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	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Sep 2026 22:02:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Matérias - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<item>
		<title>Qual exame detecta a amiloidose?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 22:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exames laboratoriais e exames de imagem são algumas das opções utilizadas </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A amiloidose é um grupo de doenças raras caracterizado pelo depósito de proteínas anormais, chamadas de amiloide, em tecidos e órgãos. Como pode afetar diferentes partes do organismo e provocar sintomas variados, o diagnóstico nem sempre é simples.</p>
<p>Porém, não existe um único exame capaz de diagnosticar todos os casos. A investigação combina exames laboratoriais, exames de imagem e, em muitos pacientes, uma biópsia para confirmar a presença dos depósitos de amiloide e identificar seu tipo.</p>
<p>A escolha dos exames depende dos sintomas, dos órgãos que podem estar comprometidos e da forma de amiloidose que está sendo investigada.</p>
<h2><strong>O hemograma detecta a amiloidose?</strong></h2>
<p>O hemograma não é capaz de diagnosticar a amiloidose. No entanto, pode fazer parte da avaliação inicial do paciente e ajudar a identificar alterações no sangue, como anemia, que podem estar relacionadas à doença ou a outras condições associadas.</p>
<h2><strong>Biópsia é um dos principais exames para confirmar a amiloidose</strong></h2>
<p>Quando existe suspeita de amiloidose, a confirmação geralmente depende da demonstração do depósito de amiloide em uma amostra de tecido.</p>
<p>Para isso, pode ser realizada uma biópsia de gordura abdominal, procedimento menos invasivo que permite identificar depósitos de amiloide em parte dos pacientes. Em casos de amiloidose AL, as diretrizes mais recentes da American Society of Hematology recomendam, em determinadas situações, a combinação da biópsia de gordura abdominal com a biópsia de medula óssea.</p>
<p>Quando esses exames não são suficientes ou quando há uma indicação específica, pode ser necessária a biópsia do órgão afetado, como coração.</p>
<p>No entanto, confirmar que existe amiloide não é suficiente. Também é fundamental identificar qual é o tipo de amiloide, pois existem diferentes formas da doença e o tratamento pode ser completamente diferente.</p>
<h2><strong>Exames de sangue e urina ajudam a investigar a amiloidose AL</strong></h2>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft  wp-image-8305" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-1024x1024.jpg" alt="" width="196" height="196" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg 1500w" sizes="(max-width: 196px) 100vw, 196px" /></strong></h2>
<p>Na suspeita de amiloidose AL, relacionada à produção anormal de cadeias leves por células plasmáticas, alguns exames laboratoriais têm papel importante na investigação.</p>
<p>Entre eles estão imunofixação sérica, imunofixação urinária e dosagem de cadeias leves livres séricas e sua relação entre kappa e lambda.</p>
<p>É importante destacar que eletroforese de proteínas isoladamente não deve ser utilizada como único exame para investigar a amiloidose AL. A avaliação precisa considerar o conjunto de exames e o quadro clínico do paciente.</p>
<p>A investigação também pode incluir mielograma e biópsia de medula óssea, principalmente quando existe suspeita de amiloidose AL, para avaliar a presença de uma alteração das células plasmáticas associada à produção das cadeias leves.</p>
<h2><strong>E quando há suspeita de amiloidose cardíaca?</strong></h2>
<p>O coração é um dos órgãos que podem ser afetados pela amiloidose. Nesses casos, a investigação pode começar com exames como eletrocardiograma, ecocardiograma, biomarcadores cardíacos e ressonância magnética cardíaca, dependendo da apresentação clínica.</p>
<p>Entretanto, esses exames não necessariamente confirmam sozinhos o tipo de amiloidose.</p>
<h2><strong>Por que é tão importante identificar o tipo de amiloidose?</strong></h2>
<p>A amiloidose não é uma única doença. Existem diferentes tipos, e cada um está relacionado a uma proteína específica.</p>
<p>Entre as formas sistêmicas estão a amiloidose AL, associada às cadeias leves de imunoglobulinas, e a amiloidose ATTR, relacionada à transtirretina. A ATTR ainda pode ser hereditária, causada por alterações no gene da transtirretina, ou adquirida, também chamada de tipo selvagem.</p>
<p>Por isso, depois de confirmar a presença de amiloide, é necessário realizar a tipagem do depósito, utilizando um método validado. Essa etapa é essencial para evitar que o paciente receba um tratamento direcionado ao tipo errado de amiloidose.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/viver-com-amiloidose-desafios-do-diagnostico-e-bem-estar-do-paciente/">VIVENDO COM AMILOIDOSE. CLIQUE AQUI E VEJA MAIS SOBRE QUALIDADE DE VIDA</a></strong></p>
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		<title>Dr. Breno Gusmão fala sobre os linfomas no Estadão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 16:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médico explica os principais sinais e sintomas no Agosto Verde Claro, mês de conscientização</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no mês de conscientização sobre os linfomas , o Agosto Verde Claro, e falar sobre o tema é sempre importante. Afinal, o diagnóstico precoce pode fazer uma grande diferença. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima mais de 15 mil novos casos da doença por ano no Brasil.</p>
<p><a href="https://www.estadao.com.br/pulsa/vencer-o-cancer/os-sinais-que-o-corpo-da-diante-de-um-linfoma-e-como-reconhece-los-faz-a-diferenca-no-tratamento/?srsltid=AfmBOoqZP00Mp994_gV1q84pvdp-rqpuSj4-G0zKqpmLpcowWOGFz1z4">Veja o texto completo do Dr. Breno Gusmão publicado no Estadão. Clique aqui!</a></p>
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		<title>Leucemia é sempre um câncer agressivo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 22:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda as diferenças entre os tipos da doença e suas principais características </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber o diagnóstico de leucemia pode despertar uma série de dúvidas, afinal é um câncer bastante amplo. E você pode se perguntar “toda leucemia será considerada agressiva?”. A resposta é: nem sempre.</p>
