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	<title>Arquivos Breno Gusmão - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Arquivos Breno Gusmão - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>A dor do câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 18:18:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Também conhecida como dor oncológica, este sintoma pode acontecer ao diagnóstico e durante o tratamento. Mas é possível controlar! A dor oncológica, também chamada por dor associada ao câncer ou “dor do câncer”, acontece em 60 a 80% dos pacientes. Em 30% dos casos, o sintoma é apresentado no diagnóstico, e de 70 a 90% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Também conhecida como dor oncológica, este sintoma pode acontecer ao diagnóstico e durante o tratamento. Mas é possível controlar!</strong><span id="more-6590"></span></h3>
<p>A dor oncológica, também chamada por dor associada ao câncer ou “dor do câncer”, acontece em 60 a 80% dos pacientes. Em 30% dos casos, o sintoma é apresentado no diagnóstico, e de 70 a 90% das vezes, durante o tratamento de doença avançada.</p>
<p>Sentir dor, em qualquer situação da vida, é algo muito incômodo e que atrapalha a realização das atividades diárias. Mas quando ela vem por conta de um câncer, parece ainda mais difícil de lidar – e, em muitos casos, muito mais “dolorida”.</p>
<h4><strong>O que é dor oncológica <img decoding="async" class="alignright  wp-image-6591" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/06/shutterstock_1263830596-300x300.jpg" alt="" width="157" height="157" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/06/shutterstock_1263830596-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/06/shutterstock_1263830596-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/06/shutterstock_1263830596.jpg 500w" sizes="(max-width: 157px) 100vw, 157px" /></strong></h4>
<p>A dor neoplásica geralmente é classificada em duas categorias:</p>
<ul>
<li><strong>Dor nociceptiva</strong> – quando há danos nos tecidos corporais e, então, o indivíduo descreve como aguda, latejante. Ela acontece quando o câncer se espalha para os ossos, músculos, articulações.</li>
<li><strong>Dor neuropática</strong> – causada pela lesão efetiva dos nervos e muitas vezes o indivíduo a descreve como uma sensação de peso, dormência e queimação.</li>
</ul>
<p>Além da própria doença ser responsável pela dor, é possível que o tratamento com quimioterapia, radioterapia, imunoterapia, cirurgia, uso de medicamentos, como bifosfanatos, ou até mesmo o transplante de medula óssea cause este efeito colateral.</p>
<h4><strong>Dê atenção à sua dor!</strong></h4>
<p>De fato, é possível afirmar que sentir dor durante o câncer é algo provável. Mas daí a normalizar o sintoma, não é correto. Se você é paciente oncológico e sente dor, avise o seu médico! Não ache que sentir dor é “normal”, ou que só é dor quando é algo “insuportável de aguentar”, ou até mesmo que sentir dor é fazer “manha”.</p>
<p>Não é! Este é um sintoma muito importante, que afeta significativamente a qualidade de vida dos pacientes e até mesmo os resultados esperados para o tratamento. Por isso ele requer atenção, prevenção e tratamento.</p>
<p>A equipe de Cuidados Paliativos e/ou de Cuidados de Suporte deve ser acionada para que métodos sejam indicados no controle deste sintoma.</p>
<h4><strong>Dor óssea no câncer do sangue</strong></h4>
<p>Pacientes com leucemias agudas, linfomas e mieloma múltiplo podem ter dor ao diagnóstico e também durante o tratamento. Pesquisas mostram que as principais causas de dor são a infecção intestinal e mucosite, muito comuns às pessoas que tratam um câncer hematológico. 75% dos pacientes relatam sentir uma dor intensa.</p>
<p>No mieloma múltiplo, a dor óssea é bastante relatada. Veja mais na matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/dores-osseas-e-fraturas-no-mieloma-multiplo/"><strong>Dores ósseas e fraturas no mieloma múltiplo.</strong></a></p>
<h4><strong><img decoding="async" class="alignleft  wp-image-6422" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_578497186-300x300.jpg" alt="" width="121" height="121" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_578497186-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_578497186-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_578497186.jpg 500w" sizes="(max-width: 121px) 100vw, 121px" />A dor oncológica tem tratamento</strong></h4>
<p>Estudos estimam que as práticas terapêuticas podem reduzir em até 90% dos casos de dor nos pacientes oncológicos.</p>
<p>O tratamento indicado irá depender do nível da dor que este paciente sente. Quando é moderada/leve, podem ser receitados analgésicos e anti-inflamatórios, além de práticas integrativas, como yoga, acupuntura, atividade física.</p>
<p>Quando o sintoma encontra-se mais forte, geralmente medicamentos opioides passam a ser administrados, como é o caso da morfina ou dos adesivos analgésicos.</p>
<p>Também há as opções de medicamentos intravenosos, quando os medicamentos orais já não fazem o efeito esperado. Neste caso, podem ser usadas bombas de infusão, colocadas no abdômen do paciente em uma microcirurgia. Por meio delas, os analgésicos passam por um cateter fino e vai direto para a medula espinhal (intratecal), também via endovenosa e subcutânea, oferecendo um alívio significativo e rápido para a dor.</p>
<p><strong>Importante!</strong> Somente o médico e a equipe multidisciplinar é quem poderão decidir qual a melhor terapêutica a ser utilizada.</p>
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		<title>Anemia e câncer. Há uma conexão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 22:35:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas acreditam que a anemia pode levar às neoplasias. Mas não é bem assim&#8230; Falar sobre anemia é sempre importante, ainda mais porque este tema causa muitas dúvidas na população como um todo. Existem muitos “ditos populares” sobre como ela pode se desenvolver e até mesmo levar a outras doenças, como as onco-hematológicas. Anemia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Muitas pessoas acreditam que a anemia pode levar às neoplasias. Mas não é bem assim&#8230;</strong><span id="more-6547"></span></h3>
<p>Falar sobre anemia é sempre importante, ainda mais porque este tema causa muitas dúvidas na população como um todo. Existem muitos “ditos populares” sobre como ela pode se desenvolver e até mesmo levar a outras doenças, como as onco-hematológicas. <strong>Anemia e câncer têm conexão? </strong>Vem saber tudo nesta matéria.</p>
<h4><strong>O que é a anemia?</strong></h4>
<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a anemia acontece quando a hemoglobina (glóbulos vermelhos) está em uma contagem abaixo do normal, diminuindo a capacidade do organismo a transportar oxigênio.</p>
<p>Por este motivo, a <strong>anemia pode causar </strong>sintomas como fadiga, palidez, falta de ar, tonturas e até mesmo batimento cardíaco acelerado.</p>
<h4><strong><img decoding="async" class="alignleft  wp-image-6548" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1857047203-300x300.jpg" alt="" width="139" height="139" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1857047203-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1857047203-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1857047203.jpg 400w" sizes="(max-width: 139px) 100vw, 139px" />E qual a ligação entre anemia e falta de ferro?</strong></h4>
<p>Para quem está com anemia, é muito comum que a ingestão de ferro, via medicamentos ou alimentação, seja indicada. Isso acontece porque nosso corpo possui entre 3 e 4 gramas de ferro. Destes, por volta de 2 gramas estão justamente presentes na hemoglobina. Então, quando a pessoa desenvolve a anemia, logo vemos se também apresenta quantidades menores de ferro no organismo. Afinal é a causa mais frequente de anemia no mundo.</p>
<h4><strong>O que leva uma pessoa a desenvolver anemia?</strong></h4>
<p>O consumo incorreto de ferro pode levar à anemia. Mas não é somente isso! A carência de ácido fólico, vitamina B12 e proteínas também pode causar deficiência na fabricação das hemoglobinas.</p>
<h4><strong>Anemia e câncer. Entenda a conexão <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-6381" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987-300x214.jpg" alt="" width="172" height="122" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987-300x214.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987.jpg 700w" sizes="(max-width: 172px) 100vw, 172px" /></strong></h4>
<p>Ao longo da vida, todos estamos propensos a desenvolver uma anemia. Alimentação incorreta, grandes perdas de volumes sanguíneos e até mesmo algumas condições genéticas são alguns dos motivos. Entretanto, é importante ter em mente que a anemia não se transformará em um câncer do sangue! Ou seja, <strong>anemia não pode virar uma leucemia</strong> – e já até explicamos isso nesta matéria <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/anemia-pode-virar-leucemia/">aqui</a>, e nem outro tipo de câncer.</p>
