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	<title>Dr. Breno Gusmão &#8211; Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Dr. Breno Gusmão &#8211; Onco-Hematologista</title>
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		<title>Você sabe qual é a função da medula óssea?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a relação do órgão com o surgimento dos cânceres no sangue</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável pela produção das células do sangue, a medula óssea tem papel fundamental no funcionamento do organismo. É nela que são produzidos os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos e as plaquetas, células essenciais para o transporte de oxigênio, defesa do corpo e coagulação sanguínea.</p>
<p>Apesar de sua importância, muitas pessoas ainda confundem a medula óssea com a medula espinhal. Enquanto a medula espinhal faz parte do sistema nervoso, a medula óssea é um tecido localizado dentro dos ossos, especialmente nos ossos da bacia, esterno e fêmur.</p>
<p>Alterações no funcionamento da medula óssea podem levar ao desenvolvimento de diversas doenças hematológicas, incluindo os chamados cânceres do sangue, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8329" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769.jpg" alt="" width="159" height="159" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2779191769-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 159px) 100vw, 159px" />O que é a medula óssea?</strong></h2>
<p>A medula óssea é um tecido gelatinoso encontrado no interior dos ossos, popularmente conhecida como tutano. Ela funciona como uma “fábrica” responsável pela produção das células sanguíneas a partir das chamadas células-tronco hematopoiéticas.</p>
<p>Essas células têm capacidade de se transformar nos diferentes componentes do sangue:</p>
<ul>
<li>Hemácias (glóbulos vermelhos), que transportam oxigênio.</li>
<li>Leucócitos (glóbulos brancos), responsáveis pela defesa do organismo.</li>
<li>Plaquetas, importantes para a coagulação do sangue.</li>
</ul>
<p>Quando a medula óssea funciona corretamente, o organismo consegue manter o equilíbrio e a renovação constante dessas células.</p>
<h2><strong>E como surgem os cânceres do sangue?</strong></h2>
<p>Os cânceres hematológicos surgem quando ocorre uma alteração genética nas células da medula óssea ou do sistema linfático, levando à multiplicação descontrolada de células anormais.</p>
<p>Dependendo do tipo de célula afetada, podem surgir diferentes doenças.</p>
<p>&#8211; Leucemias: se desenvolvem na medula óssea e provocam a produção excessiva de células sanguíneas anormais, principalmente glóbulos brancos imaturos.</p>
<p>&#8211; Linfomas: afetam o sistema linfático, responsável pela defesa do organismo. Embora tenham origem nos linfonodos, alguns tipos também podem comprometer a medula óssea em fases mais avançadas.</p>
<p>&#8211; Mieloma múltiplo: é um câncer que afeta os plasmócitos, células produzidas na medula óssea e responsáveis pela produção de anticorpos.</p>
<h2><strong>Exames feitos na medula óssea</strong></h2>
<p>Quando há suspeita de doenças hematológicas, alguns exames ajudam a avaliar o funcionamento da medula óssea.</p>
<p>O hemograma costuma ser um dos primeiros exames a indicar alterações. Dependendo do caso, o hematologista pode solicitar exames complementares, como o mielograma, a biópsia de medula óssea, a imunofenotipagem e a citometria de fluxo.</p>
<p>Esses exames ajudam a identificar alterações celulares, confirmar diagnósticos e definir o tratamento mais adequado.</p>
<h2><strong>Transplante de medula óssea: quando ele é indicado? <img decoding="async" class="alignright wp-image-8330" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg" alt="" width="144" height="138" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467.jpg 783w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-300x288.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2404689467-768x738.jpg 768w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></strong></h2>
<p>Em alguns cânceres do sangue, o transplante de medula óssea TMO) pode fazer parte do tratamento.</p>
<p>O procedimento objetiva substituir a medula óssea doente por células saudáveis, que podem vir do próprio paciente (TMO autólogo) ou de um doador compatível (TMO alogênico).</p>
<p>O transplante é utilizado principalmente em casos de leucemias, linfomas, mieloma múltiplo e outras doenças hematológicas específicas.</p>
<h2><strong>Atenção aos sinais do corpo</strong></h2>
<p>Embora muitos sintomas dos cânceres do sangue possam ser inespecíficos, alterações persistentes como cansaço excessivo, infecções frequentes, hematomas sem explicação, febre prolongada e perda de peso merecem investigação médica.</p>
<p>O diagnóstico precoce continua sendo um dos principais aliados para aumentar as chances de controle e sucesso no tratamento das doenças hematológicas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/como-e-feito-o-processo-da-doacao-de-medula-ossea/"><strong>COMO É FEITO O PROCESSO DA DOAÇÃO DE MEDUÇA ÓSSEA? CLIQUE E SAIBA AQUI!</strong></a></p>
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		<title>Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 22:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância do exame para o diagnóstico e acompanhamento dos cânceres do sangue</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/qual-a-diferenca-entre-imunofenotipagem-e-citometria-de-fluxo/">Qual a diferença entre imunofenotipagem e citometria de fluxo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução da Hematologia nas últimas décadas trouxe avanços importantes para o diagnóstico, classificação e acompanhamento dos cânceres do sangue. São diferentes os exames que ajudam a identificar a presença de leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Nesta matéria, vamos explicar: qual a diferença entre a imunofenotipagem e citometria de fluxo?</p>