<p>Embora todas as leucemias sejam doenças malignas que afetam a medula óssea, responsável pela formação das células do sangue, elas não se comportam da mesma maneira. Existem diferentes tipos e subtipos, com características, velocidade de evolução, prognóstico e tratamentos distintos.</p>
<p>De forma geral, as leucemias são classificadas em quatro tipos principais: leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia linfoblástica aguda (LLA), leucemia mieloide crônica (LMC) e leucemia linfocítica crônica (LLC). A classificação considera tanto a linhagem da célula afetada quanto a velocidade com que a doença tende a evoluir.</p>
<h2><strong>Leucemia aguda é mais agressiva?</strong></h2>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8348" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1024x1024.jpg" alt="" width="137" height="137" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1536x1536.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431.jpg 2000w" sizes="(max-width: 137px) 100vw, 137px" /></strong></h2>
<p>As leucemias agudas, como a LMA e a LLA, geralmente apresentam evolução rápida e precisam de avaliação e tratamento em curto intervalo de tempo.</p>
<p>Nessas doenças, células imaturas, chamadas blastos, se acumulam na medula óssea e podem comprometer a produção normal de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Como consequência, o paciente pode apresentar anemia, infecções e sangramentos, entre outros sinais e sintomas.</p>
<p>Na leucemia mieloide aguda, por exemplo, o tratamento deve ser iniciado rapidamente. Entretanto, dizer que uma leucemia aguda é “agressiva” não significa dizer que ela seja necessariamente incurável. O prognóstico varia bastante de acordo com fatores como idade, características genéticas e moleculares da doença, condições clínicas do paciente e resposta ao tratamento.</p>
<p>A leucemia linfoblástica aguda também costuma evoluir rapidamente sem tratamento. Ao mesmo tempo, existem diferentes estratégias terapêuticas, incluindo quimioterapia, terapias-alvo, imunoterapia e, em situações selecionadas, transplante de células-tronco hematopoéticas.</p>
<h2><strong>E as leucemias crônicas?</strong></h2>
<p>O termo “crônica” pode causar uma falsa impressão de que a doença é sempre leve. Não é bem assim.</p>
<p>As leucemias crônicas costumam apresentar uma evolução mais lenta do que as formas agudas, especialmente em suas fases iniciais. Isso permite, em algumas situações, que o paciente seja acompanhado sem necessidade de iniciar o tratamento imediatamente.</p>
<p>Um exemplo é a leucemia linfocítica crônica (LLC). Alguns pacientes podem permanecer durante anos sem necessidade de tratamento, enquanto outros apresentam características que indicam a necessidade de iniciar uma terapia.</p>
<p>Na leucemia mieloide crônica (LMC), por outro lado, a introdução dos inibidores de tirosina quinase transformou profundamente o tratamento da doença. Medicamentos como imatinibe, dasatinibe, nilotinibe, bosutinibe e asciminibe são utilizados de acordo com as características e a resposta de cada paciente.</p>
<p>Portanto, uma leucemia crônica não deve ser confundida com uma doença sem importância. Ela também precisa de acompanhamento hematológico regular e, quando indicado, tratamento.</p>
<h2><strong>Então, qual leucemia é mais grave? <img decoding="async" class="alignright wp-image-6774" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-1024x990.jpg" alt="" width="137" height="132" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-1024x990.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-300x290.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-768x742.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 137px) 100vw, 137px" /></strong></h2>
<p>Não existe uma resposta única. Mesmo dentro de um mesmo tipo de leucemia, o comportamento da doença pode variar de uma pessoa para outra. Por isso, o médico não avalia apenas o nome da doença.</p>
<p>Características genéticas e moleculares das células leucêmicas, idade, condições de saúde, alterações encontradas nos exames, presença de determinadas complicações e, principalmente, a resposta ao tratamento são alguns dos elementos que ajudam a determinar o prognóstico.</p>
<p>Na LMA, por exemplo, alterações cromossômicas e mutações específicas têm importante papel na avaliação prognóstica e na definição da estratégia terapêutica.</p>
<p>Na LLA, fatores como idade, alterações genéticas, incluindo a presença do cromossomo Philadelphia em alguns casos, acometimento do sistema nervoso central e ocorrência de recaída também influenciam o prognóstico.</p>
<h2><strong>Leucemia agressiva significa que não tem cura?</strong></h2>
<p>Essa é uma distinção importante. A palavra “agressiva”, quando utilizada para descrever uma doença, está relacionada principalmente à velocidade de crescimento e progressão da condição, e ao risco de complicações. Ela não determina, sozinha, se existe ou não possibilidade de remissão ou cura.</p>
<p>Os avanços no diagnóstico e no tratamento das leucemias ampliaram as possibilidades terapêuticas. Atualmente, além da quimioterapia, existem terapias-alvo e diferentes modalidades de imunoterapia, e algumas delas são direcionadas a alterações específicas presentes nas células leucêmicas.</p>
<p>Em determinadas situações, o transplante de medula óssea também pode fazer parte da estratégia de tratamento.</p>
<h2><strong>O tratamento depende do tipo de leucemia</strong></h2>
<p>Não existe um único tratamento para “leucemia”. A escolha terapêutica depende do tipo e subtipo da doença, características genéticas e moleculares, idade, estado geral de saúde, resposta ao tratamento e outros fatores individuais.</p>
<p>Por isso, duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem receber tratamentos diferentes.</p>
