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	<title>carlos, Autor em Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>carlos, Autor em Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>Tive câncer, posso doar medula óssea?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 03:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja o que dizem os critérios de elegebilidade aqui no Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos na Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea (14 a 21 de dezembro). O gesto é um ato de solidariedade que salva vidas, mas muitas pessoas ficam com dúvidas sobre sua elegibilidade. E então, você pode se perguntar: já tive câncer, posso doar medula óssea? Entenda os critérios.</p>
<h2><strong>Doação de medula óssea: como funciona</strong></h2>
<p>A medula óssea é um tecido encontrado dentro dos ossos que produz células sanguíneas essenciais para o organismo. O transplante de medula óssea, também chamado por transplante de células-tronco hematopoiéticas, é usado para tratar diversas doenças graves, como leucemias, linfomas, aplasia medular e algumas imunodeficiências.</p>
<p>Muitas vezes, o procedimento depende de um doador compatível, que pode ser um parente ou alguém da base de registro nacional de doadores (REDOME).</p>
<h2><strong>Quem pode doar: regras gerais</strong></h2>
<p>De modo geral, pessoas com boa saúde, sem doenças crônicas graves e com idade entre 18 e 35 anos podem se cadastrar como doadores de medula óssea. No entanto, quem teve câncer geralmente é considerado inapto para a doação. As únicas exceções são o câncer de pele (carcinoma basocelular) e o câncer de colo de útero, caso tenham sido tratados somente com cirurgia.</p>
<p>Mesmo se a pessoa estiver em remissão, ainda assim a doação não será considerada. O motivo é minimizar riscos e garantir que a medula doada esteja 100% saudável.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-8112 alignnone" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/interno2.jpg" alt="" width="568" height="282" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/interno2.jpg 568w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/interno2-300x149.jpg 300w" sizes="(max-width: 568px) 100vw, 568px" /></p>
<h2><strong>E</strong> <strong>por que pacientes com histórico de câncer não podem doar?</strong></h2>
<p>A principal preocupação é a segurança do receptor. A medula de alguém que teve câncer pode conter alterações celulares ou predisposições que representam risco para o paciente que vai receber o transplante.</p>
<p>Essa restrição inclui pratiacamente todos os tipos de câncer, sejam hematológicos (como leucemias e linfomas) ou sólidos (como câncer de mama, próstata ou intestino).</p>
<h2><strong>Como ajudar mesmo não sendo elegível para doação</strong></h2>
<p>Mesmo que não seja possível doar medula, existem outras formas importantes de contribuir para salvar vidas:</p>
<ul>
<li>Divulgar campanhas de doação e incentivar pessoas saudáveis a se cadastrarem</li>
<li>Conscientizar sobre a importância do registro de doadores e dos dados cadastrais atualizados</li>
</ul>
<p>Informar é também ajudar!</p>
<p><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/tmo-haploidentico-um-novo-caminho-para-pacientes-com-leucemias-linfomas-e-anemia-aplasica/">ENTENDA COMO ACONTECE O TMO COM 50% DE COMPATIBLILIDADE. CLIQUE AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Neuropatia periférica no mieloma múltiplo</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/neuropatia-periferica-no-mieloma-multiplo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 03:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neuropatia periférica no mieloma múltiplo</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/neuropatia-periferica-no-mieloma-multiplo/">Neuropatia periférica no mieloma múltiplo</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Um efeito silencioso que transforma a rotina dos pacientes<span id="more-7457"></span></h2>
<p>Entre os diversos desafios enfrentados na jornada oncológica, a neuropatia periférica no mieloma múltiplo ocupa um lugar de destaque. Embora muitas vezes negligenciada nas conversas iniciais sobre a doença, ela é uma das complicações que mais afetam a vida cotidiana, interferindo na mobilidade, no sono, no humor e até na autonomia de tarefas simples.</p>
