do Sangue), da qual sou membro do Comitê Científico, pode te ajudar com o apoio sociojurídico. Entre em contato em (11) 3149-5190 ou <a href="mailto:abrale@abrale.org.br">abrale@abrale.org.br</a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/">Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mieloma múltiplo: por quanto tempo deve durar o tratamento de manutenção?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-por-quanto-tempo-deve-durar-o-tratamento-de-manutencao/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-por-quanto-tempo-deve-durar-o-tratamento-de-manutencao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 21:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8268</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como a terapêutica acontece após remissão da doença</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-por-quanto-tempo-deve-durar-o-tratamento-de-manutencao/">Mieloma múltiplo: por quanto tempo deve durar o tratamento de manutenção?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alcançar a remissão de um câncer é um dos principais objetivos do paciente e da equipe médica. No entanto, isso não significa que a jornada terapêutica acabou. E aí você pode estar se perguntando: no mieloma múltiplo, por quanto tempo deve durar o tratamento de manutenção? Vamos explicar nessa matéria.</p>
<h2>O que é a manutenção clínica?</h2>
<p>A manutenção consiste no uso contínuo de medicamentos após a resposta ao tratamento inicial, que pode incluir quimioterapia, terapias-alvo e, em alguns casos, o transplante de medula óssea.</p>
<p>O principal objetivo é prolongar a duração da remissão, retardar a progressão da doença e, consequentemente, aumentar a sobrevida.</p>
<h2>Mas afinal, por quanto tempo esse tratamento deve ser mantido? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="193" height="193" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 193px) 100vw, 193px" /></h2>
<p>O tempo de manutenção, atualmente, depende do protocolo que o paciente recebe. Se for de lenalidomida em monoterapia, por exemplo, a bula mostra que é uso contínuo ou que tem que suspender por um efeito colateral/toxicidade que obrigue a retirada. Se ele faz com os novos protocolos, que é a manutenção com daratumumabe e lenalidomida, então tem que seguir o estudo recente, que aprovou  dois anos de uso desta combinação. A suspensão do daratumumabe só pode ser feita de acordo com a avaliação de doença residual mínima, mas a lenalidomida continua.</p>
<p><span class="cursor-pointer group" title="Reproduzir a partir de 0:00"><span class="group-hover:bg-base-200 rounded p-0.5 -m-0.5" data-start="650" data-end="9350">Ixazomib também tem indicação em bula </span></span><span class="cursor-pointer group" title="Reproduzir a partir de 0:10"><span class="group-hover:bg-base-200 rounded p-0.5 -m-0.5" data-start="9730" data-end="16370">para o tratamento de manutenção do miloma múltiplo.</span></span><span class="opacity-80 text-sm" data-timestamp=""> </span></p>
<p>Já após o transplante autólogo é comum a recomendação de manutenção prolongada, frequentemente até a progressão da doença. Essa abordagem se baseia no entendimento de que, mesmo em remissão, ainda podem existir células do mieloma em níveis muito baixos no organismo. E isso reforça a importância de manter o tratamento para evitar recaídas.</p>
<p>A decisão sobre a duração da manutenção é individualizada e leva em consideração diversos fatores, como as características biológicas da doença, o perfil de risco do paciente, a resposta ao tratamento inicial e a presença de doença residual mínima. Pacientes com maior risco de progressão podem se beneficiar de estratégias mais prolongadas ou intensificadas.</p>
<h2>Acompanhamento médico deve ser contínuo!</h2>
<p>Consultas regulares e exames laboratoriais permitem monitorar a eficácia do tratamento, identificar possíveis efeitos adversos com rapidez e realizar ajustes quando necessário.</p>
<p>Embora a remissão seja um marco importante, o mieloma múltiplo ainda é considerado, na maioria dos casos, uma doença crônica, de controle contínuo. Nesse cenário, a terapia de manutenção desempenha um papel central, contribuindo para prolongar o tempo livre de doença e preservar a qualidade de vida.</p>