<p>Na LMC, por exemplo, a terapia-alvo é uma das principais estratégias na fase crônica. Já nas leucemias agudas, o tratamento pode envolver diferentes combinações de quimioterapia, terapias-alvo, imunoterapia e, para determinados pacientes, transplante.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/">SAIBA SE A LEUCEMIA É SEMPRE VISÍVEL NO HEMOGRAMA. CLIQUE AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Por que alguns cânceres deixam de responder ao tratamento?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/sem-categoria/por-que-alguns-canceres-deixam-de-responder-ao-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 21:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resistência terapêutica também pode acontecer nas doenças hematológicas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os tratamentos contra o câncer estão cada vez mais eficazes. Na Onco-Hematologia, terapias-alvo, imunoterapias, anticorpos biespecíficos e células CAR-T ampliaram as possibilidades de controle de doenças como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<p>Mesmo assim, em alguns casos, o tratamento deixa de funcionar como esperado. Esse fenômeno é chamado de resistência terapêutica e representa um dos principais desafios no tratamento do câncer.</p>
<h2><strong>O que é resistência ao tratamento? <img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8418 aligncenter" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2698480207-1024x683.jpg" alt="" width="391" height="261" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2698480207-1024x683.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2698480207-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2698480207-768x512.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2698480207-1536x1024.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2698480207-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 391px) 100vw, 391px" /></strong></h2>
<p>A resistência acontece quando as células cancerígenas conseguem sobreviver à ação de uma terapia. Ela pode estar presente desde o início, quando o tumor não responde adequadamente ao tratamento, ou surgir ao longo do tempo, depois de uma resposta inicial.</p>
<p>Isso pode acontecer porque os tumores não são formados por células completamente iguais. Além disso, algumas apresentam características que as tornam naturalmente menos sensíveis ao medicamento. Outras podem adquirir alterações ao longo da evolução da doença.</p>
<p>Quando o tratamento elimina as células mais sensíveis, aquelas capazes de sobreviver podem permanecer e voltar a se multiplicar.</p>
<h2><strong>Como as células cancerígenas conseguem escapar?</strong></h2>
<p>Existem diferentes mecanismos envolvidos na resistência ao tratamento do câncer. Entre eles estão alterações genéticas que modificam o alvo de um medicamento, ativação de outras vias de crescimento e mudanças na interação das células tumorais com o ambiente ao seu redor. Nas neoplasias hematológicas, alguns desses mecanismos já são bastante conhecidos.</p>
<p>Na leucemia mieloide crônica (LMC), por exemplo, os inibidores de tirosina quinase atuam sobre a proteína BCR-ABL. Algumas mutações nessa proteína podem dificultar a ação dos medicamentos. A mutação T315I é um dos exemplos associados à resistência a determinados inibidores de tirosina quinase.</p>
<p>Já no mieloma múltiplo, a resistência pode surgir após diferentes linhas de tratamento e está relacionada à heterogeneidade das células da doença.</p>
<h2><strong>Uma resposta completa significa que não existe mais doença?</strong></h2>
<p>Nem sempre. Mesmo quando os exames mostram uma resposta profunda, pequenas quantidades de células tumorais podem permanecer no organismo. Em algumas neoplasias hematológicas, a doença residual mensurável (DRM) é utilizada justamente para identificar níveis muito baixos de doença que não seriam detectados pelos exames convencionais.</p>
<p>A avaliação da DRM pode ajudar a compreender a profundidade da resposta e, em determinadas doenças, também fornece informações importantes sobre o risco de recaída.</p>
<h2><strong>Quando um tratamento deixa de funcionar, o que pode ser feito?</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="142" height="142" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 142px) 100vw, 142px" /></strong></h2>
<p>A resistência a um medicamento não significa necessariamente que não existam outras opções.</p>
<p>Dependendo da doença e das características de cada paciente, o hematologista pode avaliar a troca do tratamento, a possibilidades de novas combinações terapêuticas, novas terapias-alvo, imunoterapia, anticorpos biespecíficos, CAR-T, transplante de células-tronco hematopoéticas ou participação em estudos clínicos.</p>
<p>A escolha depende de fatores como o tipo de neoplasia, características moleculares, tratamentos anteriores, além de resposta obtida e condições clínicas do paciente.</p>
<p>Compreender por que algumas células tumorais sobrevivem aos tratamentos é uma das principais frentes de pesquisa em Onco-Hematologia. Afinal, o objetivo não é apenas fazer o câncer responder ao tratamento, mas encontrar maneiras de manter essa resposta por mais tempo e reduzir o risco de a doença voltar a progredir.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/cat/materias/">O QUE ACONTECE QUANDO O CORPO REJEITA A MEDULA ÓSSEA? CLIQUE AQUI E ENTENDA</a></strong></p>
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		<title>Mieloma múltiplo afeta os dentes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 20:07:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de reduzir o risco de infecções, os cuidados bucais ajudam a prevenir complicações relacionadas ao tratamento, como a osteonecrose da mandíbula</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em mieloma múltiplo, é comum que o foco esteja no controle da doença, na quimioterapia, nas imunoterapias e nos novos medicamentos. No entanto, a saúde do dentes também deve fazer parte desta lista de cuidados, pois faz toda a diferença na qualidade de vida e na segurança do tratamento.</p>
<p>O mieloma múltiplo afeta diretamente o sistema imunológico e os ossos, tornando o paciente mais suscetível a infecções e complicações orais. Além disso, medicamentos frequentemente utilizados para proteger os ossos, como os bifosfonatos e o denosumabe, exigem atenção redobrada com a boca e os dentes.</p>
<h2><strong>Por que pacientes com mieloma múltiplo precisam cuidar mais da saúde bucal?</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8409" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2680422407.png" alt="" width="154" height="154" /></strong></h2>
<p>Pacientes com mieloma múltiplo podem apresentar redução da resposta imunológica devido à própria doença e aos tratamentos realizados. Isso aumenta o risco de infecções, inclusive na cavidade oral.</p>
<p>Problemas aparentemente simples, como cáries, gengivite ou doença periodontal, podem evoluir para infecções mais graves se não forem tratados adequadamente.</p>