<h2><strong>O que é a citometria de fluxo? <img decoding="async" class="alignright  wp-image-8243" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg" alt="" width="105" height="143" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg 536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1-220x300.jpg 220w" sizes="(max-width: 105px) 100vw, 105px" /></strong></h2>
<p>A citometria de fluxo é feita a partir de uma amostra de sangue ou de um pequeno fragmento do osso da bacia (medula óssea).</p>
<p>A técnica laboratorial é capaz de analisar milhares de células em poucos segundos. O exame avalia características físicas e biológicas, como tamanho, complexidade e presença de proteínas específicas na superfície celular.</p>
<p>Para isso, são utilizados anticorpos marcados com substâncias fluorescentes. Esses anticorpos se ligam às proteínas presentes nas células e permitem identificar padrões específicos relacionados a diferentes doenças hematológicas.</p>
<p>A partir dessa análise, o laboratório consegue reconhecer a presença de células anormair, auxiliando no diagnóstico preciso de diversos cânceres hematológicos.</p>
<h2><strong>O que é imunofenotipagem?</strong></h2>
<p>A imunofenotipagem, por sua vez, é uma aplicação da citometria de fluxo. O exame utiliza anticorpos específicos para identificar o “perfil” das células, funcionando como uma espécie de impressão digital celular.</p>
<p>Por meio da imunofenotipagem, é possível diferenciar células normais de células malignas, além de identificar a origem e o subtipo do câncer hematológico.</p>
<p>Esse detalhamento é fundamental porque doenças aparentemente semelhantes podem exigir tratamentos completamente diferentes.</p>
<p>Por isso, então, o<strong> nome do exame é imunofenotipagem por citometria de fluxo.</strong></p>
<h2><strong>O papel da imunofenotipagem por citometria de fluxo na Hematologia</strong></h2>
<p>Os cânceres do sangue que afetam as células sanguíneas produzidas na medula óssea. A imunofenotipagem tem papel central no diagnóstico e também no acompanhamento destas doenças.</p>
<p><strong>Leucemias &#8211; </strong>O exame permite identificar a linhagem das células doentes (mieloide ou linfoide); o estágio de maturação celular (se há blastos); marcadores genéticos importantes para definição terapêutica.</p>
<p><strong>Linfomas &#8211;</strong> Como existem diversos subtipos desse câncer, a imunofenotipagem se tornou uma ferramenta indispensável para auxiliar na classificação dessas doenças. A análise das células permite identificar marcadores específicos que ajudam a diferenciar, por exemplo, linfomas de células B, linfomas de células T, linfomas agressivos e linfomas indolentes. Essa definição influencia diretamente a escolha do tratamento, o prognóstico e o acompanhamento do paciente.</p>
<p><strong>Mieloma múltiplo</strong> – Neste caso, a imunofenotipagem auxilia na identificação das células plasmocitárias anormais, bem comuns na doença. O exame permite distinguir plasmócitos normais de plasmócitos malignos, além de avaliar características relacionadas ao comportamento da doença.</p>
<p>Além do diagnóstico inicial, a citometria de fluxo também é utilizada para monitorar doença residual mínima (DRM), especialmente nas leucemias e nos linfomas. Isso porque ela consegue identificar pequenas quantidades de células doentes que permanecem no organismo mesmo após o tratamento.</p>
<p>Esse acompanhamento é extremamente importante para avaliar resposta terapêutica e risco de recaída.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-8325 aligncenter" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-scaled.jpg" alt="" width="716" height="239" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-300x100.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-1024x341.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-768x256.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-1536x512.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Shutterstock_2472882877-2048x683.jpg 2048w" sizes="(max-width: 716px) 100vw, 716px" /></p>
<h2><strong>Quando a imunofenotipagem por citometria de fluxo é indicada?</strong></h2>
<p>O médico costuma solicitar o exame quando existem, por exemplo, alterações em exames laboratoriais, suspeita de câncer hematológico ou necessidade de monitoramento da doença. A interpretação dos resultados deve sempre ser realizada por médicos especialistas, juntamente com outros exames laboratoriais.</p>
<p>Os cânceres hematológicos podem apresentar sintomas inespecíficos, dificultando o diagnóstico inicial. Por isso, a investigação adequada e o acesso a exames especializados são fundamentais para identificar a doença de forma precoce.</p>
<p>A imunofenotipagem por citometria de fluxo representa um importante avanço da medicina diagnóstica e têm impacto direto na definição do tratamento e no acompanhamento dos pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
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		<title>Quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fique atento aos sinais e entenda o que eles significam</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico deste tipo de câncer do sangue costuma vir acompanhado de muitas dúvidas. Uma delas é quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</p>