<p>É importante ter paciência! Mais do que um período definido, a manutenção no mieloma múltiplo representa uma estratégia de longo prazo, guiada pela resposta do paciente e pelos avanços constantes no tratamento da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-nao-e-um-cancer-dos-ossos/"><strong>MIELOMA MÚLTIPLO NÃO É UM CÂNCER ÓSSEO. SAIBA MAIS!</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-por-quanto-tempo-deve-durar-o-tratamento-de-manutencao/">Mieloma múltiplo: por quanto tempo deve durar o tratamento de manutenção?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-por-quanto-tempo-deve-durar-o-tratamento-de-manutencao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8264</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda a indicação do transplante de medula óssea como estratégia de tratamento</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/">Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) é, para muitas doenças hematológicas, uma das principais possibilidades de cura. No entanto, é importante entender que nem sempre TMO é indicado para curar o câncer. Em alguns casos, ele faz parte de uma estratégia mais ampla de tratamento, com outros objetivos igualmente importantes.</p>
<h2><strong>O papel do transplante no tratamento</strong></h2>
<p>O <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">TMO</a> consiste na substituição da medula óssea doente por células-tronco saudáveis, que podem ser do próprio paciente (transplante autólogo) ou de um doador (transplante alogênico). Quando bem-sucedido, ele pode permitir a recuperação da produção normal das células do sangue e, em algumas situações, levar à cura da doença de fato.</p>
<p>No entanto, o resultado do transplante depende de diversos fatores, como o tipo de doença, o estágio em que ela se encontra, a resposta a tratamentos anteriores e as condições clínicas do paciente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-8265" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg" alt="" width="643" height="322" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-300x150.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1024x512.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-768x384.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1536x768.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 643px) 100vw, 643px" /></p>
<h2><strong>Quando o transplante não tem intenção de cura</strong></h2>
<p>Existem situações em que o TMO é indicado sem objetivo curativo, mas sim como parte do controle da doença. Isso pode acontecer, por exemplo no mieloma múltiplo e linfomas. Nestes casos, ele pode ser usado quando:</p>
<ul>
<li>A doença apresenta um comportamento recorrente</li>
<li>Há maior risco de recidiva mesmo após o transplante</li>
<li>O objetivo principal é prolongar a sobrevida e reduzir a carda da doença, melhorando os sintomas</li>
</ul>
<p>Nesses casos, o transplante pode contribuir para prolongar o tempo de controle da doença, aumentar o intervalo sem progressão e proporcionar melhor qualidade de vida.</p>
<h2><strong>Diferenças entre os tipos de transplante</strong></h2>
<p>O tipo de transplante também influencia seu objetivo. Em geral o transplante alogênico (com células de um doador) tem maior potencial curativo, pois envolve também o chamado efeito enxerto contra a doença. Já o transplante autólogo (com células do próprio paciente) é mais frequentemente utilizado como parte do tratamento, ajudando a intensificar a resposta, mas nem sempre com intenção de cura</p>
<p>Importante salientar que cada caso deve ser avaliado individualmente. Mesmo após o transplante, o acompanhamento médico continua sendo fundamental. Isso porque existe a possibilidade de recidiva da doença ou de surgimento de complicações, que precisam ser identificadas e tratadas precocemente.</p>
<p>Além disso, muitos pacientes seguem com outras terapias após o TMO, como forma de manutenção ou controle da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pega-da-medula-ossea-resposta-para-quem-faz-o-tmo/">SAIBA MAIS COMO FUNCIONA A PEGA DA MEDULA ÓSSEA CLICANDO AQUI!</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/">Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8255</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda a síndrome de Li-Fraumeni </p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/">Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reportagem da Folha de São Paulo chamou atenção para a história de um jovem de 20 anos que já enfrentou cinco cânceres diferentes e agora trata um novo tumor. Mas quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</p>
<p>O motivo é uma condição genética rara chamada síndrome de Li-Fraumeni.</p>
<h2>O que é a síndrome de Li-Fraumeni?</h2>
<p>É uma síndrome hereditária causada geralmente por mutações no gene TP53, responsável por proteger o DNA das células. Quando esse gene não funciona adequadamente, o risco de desenvolver múltiplos tipos de câncer ao longo da vida aumenta significativamente, muitas vezes em idade jovem.</p>
<p>Entre os tumores mais associados estão:</p>
<ul>
<li>Sarcomas</li>