<p>Além disso, alguns tratamentos podem provocar efeitos colaterais que impactam diretamente a boca, como: boca seca (xerostomia); inflamação da mucosa oral (mucosite); alterações no paladar; maior sensibilidade dentária; dificuldade para mastigar ou engolir em alguns casos.</p>
<p>Esses sintomas podem comprometer a alimentação, favorecer a perda de peso e reduzir a qualidade de vida durante o tratamento.</p>
<h2><strong>Osteonecrose da mandíbula: uma complicação que pode ser evitada</strong></h2>
<p>Uma das principais preocupações dos especialistas é a osteonecrose dos maxilares relacionada à medicação (MRONJ), uma complicação rara, porém potencialmente grave, associada principalmente ao uso de bifosfonatos e do denosumabe, medicamentos muito utilizados para reduzir o risco de fraturas e outras complicações ósseas no mieloma múltiplo.</p>
<p>A osteonecrose ocorre quando uma área do osso da mandíbula ou da maxila deixa de cicatrizar adequadamente, podendo permanecer exposta por semanas. Entre os sinais e sintomas estão:</p>
<ul>
<li>Dor persistente</li>
<li>Exposição óssea na boca</li>
<li>Dificuldade para mastigar</li>
<li>Inchaço</li>
<li>Infecção local</li>
<li>Mobilidade dentária sem outra causa aparente</li>
</ul>
<p>Embora a complicação seja incomum, o risco aumenta após procedimentos odontológicos invasivos, como extrações dentárias e implantes realizados durante o tratamento.</p>
<h2><strong>Avaliação odontológica antes de iniciar o tratamento</strong></h2>
<p>Por esse motivo, especialistas recomendam que todo paciente com mieloma múltiplo realize uma avaliação odontológica antes de iniciar medicamentos que atuam sobre o metabolismo ósseo.</p>
<p>Nessa consulta, o dentista pode identificar e tratar infecções, remover dentes com indicação de extração, ajustar próteses mal adaptadas e orientar medidas preventivas que reduzem o risco de complicações futuras.</p>
<p>Esse planejamento permite que procedimentos odontológicos necessários sejam realizados antes do início da terapia, quando possível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8410" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2586353803.png" alt="" width="582" height="191" /></p>
<h2><strong>Como manter a saúde bucal durante o tratamento?</strong></h2>
<p>Algumas medidas simples fazem parte do cuidado integral do paciente:</p>
<p>&#8211; Escovar os dentes com escova de cerdas macias após as refeições</p>
<p>&#8211; Passar fio dental diariamente, conforme orientação do dentista</p>
<p>&#8211; Manter boa hidratação para reduzir a sensação de boca seca</p>
<p>&#8211; Não fumar e evitar consumo excessivo de álcool</p>
<p>&#8211; Comparecer regularmente às consultas odontológicas</p>
<p>&#8211; Comunicar imediatamente qualquer dor, sangramento, ferida ou exposição óssea ao hematologista e ao cirurgião-dentista!</p>
<p>Também é fundamental que qualquer procedimento odontológico seja discutido previamente com a equipe responsável pelo tratamento do mieloma múltiplo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-nao-e-um-cancer-dos-ossos/">MIELOMA MÚLTIPLO NÃO É UM CÂNCER ÓSSEO. CLIQUE E SAIBA MAIS!</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mieloma múltiplo: para entrar em remissão, precisa fazer transplante de medula óssea?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-para-entrar-em-remissao-precisa-fazer-transplante-de-medula-ossea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 20:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda qual é o papel do TMO e quando ele é indicado </p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-para-entrar-em-remissao-precisa-fazer-transplante-de-medula-ossea/">Mieloma múltiplo: para entrar em remissão, precisa fazer transplante de medula óssea?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das dúvidas mais comuns entre pessoas diagnosticadas com mieloma múltiplo é se o transplante de medula óssea (TMO) é obrigatório para que a doença entre em remissão. A resposta é: não necessariamente.</p>
<p>Embora o transplante autólogo (feito com as próprias células do paciente) continue sendo uma das principais estratégias terapêuticas, ele não é o único caminho para alcançar uma resposta profunda ao tratamento. Até porque, nem todo mundo será elegível à sua realização.</p>
<p>Com os avanços da Hematologia, muitos pacientes conseguem atingir a remissão utilizando combinações medicamentosas bem inovadores, que incluem imunomoduladores, inibidores do proteassoma e anticorpos monoclonais.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8404" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-scaled.jpg" alt="" width="120" height="124" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-scaled.jpg 2480w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-291x300.jpg 291w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-992x1024.jpg 992w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-768x793.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-1488x1536.jpg 1488w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2686505195-1984x2048.jpg 1984w" sizes="(max-width: 120px) 100vw, 120px" />O que significa entrar em remissão do mieloma?</strong></h2>
<p>Remissão significa que o tratamento foi capaz de reduzir significativamente a quantidade de células do mieloma no organismo.</p>
<p>Ela pode ser parcial ou completa, dependendo dos resultados dos exames. Em alguns casos, também é possível alcançar a chamada doença residual mínima (DRM) negativa, quando métodos altamente sensíveis não conseguem detectar células do mieloma.</p>
<p>É importante destacar que remissão não significa cura. O mieloma múltiplo ainda é considerado uma doença crônica e, mesmo após excelentes respostas ao tratamento, o paciente continua sendo acompanhado pelo hematologista.</p>
<h2><strong>O transplante de medula é obrigatório para alcançar a remissão?</strong></h2>
<p>Não! Muitos pacientes já apresentam uma resposta excelente logo após o tratamento inicial, conhecido como terapia de indução. Isso ocorre porque os esquemas terapêuticos evoluíram de forma significativa nos últimos anos.</p>
<p>A introdução de anticorpos monoclonais, como o daratumumabe, combinados com outras classes de medicamentos, aumentou a taxa de respostas profundas e elevou o número de pacientes que alcançam remissão antes mesmo do transplante.</p>
<h2><strong>Então, qual é a função do TMO?</strong></h2>