<p>Nos últimos anos, especialistas têm reforçado a importância de olhar para a neuropatia não apenas como um efeito colateral esperado, mas como um problema que precisa ser identificado cedo e acompanhado de perto.</p>
<h2><strong>Quando o mieloma afeta além da medula óssea</strong></h2>
<p>O mieloma múltiplo é reconhecido como um câncer das células plasmáticas, mas seus impactos vão além da medula.</p>
<p>Em alguns pacientes, a própria doença já chega acompanhada de sinais de lesão nos nervos: dormência, formigamentos persistentes ou perda de sensibilidade nos pés e nas mãos. Esses sintomas podem estar relacionados a fatores como elevada produção da proteína M ou infiltração de estruturas nervosas.</p>
<p>Para o paciente recém-diagnosticado, esses sinais muitas vezes se misturam a outras queixas e acabam normalizados. No entanto, especialistas alertam: quanto antes a neuropatia for reconhecida, maiores são as chances de evitar danos mais profundos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-8107 " src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/interno.jpg" alt="" width="658" height="329" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/interno.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/interno-300x150.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/interno-768x384.jpg 768w" sizes="(max-width: 658px) 100vw, 658px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Tratamentos também têm ligação com a neuropatia</strong></h2>
<p>Com o avanço das terapias para o mieloma múltiplo, pacientes têm acesso a medicamentos cada vez mais eficazes. Mas algumas dessas drogas, como talidomida e bortezomibe, são conhecidas pela possibilidade de causar ou agravar neuropatia periférica.</p>
<p>Embora versões mais modernas desses medicamentos tragam taxas menores de efeitos neurológicos, o risco ainda existe, especialmente quando usados por longos períodos.</p>
<p>Sentir dormência ou queimação não deve ser considerado normal. Ajustes de dose, mudanças de tratamento e fisioterapia precoce podem evitar que o quadro evolua para formas incapacitantes.</p>
<h2><strong>O impacto da neuropatia periférica no dia a dia</strong></h2>
<p>Para muitos pacientes, a neuropatia periférica começa de forma discreta. Aos poucos, tarefas como calçar os sapatos, sentir a textura do chão ou abotoar uma blusa se tornam mais difíceis. Em estágios mais avançados, surgem quedas, dores intensas, perda de equilíbrio e limitações que atingem diretamente a independência.</p>
<p>Esse conjunto de dificuldades gera consequências emocionais importantes: frustração, medo de piora, insegurança diante do futuro e receio de adaptar o tratamento. A vida social e familiar também passa por ajustes, tornando o suporte multidisciplinar (físico, psicológico e social) ainda mais essencial.</p>
<p>Controlar o mieloma múltiplo é essencial, mas manter a qualidade de vida é igualmente importante. Hoje, cada vez mais equipes médicas incorporam a avaliação neurológica como parte da rotina, buscando tratamentos que unam eficácia e preservação funcional.</p>
<p><a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/atividade-fisica-no-mieloma-multiplo/"><strong>ATIVIDADE FÍSICA NO MIELOMA MÚTIPLO. CLIQUE AQUI E ENTENDA AS INDICAÇÕES</strong></a></p>
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		<title>Viver com amiloidose: desafios do diagnóstico e bem-estar do paciente</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/viver-com-amiloidose-desafios-do-diagnostico-e-bem-estar-do-paciente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 03:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um olhar 360º para a jornada terapêutica</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/viver-com-amiloidose-desafios-do-diagnostico-e-bem-estar-do-paciente/">Viver com amiloidose: desafios do diagnóstico e bem-estar do paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A amiloidose, especialmente em sua forma AL (aquela relacionada à produção desordenada de cadeias leves pela medula óssea) é uma doença rara, complexa e ainda pouco reconhecida, apesar de seu impacto significativo na vida dos pacientes. Por ser provocada pelo depósito de proteínas mal dobradas em diferentes órgãos, ela afeta funções vitais de maneira silenciosa e progressiva, tornando o diagnóstico precoce um dos maiores desafios da jornada.</p>