<p>Isso quer dizer que não exista uma ligação entre eles? Também não é bem assim. Pacientes com leucemias e mieloma múltiplo, por exemplo, podem, sim, apresentar anemia no momento do diagnóstico e até mesmo ao longo do tratamento.</p>
<p>Isso acontece porque, nestes tipos de câncer, as células sanguíneas estão sendo fabricadas de maneira errada na medula óssea. Essa situação leva a invasão da medula óssea que impede as células normais se reproduzirem adequadamente e as doentes também produzem substâncias e impedem uma produção normal.   Por este motivo, pacientes de leucemias e mieloma múltiplo podem apresentar, dentre os sintomas, fadiga, cansaço, palidez, falta de ar. Alguns medicamentos usados para tratar ambas doenças também podem causar alterações no funcionamento dos glóbulos vermelhos, e gerar anemia.</p>
<h4><strong>Anemia no mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>Pacientes com mieloma múltiplo (MM), como vimos, podem apresentar anemia logo nos primeiros exames diagnósticos. O motivo é o acúmulo de plasmócitos (células cancerígenas) na medula óssea, que não permite a produção correta dos glóbulos vermelhos.</p>
<p>A doença renal no MM – Leia mais em <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/problemas-renais-no-mieloma-multiplo/">Problemas Renais no Mieloma Múltiplo</a> &#8211; também pode ser um fator para o desenvolvimento da anemia. Isso acontece porque os rins estimulam a produção de novas hemácias e, quando está lesionado por conta deste tipo de câncer, acaba por não produzir o estímulo corretamente destas células.</p>
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		<title>Problemas renais no mieloma múltiplo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 21:48:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É importante ficar atento a sintomas como sede exagerada e alterações na urina Março Borgonha é o mês da conscientização sobre o mieloma múltiplo, tipo de câncer que acontece, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade. Ficar de olho nos sintomas é muito importante para o diagnóstico correto. E, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>É importante ficar atento a sintomas como sede exagerada e alterações na urina</strong><span id="more-6542"></span></h3>
<p>Março Borgonha é o mês da conscientização sobre o mieloma múltiplo, tipo de câncer que acontece, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade. Ficar de olho nos sintomas é muito importante para o diagnóstico correto. E, embora as fraturas ósseas e dores na região lombar sejam os mais lembrados, os problemas renais no mieloma múltiplo também exigem atenção.</p>
<h4><strong>O que é o mieloma múltiplo</strong></h4>
<p>O <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> tem início na medula óssea, quando no momento em que os linfócitos se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e passam a produzir plasmóticos anormais.</p>
<p>Os plasmócitos defeituosos/doentes acumulam-se na medula óssea, onde se reproduzem e se proliferam de forma anormal. Dessa forma, podem afetar a fabricação das demais células sanguíneas normais e  de imunoglobulinas monoclonais defeituosas.</p>
<p>Este tipo de câncer corresponde a cerca de 1% dos tumores malignos e 15% das neoplasias hematológicas. Em estudos, observou-se que o MM é duas vezes mais comum entre os negros e também tem maior probabilidade de desenvolvimento em homens.</p>
<p>A principal função dos plasmócitos é produzir as imunoglobulinas, responsáveis pela defesa do corpo. Plasmócitos anormais produzem imunoglobulinas anormais, que não conseguem exercer suas funções de proteção e formam um amontoado de proteínas “bagunçadas”, chamadas <strong>proteína monoclonal ou proteína M.</strong> Esta é uma outra característica bem típica e bastante importante em pacientes com mieloma múltiplo, que pode ser detectada no sangue ou urina.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6543" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569-300x300.jpg" alt="" width="116" height="116" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/03/shutterstock_1384881569.jpg 400w" sizes="(max-width: 116px) 100vw, 116px" />Fique de olho nos rins!</strong></h4>
<p>A insuficiência renal é uma complicação frequente em pacientes com mieloma múltiplo, podendo estar presente em 35% dos casos ao diagnóstico e em 50% durante a evolução da doença.</p>
<p>As lesões renais podem acontecer por diferentes fatores. O mais frequente é o excesso de proteínas (anticorpos) anormais produzidas pelos plasmócitos doentes, a proteína M. Esta proteína anormal será filtrada pelo rim e poderá causar lesões ao órgão.</p>
<p>Mas o aumento do cálcio no organismo, produzido pelas lesões ósseas do mieloma, outro sintoma que também pode acontecer nos pacientes com este tipo de câncer, também podem causar problemas renais. Outro motivo frequente é o uso de anti-inflamatórios, que comumente são indicados para controle da dor nesses pacientes e podem apresentar a lesão renal como efeito colateral.</p>
<h4><strong>Lesão renal: conheça os sintomas</strong></h4>
<p>Os rins são órgãos do sistema urinário e tem por principal função o controle da concentração de diferentes substâncias no sangue. Ou seja, eles filtram as impurezas do sangue, “jogando-as” para fora do organismo por meio da urina. Além de manter o equilíbrio de água, sal, pressão arterial, dentre outros.</p>
<p>Quando as células do mieloma múltiplo atrapalham essa função, o paciente passa a apresentar uma espuma na urina. Outros sinais comuns a quem apresenta problemas nos rins são:</p>
<ul>
<li>Inchaço nas pernas, tornozelos ou pés</li>
<li>Sede exagerada</li>
<li>Diminuição da produção de urina</li>
<li>Sonolência</li>
<li>Falta de fome</li>
<li>Confusão</li>
<li>Náuseas e vômitos</li>
</ul>
<h4><strong>Mas calma! É possível controlar este sintoma <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6424" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_679124308-239x300.jpg" alt="" width="88" height="110" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_679124308-239x300.jpg 239w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/10/shutterstock_679124308.jpg 400w" sizes="(max-width: 88px) 100vw, 88px" /></strong></h4>
<p>Como vimos, os problemas renais podem acontecer ao diagnóstico e também durante o tratamento, por conta dos medicamentos utilizados. Neste momento, a parceria entre médico e paciente será muito importante!</p>
<p>Se você apresentar qualquer um destes sinais, converse com o seu especialista. Existem medicamentos para o controle dos problemas renais e eles só podem ser prescritos pelo profissional de saúde.</p>
<p>Além disso, não esqueça de beber água ao longo dia – cerca de 2 litros. Isso porque, se ingerimos pouco líquido, o rim pode ficar ainda mais sobrecarregado e não conseguirá realizar suas funções corretamente.</p>
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		<title>Quando não tratar um câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 16:02:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[tratamento para linfoma não-Hodgkin]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para mieloma múltiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que mieloma múltiplo e linfomas indolentes podem não precisar de medicamentos? O diagnóstico de uma neoplasia maligna continua sendo delicado. Mesmo com os diversos avanços da ciência, receber esta notícia ainda assusta. Mas, o que também causa estranhamento é o médico dizer ao paciente que ele não precisa de nenhum tratamento. Isso mesmo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Você sabia que mieloma múltiplo e linfomas indolentes podem não precisar de medicamentos?</strong><span id="more-6534"></span></h3>
<p>O diagnóstico de uma neoplasia maligna continua sendo delicado. Mesmo com os diversos avanços da ciência, receber esta notícia ainda assusta. Mas, o que também causa estranhamento é o médico dizer ao paciente que ele não precisa de nenhum tratamento. Isso mesmo que você leu! Nesta matéria vamos explicar <strong>quando não tratar um câncer.</strong></p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6536" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1037846065-300x300.jpg" alt="" width="106" height="106" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1037846065-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1037846065-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1037846065.jpg 400w" sizes="(max-width: 106px) 100vw, 106px" />O que é câncer?</strong></h4>
<p>Primeiro é fundamental entender que câncer não é uma doença única. De acordo com Instituto Nacional de Câncer (INCA), “câncer” é um termo que abrange mais de 100 diferentes tipos de doenças malignas, que têm em comum o crescimento desordenado de células, que podem invadir tecidos ou órgãos a distância.</p>
<p>Outra característica que diferencia os diversos tipos da doença entre si são a velocidade e a multiplicação das células. E é aqui que entra o olhar sobre tratar ou não tratar o câncer.</p>
<h4><strong>Conheça o conceito “Observar e Esperar” <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6537" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1701146329-300x300.jpg" alt="" width="92" height="92" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1701146329-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1701146329-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1701146329.jpg 400w" sizes="(max-width: 92px) 100vw, 92px" /></strong></h4>