<p>No mieloma múltiplo, o objetivo do transplante não é apenas induzir a remissão, mas aprofundar essa resposta e prolongar o tempo em que a doença permanece controlada.</p>
<p>Após a terapia inicial, o transplante autólogo pode eliminar uma quantidade ainda maior de células do mieloma, aumentando as chances de atingir respostas mais profundas, como a doença residual mínima negativa, além de prolongar a sobrevida livre de progressão.</p>
<p>Em outras palavras, o transplante ajuda a tornar uma boa resposta ainda melhor.</p>
<h2><strong>Todo paciente precisa fazer transplante? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="136" height="136" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 136px) 100vw, 136px" /></strong></h2>
<p>Também não. A indicação depende de diversos fatores, como idade do paciente, condições clínicas, presença de outras doenças, alterações genéticas do mieloma e resposta ao tratamento inicial.</p>
<p>Além disso, existem pacientes que não são candidatos ao procedimento e podem apresentar excelentes resultados apenas com tratamento medicamentoso.</p>
<p>Importante lembrar que, mesmo quando o paciente entra em remissão, geralmente é necessário manter o acompanhamento com consultas periódicas e, em muitos casos, realizar o chamado tratamento de manutenção.</p>
<p>Essa etapa tem como objetivo prolongar a remissão e retardar ao máximo uma possível recaída.</p>
<p>A decisão sobre o tratamento, com ou sem TMO, deve ser individualizada e feita por um médico hematologista.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-por-quanto-tempo-deve-durar-o-tratamento-de-manutencao/">CLIQUE AQUI E SAIBA QUANTO TEMPO DEVE DURAR O TRATAMENTO DE MANUTENÇÃO NO MIELOMA</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quais-sao-as-infeccoes-mais-comuns-apos-o-transplante-de-medula-ossea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja como preveni-las!</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quais-sao-as-infeccoes-mais-comuns-apos-o-transplante-de-medula-ossea/">Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) representa uma das principais alternativas de tratamento para doenças como leucemias, linfomas, mieloma múltiplo, síndromes mielodisplásicas e anemia aplásica. Mas, apesar dos avanços que tornaram o procedimento cada vez mais seguro, o período de recuperação exige atenção especial a um dos maiores desafios do pós-transplante: as infecções.</p>
<p>Nas primeiras semanas após o procedimento, o organismo passa por uma intensa reconstrução do sistema imunológico. Até que as novas células de defesa sejam produzidas em quantidade suficiente, bactérias, vírus e fungos podem encontrar um ambiente favorável para causar infecções, algumas potencialmente graves.</p>
<p>Embora esse risco seja esperado, ele varia conforme o tipo de transplante, a doença de base e o tempo de recuperação do sistema imunológico.</p>
<h2><strong>Por que o risco de infecção aumenta após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p>O sistema imunológico passa por diferentes fases de recuperação após o transplante.</p>
<p>Nos primeiros dias, a principal preocupação é a neutropenia, quando há redução dos neutrófilos, células responsáveis por combater bactérias e fungos. Já nos meses seguintes, mesmo com a recuperação gradual dessas células, outras partes do sistema imunológico continuam imaturas, principalmente em pacientes submetidos ao transplante alogênico.</p>
<p>Além disso, medicamentos utilizados para prevenir ou tratar a doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) diminuem a resposta imunológica, prolongando o período de maior vulnerabilidade.</p>
<p>O paciente transplantado precisa reconstruir praticamente todo o sistema imunológico. Por isso, mesmo infecções consideradas simples podem evoluir rapidamente se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente.</p>
<h2><strong>Quais são as infecções mais comuns após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8381" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-scaled.jpg" alt="" width="694" height="344" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-300x149.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-1024x507.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-768x380.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-1536x761.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2472255693-2048x1014.jpg 2048w" sizes="(max-width: 694px) 100vw, 694px" /></p>
<p>As infecções variam conforme o tempo após o transplante e o grau de imunossupressão.</p>
<p>Infecções bacterianas são as primeiras a aparecer. Durante o primeiro mês após o transplante, as bactérias costumam representar a principal ameaça. São elas: infecção da corrente sanguínea (bacteremia); pneumonia; infecção urinária; infecções relacionadas ao cateter venoso central.</p>
<p>A febre costuma ser o primeiro sinal de alerta e, muitas vezes, pode ser o único sintoma inicial.</p>
<p>Já os vírus podem ser reativados meses depois. Alguns permanecem no organismo por toda a vida e podem voltar a se multiplicar quando a imunidade diminui. Entre os mais monitorados estão: citomegalovírus (CMV);  herpes simples;  herpes-zóster;  vírus Epstein-Barr (EBV);  influenza; vírus sincicial respiratório; COVID.</p>
<p>Dependendo do vírus, o paciente pode apresentar febre, lesões na pele, diarreia, pneumonia ou comprometimento de diferentes órgãos.</p>
<p>Os fungos também merecem atenção. As infecções fúngicas costumam acometer pacientes com imunossupressão prolongada.</p>
<p>Os principais agentes são espécies de Candida e Aspergillus, capazes de causar desde infecções na boca até pneumonias invasivas. Por esse motivo, muitos pacientes recebem medicamentos antifúngicos preventivos durante parte da recuperação.</p>
<p>Para cada tipo de infecção, o hematologista indicará o medicamento ideal: antibióticos, antivirais, antifúngicos.</p>
<h2><strong>É possível prevenir infecções após o transplante de medula óssea?</strong></h2>
<p>Embora nem todas as infecções possam ser evitadas, diversos cuidados reduzem significativamente esse risco:</p>
<ul>
<li>Higiene frequente das mãos</li>
<li>Evitar contato com pessoas gripadas ou com doenças infecciosas</li>
<li>Manter os alimentos bem higienizados</li>
<li>Consumir somente água potável</li>
<li>Seguir corretamente o esquema de medicamentos preventivos</li>
<li>Manter o calendário vacinal atualizado conforme orientação médica</li>