<li>Câncer de mama precoce</li>
<li>Tumores cerebrais</li>
<li><strong>Leucemias</strong></li>
<li>Tumores adrenocorticais</li>
<li><strong>Mieloma múltiplo</strong>, mais raramente</li>
</ul>
<h2>Um caso recente no meu consultório</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8257" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg" alt="" width="123" height="123" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 123px) 100vw, 123px" />Recentemente tratei um paciente jovem com síndrome de Li-Fraumeni que desenvolveu mieloma múltiplo.</p>
<p>Nesse contexto, algumas decisões terapêuticas precisam ser cuidadosamente individualizadas. Por exemplo:</p>
<p>&#8211; Evitamos o uso de agentes alquilantes, que podem aumentar o risco de leucemias secundárias.</p>
<p>&#8211; Optamos por estratégias que minimizem a exposição a terapias potencialmente leucemogênicas.</p>
<p>&#8211; E, apesar da idade jovem, não indicamos transplante de medula óssea, considerando o risco genético individual.</p>
<p>Esse tipo de decisão ilustra como a genética pode mudar completamente a estratégia de tratamento.</p>
<p><strong>Uma mensagem importante para os pacientes:</strong> se há na família vários casos de câncer, tumores em idade jovem ou múltiplos cânceres na mesma pessoa, vale discutir com o médico a possibilidade de avaliação genética.</p>
<p>Hoje sabemos que identificar síndromes hereditárias permite um diagnóstico mais precoce, vigilância adequada e tratamentos mais personalizados.</p>
<p>Muitas vezes, é possível salvar vidas na família inteira. A história mostrada na reportagem é um exemplo poderoso de resiliência, mas também de como a medicina de precisão e a genética são cada vez mais importantes no cuidado do câncer.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/">Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Influenza durante o câncer hematológico</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8248</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por que a gripe pode ser tão perigosa para esses pacientes?</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/">Influenza durante o câncer hematológico</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe costuma ser vista como uma infecção respiratória comum. Mas a Influenza durante o câncer hematológico, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, pode representar um risco muito maior. Isso acontece porque essas doenças e seus tratamentos frequentemente comprometem o sistema imunológico, deixando o organismo mais vulnerável a infecções.</p>
<p>Nesses casos, vírus respiratórios como o da Influenza podem evoluir com mais facilidade para quadros graves, como pneumonia, insuficiência respiratória e necessidade de hospitalização. Por isso, compreender os diferentes tipos de vírus da gripe e saber como se proteger é fundamental para quem convive com estas condições.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8249" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg" alt="" width="112" height="112" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 112px) 100vw, 112px" />O que é a Influenza?</strong></h2>
<p>A Influenza é uma infecção respiratória causada por vírus altamente transmissíveis que se espalham principalmente por gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar. Existem quatro tipos principais de vírus influenza: A, B, C e D, sendo os tipos A e B os principais responsáveis pelas epidemias sazonais de gripe em humanos.</p>
<p>O vírus Influenza A é o mais conhecido por sofrer mutações frequentes, o que dá origem a diferentes variantes que circulam ao longo do tempo.</p>
<p>Uma dessas variantes que vêm circulando aqui no Brasil, e gerando medo/dúvidas nos brasileiros, é a chamada “gripe K”. Mas importante pontuar que não há evidências que mostrem quadros mais graves da infecção, quando comparado com os demais tipos de influenza.</p>
<h2><strong>Por que a gripe pode ser mais grave no câncer hematológico?</strong></h2>
<p>Pacientes com câncer hematológico frequentemente apresentam imunossupressão, que pode ser causada pela própria doença ou pelos tratamentos, como quimioterapia, terapias alvo e transplante de medula óssea.</p>
<p>Isso significa que o organismo pode ter mais dificuldade para combater infecções virais. Como consequência, uma gripe que seria leve para a maioria das pessoas pode evoluir para complicações mais sérias nesses pacientes.</p>
<p>Dentre os principais riscos estão: pneumonia viral ou bacteriana secundária; infecções respiratórias graves; agravamento do estado clínico geral; internação hospitalar.</p>