<p>O conceito “Watch and Wait”, traduzido do inglês para “Observar e Esperar”, é bastante utilizado na Oncologia quando o paciente apresenta um câncer de evolução lenta.</p>
<p>Como vimos, esta doença acontece quando as células passam a se replicar de maneira desordenada. Neste percurso, alguns tipos de células defeituosas podem se multiplicar mais rapidamente, o que torna a neoplasia mais agressiva. Portanto, o tratamento imediato será necessário.</p>
<p>Porém é também possível que alguns tipos de células, mesmo que doentes, se multipliquem lentamente, tornando este câncer de evolução lenta (indolente). Para estes casos, o tratamento pode não ser indicado logo no início. Afinal, o paciente muitas vezes nem apresenta sintomas e os efeitos adversos causados pela quimio, radio e imunoterapia seriam “desnecessários”.</p>
<p>Dentre os cânceres do sangue que não precisam ser tratados estão:</p>
<ul>
<li><strong>Leucemia linfoide crônica</strong></li>
</ul>
<p>A <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-linfoide-cronica-llc/">LLC</a> é um dos tipos de câncer que, geralmente, não precisa de tratamento ao diagnóstico. As opções terapêuticas só serão indicadas quando:</p>
<ol>
<li>O paciente apresentar sintomas relacionados à doença, como sudorese noturna, perda de peso e febre.</li>
<li>A doença for progressiva, com aumento rápido e importante número de linfócitos, gânglios, baço ou fígado.</li>
<li>Tiver anemia e/ou trombocitopenia (redução de plaquetas) expressivo.</li>
</ol>
<ul>
<li><strong>Linfomas indolentes</strong></li>
</ul>
<p>Assim como na LLC, os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/linfoma-nao-hodgkin-lnh/o-que-e/">linfomas não-Hodgkin indolentes</a> têm uma evolução lenta e, na maior parte dos casos, os pacientes não apresentam sintomas e descobrem a doença em exames de rotina. Por isso, o tratamento não costuma ser indicado. Agora, se o quadro evoluir, aí sim medicamentos serão utilizados. Para mais informações, vá para a matéria clicando <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/linfomas-indolentes-tratar-ou-nao-tratar/">aqui</a>.</p>
<ul>
<li><strong>Mieloma múltiplo</strong></li>
</ul>
<p>É possível que o paciente de <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">MM</a> seja assintomático, ou seja, não apresente os sintomas tão comuns como anemia, lesão óssea e insuficiência renal. Nestes casos, nenhuma terapia será iniciada.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6538" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_441393106-300x300.jpg" alt="" width="153" height="153" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_441393106-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_441393106-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_441393106.jpg 400w" sizes="(max-width: 153px) 100vw, 153px" />Acompanhamento médico será essencial!</strong></h4>
<p>Embora os cânceres aqui citados possam não receber indicação de tratamento, isso não significa que as consultas médicas deixam de fazer parte da rotina do paciente. Pelo contrário! Acompanhar de perto a evolução destes quadros será essencial para manter a qualidade de vida em ordem.</p>
<p>Caso nos exames de manutenção se perceba uma evolução da doença, apenas o onco-hematologista poderá indicar qual a melhor opção terapêutica deve ser utilizada.</p>
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		<title>Sente enjoos por conta da quimio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 22:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação durante a quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[Como controlar o enjoo durante e após a quimio?]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[enjoo]]></category>
		<category><![CDATA[enjoo na quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[náuseas]]></category>
		<category><![CDATA[o que a quimioterapia causa no corpo]]></category>
		<category><![CDATA[o que é bom para diminuir enjoo na quimiterapia]]></category>
		<category><![CDATA[o que tomar para náuseas e vômitos]]></category>
		<category><![CDATA[por que a pessoa que tem câncer vomita]]></category>
		<category><![CDATA[Por que a quimioterapia causa náuseas e enjoos?]]></category>
		<category><![CDATA[quais são as reações da quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[qual a melhor fruta para enjoo]]></category>
		<category><![CDATA[que suco é bom para enjoo]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sucos cítricos durante a quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[vômito na quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Venha ver algumas dicas que podem ajudar, e muito, neste momento! Se você é paciente de câncer e está em tratamento, muito provavelmente já sentiu enjoos por conta da quimioterapia. E neste momento você deve se perguntar: o que fazer para diminuir os enjoos por conta quimio? Aqui, vamos trazer algumas dicas simples, para que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Venha ver algumas dicas que podem ajudar, e muito, neste momento!</strong><span id="more-6511"></span></h3>
<p>Se você é paciente de câncer e está em tratamento, muito provavelmente já sentiu enjoos por conta da <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/quimioterapia/">quimioterapia</a>. E neste momento você deve se perguntar: o que fazer para diminuir os enjoos por conta quimio?</p>
<p>Aqui, vamos trazer algumas dicas simples, para que você possa colocar em prática no seu dia a dia.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6512" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1241989279-300x300.jpg" alt="" width="128" height="128" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1241989279-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1241989279-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1241989279.jpg 500w" sizes="(max-width: 128px) 100vw, 128px" />Por que a quimioterapia causa náuseas e enjoos?</strong></h4>
<p>Os medicamentos quimioterápicos, essenciais para combater diversos tipos de câncer, como as <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias</a> e os <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas</a>, podem causar irritação na parede do estômago e do intestino, causando náuseas e até mesmo vômitos. Eles também podem atuar no sistema nervoso, o que leva a tais sensações.</p>
<p>Para o paciente, este é um momento muito complicado. Isso porque, além de ser completamente desconfortável se sentir nauseado, não conseguir se alimentar de maneira adequada pode ser bastante prejudicial aos resultados do tratamento.</p>
<h4><strong>Como controlar o enjoo durante e após a quimio?</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6518" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_144718801-1-300x300.jpg" alt="" width="116" height="116" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_144718801-1-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_144718801-1-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_144718801-1.jpg 500w" sizes="(max-width: 116px) 100vw, 116px" />Bem, o médico responsável pelo paciente pode indicar medicamentos que ajudem no controle da náusea e vômitos, a depender da situação e gravidade dos sintomas apresentados. Mas, também é possível administrar o enjoo com a alimentação.</p>
<p>Isso mesmo que você leu! Os alimentos, aqueles que no momento da náusea você pode não querer consumir, são importantes aliados para que a sensação ruim vá embora. Para isso, é aconselhável:</p>
<p><strong>1 –</strong> <strong>Que se faça mais refeições ao longo do dia, porém em menor quantidade.</strong> Ficar de jejum por muitas horas também pode causar enjoo, então é essencial se manter alimentado durante o dia.</p>
<p><strong>2 – Optar por alimentos secos.</strong> Quando ficamos enjoados, sentimos a produção aumentada de saliva. Sendo assim, ingerir alimentos como torradas, pães e biscoitos (sem recheio) pode ajudar a conter a salivação e, por sua vez, o enjoo.</p>
<p><strong>3 – Escolher os alimentos frios.</strong> A temperatura baixa amortece os receptores de paladar, então os sabores não ficam tão “fortes”. Veja a matéria Sorvete, aliado do paciente em quimioterapia!</p>
<p><strong>4 – Evitar temperos fortes.</strong> Uma comida bem temperada é sempre uma boa pedida, mas no pré e pós-quimio o ideal é ficar longe de gostos e cheiros fortes. Inclusive, se puder não ficar na cozinha no momento da preparação da comida, melhor.</p>
<p><strong>5 – Consumir frutas cítricas</strong> – O azedinho favorece o esvaziamento gástrico do estômago, então favorece o combate aos enjoos. Agora, se estiver com mucosite, aquelas feridinhas na boca, esqueça esta opção ok?</p>