<li>Comparecer a todas as consultas de acompanhamento</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/o-que-acontece-quando-o-corpo-rejeita-a-medula-ossea-apos-o-transplante/"><strong>O que acontece quando o corpo rejeita a medula óssea após o TMO? Clique e saiba mais!</strong></a></p>
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		<item>
		<title>CAR-T Cell brasileiro: pacientes apresentam 87,5% de resposta em estudo contra leucemia e linfoma</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/car-t-cell-brasileiro-pacientes-apresentam-875-de-resposta-em-estudo-contra-leucemia-e-linfoma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 20:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamento desenvolvido no Brasil pode ampliar o acesso e futuramente ser incorporado ao SUS</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia CAR-T Cell desenvolvida no Brasil deu mais um passo importante no tratamento da leucemia e do linfoma. Resultados preliminares de um estudo clínico mostraram uma taxa de resposta de 87,5% em pacientes com cânceres hematológicos que já haviam passado por outras linhas de tratamento sem sucesso. Os dados reforçam o potencial da tecnologia nacional e aumentam a expectativa de que, no futuro, o Sistema Único de Saúde (SUS) ofereça esse tratamento aos pacientes.</p>
<p>A pesquisa é conduzida pelo Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Instituto Butantan e o Ministério da Saúde. Até o momento, 25 pacientes receberam a terapia no estudo clínico, que segue em andamento para avaliar sua eficácia e segurança em um número maior de participantes.</p>
<h2><strong>O que é a terapia CAR-T?</strong></h2>
<p>A terapia CAR-T Cell representa uma das principais inovações da medicina no tratamento de alguns cânceres do sangue. Diferentemente da quimioterapia, ela utiliza as próprias células de defesa do paciente para combater a doença.</p>
<p>O tratamento começa com a coleta dos linfócitos T, células do sistema imunológico responsáveis pela defesa do organismo. Em laboratório, essas células passam por uma modificação genética para receber um receptor chamado CAR (Chimeric Antigen Receptor), que permite reconhecer e atacar especificamente as células cancerígenas. Depois da modificação genética, a equipe responsável multiplica essas células em laboratório e as devolve ao organismo do paciente para que reconheçam e ataquem as células cancerígenas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8376" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="695" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-300x81.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-1024x278.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-768x208.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-1536x417.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Shutterstock_2690605679-1-2048x556.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<h2><strong>Em quais doenças a terapia pode ser utilizada?</strong></h2>
<p>Nesta etapa da pesquisa, a terapia está sendo estudada em pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B, especialmente nos casos em que a doença voltou após o tratamento ou não respondeu às terapias convencionais, como quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea.</p>
<p>Mas já há medicamentos aprovados no Brasil, e que estão disponíveis nos planos de saúde, para linfomas de células B, leucemia aguda de células B e mieloma múltiplo.</p>
<h2><strong>O que significam os resultados do CAR-T brasileiro?</strong></h2>
<p>Segundo os pesquisadores, a taxa de resposta de 87,5% significa que a maior parte dos pacientes apresentou redução importante ou desaparecimento das células tumorais após o tratamento. Embora os resultados pareçam bastante promissores, os pesquisadores ainda precisam acompanhar esses pacientes por mais tempo para confirmar a duração das respostas e avaliar a segurança da terapia.</p>
<p>O desenvolvimento nacional da tecnologia pode reduzir custos e ampliar o acesso a uma terapia que, atualmente, está entre os tratamentos oncológicos mais caros do mundo.</p>
<p>Após a conclusão dos estudos clínicos e da análise regulatória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o SUS poderá incorporar a terapia. Dessa forma, ampliará o acesso de pacientes de diferentes regiões do país a esse tratamento e reduzindo a dependência de tecnologias importadas.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/car-t-cell-brasileiro-pacientes-apresentam-875-de-resposta-em-estudo-contra-leucemia-e-linfoma/">CAR-T Cell brasileiro: pacientes apresentam 87,5% de resposta em estudo contra leucemia e linfoma</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>O que acontece quando o corpo rejeita a medula óssea após o transplante?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 22:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba mais sobre a chamada falha da enxertia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) representa, para muitos pacientes com doenças hematológicas, como a leucemia, linfoma e mieloma múltiplo, uma importante possibilidade de tratamento e, em alguns casos, de cura. No entanto, assim como acontece em outros tipos de transplante, esse procedimento exige um delicado processo de adaptação entre o organismo do paciente e as células recebidas do doador.</p>
<p>Quando essa adaptação não acontece da maneira esperada, podem surgir complicações relacionadas à chamada “rejeição” da medula óssea, um dos principais desafios no período pós-transplante.</p>
<h2><strong>Mas, afinal, o que isso significa?</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8368" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-240x300.jpg" alt="" width="133" height="166" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-240x300.jpg 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-819x1024.jpg 819w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-768x960.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-1229x1536.jpg 1229w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743-1638x2048.jpg 1638w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2293786743.jpg 2000w" sizes="(max-width: 133px) 100vw, 133px" /></strong></h2>
<p>De forma simplificada, após o transplante, espera-se que as células-tronco transplantadas (sejam estas de um doador ou do próprio paciente) consigam chegar até a medula óssea do paciente, se estabelecer naquele ambiente e começar a produzir normalmente as novas células do sangue, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.</p>