<h2><strong>Prevenção é o caminho <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6507" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg" alt="" width="149" height="149" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 149px) 100vw, 149px" /></strong></h2>
<p>Algumas medidas simples podem ajudar a reduzir a exposição aos vírus respiratórios.</p>
<p>A vacina da gripe é uma das formas mais importantes de prevenção. Ela não impede totalmente a infecção, mas reduz significativamente o risco de casos graves e hospitalizações. E muito importante: está liberada para uso nos pacientes oncológicos.</p>
<p>Além disse é importante sempre manter as mãos bem higienizadas, evitar contato com pessoas já gripadas, usar máscara quando necessário e manter os ambientes bem ventilados.</p>
<p>E se notar qualquer sintoma gripa, procure um médico!</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/">Influenza durante o câncer hematológico</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A leucemia é sempre visível no hemograma?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 18:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8241</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona o diagnóstico desse câncer do sangue</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/">A leucemia é sempre visível no hemograma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os exames de sangue são fundamentais para o diagnóstico e, na maioria dos casos, são eles que levantam a primeira suspeita. Mas, a leucemia é sempre visível no hemograma? Alterações como mudanças na quantidade e na aparência das células sanguíneas, costumam ser um sinal importante de que algo não está funcionando corretamente no organismo.</p>
<p>No entanto, o processo nem sempre é imediato. Em fases iniciais ou em alguns tipos de leucemia de evolução mais lenta, os sintomas podem ser discretos e ainda não apresentar um padrão típico da doença. Por isso, o diagnóstico depende da análise cuidadosa dos exames associada à avaliação clínica do paciente.</p>
<p>A leucemia é um câncer que afeta a medula óssea, local onde são produzidas as células do sangue. Quando essas células passam a se multiplicar de forma desordenada, elas interferem na produção normal dos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, o que acaba se refletindo nos exames laboratoriais.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-8243" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg" alt="" width="119" height="162" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg 536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1-220x300.jpg 220w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />Quando as alterações podem ser menos evidentes?</h2>
<p>Em alguns pacientes, principalmente no início da doença, o número de células alteradas ainda é pequeno. Nesses casos, o hemograma pode mostrar mudanças leves, que se assemelham a quadros de anemia, infecções ou outras condições comuns.</p>
<p>Por isso, sintomas persistentes costumam ser tão importantes quanto os resultados dos exames. Cansaço excessivo, infecções frequentes, sangramentos, dores ósseas e perda de peso são sinais que, quando associados a alterações laboratoriais progressivas, ajudam a orientar a investigação médica.</p>
<p>Exames complementares, como a análise da medula óssea e exames genéticos, são utilizados para confirmar o diagnóstico e identificar o tipo específico de leucemia, o que é essencial para definir o tratamento mais adequado.</p>
<h2>Alterações na pele podem fazer parte do quadro</h2>
<p>Entre os sinais que podem surgir durante a evolução da leucemia estão algumas mudanças na pele. A palidez é comum devido à anemia, e em alguns casos podem aparecer pequenas manchas arroxeadas ou avermelhadas, conhecidas como petéquias ou hematomas espontâneos.</p>
<p>Essas “manchas da leucemia” estão relacionadas principalmente à redução das plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue. Elas não são exclusivas da leucemia, mas, quando aparecem junto a outros sintomas e alterações nos exames, reforçam a necessidade de investigação médica.</p>
<h2>O diagnóstico é resultado da soma de informações</h2>
<p>A leucemia não é diagnosticada apenas por um exame isolado. O processo envolve a combinação entre resultados laboratoriais, avaliação clínica, histórico do paciente e exames específicos da medula óssea.</p>
<p>Na maioria dos casos, a doença é identificada por meio dos exames, mas o olhar atento para sinais persistentes e mudanças graduais nos resultados é fundamental para que o diagnóstico aconteça no momento mais precoce possível.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/">A leucemia é sempre visível no hemograma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câncer hematológico secundário</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/</link>