<p><strong>6 – Tome muita água.</strong> Manter-se hidratado é sempre essencial!</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6514" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_517554559-300x300.jpg" alt="" width="94" height="94" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_517554559-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_517554559-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_517554559.jpg 400w" sizes="(max-width: 94px) 100vw, 94px" />Sucos cítricos: hidratam e combater as náuseas</strong></h4>
<p>Veja abaixo algumas receitinhas que ajudam no combate ao enjoo da quimio:</p>
<p><strong>Suco de maçã, limão e hortelã</strong></p>
<ul>
<li>2 maçãs com casca</li>
<li>Água</li>
<li>Suco de 1 limão</li>
<li>3 folhas de hortelã</li>
<li>Gelo e açúcar a gosto</li>
</ul>
<p><strong>Laranja, cenoura e brócolis</strong></p>
<ul>
<li>2 laranjas</li>
<li>1 cenoura</li>
<li>3 talos de brócolis</li>
<li>Gelo e açúcar a gosto</li>
</ul>
<p>Para mais dicas, veja nosso <strong>Manual de Cuidados Durante a Quimioterapia</strong>. <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/manual-de-cuidados-durante-a-quimioterapia/">Clique aqui. </a></p>
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		<title>Fevereiro Laranja, mês da conscientização sobre a leucemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2021 18:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[como curar a leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[como curar a leucemia no sangue]]></category>
		<category><![CDATA[como são as manchas roxas da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Breno Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[hemograma na leucemia]]></category>
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		<category><![CDATA[leucemia linfoide crônica]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia mieloide aguda]]></category>
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		<category><![CDATA[o que é leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[quais são as chances de cura da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[quais são os sintomas que a leucemia apresenta]]></category>
		<category><![CDATA[qual exame que detecta a leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[qual o tempo de cura da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[sinais e sintomas da leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos tratamentos são apresentados no ASH 2020 para este tipo de câncer. Confira! Fevereiro Laranja é o mês da conscientização sobre a leucemia, tipo de câncer que pode acontecer em qualquer idade. Hoje, com os avanços da ciência, é possível alcançar excelentes resultados no tratamento. Então, nesta matéria, vamos trazer para você as principais novidades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Novos tratamentos são apresentados no ASH 2020 para este tipo de câncer. Confira!</strong><span id="more-6505"></span></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6506" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457-300x300.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_1317151457.jpg 400w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />Fevereiro Laranja é o mês da conscientização sobre a leucemia, tipo de câncer que pode acontecer em qualquer idade. Hoje, com os avanços da ciência, é possível alcançar excelentes resultados no tratamento. Então, nesta matéria, vamos trazer para você as principais novidades terapêuticas que foram anunciadas no ASH 2020, maior evento de Onco-Hematologia dos Estados Unidos.</p>
<p>Mas antes, é importante entender <strong>o que é a leucemia</strong> e quais são seus principais subtipos.</p>
<p>A leucemia tem início na medula óssea, quando os glóbulos brancos passam a se desenvolver em excesso e deixam de desempenhar sua função, que é proteger o corpo dos vírus, bactérias, dentre outros perigos. As demais células do sangue, que são os glóbulos vermelhos (levam oxigênio) e plaquetas (fazem a coagulação do sangue) também ficam prejudicadas.</p>
<p>As leucemias são divididas em crônicas e agudas. Elas também podem ser linfoides ou mieloides, a depender de quais tipos celulares são afetados.</p>
<h4><strong>ASH 2020 – NOVOS TRATAMENTOS</strong></h4>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia mieloide aguda (LMA)</strong></h4>
</li>
</ul>
<p>Alguns estudos demonstraram que os pacientes apresentam melhores resultados quando não se repete o ciclo de indução com quimioterapia, após o primeiro, caso o paciente já apresentar uma boa resposta.</p>
<p>Outra novidade importante é que para pacientes com mais de 18 anos e que apresentam a mutação genética do FLT3, bastante comum na LMA, o uso de gilteritinib + azacitidina trouxe bons resultados, com 67% de remissão.</p>
<p>Ainda com o gilteritinib, mas em combinação com o venetoclax, pacientes com LMA recidivada e/ou refratária com mutação FLT3 alcançaram altas taxas de eliminação de blastos da medula óssea e do sangue periférico.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia linfoide aguda (LLA) <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6507" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg" alt="" width="119" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg 400w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" /></strong></h4>
</li>
</ul>
<p>Este é o tipo de câncer mais comum em crianças. As pesquisas apresentadas no evento mostraram que a incorporação do blinatumomab na consolidação do tratamento da LLA B recidivada aumentou a taxa de doença residual mínima negativa em 90%, enquanto pacientes em tratamento apenas com quimioterapia tiveram em torno de 54%. Já as taxas de sobrevida livre de progressão, em dois anos, ficaram em 60%, enquanto com o uso de apenas quimioterapia foi de 25%.</p>
<p>Para os adultos, a novidade que destacamos é para a LLA B Ph-. Nestes casos, o uso de blinatumomab, junto com o protocolo Hipercivad, traz uma taxa de resposta completa de 81% e doença residual mínima negativa superior a 90%. A sobrevida global ficou em torno de 80% e a taxa de pacientes que foram para o TMO alogênico ficou em torno de 30%.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia mieloide crônica (LMC)</strong></h4>
</li>
</ul>
<p>Hoje, este é o tipo de leucemia com protocolos clínicos melhor consolidados, por conta dos inibidores da tirosina quinase. Estes medicamentos orais possibilitam a remissão completa da doença na maior parte dos casos.</p>
<p>Mas, para aqueles pacientes que não respondem bem a estas drogas, novos medicamentos foram apresentados. O Acinimib, para a LMC em fase crônica e acelerada, demonstrou importantes 47% de resposta molecular maior. O Vodatinib, novo inibidor da tirosina quinase, indicado para pacientes refratários ou intolerantes aos medicamentos de primeira linha, possibilitou resposta citogenética completa em 63% dos casos.</p>
<ul>
<li>
<h4><strong>Leucemia linfoide crônica (LLC) <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg" alt="" width="118" height="118" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w" sizes="(max-width: 118px) 100vw, 118px" /></strong></h4>
</li>
</ul>
<p>A maior parte dos pacientes com LLC não recebe indicação de tratamento. Sim, pode até parecer estranho, mas por ser um câncer de evolução muito lenta, o acompanhamento médico já basta.</p>
<p>Entretanto, para os casos em que há uma evolução do quadro, o Ibrutinibe tem mostrado ser uma boa opção. Nos pacientes de alto risco e com mutação genética p53, o uso do Ibrutinibe como primeira linha apresentou sobrevida livre de progressão em 78% dos casos e sobrevida global em 88%.</p>
<p>As respostas aos inibidores de BTK (Tirosina Quinase de Bruton, proteína que transmite sinais para as células cancerígenas), para aqueles pacientes que ainda não realizarem este tipo de tratamento, chegaram a 100%!</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6478" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296-240x300.png" alt="" width="95" height="119" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296-240x300.png 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296.png 400w" sizes="(max-width: 95px) 100vw, 95px" />SINAIS E SINTOMAS DA LEUCEMIA</strong></h4>
<p>Para que os tratamentos possam alcançar os excelentes resultados esperados, o diagnóstico precoce é essencial. Por isso, ficar atento aos sinais que o corpo emite é o primeiro passo.</p>
<p>Fique atento aos <strong>sinais e sintomas da leucemia</strong>:</p>
<ul>
<li>Febre e infecções constantes</li>
<li>Sensação de fraqueza e fadiga persistente</li>
<li>Perda de peso inexplicável</li>
<li>Sangramentos e hematomas que aparecem com facilidade e sangramentos nasais</li>
<li>Petéquias, que são pequenos pontos vermelhos na pele</li>
<li>Anemia</li>
<li>Suores noturnos</li>
<li>Inchaço dos gânglios linfáticos</li>
<li>Dor nos ossos ou nas juntas</li>
</ul>
<p>Se você estiver apresentando um destes sintomas, ou conhecer alguém nesta situação, procure um médico e peça um hemograma.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/fevereiro-laranja-mes-da-conscientizacao-sobre-a-leucemia/">Fevereiro Laranja, mês da conscientização sobre a leucemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Transfusão de sangue durante o tratamento do câncer</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 16:22:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Como é a transfusão de plaquetas?]]></category>