<p>Quando esse processo não acontece adequadamente, pode ocorrer o que os especialistas chamam de falha de enxertia, situação em que a nova medula não consegue se estabelecer ou simplesmente deixa de funcionar como deveria.</p>
<p>Na prática, isso significa que o organismo continua sem recuperar sua capacidade normal de produzir células sanguíneas, mantendo o paciente vulnerável a complicações como anemia grave, infecções frequentes e sangramentos.</p>
<h2><strong>Fatores de risco no TMO <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8330" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-300x288.jpg" alt="" width="171" height="164" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-300x288.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-768x738.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg 783w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" /></strong></h2>
<p>Existem diferentes fatores que podem contribuir para essa falha. Entre eles estão incompatibilidades imunológicas entre doador e receptor, infecções durante o período pós-transplante, número insuficiente de células transplantadas ou até reações do próprio sistema imunológico do paciente contra as células recebidas.</p>
<p>Outra complicação importante que costuma ser associada ao pós-transplante é a Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro (DECH). Nesse caso, o que acontece é o contrário: as células do doador passam a reconhecer o organismo do paciente como algo estranho e começam a atacar tecidos saudáveis, podendo atingir órgãos como pele, intestino, fígado, olhos e pulmões.</p>
<p>Embora sejam situações diferentes, tanto a falha de enxertia quanto a DECH exigem acompanhamento rigoroso e monitoramento constante da equipe médica.</p>
<p>Os primeiros meses após o transplante costumam ser decisivos, justamente porque é nesse período que os especialistas avaliam se houve a chamada “pega da medula”, ou seja, se o organismo conseguiu aceitar as novas células e retomar a produção sanguínea de forma adequada.</p>
<p>Quando há sinais de rejeição ou falha no enxerto, o tratamento pode envolver medicamentos imunossupressores, novas estratégias terapêuticas e, em alguns casos, até a necessidade de um novo transplante.</p>
<p>Apesar dos riscos, os avanços nas técnicas de compatibilidade, no controle imunológico e no acompanhamento especializado têm aumentado cada vez mais a segurança e a eficácia dos transplantes.</p>
<p>Por isso, compreender o que acontece após o procedimento é parte importante da jornada do paciente: o transplante não termina no dia da infusão das células. É no acompanhamento contínuo que grande parte do sucesso do tratamento acontece.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/antes-e-depois-do-transplante-de-medula-ossea/"><strong>VEJA MAIS SOBRE ACONTECE O ANTES E DE DEPOIS DO TMO. CLIQUE AQUI!</strong></a></p>
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		<title>Quem faz transplante de medula pode ter filhos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamento pode impactar planos futuros de gravidez</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8360" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-300x300.jpg" alt="" width="195" height="195" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115-1536x1536.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2733637115.jpg 2000w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" />O transplante de medula óssea (TMO) representa uma etapa importante no tratamento de diversas doenças hematológicas, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Com os avanços da medicina, cada vez mais pacientes conseguem superar a doença e retomar sua rotina após o tratamento.</p>
<p>Mas, junto com a recuperação, uma dúvida costuma surgir com frequência entre pacientes e familiares: quem faz transplante de medula pode ter filhos?</p>
<p>Se conseguir preservar a a fertilidade, sim. Mas dependendo do tipo de tratamento realizado antes e durante o transplante, a capacidade reprodutiva pode ser temporária ou permanentemente impactada.</p>
<h2><strong>Por que o transplante de medula óssea pode afetar a fertilidade?</strong></h2>
<p>Antes do transplante, muitos pacientes precisam passar por um processo chamado regime de condicionamento, que geralmente envolve doses altas de quimioterapia e, em alguns casos, radioterapia.</p>
<p>Esses tratamentos têm como objetivo eliminar células doentes e preparar o organismo para receber a nova medula óssea. No entanto, eles também podem atingir órgãos reprodutivos, como ovários e testículos, comprometendo a produção de óvulos e espermatozoides.</p>
<p>O impacto pode variar de acordo com fatores como idade do paciente, tipo de doença, medicamentos utilizados e intensidade do tratamento.</p>
<h2><strong>Toda pessoa que faz TMO ficará infértil?</strong></h2>
<p>Nem sempre. Embora exista risco aumentado de infertilidade após o transplante, isso não significa que todos os pacientes perderão definitivamente sua capacidade reprodutiva.</p>
<p>Algumas pessoas conseguem recuperar parcialmente ou totalmente a função hormonal e reprodutiva meses ou anos após o tratamento. Pacientes mais jovens costumam apresentar maiores chances de recuperação, mas cada caso precisa ser avaliado individualmente pela equipe médica.</p>
<h2><strong>Existe alguma forma de preservar a fertilidade antes do transplante?</strong></h2>
<p>Sim. Atualmente, existem estratégias que podem ajudar a preservar a fertilidade antes do início do tratamento. Entre as principais opções estão:</p>
<ul>
<li>Congelamento de óvulos</li>
<li>Congelamento de embriões</li>
<li>Congelamento de sêmen</li>
<li>Técnicas de preservação de tecido ovariano, em situações específicas</li>
</ul>
<p>Por isso, sempre que possível, o ideal é que essa conversa aconteça com a equipe médica antes do início do tratamento.</p>
<h2><strong>É possível engravidar após o transplante de medula óssea? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8361" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-300x300.jpg" alt="" width="198" height="198" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2528409327.jpg 1500w" sizes="(max-width: 198px) 100vw, 198px" /></strong></h2>
<p>Pacientes que mantiveram ou recuperaram sua função reprodutiva podem, sim, planejar uma gestação no futuro. No entanto, essa decisão deve acontecer somente após avaliação médica completa.</p>