<p>A resposta não está apenas no fato de ser neoplasia, mas principalmente em como o mieloma está se manifestando no organismo. Isso porque a doença pode ter comportamentos diferentes de um paciente para outro, variando desde formas mais indolentes até quadros com maior risco de complicações.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6074" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png" alt="" width="111" height="102" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690.png 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Osso-quebrado-shutterstock_1068284690-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 111px) 100vw, 111px" />Gravidade no mieloma: o que os médicos avaliam?</strong></h2>
<p>Na prática clínica, a gravidade do mieloma está diretamente relacionada ao comprometimento de órgãos e sistemas. Ou seja, o ponto central não é apenas a presença da doença, mas o impacto que ela já está causando no corpo.</p>
<p>Um dos principais conjuntos de critérios utilizados para essa avaliação é conhecido como CRAB, sigla que reúne quatro sintomas clássicos de atividade da doença.</p>
<p><strong>&#8211; Alterações do cálcio no sangue:</strong> o aumento do cálcio (hipercalcemia) ocorre devido à destruição óssea causada pelo mieloma. Esse quadro pode levar a sintomas como náuseas, fraqueza, sonolência e até alterações neurológicas em casos mais avançados.</p>
<p><strong>&#8211; Comprometimento dos rins:</strong> a função renal pode ser afetada pela doença, seja pelo acúmulo de proteínas produzidas pelas células doentes ou por alterações metabólicas. A insuficiência renal é considerada um dos principais marcadores de gravidade.</p>
<p><strong>&#8211; Anemia:</strong> a infiltração da medula óssea pelo mieloma reduz a produção de glóbulos vermelhos, levando à anemia. Clinicamente, isso se traduz em cansaço, fraqueza e limitação para atividades do dia a dia.</p>
<p><strong>&#8211; Lesões ósseas: </strong>o mieloma interfere diretamente na estrutura dos ossos, podendo causar dor, fragilidade e até fraturas. Esse é um dos aspectos que mais impactam a qualidade de vida do paciente.</p>
<h2><strong>Além do CRAB, outros fatores também exigem atenção </strong></h2>
<p>Embora esses critérios sejam fundamentais, eles não são os únicos pontos considerados. A avaliação da gravidade também inclui a carga tumoral (quantidade de células doentes na medula); velocidade de progressão da doença; alterações genéticas de alto risco; frequência de infecções; e condição clínica geral do paciente</p>
<p>Esses fatores ajudam a definir não apenas a gravidade, mas também a estratégia de tratamento mais adequada.</p>
<h2><strong>Existe mieloma que não é grave? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8315" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente.png" alt="" width="210" height="114" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente.png 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Medico-e-paciente-300x163.png 300w" sizes="(max-width: 210px) 100vw, 210px" /></strong></h2>
<p>Sim! Há uma fase chamada mieloma assintomático, em que o paciente ainda não apresenta sinais de dano aos órgãos. Nesses casos, o acompanhamento pode ser feito de forma mais próxima. Isso porque não há necessidade imediata de tratamento.</p>
<p>Isso reforça um ponto importante: nem todo diagnóstico de mieloma indica um quadro grave naquele momento.</p>
<p>Entender o grau de gravidade permite ao médico definir quando e se iniciar o tratamento e qual a melhor abordagem terapêutica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-nao-e-um-cancer-dos-ossos/"><strong>MIELOMA MÚLTIPLO E CÂNCER ÓSSEO SÃO DOENÇAS DIFERENTES. CLIQUE E SAIBA MAIS!</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-o-mieloma-multiplo-e-considerado-grave/">Quando o mieloma múltiplo é considerado grave?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Quando a ferritina alta indica câncer?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que o exame pode mostrar em casos de leucemia, linfoma e mieloma múltiplo</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/quando-a-ferritina-alta-indica-cancer/">Quando a ferritina alta indica câncer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber um exame com a ferritina elevada costuma gerar dúvidas e, muitas vezes, preocupação. Dentre elas está: quando a ferritina alta indica câncer? Na Onco-Hematologia, este resultado pode estar relacionado a diferentes condições.</p>
<p>Embora seja conhecida principalmente como um marcador das reservas de ferro no organismo, a ferritina também funciona como um importante indicador de inflamação e atividade de doença. Por isso, em quadros como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, esse exame pode trazer informações relevantes sobre o que está acontecendo no organismo.</p>
<h2><strong>Ferritina como indicador de câncer</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8305 alignright" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg" alt="" width="208" height="208" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2646829497-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></strong></h2>
<p>A ferritina é uma proteína responsável por armazenar ferro nas células. No entanto, seu aumento nem sempre significa excesso desse mineral. Em doenças onco-hematológicas, a elevação pode refletir a resposta inflamatória do corpo diante da presença do câncer.</p>
<p>Em leucemias, por exemplo, especialmente nos quadros agudos, o organismo pode apresentar intensa atividade inflamatória e destruição celular, levando ao aumento importante da ferritina. Além disso, o alto volume também pode ser devido às transfusões de sangue, necessárias durante o tratamento de alguns pacientes.</p>
<p>Já nos linfomas, a ferritina pode se elevar tanto pela inflamação sistêmica quanto pela própria atividade tumoral, especialmente em pacientes com sintomas como febre, suor noturno e perda de peso.</p>