		<category><![CDATA[Como é feito uma transfusão de sangue?]]></category>
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		<category><![CDATA[O que é preciso saber para uma transfusão de sangue?]]></category>
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		<category><![CDATA[Qual é a importância da transfusão de sangue?]]></category>
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		<category><![CDATA[Quanto tempo demora para transfusão de plaquetas?]]></category>
		<category><![CDATA[Que tipo de anemia precisa tomar sangue?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O procedimento é essencial para a maior parte dos pacientes oncológicos Atualmente, as doenças oncológicas podem ser combatidas por meio de diferentes procedimentos, que incluem quimioterapia, radioterapia, transplante de medula óssea, imunoterapia, cirurgias, dentre outras. Mas saiba que as transfusões de sangue durante o tratamento do câncer podem ser essenciais aos pacientes. Como funciona o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>O procedimento é essencial para a maior parte dos pacientes oncológicos</strong><span id="more-6491"></span></h3>
<p>Atualmente, as doenças oncológicas podem ser combatidas por meio de diferentes procedimentos, que incluem <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/quimioterapia/">quimioterapia</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/radioterapia/">radioterapia</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">transplante de medula óssea</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/imunoterapia/">imunoterapia</a>, cirurgias, dentre outras. Mas saiba que as transfusões de sangue durante o tratamento do câncer podem ser essenciais aos pacientes.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6493" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500232277-240x300.jpg" alt="" width="101" height="126" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500232277-240x300.jpg 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500232277.jpg 400w" sizes="(max-width: 101px) 100vw, 101px" />Como funciona o sangue</strong></h4>
<p>Antes de tudo é importante entendermos do que é formado o sangue e quais as funções das células sanguíneas em nosso organismo.</p>
<p>O líquido vermelho que vemos ao nos cortarmos, chamado de sangue, é produzido na medula óssea e circula por todo o corpo. Ele é composto por:</p>
<p><strong>Plasma</strong> &#8211; Parte líquida em um tom amarelado, constituída por água, sais, vitaminas e proteínas.  As proteínas no plasma incluem: albumina, anticorpos, factores de coagulação e fibrinogénio que mantêm a pressão osmótica do soro. A principal função do plasma sanguíneo é transportar as substâncias nele presentes para todo o corpo.</p>
<p><strong>Plaquetas</strong> – Células que realizam a coagulação, para interromper sangramentos.</p>
<p><strong>Leucócitos</strong> – Também chamados por glóbulos brancos, têm a função de proteger o organismo contra bactérias, vírus, dentre outros perigos.</p>
<p><strong>Hemácias</strong> – Os glóbulos vermelhos, como também são conhecidos, transportam oxigênio dos pulmões para as células de todo o organismo.</p>
<p>Um paciente com câncer do sangue, como as leucemias, linfomas, mieloma múltiplo e mielodisplasia apresentam problemas no desenvolvimento de todas estas células.</p>
<h4><strong>Tratamento oncológico pode destruir as células sanguíneas?</strong></h4>
<p>Bem, como vimos, a depender do tipo de câncer, as células sanguíneas podem ser afetadas, por isso dentre os principais sinais e sintomas das <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias</a> e <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas</a>, por exemplo, estão anemia, sangramentos, infecções constantes e aumento de gânglios. E aí passa a ser fundamental, na maior parte dos casos, dar início aos tratamentos, utilizando quimioterapia, imunoterapia, transplante de medula óssea. Tais tratamentos também acabam por interferir no desenvolvimento das células sanguíneas, em especial as plaquetas.</p>
<h4><strong>Transfusão de sangue para o paciente oncológico <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6495" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1054540466-1-300x300.jpg" alt="" width="162" height="162" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1054540466-1-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1054540466-1-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1054540466-1.jpg 500w" sizes="(max-width: 162px) 100vw, 162px" /></strong></h4>
<p>É possível que o paciente em tratamento do câncer precise receber transfusões de sangue para normalizar a contagem das células sanguíneas no corpo. Por isso a importância dos doadores voluntários de todo o Brasil.</p>
<p>Devido a menor validade de plaquetas para estoque após doação, necessidade pos quimioterapia, para cirurgia ou durante o transplante de medula óssea,  é possível realizar um método específico para a doação deste tipo de células: a plaquetaférese. Ou seja, será necessário separar as plaquetas dos demais tipos de células. Para o doador, o procedimento terá início da mesma maneira que a doação convencional. A diferença é que o sangue coletado será encaminhado para um equipamento especializado, que irá reter as plaquetas, as quais posteriormente serão infundidas no paciente oncológico.</p>
<p>As plaquetas têm uma duração de vida bem pequena, por isso a importância das doações voluntárias constantes. Para se ter uma noção, o consumo destas células em um hospital oncológico é 70% maior que em outros hospitais.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6496" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg" alt="" width="108" height="108" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_500467984.jpg 400w" sizes="(max-width: 108px) 100vw, 108px" />Doe sangue!</strong></h4>
<p>Este é um procedimento muito simples, e que pode salvar vidas. Para doar sangue e plaquetas, é preciso:</p>
<ul>
<li>Estar bem de saúde</li>
<li>Portar documento de identidade com foto</li>
<li>Ter entre 16 e 65 anos</li>
<li>Pesar mais de 50 kg</li>
<li>Não ser portador de doenças crônicas</li>
<li>Não ter recebido transfusão de sangue e outros componentes no último ano</li>
<li>Ter repousado, pelo menos, 4 horas antes da doação</li>
<li>Não estar em jejum; não ter consumido alimentos gordurosos –</li>
<li>Para doar plaquetas, é necessário já ter doado sangue anteriormente, ter disponibilidade de tempo (o procedimento dura, em média, 90 minutos) e não estar fazendo uso de ácido acetil salicílico (AAS)</li>
<li>O intervalo entre doações de sangue é de 90 dias para mulheres e 60 dias para homens. A doação de plaquetas pode ser feita até duas vezes por mês</li>
</ul>
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		<title>Bussulfano em falta?</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 22:13:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utilizado no pré-TMO pode ser descontinuado no Brasil Nas últimas semanas, a possibilidade da falta do bussulfano foi pauta em diversos veículos de comunicação. Isso porque milhares de pacientes com cânceres do sangue dependem deste medicamento para sobreviver e o único fabricante/distribuidor para o Brasil anunciou sua descontinuação. Nesta matéria, vamos explicar tudo sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Medicamento utilizado no pré-TMO pode ser descontinuado no Brasil</strong><span id="more-6482"></span></h3>
<p>Nas últimas semanas, a possibilidade da falta do bussulfano foi pauta em diversos veículos de comunicação. Isso porque milhares de pacientes com cânceres do sangue dependem deste medicamento para sobreviver e o único fabricante/distribuidor para o Brasil anunciou sua descontinuação. Nesta matéria, vamos explicar tudo sobre o assunto.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6485" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1549501676-240x300.jpg" alt="" width="131" height="164" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1549501676-240x300.jpg 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_1549501676.jpg 400w" sizes="(max-width: 131px) 100vw, 131px" />Bussulfano: qual a indicação?</strong></h4>
<p>Este medicamento é utilizado em pacientes com cânceres como <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/">leucemias</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas</a> e <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/">mieloma múltiplo</a> que receberam a indicação para o <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">transplante de medula óssea</a> (TMO). Ele está disponível tanto no sistema público de saúde, quanto no privado.</p>
<p>Para os adultos, ele pode ser utilizado juntamente com a ciclofosfamida, fludarabina e melfalano. Já em crianças, a combinação pode ser feita com ciclofosfamida ou melfalano.</p>
<p>O bussulfano é administrado via intravenosa. Ele deve ser aplicado antes do TMO, com o objetivo de preparar a medula óssea, eliminando as células doentes (cancerígenas).</p>