					<comments>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 21:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drbrenogusmao.com.br/?p=8236</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando a doença surge após outro tratamento oncológico</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/">Câncer hematológico secundário</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer hematológico secundário é um tipo de câncer do sangue que pode se desenvolver como consequência de tratamentos realizados anteriormente contra outro câncer. Embora seja considerado raro, o diagnóstico tem chamado a atenção de especialistas por estar associado, principalmente, ao uso prévio de quimioterapia e radioterapia.</p>
<p>Esse tipo de câncer pode surgir meses ou até anos depois do tratamento inicial, reforçando a importância do acompanhamento médico contínuo de pacientes que já enfrentaram um tumor.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6774" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg" alt="" width="125" height="121" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg 2048w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-300x290.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-768x742.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-1024x990.jpg 1024w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />O que caracteriza o câncer hematológico secundário</strong></h2>
<p>Diferentemente dos cânceres hematológicos primários, que se originam, na maior parte dos casos, sem relação direta com outras doenças, o câncer hematológico secundário está ligado a alterações adquiridas na medula óssea após a exposição a terapias antineoplásicas. Assim, entre os quadros mais comuns estão a leucemia mieloide aguda e a síndrome mielodisplásica.</p>
<p>Essas doenças surgem quando as células da medula óssea passam a produzir células sanguíneas defeituosas ou em quantidade descontrolada.</p>
<h2><strong>Principais causas</strong></h2>
<p>Os especialistas explicam que o principal fator de risco está relacionado aos danos que certos tratamentos podem causar ao DNA das células sanguíneas. Entre os fatores associados estão:</p>
<ul>
<li>Uso de quimioterápicos específicos, como agentes alquilantes</li>
<li>Rdioterapia em grandes áreas do corpo</li>
<li>Exposição prolongada a substâncias tóxicas</li>
<li>Alterações genéticas adquiridas ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Apesar disso, os médicos reforçam que os benefícios do tratamento contra o câncer primário superam amplamente os riscos. A ocorrência de câncer hematológico secundário é pouco frequente e não deve ser motivo para interromper ou evitar terapias necessárias.</p>
<h2><strong>Sintomas podem ser confundidos com efeitos do tratamento anterior</strong></h2>
<p>Os sinais do câncer hematológico secundário costumam ser semelhantes aos de outras doenças do sangue, o que pode dificultar o diagnóstico inicial. Entre os sintomas mais comuns estão cansaço intenso, palidez, infecções recorrentes, sangramentos espontâneos, manchas roxas pelo corpo, febre persistente e perda de peso sem causa aparente.</p>
<p>Muitos desses sintomas também podem aparecer como efeitos tardios da quimioterapia ou radioterapia, o que torna essencial a investigação médica diante de qualquer alteração persistente.</p>
<h2><strong>Tratamento é individualizado </strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6955 alignleft" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844.jpg" alt="" width="182" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844.jpg 700w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844-300x257.jpg 300w" sizes="(max-width: 182px) 100vw, 182px" /></p>
<p>O tratamento do câncer hematológico secundário depende de vários fatores, como tipo da doença, idade do paciente, condições clínicas e também as características genéticas do tumor.</p>
<p>Cada plano terapêutico é definido de forma personalizada por uma equipe especializada em Hematologia.</p>
<p>O seguimento médico a longo prazo é parte fundamental da jornada de quem já enfrentou um câncer. Além de avaliar possíveis efeitos tardios do tratamento, esse acompanhamento permite identificar precocemente doenças secundárias, aumentando as chances de sucesso terapêutico.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/existe-um-exame-que-detecta-o-cancer-no-corpo-todo/">EXISTE UM EXAME QUE DETECTA O CÂNCER NO CORPO TODO? CLIQUE AQUI E LEIA MAIS!</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/">Câncer hematológico secundário</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