<p>No mieloma múltiplo, esse marcador também pode aparecer elevado, principalmente quando há inflamação associada e maior acometimento da medula óssea.</p>
<h2><strong>Ferritina alta em pacientes transfundidos</strong></h2>
<p>Outro cenário comum na Hematologia, como vimos, é o aumento da ferritina em pacientes que recebem múltiplas transfusões de sangue.</p>
<p>Isso pode acontecer em pessoas com leucemias, síndromes mielodisplásicas, dentre outras condições. Assim, a ferritina pode indicar sobrecarga de ferro, já que o organismo não possui um mecanismo eficiente para eliminar o excesso recebido pelas transfusões.</p>
<p>Esse acúmulo, quando persistente, pode afetar órgãos como fígado, coração e glândulas endócrinas. Nestes casos, o paciente precisará tomar medicamentos conhecidos por quelantes de ferro, com o objetivo de eliminar o excesso do mineral no corpo.</p>
<h2><strong>Ferritina alta pode indicar gravidade no quadro?</strong></h2>
<p>Em alguns contextos, sim. Valores muito elevados podem estar associados a quadros inflamatórios mais intensos ou maior atividade da doença. Em situações específicas, também podem levantar a suspeita de síndromes inflamatórias graves, como a síndrome hemofagocítica, que pode ocorrer em alguns linfomas.</p>
<p>Agora é importante dizer que nem todo exame com ferritina alta significa ter um câncer ou uma recidiva da doença. Infecções, doenças inflamatórias, alterações hepáticas e condições metabólicas também podem elevar a ferritina.</p>
<h2><strong>O que fazer ao encontrar ferritina alta</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8228" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg" alt="" width="143" height="95" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-1024x683.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 143px) 100vw, 143px" /></strong></h2>
<p>A recomendação é procurar avaliação médica, especialmente quando o resultado vem acompanhado de sintomas como cansaço intenso, febre, perda de peso, palidez, infecções recorrentes ou aumento de linfonodos.</p>
<p>Em muitos casos, outros exames, como hemograma, ferro sérico, transferrina e avaliação da medula óssea, podem ser necessários para investigação.</p>
<p>Mais do que o valor isolado, o que realmente importa é entender o motivo pelo qual a ferritina está elevada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/anemia-e-cancer-ha-uma-conexao/">ANEMIA E CÂNCER. HÁ ALGUMA CONEXÃO? CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS!</a></strong></p>
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		<title>Como é a dor da leucemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda os sintomas e quando investigar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor é um dos sintomas que mais geram dúvidas quando o assunto é o câncer. Mas, afinal, como é a dor da leucemia e quando ela deve chamar atenção?</p>
<p>De forma geral, a leucemia é um tipo de câncer do sangue que se origina na medula óssea (tutano do osso), afetando a produção normal das células sanguíneas. E é justamente essa alteração que pode levar ao aparecimento de dor, embora ela nem sempre esteja presente.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8300" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-scaled.jpg" alt="" width="122" height="231" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-scaled.jpg 1353w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-159x300.jpg 159w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-541x1024.jpg 541w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-768x1453.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-812x1536.jpg 812w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2578610237-1082x2048.jpg 1082w" sizes="(max-width: 122px) 100vw, 122px" />Onde é a dor de quem tem leucemia? </strong></h2>
<p>A dor relacionada à leucemia costuma estar associada ao acúmulo de células doentes na medula óssea, o que pode aumentar a pressão dentro dos ossos. Por isso, é comum que o desconforto seja descrito pelos pacientes como uma “dor forte”, que não melhora com repouso.</p>
<p>Ela pode atingir principalmente pernas, braços e região das costas/coluna.</p>
<p>Em crianças, a dor pode ser mais intensa e até causar dificuldade para andar ou mancar. Mas, é comum que seja confundida com a chamada “dor do crescimento”.</p>
<h2><strong>A dor da leucemia é constante?</strong></h2>
<p>Nem sempre. A dor pode variar de intensidade e frequência. Em alguns casos, é leve e intermitente. Em outros, pode ser mais intensa e progressiva. Um ponto de atenção é quando ela se apresenta de forma persistente por vários dias ou semanas, não tem causa aparente (como trauma ou esforço físico) e vem acompanhada de outros sintomas.</p>
<h2><strong>Nem toda dor óssea é leucemia!</strong></h2>
<p>A maioria das dores no corpo está relacionada a causas benignas, como esforço físico, problemas musculares ou inflamações. Por isso, o diagnóstico da leucemia nunca deve ser baseado em um sintoma isolado. Ele costuma começar com exames simples, como o hemograma, que pode indicar alterações nas células do sangue.</p>
<p>Com o início do tratamento adequado, a dor tende a melhorar, já que está diretamente relacionada à atividade da doença na medula óssea. Importante salientar que as leucemias são divididas em agudas e crônicas, e que ambos os subtipos podem apresentar dor óssea ao diagnóstico.</p>