<p>Geralmente, ele é mais utilizado nos transplantes alogênicos, ou seja, quando precisa de um doador HLA compatível, seja este da família ou de um banco de doadores. Entretanto, é possível que para algumas situações, o medicamento seja também indicado nos transplantes autólogos.</p>
<h4><strong>Sem o bussulfano, sem TMO</strong></h4>
<p>Não há um substituto para o bussulfano, no país. Por isso, se o medicamento for descontinuado, ou ficar em falta, todos os pacientes que estão na fila por um TMO serão prejudicados. Para ter uma noção do tamanho do problema, em 2019 foram realizados no Brasil 3.805 transplantes de medula óssea em adultos, e 534 em crianças. Hoje, cerca de 5 mil pessoas esperam por este procedimento.</p>
<h4><strong>O que dizem as autoridades <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6486" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254-300x300.jpg" alt="" width="171" height="171" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/shutterstock_294924254.jpg 400w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" /></strong></h4>
<p>A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) diz saber a importância do medicamento e vem estudando ações e medidas que possam favorecer o acesso a produtos similares. Já o Ministério da Saúde informa não ter sido notificado a respeito desta decisão, mas declarou que o INCA (Instituto Nacional do Câncer) só tem estoques para apenas três meses.</p>
<p>Por este motivo, organizações como a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO) já se manifestaram a respeito. Foi escrito um ofício, o qual já foi enviado para a Anvisa em dezembro de 2020.</p>
<p>Médicos e pacientes estão nesta luta juntos. Com o bussulfano podemos salvar vidas de muitas pessoas. Por isso, não vamos desistir!</p>
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		<title>Vacinas contra a COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2020 16:10:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas em tratamento do câncer podem ser imunizadas? O assunto do momento é, sem dúvidas, as vacinas contra a COVID-19. E se você está em tratamento do câncer, deve estar se perguntando: eu vou poder ser vacinado? Bem, no momento são várias as pesquisas sendo realizadas e, em diversos países, alguns grupos já passaram a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Pessoas em tratamento do câncer podem ser imunizadas?</strong><span id="more-6475"></span></h3>
<p>O assunto do momento é, sem dúvidas, as vacinas contra a COVID-19. E se você está em tratamento do câncer, deve estar se perguntando: eu vou poder ser vacinado?</p>
<p>Bem, no momento são várias as pesquisas sendo realizadas e, em diversos países, alguns grupos já passaram a ser imunizados.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6476" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1856011432-240x300.png" alt="" width="115" height="144" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1856011432-240x300.png 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1856011432.png 400w" sizes="(max-width: 115px) 100vw, 115px" />Vacinas contra o novo coronavírus</strong></h4>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 100 vacinas estão sendo desenvolvidas atualmente. Algumas delas já receberam aprovação em caráter emergencial e outras estão em fases avançadas nas pesquisas.</p>
<p>Veja aqui alguns dos destaques:</p>
<ul>
<li><strong>Oxford </strong><strong>| Astrazeneza</strong></li>
</ul>
<p>Em teste no Brasil, esta vacina usa uma versão mais branda e geneticamente modificada de um vírus que causa um tipo de gripe comum em chimpanzés, chamado CHAdOx1. Os pesquisadores acreditam que ela estará disponível em outubro. A capacidade de produção chegará em 2 bilhões de doses.</p>
<ul>
<li><strong>CoronaVac</strong></li>
</ul>
<p>O Governo de São Paulo assinou parceria com o laboratório chinês Sinovac para o fornecimento do primeiro lote da vacina, para uso em profissionais de saúde. A produção também será realizada pelo Instituto Butantã e São Paulo receberá 46 milhões de doses. A vacina está em fase 3 de pesquisa e ainda não tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).</p>
<ul>
<li><strong>Moderna</strong></li>
</ul>
<p>A empresa norte americana, Moderna, desenvolveu uma técnica inovadora, conhecida como RNA mensageiro. Esta é a segunda vacina a ser aprovada nos EUA e já passou a ser aplicada em profissionais de saúde. Ela deve ser tomada em duas doses, injetadas com um intervalo de algumas semanas.</p>
<ul>
<li><strong>Pfizer </strong></li>
</ul>
<p>A vacina, que também usa a técnica de RNA mensageiro para obter uma resposta imune contra o coronavírus, foi a primeira a ser aprovada em caráter de urgência nos Estados Unidos e há alguns dias passou a ser aplicada em profissionais de saúde, idosos e membros do grupo de risco. O Brasil vem negociando com a farmacêutica, para que a vacina também chegue ao país. Dentre as barreiras estão os refrigeradores necessários para conservar a integridade do produto.</p>
<h4><strong>Tenho câncer, vou poder me vacinar? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-6477" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1415040314-240x300.png" alt="" width="170" height="213" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1415040314-240x300.png 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1415040314.png 400w" sizes="(max-width: 170px) 100vw, 170px" /></strong></h4>
<p>Bem, ainda é tudo muito novo e estudos continuam sendo realizados para que as respostas concretas possam surgir. O que se sabe, até o momento, é que o único grupo de pessoas que não participaram das pesquisas para as vacinas contra a COVID-19 foram as crianças. E nos estudos publicados com as vacinas, o número de pacientes com câncer era muito pequeno, pouco representativo.</p>
<p>Agora, é importante lembrar que pacientes em tratamento com quimioterapia, radioterapia ou que passaram por um transplante de medula óssea estão com a imunidade bastante debilitada e, por isso, vacinas que utilizam vírus vivos não podem ser aplicadas.</p>
<p>De qualquer maneira, quando as vacinas receberem a autorização para aplicação no Brasil, converse com seu médico e procure entender se você está em condições de receber este imunizante.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6478" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296-240x300.png" alt="" width="110" height="138" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296-240x300.png 240w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_771194296.png 400w" sizes="(max-width: 110px) 100vw, 110px" />As vacinas são seguras?</strong></h4>
<p>Cuidado com as informações que você recebe! São muitas as <em>fake news</em> que andam espalhando por aí, dizendo que as vacinas podem mudar o DNA do corpo, trazer doenças e até mesmo mudar o gênero da pessoa. E nem preciso dizer que nada disso é verdade, né?</p>
<p>Para que uma vacina seja aprovada, em caráter de urgência ou em tempo “normal”, muitos cientistas estiveram envolvidos neste projeto. São horas, dias, meses e até mesmo anos de pesquisas, sempre focadas na eficácia e segurança do produto.</p>
<p>É possível que alguém apresente alguma reação adversa? Embora raro, sim, é possível. Mas até isso é previsto pelos profissionais envolvidos nestes estudos.</p>
<p>Então, se você receber a indicação da vacina pelo seu médico, não tenha medo! Ela será importante para você e para todos aqueles que convivem ao seu lado.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/vacinas-contra-a-covid-19/">Vacinas contra a COVID-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Mieloma múltiplo tem cura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 23:32:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pacientes querem se ver livres da doença e com os diferentes tratamentos existentes, é possível alcançar este resultado Quando uma doença oncológica surge, uma das primeiras perguntas que o paciente faz é se existe tratamento e quais resultados podem ser alcançados. Mas, e o mieloma múltiplo tem cura? Antes de trazermos esta resposta, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Muitos pacientes querem se ver livres da doença e com os diferentes tratamentos existentes, é possível alcançar este resultado</strong><span id="more-6463"></span></h3>
<p>Quando uma doença oncológica surge, uma das primeiras perguntas que o paciente faz é se existe tratamento e quais resultados podem ser alcançados. Mas, e o mieloma múltiplo tem cura?</p>
<p>Antes de trazermos esta resposta, é importante lembrar que o câncer não é uma doença única. Isso porque cada paciente irá apresentar particularidades diferentes, que devem ser olhadas e tratadas também de forma distinta.</p>
<h4><strong>O que é o mieloma múltiplo?</strong></h4>
<p>O mieloma múltiplo (MM) tem início na medula óssea, quando no momento em que os linfócitos (tipo de célula protetora) se diferenciam para, então, tornarem-se plasmócitos, ocorre uma mutação celular em um ou mais genes e passam a produzir plasmóticos anormais.</p>
<p>Os plasmócitos defeituosos/doentes acumulam-se na medula óssea, e além de  atrapalhar o funcionamento das células saudáveis, provocam a destruição óssea e danos onde se depositam (ex: insuficiência renal).</p>