<p>Mas além das dificuldades clínicas, existe um aspecto igualmente importante: como essa condição interfere no bem-estar e na qualidade de vida dos pacientes, desde os primeiros sintomas até o tratamento e acompanhamento contínuo.</p>
<h2><strong>Uma doença que se manifesta de forma sistêmica</strong></h2>
<p><img decoding="async" class="alignright  wp-image-7454" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Shutterstock_2460507009.jpg" sizes="(max-width: 147px) 100vw, 147px" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Shutterstock_2460507009.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Shutterstock_2460507009-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Shutterstock_2460507009-150x150.jpg 150w" alt="" width="147" height="147" />Na amiloidose AL, células plasmáticas anormais produzem cadeias leves que se acumulam em tecidos diversos, como coração, rins, fígado, nervos periféricos e trato gastrointestinal. A diversidade de órgãos acometidos explica a variedade de sintomas: cansaço extremo, inchaço nas pernas, neuropatia, perda de peso, alterações cardíacas ou problemas gastrointestinais.</p>
<p>Por isso, muitos pacientes passam por diferentes especialidades antes de receberem o diagnóstico correto. Quando finalmente chegam ao hematologista, muitas vezes já vivenciam limitações físicas importantes.</p>
<h2><strong>Diagnóstico tardio impacta diretamente a qualidade de vida</strong></h2>
<p>Cada mês sem diagnóstico significa maior acúmulo de proteína amiloide nos órgãos e, consequentemente, perda funcional. Este atraso é um dos fatores que mais influenciam na qualidade de vida.</p>
<p>Com o diagnóstico estabelecido, entra em cena um ponto crucial: iniciar o tratamento o mais rapidamente possível para impedir a progressão da doença e recuperar parte da função orgânica.</p>
<p>O tratamento da amiloidose AL está diretamente ligado ao controle das células plasmáticas responsáveis pela produção das proteínas anormais. Entre as opções terapêuticas, podem ser utilizados esquemas similares aos empregados no mieloma múltiplo, incluindo medicamentos imunomoduladores, inibidores de proteassoma, anticorpos monoclonais e, em alguns casos selecionados, transplante autólogo de medula óssea.</p>
<p>A resposta terapêutica pode mudar completamente o curso da doença e trazer grande impacto na qualidade de vida. Quando há redução significativa das cadeias leves circulantes, os órgãos sobrecarregados começam, aos poucos, a se recuperar, um processo que pode ser lento, mas bastante significativo.</p>
<h2><strong>A importância do cuidado multidisciplinar</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7445" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Shutterstock_2591833883.jpg" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Shutterstock_2591833883.jpg 600w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Shutterstock_2591833883-300x250.jpg 300w" alt="" width="169" height="141" />Além do tratamento hematológico, o paciente com amiloidose precisa de acompanhamento contínuo e integrado. Cardiologistas, nefrologistas, nutricionistas, fisioterapeutas e psicólogos desempenham papéis fundamentais para reequilibrar aspectos físicos e emocionais afetados pela doença.</p>
<p>Essa abordagem ampliada faz diferença no controle dos sintomas, na mobilidade, no engajamento ao tratamento e também no apoio emocional.</p>
<h2><strong>Viver com amiloidose: reconstruindo o cotidiano</strong></h2>
<p>Para muitos pacientes, receber o diagnóstico é assustador. Mas, quando o tratamento adequado começa, é possível alcançar estabilidade clínica e retomar atividades interrompidas pela doença.</p>
<p>A melhoria da qualidade de vida se manifesta em pequenas e grandes vitórias: caminhar com menos cansaço, reduzir o inchaço, sentir menos dor, recuperar apetite, voltar ao trabalho ou às atividades sociais.</p>