<p>Fique sempre atento ao seu corpo e procure um hematologista se sentir que deve fazer alguma investigação!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/">A LEUCEMIA É SEMPRE VISÍVEL NO HEMOGRAMA! CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que são mutações genéticas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda quais são as principais na Onco-Hematologia e como impactam o tratamento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da Medicina de precisão tem transformado o diagnóstico e o tratamento das doenças do sangue. Mas você sabe o que são mutações genéticas? Sua identificação passou a ter um papel central na condução clínica de pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<p>Mais do que confirmar o diagnóstico, os testes genéticos ajudam a definir prognóstico, orientar terapias direcionadas e, em muitos casos, prever a resposta ao tratamento.</p>
<h2><strong>Mutações genéticas na Onco-Hematologia</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8291" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg" alt="" width="126" height="126" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1536x1536.jpg 1536w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" /></strong></h2>
<p>As mutações genéticas são alterações no DNA das células, que podem levar ao crescimento descontrolado e ao desenvolvimento do câncer.</p>
<p>Na Onco-Hematologia, especialidade que cuida das doenças do sangue, essas alterações podem estar presentes desde o início da doença ou surgir ao longo da evolução, influenciando diretamente o comportamento tumoral.</p>
<p>Hoje, exames como citogenética, biologia molecular e sequenciamento de nova geração (NGS) permitem identificar essas alterações com maior precisão.</p>
<h2><strong>Principais mutações genéticas nas doenças do sangue</strong></h2>
<p>Diversas mutações já foram descritas e associadas a diferentes doenças. Entre as principais, destacam-se:</p>
<p>BCR-ABL1 (cromossomo Philadelphia): presente principalmente na leucemia mieloide crônica (LMC) e em alguns casos de leucemia linfoide aguda (LLA), essa alteração está diretamente relacionada à ativação de vias de proliferação celular.</p>
<p>FLT3: comum na leucemia mieloide aguda (LMA), está associada a pior prognóstico e maior risco de recaída.</p>
<p>NPM1: também encontrada na LMA, pode estar relacionada a melhor prognóstico em determinados contextos, especialmente na ausência de outras mutações de alto risco.</p>
<p>TP53: associada a diversas neoplasias hematológicas, costuma indicar doença mais agressiva e menor resposta aos tratamentos convencionais.</p>
<p>KRAS e NRAS: podem estar presentes em diferentes doenças e estão relacionadas à ativação de vias de crescimento celular.</p>
<h2><strong>Por que é importante diagnosticar essas mutações?</strong></h2>
<p>A identificação das mutações genéticas é fundamental para uma abordagem mais precisa e individualizada. Entre os principais benefícios estão:</p>
<ul>
<li>Definição mais precisa do diagnóstico</li>
<li>Estratificação de risco</li>
<li>Escolha do tratamento mais adequado</li>
<li>Previsão de resposta terapêutica</li>
<li>Monitoramento da doença ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Em muitos casos, pacientes com a mesma doença podem ter evoluções completamente diferentes, e as mutações ajudam a explicar essas diferenças.</p>
<h2><strong>Terapias direcionadas: como as mutações mudaram o tratamento</strong></h2>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="144" height="144" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></strong></h2>
<p>O conhecimento das alterações genéticas abriu caminho para o desenvolvimento de terapias-alvo, que atua diretamente nos mecanismos da doença.</p>
<p>Alguns exemplos incluem os inibidores de tirosina quinase (TKIs) para pacientes com BCR-ABL1 e os inibidores de FLT3 na leucemia mieloide aguda.</p>
<p>Esses tratamentos tendem a ser mais específicos, com maior eficácia em determinados grupos de pacientes e, em alguns casos, com perfil de toxicidade diferente da quimioterapia convencional.</p>
<h2><strong>Como saber se tenho mutações genéticas?</strong></h2>
<p>A avaliação genética é recomendada em diferentes momentos, dentre eles no diagnóstico inicial, durante o monitoramento da resposta ao tratamento e também em casos de recaída ou refratariedade.</p>
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		<title>O que seu PET-CT está dizendo?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 01:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como interpretar o exame e o que dizem as cores presentes nele</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que seu PET-CT está dizendo para você? Exame amplamente utilizado na Onco-Hematologia, é possível que os resultados gerem dúvidas entre pacientes ao apresentar imagens coloridas e termos técnicos. Aqui vamos explicar, de forma clara, como interpretá-las.</p>
<p>O PET-CT é hoje uma das principais ferramentas utilizadas no acompanhamento de pacientes com câncer, especialmente em doenças como os linfomas. Ao contrário de exames tradicionais, ele não mostra apenas a estrutura do corpo, mas também revela o funcionamento das células.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8284 alignleft" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg" alt="" width="155" height="116" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-300x225.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1024x768.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-768x576.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_1714155244-1536x1152.jpg 1536w" sizes="(max-width: 155px) 100vw, 155px" />Como o exame funciona</strong></h2>
<p>O PET-CT combina duas tecnologias: a tomografia computadorizada, que mostra órgãos e tecidos, e a tomografia por emissão de pósitrons, que avalia a atividade metabólica das células.</p>