<p>A doença ocorre, na maior parte dos casos, em pessoas acima dos 60 anos de idade. Mas é possível que os mais jovens também possam desenvolver o MM. Veja matéria sobre o assunto <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-aos-30-40-ou-50-anos/">aqui</a>. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-6464" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872-284x300.jpg" alt="" width="101" height="107" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872-284x300.jpg 284w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815090872.jpg 623w" sizes="(max-width: 101px) 100vw, 101px" /></p>
<p>Ficar atento aos sinais e sintomas é essencial para que a ida ao médico seja imediata: cansaço, perda de peso sem motivo aparente, inchaço nas pernas, dores ósseas e fraturas espontâneas são alguns deles.</p>
<h4><strong>Diagnóstico precoce para bons resultados no tratamento</strong></h4>
<p>Um prognóstico positivo para o mieloma múltiplo depende, e muito, do diagnóstico precoce. Isso porque, quanto antes este tipo de câncer for descoberto, menores são as chances dos plasmocitomas se acumularem na medula óssea e até mesmo nos ossos, causando importantes fraturas. Por este motivo, se estiver apresentando os sintomas acima, procure um médico. Fique atento também para o surgimento de anemia e nível elevado de cálcio no sangue. Caso perceba essas alterações nos exames, agende uma consulta com um hematologista, especialista no diagnóstico e tratamento do MM.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6465" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160-300x280.jpg" alt="" width="126" height="117" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160-300x280.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/12/shutterstock_1815337160.jpg 600w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" />Mieloma múltiplo não tem cura</strong></h4>
<p>Essa é a resposta para a pergunta feita por 99,99% dos pacientes. Agora, calma, isso não é ruim! O fato de o mieloma múltiplo não ter cura significa, apenas, que esta é uma doença crônica, que precisa de cuidados por toda a vida. Saiba que é possível viver bem, com qualidade e até mesmo obter uma remissão completa da doença, já que são várias as opções de tratamento existentes.</p>
<p>Hoje, para o paciente sintomático, as classes terapêuticas existentes trazem excelentes prognósticos: quimioterapia, transplante de medula óssea autólogo, imunomoduladores, inibidores de proteassoma e até mesmo a imunoterapia. Para ver a lista completa dos medicamentos, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/mieloma-multiplo/tratamento/">clique aqui</a>.</p>
<p>Isso sem contar nas novidades que vem por aí, como a utilização do <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/car-t-cell-muito-alem-do-linfoma/">CAR T Cell</a>, anticorpos biespecíficos e anticorpos conjugados,  uma revolução na ciência.</p>
<h4><strong>TMO alogênico no MM</strong></h4>
<p>O transplante de medula óssea alogênio, quando é necessário um doador 100% HLA compatível &#8211; aparentado ou não, é a única opção que pode ser considerada curativa no tratamento do mieloma múltiplo. Porém, ela não costuma ser muito indicada. Por que? O primeiro motivo é que não conseguimos a cura em uma grande parte dos casos. O segundo é a agressividade do tratamento para obter um resultado incerto. O terceiro motivo, a idade da maioria dos pacientes não contempla o transplante alogênico. Por último, com o surgimento dos novos tratamentos, são casos muito selecionados que oferecemos um transplante alogênico.</p>
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		<title>LMMC – Conheça a leucemia mielomonocítica crônica, tipo raro de câncer do sangue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 23:31:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico precoce é essencial, para que a doença não evolua para uma leucemia aguda A leucemia mielomonocítica crônica (LMMC) é um tipo raro de câncer do sangue, que acomete na grande maioria dos casos homens com mais de 60 anos. Receber o diagnóstico precoce e correto é essencial para que a doença não evolua, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>O diagnóstico precoce é essencial, para que a doença não evolua para uma leucemia aguda</strong><span id="more-6446"></span></h3>
<p>A leucemia mielomonocítica crônica (LMMC) é um tipo raro de câncer do sangue, que acomete na grande maioria dos casos homens com mais de 60 anos. Receber o diagnóstico precoce e correto é essencial para que a doença não evolua, tornando-se uma <a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/leucemia-mieloide-aguda-lma/">leucemia mieloide aguda (LMA).</a></p>
<h4><strong>Entenda a LMMC</strong></h4>
<p>Você deve estar se perguntando: o que é a LMMC? É uma leucemia crônica? É um outro tipo de leucemia?</p>
<p>Na verdade, a LMMC pode ser considerada uma síndrome, podendo compartilhar características de síndromes mielodisplásicas e/ou mieloproliferativas. Isso porque, grande parte dos pacientes apresentam um elevado número de monócitos displásicos no sangue, tipo de célula presente no sistema imune e que têm por função defender o organismo de corpos estranhos, como bactérias. Ou seja, a medula óssea, órgão responsável pela fabricação das células do sangue, sofre uma mutação genética. Com isso, passa a produzir monócitos em números superiores ao normal e que não funcionam corretamente, tornando-os malignos.</p>
<p>É possível que as demais células do sangue, como os glóbulos vermelhos (transportam oxigênio) e plaquetas (fazem a coagulação do sangue) também tenham o seu desenvolvimento afetado, mas a preocupação maior fica com o desenvolvimento dos blastos anômalos. Estas são células sanguíneas muito jovens e que não conseguem passar pelo processo de amadurecimento correto.</p>
<p>Quando o paciente apresenta blastos anômalos em grandes quantidades, é a situação que a LMMC está se transforme em uma LMA, tipo grave de leucemia.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6447" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1425537755-127x300.jpg" alt="" width="73" height="172" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1425537755-127x300.jpg 127w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1425537755.jpg 400w" sizes="(max-width: 73px) 100vw, 73px" />Sintomas da LMMC</strong></h4>
<p>O volume anormal de monócitos causa o principal sintoma da doença:<strong> aumento do baço e do fígado.</strong> O aumento do baço, também chamado por esplenomegalia, pode causar <strong>dores na parte esquerda do abdome e um “sequestro” de células do sangue</strong> (causando anemia e plaquetopenia) e dar uma <strong>sensação de saciedade</strong> ao paciente, mesmo sem ingerir uma alimentação adequada. Já o aumento do fígado, hepatomegalia, pode gerar um <strong>desconforto na parte direita do abdome.</strong></p>
<p>Por serem células de defesa, é possível que o paciente também apresente <strong>febre e infecções recorrentes.</strong> Caso os glóbulos vermelhos e plaquetas sejam atingidos, por falha na fabricação ou sequestro, o paciente poderá apresentar <strong>anemia</strong> e <strong>sangramentos</strong>.</p>
<h4><strong>Descobrir logo no início é o melhor caminho</strong></h4>
<p>Assim como para a maioria dos cânceres, descobrir a LMMC logo em seu início fará diferença nos bons resultados para o tratamento. Para isso, alguns exames serão necessários:</p>
<ul>
<li><strong>Avaliação clínica</strong> – O primeiro passo é contar para o médico o que vem sentindo. O aumento do baço e do fígado pode gerar o primeiro alerta. Com isso, o especialista deverá apalpar a região do abdome para confirmar.</li>
<li><strong>Hemograma</strong> – É muito importante que um exame de sangue completo seja feito, pois nele aparecerão as alterações nas células do sangue.  Em muitas ocasiões é o primeiro dado encontrado para investigação da doença.</li>
<li><strong>Análise da medula óssea</strong> – Com a suspeita de que o paciente pode ter um câncer do sangue, será preciso analisar a medula óssea para saber qual o tipo específico da doença. Para isso, o médico poderá sugerir uma biópsia da medula (um pedacinho do osso da região da bacia é retirado) ou um mielograma (é feita uma punção para a retirada por aspiração da medula óssea na região na bacia ou do esterno).</li>
<li><strong>Exames de laboratório</strong> – As amostras da medula óssea passarão pelo exame de citogenética, <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-6448" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1139813270-288x300.jpg" alt="" width="107" height="111" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1139813270-288x300.jpg 288w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1139813270.jpg 400w" sizes="(max-width: 107px) 100vw, 107px" />imunofenotipagem, FISH e/ou PCR, que irão analisar as células ali presentes e trazer o resultado do diagnóstico final.</li>
</ul>