<p>Ainda que a amiloidose seja uma condição crônica, os avanços recentes na Hematologia e no manejo dos sintomas permitiram que os pacientes tenham uma jornada mais previsível, acolhida por equipes experientes e opções terapêuticas cada vez mais eficazes.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/viver-com-amiloidose-desafios-do-diagnostico-e-bem-estar-do-paciente/">Viver com amiloidose: desafios do diagnóstico e bem-estar do paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Linfoma primário do sistema nervoso central</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/linfoma-primario-do-sistema-nervoso-central/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 03:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doença rara exige diagnóstico rápido e tratamento especializado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora represente uma pequena parcela dos linfomas não-Hodgkin, o linfoma primário do sistema nervoso central (LPSNC) chama atenção por sua agressividade e pelos desafios diagnósticos. Restrito ao cérebro, medula espinhal, meninges e, em alguns casos, aos olhos, a doença é considerada uma das formas mais complexas de linfoma, tanto pela sua apresentação clínica quanto pela dificuldade de acesso às regiões afetadas.</p>
<h2><strong>Uma doença rara e silenciosa</strong></h2>
<p>O LPSNC corresponde a cerca de 2% a 4% de todos os linfomas não-Hodgkin, mas sua raridade não diminui o impacto sobre a vida dos pacientes. O tumor normalmente se manifesta em adultos acima dos 50 anos e pode surgir mesmo em pessoas sem histórico de imunossupressão, um cenário que vem sendo cada vez mais observado nos últimos anos.</p>
<p>Os sintomas aparecem de forma insidiosa e podem ser confundidos com outras condições neurológicas. É comum que o paciente procure atendimento após semanas lidando com:</p>
<ul>
<li>Dores de cabeça persistentes</li>
<li>Mudanças de comportamento</li>
<li>Alterações na memória</li>
<li>Dificuldades motoras ou visuais</li>
<li>Quando os olhos são afetados, a visão borra, manchas surgem no campo visual e a perda visual pode evoluir rapidamente.</li>
</ul>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-7441" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Shutterstock_2404180163.jpg" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Shutterstock_2404180163.jpg 500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Shutterstock_2404180163-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Shutterstock_2404180163-150x150.jpg 150w" alt="" width="125" height="125" />Diagnóstico desafiador</strong></h2>
<p>O processo de diagnóstico geralmente envolve diversas etapas. A ressonância magnética é o primeiro passo para identificar lesões suspeitas no encéfalo. Em seguida, a punção lombar é realizada para analisar o líquido cefalorraquidiano, buscando células tumorais ou marcadores específicos. Ainda assim, na maior parte dos casos, a confirmação depende de uma biópsia cerebral, procedimento que permite identificar o tipo exato de linfoma.</p>
<p>Quando há suspeita de envolvimento ocular, exames oftalmológicos detalhados complementam a investigação.</p>
<h2><strong>Tratamento evoluiu, e o prognóstico também</strong></h2>
<p>O tratamento do LPSNC mudou significativamente nas últimas duas décadas. Hoje, o padrão terapêutico inclui quimioterapia de alta dose, especialmente com metotrexato, associada a outras medicações.</p>
<p>Em pacientes jovens e com boa resposta inicial, o transplante autólogo de células-tronco pode ser indicado como estratégia de consolidação, aumentando as chances de controle da doença a longo prazo.</p>
<h2><strong>A urgência da suspeita clínica</strong></h2>
<p>Por afetar diretamente o sistema nervoso central, o LPSNC não é apenas um câncer agressivo: ele é um câncer que interfere na cognição, na memória, na visão e na capacidade funcional do paciente. Por isso, o tempo é um fator crucial.</p>
<p>Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de preservar funções neurológicas e melhorar a qualidade de vida. Por outro lado, atrasos no diagnóstico podem levar a sequelas irreversíveis.</p>
<p>O conhecimento sobre o LPSNC ainda é limitado entre a população e até mesmo entre alguns profissionais de saúde, o que reforça a importância de ampliar a divulgação de informações confiáveis sobre esse tipo de linfoma.</p>
<p><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/linfoma-nao-hodgkin-tem-cura/">LINFOMA NÃO-HODGKIN TEM CURA? CLIQUE AQUI E CONHEÇA O TRATAMENTO</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/linfoma-primario-do-sistema-nervoso-central/">Linfoma primário do sistema nervoso central</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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