<p>Para isso, no exame se utiliza uma substância semelhante à glicose, chamada FDG, injetada no paciente antes do exame. Como as células mais ativas consomem mais energia, elas absorvem maior quantidade dessa substância, o que permite identificar áreas com maior atividade no organismo.</p>
<p>O PET-CT é usado principalmente para avaliar a extensão da doença no organismo, monitorar a resposta ao tratamento e identificar possíveis recidivas. Por isso, os pacientes precisam realizá-lo em diferentes fases da jornada terapêutica.</p>
<h2><strong>E o que significam as cores?<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8285" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg" alt="" width="195" height="195" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2679210417-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" /></strong></h2>
<p>Um dos pontos que mais chamam atenção no exame são as imagens coloridas. Essas cores representam o nível de atividade metabólica em diferentes regiões do corpo. De forma geral:</p>
<p><strong>Preto ou azul:</strong> baixa atividade metabólica ou nenhuma captação significativa do marcador.</p>
<p><strong>Verde ou amarelo:</strong> atividade metabólica moderada, observada em tecidos normais ou inflamação leve.</p>
<p><strong>Vermelho ou branco:</strong> alta atividade metabólica, indicando alta captação de glicose, como em tumores ou inflamações.</p>
<p>A intensidade da cor nas imagens de PET indica o nível de atividade metabólica. Cores de maior  intensidade significam maior atividade metabólica. Cores de menor intensidade indicam menor atividade.</p>
<p>No entanto, atenção! Isso não significa necessariamente presença de câncer. Processos inflamatórios, infecções e até o funcionamento normal de alguns órgãos podem gerar imagens semelhantes.</p>
<h2><strong>O papel do SUV no resultado</strong></h2>
<p>Além das imagens, o laudo do PET-CT traz um indicador chamado SUV (Standardized Uptake Value), que mede quantitativamente a captação da substância.</p>
<p>Valores mais elevados podem sugerir maior atividade celular, mas não são suficientes, isoladamente, para definir diagnóstico ou progressão da doença.</p>
<p>A análise depende do contexto clínico e da comparação com exames anteriores. E, apesar da precisão, o PET-CT não deve ser interpretado de forma isolada. Médicos consideram, além do exame, o histórico do paciente, sintomas e outros resultados laboratoriais.</p>
<p>Os especialistas recomendam é evitar conclusões baseadas apenas na imagem ou nos números do laudo!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/artigos/exames-de-imagem-para-o-mieloma-multiplo-linfomas-e-leucemias/">CONHEÇA OS EXAMES DE IMAGENS USADOS NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/o-que-seu-pet-ct-esta-dizendo/">O que seu PET-CT está dizendo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba o que o que diz a lei e como acessar esse direito</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/">Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer costuma trazer impactos que vão além do tratamento médico. Custos com exames, medicamentos, deslocamentos e acompanhamento contínuo podem comprometer o orçamento durante a jornada oncológica. Nesse cenário, a legislação brasileira prevê um importante mecanismo de apoio: pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda (IR) sobre os benefícios de aposentadoria, pensões ou reforma militar.</p>
<p>Isso significa, então, que pacientes com câncer (neoplasia maligna) que ainda estão trabalhando não são beneficiados com essa isenção, e devem continuar a pagar o imposto de renda normalmente.</p>
<p>O benefício está previsto na art. 6º, XIV, da Lei nº 7.713/1988, e também é estendido a pessoas que têm outras doenças, tais como esclerose múltipla, hanseníase, cardiopatia grave, dentre outras.</p>
<p>A medida busca reduzir a carga financeira enfrentada por quem convive com a condição, permitindo que os recursos economizados sejam direcionados para o cuidado com a saúde e a qualidade de vida.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-8278" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443.jpg" alt="" width="305" height="340" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443.jpg 1700w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-268x300.jpg 268w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-916x1024.jpg 916w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-768x858.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2704438443-1374x1536.jpg 1374w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" />Quem pode solicitar</strong></h2>
<p>Como já falamos, têm direito à isenção pacientes diagnosticados com câncer que recebam rendimentos provenientes de aposentadoria, pensão ou reforma militar, e a regra não se aplica, portanto, a rendimentos de trabalho ativo.</p>
<p>Um ponto importante é que o direito à isenção <strong>não depende da fase da doença</strong>. Pois é, mesmo após o término do tratamento, o benefício pode ser mantido, desde que haja comprovação médica da condição. A interpretação consolidada na Justiça é de que a doença grave, por si só, já justifica o acesso ao direito.</p>
<h2><strong>Como funciona o pedido</strong></h2>
<p>A solicitação deve ser feita diretamente ao órgão responsável pelo pagamento do benefício, como o INSS ou o órgão responsável pelo regime próprio de previdência (que costuma se aplicar aos casos de servidores públicos). O processo exige a apresentação de laudo médico oficial (somente emitido pelo SUS), exames e documentos que comprovem o diagnóstico.</p>
<p>Em alguns casos, o paciente pode ainda solicitar a restituição de valores pagos indevidamente nos últimos anos, desde o diagnóstico (até o limite de 5 anos), devendo comprovar que já preenchia os requisitos para a isenção naquele período.</p>