<p>Normalmente, especialistas recomendam aguardar um período de acompanhamento após o término do tratamento para garantir que o organismo esteja recuperado e que a doença permaneça controlada.</p>
<h2><strong>O acompanhamento no pós-transplante é fundamental</strong></h2>
<p>Além do controle da doença, o período após o transplante exige atenção a diversos aspectos da saúde física e emocional, incluindo questões hormonais, saúde sexual e planejamento reprodutivo.</p>
<p>Falar sobre fertilidade também faz parte do cuidado integral.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/a-fertilidade-da-mulher-durante-o-cancer/">CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS SOBRE A FERTILIDADE DA MULHER DURANTE O CÂNCER</a></strong></p>
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		<item>
		<title>SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Breno no G1 fala ao G1 sobre a combinação de venetoclax e azacitidina, que será oferecida a adultos recém-diagnosticados com a doença</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/">SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o uso do venetoclax em combinação com azacitidina para o tratamento de adultos comleucemia mieloide aguda(LMA) recém-diagnosticada e que não podem ser submetidos à quimioterapia intensiva.</p>
<p>&#8220;As leucemias agudas são emergências clínicas porque se reproduzem de forma abrupta e exigem tratamento agressivo imediato. Já as crônicas, mais frequentes em pessoas mais velhas, permitem um manejo mais tranquilo com os tratamentos que temos hoje&#8221;, explicou ao g1 o onco-hematologista Breno Gusmão, da Beneficência Portuguesa de São Paulo e integrante do Comitê Médico da Abrale.</p>
<p><a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/06/15/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos.ghtml">Clique aqui e veja a matéria completa do G1</a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/na-midia/sus-incorpora-novo-tratamento-para-leucemia-mieloide-aguda-em-adultos/">SUS incorpora novo tratamento para leucemia mieloide aguda em adultos</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Como ficam as plaquetas na leucemia?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/como-ficam-as-plaquetas-na-leucemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 21:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a relação entre a doença e o risco de sangramentos</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/como-ficam-as-plaquetas-na-leucemia/">Como ficam as plaquetas na leucemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As leucemias são tipos de câncer que afetam a medula óssea, local responsável pela produção das células do sangue. Entre as alterações mais comuns provocadas pela doença está a queda do número de plaquetas, condição conhecida como trombocitopenia.</p>
<h2><strong>O que são as plaquetas?</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8348" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-300x300.jpg" alt="" width="166" height="166" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431-1536x1536.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Shutterstock_2379027431.jpg 2000w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /></strong></h2>
<p>As plaquetas são componentes do sangue responsáveis pelo processo de coagulação. Elas ajudam a controlar sangramentos e participam da formação de coágulos quando ocorre algum ferimento ou lesão nos vasos sanguíneos.</p>
<p>Em pessoas saudáveis, a medula óssea produz plaquetas continuamente para manter níveis adequados na circulação.</p>
<h2><strong>Por que as plaquetas diminuem nas leucemias?</strong></h2>
<p>Nas leucemias, células anormais passam a ocupar a medula óssea de forma descontrolada. Esse acúmulo pode prejudicar a produção normal das células sanguíneas, incluindo as plaquetas.</p>
<p>Como consequência, muitos pacientes apresentam trombocitopenia já no momento do diagnóstico.</p>
<p>Além da própria doença, alguns tratamentos utilizados para combater a leucemia, como a quimioterapia, também podem reduzir temporariamente a produção de plaquetas pela medula óssea.</p>
<h2><strong>Quais sintomas a queda das plaquetas pode causar?</strong></h2>
<p>Quando os níveis de plaquetas ficam muito baixos, aumenta o risco de sangramentos. Os principais sinais incluem:</p>
<ul>
<li>Manchas roxas na pele sem trauma aparente</li>
<li>Pequenos pontos avermelhados na pele (petéquias)</li>
<li>Sangramento nasal frequente</li>
<li>Sangramento nas gengivas</li>
<li>Menstruação mais intensa</li>
<li>Sangramento prolongado após pequenos cortes</li>
</ul>
<p>É importante destacar que nem toda pessoa com plaquetas baixas apresenta sintomas. Por isso, os exames laboratoriais são fundamentais para o acompanhamento.</p>
<h2><strong>Todas as leucemias causam queda das plaquetas? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6496" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg" alt="" width="172" height="172" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984.jpg 400w" sizes="(max-width: 172px) 100vw, 172px" /></strong></h2>
<p>A trombocitopenia é mais comum nas leucemias agudas, como a leucemia mieloide aguda (LMA) e a leucemia linfoblástica aguda (LLA), devido ao rápido crescimento das células leucêmicas (blastos) na medula óssea.</p>
<p>Já nas leucemias crônicas, como a leucemia mieloide crônica (LMC) e a leucemia linfocítica crônica (LLC), as alterações das plaquetas podem variar de acordo com a fase da doença e a evolução clínica de cada paciente.</p>
<p>Em alguns casos, inclusive, pode ocorrer aumento temporário do número de plaquetas em determinadas fases da doença.</p>
<h2><strong>Quando a transfusão de plaquetas pode ser necessária?</strong></h2>
<p>Pacientes com níveis muito baixos de plaquetas ou com sangramentos ativos podem precisar de transfusões de plaquetas. O objetivo é reduzir o risco de complicações hemorrágicas e garantir mais segurança durante o tratamento.</p>
<p>Porém, a necessidade da transfusão depende da contagem de plaquetas, da presença de sintomas e das características clínicas de cada paciente. Assim, o acompanhamento médico é fundamental!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/voce-sabe-qual-e-a-funcao-da-medula-ossea/">VOCÊ SABE QUAL A FUNÇÃO DA MEDULA ÓSSEA? VEJA AQUI!</a></strong></p>
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