<h4><strong>LMMC tem tratamento! Mas é sempre necessário?</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6381" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987-300x214.jpg" alt="" width="165" height="117" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987-300x214.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987.jpg 700w" sizes="(max-width: 165px) 100vw, 165px" />Com o diagnóstico em mãos, será importante logo dar início ao tratamento. A melhor escolha terapêutica será feita pelo médico e dependerá do estadiamento da doença. E também da condição de saúde do paciente.</p>
<p>Quando necessário tratar, a primeira opção indicada geralmente é a quimioterapia com agentes hipometilantes. O  objetivo é combater as células cancerígenas (monócitos). Como alguns pacientes podem apresentar queda de plaquetas e hemoglobina, será importante realizar transfusão de sangue e/ou plaquetas. Caso sejam muito recorrentes, para evitar que haja sobrecarga de ferro no organismo, serão receitados medicamentos chamados quelantes.</p>
<p>O transplante de medula óssea é a única terapia curativa para a LMMC e ainda bastante utilizado para estes casos. Em especial naqueles pacientes com estágio mais avançado da doença ou que tenham ao diagnostico exames que levem ao chamado alto risco. Nestes casos, a opção indicada é o TMO alogênio (com doador HLA 100% compatível, aparentado ou não aparentado) ou o haploidêntico (aparentado, HLA 50% compatível). <strong>Para entender melhor o transplante de medula óssea</strong>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">clique aqui</a>.</p>
<h4><strong>CART T Cell em breve será opção!</strong></h4>
<p>Estudos nos Estados Unidos e Europa têm sido realizados utilizando a terapia celular (CART T Cell) como opção de tratamento para pacientes com LMMC. A ideia é modificar ou treinar os linfócitos saudáveis do paciente fora do corpo e depois injetá-los novamente no paciente.</p>
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		<title>TMO haploidêntico. Um novo caminho para pacientes com leucemias, linfomas e anemia aplásica</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 16:33:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona o transplante com doadores HLA 50% compatíveis O transplante de medula óssea (TMO) haploidêntico hoje é importante opção de tratamento para diversos tipos de câncer, como as leucemias agudas, síndromes mielodisplásicas , anemia aplásica e alguns tipos de linfomas. Mas nem sempre foi assim&#8230; O que é o TMO haploidêntico Neste tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Entenda como funciona o transplante com doadores HLA 50% compatíveis </strong><span id="more-6441"></span></h3>
<p>O transplante de medula óssea (TMO) haploidêntico hoje é importante opção de tratamento para diversos tipos de câncer, como as<a href="https://drbrenogusmao.com.br/leucemia/"> leucemias agudas</a>, <a href="https://drbrenogusmao.com.br/sindrome-mielodisplasica/">síndromes mielodisplásicas</a> , anemia aplásica e alguns tipos de <a href="https://drbrenogusmao.com.br/linfoma/">linfomas</a>. Mas nem sempre foi assim&#8230;</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6442" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1634165134-249x300.jpg" alt="" width="94" height="113" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1634165134-249x300.jpg 249w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1634165134.jpg 500w" sizes="(max-width: 94px) 100vw, 94px" />O que é o TMO haploidêntico</strong></h4>
<p>Neste tipo de transplante é possível utilizar as células de um doador 50% HLA compatível. Mas não é qualquer pessoa que pode doar! Sempre deve ser alguém da família, preferencialmente pai, mãe, irmãos, filhos, em raras ocasiões, primos.</p>
<p>Caso o paciente receba a indicação para o TMO, o primeiro passo será fazer testes de sangue laboratoriais específicos, chamados de exame de histocompatibilidade (ou HLA) nos possíveis doadores. Após os resultados, será escolhido aquele que reúna compatibilidade HLA aceitável, além de outras características, como presença de anticorpos adquiridos do receptor contra o doador, concordância de sorologia viral e toxoplasma. Como podem perceber, são várias as particularidades na hora da escolha do doador haploidêntico.</p>
<h4><strong>Como é feito <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright  wp-image-6381" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987-300x214.jpg" alt="" width="195" height="139" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987-300x214.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/08/shutterstock_751516987.jpg 700w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" /></strong></h4>
<p>No transplante haploidêntico, os médicos retiram as células-tronco do doador, por meio de uma agulha na região da bacia no centro cirúrgico (poucas ocasiões)  ou por meio do sangue periférico (grande maioria dos casos). Este é um procedimento  parecido com uma doação de sangue, além de não causar nenhum problema para quem está doando.</p>
<p>A segunda etapa será preparar o receptor (paciente) para receber as novas células progenitoras. O objetivo aqui é administramos o tratamento quimioterápico ou quimioterapia + radioterapia. Na sequência, transfudiremos por meio do cateter central o material coletado do doador (a “medula”).  Dias depois teremos que inativar as células imunologicamente competentes, ou seja, aquelas que podem causar qualquer tipo de rejeição aguda para o paciente. Essa inativação acontecerá após o transplante, com uso de quimioterápicos (ciclofosfamida), que objetivam matar os linfócitos T do doador, deixando assim somente o necessário para que novas células sanguíneas possam nascer, de forma sadia.</p>
<h4><strong>Os níveis de rejeição podem ser maiores?</strong></h4>
<p>O transplante de medula óssea realizado por meio de um doador sempre exigirá cuidados especiais. Isso porque é possível que a nova medula óssea transplantada  reconheça as células do receptor como estranhas / “inimigas” e as rejeite, causando a chamada doença do enxerto x hospedeiro, a DECH. <strong>Para entender melhor, leia a matéria DECH pós-TMO e suas complicações clicando</strong> <a href="https://drbrenogusmao.com.br/destaque/dech-pos-tmo-e-suas-complicacoes/">aqui</a>.</p>
<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO),  assim como nas outras modalidades de tranplantes alogênicos,  no TMO haploidêntico serão utilizados medicamentos (imunossupressores) que visam a diminuição da atividade das células T. Há uma redução na incidência da DECH, mas um aumento no risco de infecções.</p>
<h4><strong>Fazer ou não fazer o TMO Haploidêntico?</strong></h4>
<p>Essa será uma decisão em conjunto entre paciente e médico. É preciso analisar o cenário como um todo:</p>
<p>1 – O paciente tem indicação para o TMO com doador?</p>
<p>2 – Se sim, qual a urgência para a realização do procedimento?</p>
<p>3 – Na família, há algum doador 100% HLA compatível?</p>
<p>4 – Se não há, as buscas nos bancos de medula nacionais e internacionais conseguiram encontrar um doador compatível? E no tempo hábil?</p>
<p>Tenha em mente que o TMO haploidêntico é tão seguro quanto qualquer outro transplante. Inclusive, atualmente com resultados semelhantes ao transplantes alogênicos não aparentados. Deve ser realizado apenas com equipe especializada e em hospital qualificado. Hoje, esta opção é bastante eficiente, haja vista que encontrar um doador totalmente compatível na família ou fora da família, não costuma ser fácil, por conta da miscigenação da população brasileira.</p>
<h4><strong>TMO Haploidêntico – Um pouco de história</strong></h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-6443" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1728593776-300x200.jpg" alt="" width="183" height="122" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1728593776-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/11/shutterstock_1728593776.jpg 500w" sizes="(max-width: 183px) 100vw, 183px" />Segundo a SBTMO, as iniciativas de transplantes haploidênticos nos anos 70 foram catastróficas e proibitivas, com incidência de doença do enxerto vs hospedeiro acima de 70% e falha na pega da medula em até 20% dos casos.</p>
<p>Nos anos 80, com a utilização de medicamentos para a diminuição das células T com hemácias de carneiro a metodologia começou a ter aceitação. Em 1994, o grupo italiano com equipamento de seleção de células CD34 demonstrou diminuição dos riscos de rejeição, utilizando altas doses de células.</p>
<p>Em 2008, um grande avanço foi registrado. Um grupo de pesquisadores de Baltimore consolidou o uso da ciclofosfamida nos dias +3 e +4 pós-transplante.</p>
<p>Os transplantes haploidênticos vem aumentando nos centros brasileiros, já que dentre as vantagens está que em mais de 95% dos casos será possível encontrar um doador HLA 50% compatível. Enquanto que mais da metade dos pacientes que precisam de um doador, não conseguem encontrar alguém que seja totalmente compatível.</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/tmo-haploidentico-um-novo-caminho-para-pacientes-com-leucemias-linfomas-e-anemia-aplasica/">TMO haploidêntico. Um novo caminho para pacientes com leucemias, linfomas e anemia aplásica</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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