<p>Apesar de ser um direito garantido, especialistas destacam que o desconhecimento ainda é um dos principais obstáculos para o acesso ao benefício. Por isso, a orientação adequada e o suporte de instituições e profissionais fazem diferença nesse processo.</p>
<h2><strong>Direitos do paciente oncológico que merecem atenção</strong></h2>
<p>Além da isenção do IR, pacientes com câncer podem ter acesso a uma série de outros direitos previstos em lei, como:</p>
<ul>
<li>Saque antecipado do FGTS e do PIS/Pasep</li>
<li>Concessão de benefícios previdenciários (auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez), quando há incapacidade para o trabalho</li>
<li>Prioridade na tramitação de processos judiciais e administrativos</li>
<li>Isenção de alguns impostos na aquisição de veículos adaptados, em situações específicas</li>
</ul>
<p>Conhecer e acessar esses direitos pode contribuir para reduzir o impacto da doença no dia a dia e oferecer mais segurança durante o tratamento.</p>
<p>A Abrale (Associação Brasileira de Câncer do Sangue), da qual sou membro do Comitê Científico, pode te ajudar com o apoio sociojurídico. Entre em contato em (11) 3149-5190 ou <a href="mailto:abrale@abrale.org.br">abrale@abrale.org.br</a></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pacientes-de-cancer-podem-ser-isentos-do-imposto-de-renda/">Pacientes de câncer podem ser isentos do Imposto de Renda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Mieloma múltiplo: por quanto tempo deve durar o tratamento de manutenção?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 21:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como a terapêutica acontece após remissão da doença</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alcançar a remissão de um câncer é um dos principais objetivos do paciente e da equipe médica. No entanto, isso não significa que a jornada terapêutica acabou. E aí você pode estar se perguntando: no mieloma múltiplo, por quanto tempo deve durar o tratamento de manutenção? Vamos explicar nessa matéria.</p>
<h2>O que é a manutenção clínica?</h2>
<p>A manutenção consiste no uso contínuo de medicamentos após a resposta ao tratamento inicial, que pode incluir quimioterapia, terapias-alvo e, em alguns casos, o transplante de medula óssea.</p>
<p>O principal objetivo é prolongar a duração da remissão, retardar a progressão da doença e, consequentemente, aumentar a sobrevida.</p>
<h2>Mas afinal, por quanto tempo esse tratamento deve ser mantido? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="193" height="193" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 193px) 100vw, 193px" /></h2>
<p>O tempo de manutenção, atualmente, depende do protocolo que o paciente recebe. Se for de lenalidomida em monoterapia, por exemplo, a bula mostra que é uso contínuo ou que tem que suspender por um efeito colateral/toxicidade que obrigue a retirada. Se ele faz com os novos protocolos, que é a manutenção com daratumumabe e lenalidomida, então tem que seguir o estudo recente, que aprovou  dois anos de uso desta combinação. A suspensão do daratumumabe só pode ser feita de acordo com a avaliação de doença residual mínima, mas a lenalidomida continua.</p>
<p><span class="cursor-pointer group" title="Reproduzir a partir de 0:00"><span class="group-hover:bg-base-200 rounded p-0.5 -m-0.5" data-start="650" data-end="9350">Ixazomib também tem indicação em bula </span></span><span class="cursor-pointer group" title="Reproduzir a partir de 0:10"><span class="group-hover:bg-base-200 rounded p-0.5 -m-0.5" data-start="9730" data-end="16370">para o tratamento de manutenção do miloma múltiplo.</span></span><span class="opacity-80 text-sm" data-timestamp=""> </span></p>
<p>Já após o transplante autólogo é comum a recomendação de manutenção prolongada, frequentemente até a progressão da doença. Essa abordagem se baseia no entendimento de que, mesmo em remissão, ainda podem existir células do mieloma em níveis muito baixos no organismo. E isso reforça a importância de manter o tratamento para evitar recaídas.</p>
<p>A decisão sobre a duração da manutenção é individualizada e leva em consideração diversos fatores, como as características biológicas da doença, o perfil de risco do paciente, a resposta ao tratamento inicial e a presença de doença residual mínima. Pacientes com maior risco de progressão podem se beneficiar de estratégias mais prolongadas ou intensificadas.</p>
<h2>Acompanhamento médico deve ser contínuo!</h2>
<p>Consultas regulares e exames laboratoriais permitem monitorar a eficácia do tratamento, identificar possíveis efeitos adversos com rapidez e realizar ajustes quando necessário.</p>
<p>Embora a remissão seja um marco importante, o mieloma múltiplo ainda é considerado, na maioria dos casos, uma doença crônica, de controle contínuo. Nesse cenário, a terapia de manutenção desempenha um papel central, contribuindo para prolongar o tempo livre de doença e preservar a qualidade de vida.</p>
<p>É importante ter paciência! Mais do que um período definido, a manutenção no mieloma múltiplo representa uma estratégia de longo prazo, guiada pela resposta do paciente e pelos avanços constantes no tratamento da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/mieloma-multiplo-nao-e-um-cancer-dos-ossos/"><strong>MIELOMA MÚLTIPLO NÃO É UM CÂNCER ÓSSEO. SAIBA MAIS!</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nem sempre o TMO é indicado para curar o câncer</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/nem-sempre-o-tmo-e-indicado-para-curar-o-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a indicação do transplante de medula óssea como estratégia de tratamento</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O transplante de medula óssea (TMO) é, para muitas doenças hematológicas, uma das principais possibilidades de cura. No entanto, é importante entender que nem sempre TMO é indicado para curar o câncer. Em alguns casos, ele faz parte de uma estratégia mais ampla de tratamento, com outros objetivos igualmente importantes.</p>
<h2><strong>O papel do transplante no tratamento</strong></h2>
<p>O <a href="https://drbrenogusmao.com.br/tratamentos/transplante-de-medula-ossea/">TMO</a> consiste na substituição da medula óssea doente por células-tronco saudáveis, que podem ser do próprio paciente (transplante autólogo) ou de um doador (transplante alogênico). Quando bem-sucedido, ele pode permitir a recuperação da produção normal das células do sangue e, em algumas situações, levar à cura da doença de fato.</p>
<p>No entanto, o resultado do transplante depende de diversos fatores, como o tipo de doença, o estágio em que ela se encontra, a resposta a tratamentos anteriores e as condições clínicas do paciente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-8265" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg" alt="" width="643" height="322" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-scaled.jpg 2560w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-300x150.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1024x512.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-768x384.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-1536x768.jpg 1536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_380507926-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 643px) 100vw, 643px" /></p>
<h2><strong>Quando o transplante não tem intenção de cura</strong></h2>
<p>Existem situações em que o TMO é indicado sem objetivo curativo, mas sim como parte do controle da doença. Isso pode acontecer, por exemplo no mieloma múltiplo e linfomas. Nestes casos, ele pode ser usado quando:</p>
<ul>
<li>A doença apresenta um comportamento recorrente</li>
<li>Há maior risco de recidiva mesmo após o transplante</li>
<li>O objetivo principal é prolongar a sobrevida e reduzir a carda da doença, melhorando os sintomas</li>
</ul>
<p>Nesses casos, o transplante pode contribuir para prolongar o tempo de controle da doença, aumentar o intervalo sem progressão e proporcionar melhor qualidade de vida.</p>
<h2><strong>Diferenças entre os tipos de transplante</strong></h2>
<p>O tipo de transplante também influencia seu objetivo. Em geral o transplante alogênico (com células de um doador) tem maior potencial curativo, pois envolve também o chamado efeito enxerto contra a doença. Já o transplante autólogo (com células do próprio paciente) é mais frequentemente utilizado como parte do tratamento, ajudando a intensificar a resposta, mas nem sempre com intenção de cura</p>
<p>Importante salientar que cada caso deve ser avaliado individualmente. Mesmo após o transplante, o acompanhamento médico continua sendo fundamental. Isso porque existe a possibilidade de recidiva da doença ou de surgimento de complicações, que precisam ser identificadas e tratadas precocemente.</p>
<p>Além disso, muitos pacientes seguem com outras terapias após o TMO, como forma de manutenção ou controle da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/pega-da-medula-ossea-resposta-para-quem-faz-o-tmo/">SAIBA MAIS COMO FUNCIONA A PEGA DA MEDULA ÓSSEA CLICANDO AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a síndrome de Li-Fraumeni </p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/">Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reportagem da Folha de São Paulo chamou atenção para a história de um jovem de 20 anos que já enfrentou cinco cânceres diferentes e agora trata um novo tumor. Mas quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</p>
<p>O motivo é uma condição genética rara chamada síndrome de Li-Fraumeni.</p>
<h2>O que é a síndrome de Li-Fraumeni?</h2>
<p>É uma síndrome hereditária causada geralmente por mutações no gene TP53, responsável por proteger o DNA das células. Quando esse gene não funciona adequadamente, o risco de desenvolver múltiplos tipos de câncer ao longo da vida aumenta significativamente, muitas vezes em idade jovem.</p>
<p>Entre os tumores mais associados estão:</p>
<ul>
<li>Sarcomas</li>
<li>Câncer de mama precoce</li>
<li>Tumores cerebrais</li>
<li><strong>Leucemias</strong></li>
<li>Tumores adrenocorticais</li>
<li><strong>Mieloma múltiplo</strong>, mais raramente</li>
</ul>
<h2>Um caso recente no meu consultório</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8257" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg" alt="" width="123" height="123" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 123px) 100vw, 123px" />Recentemente tratei um paciente jovem com síndrome de Li-Fraumeni que desenvolveu mieloma múltiplo.</p>
<p>Nesse contexto, algumas decisões terapêuticas precisam ser cuidadosamente individualizadas. Por exemplo:</p>
<p>&#8211; Evitamos o uso de agentes alquilantes, que podem aumentar o risco de leucemias secundárias.</p>
<p>&#8211; Optamos por estratégias que minimizem a exposição a terapias potencialmente leucemogênicas.</p>
<p>&#8211; E, apesar da idade jovem, não indicamos transplante de medula óssea, considerando o risco genético individual.</p>
<p>Esse tipo de decisão ilustra como a genética pode mudar completamente a estratégia de tratamento.</p>
<p><strong>Uma mensagem importante para os pacientes:</strong> se há na família vários casos de câncer, tumores em idade jovem ou múltiplos cânceres na mesma pessoa, vale discutir com o médico a possibilidade de avaliação genética.</p>
<p>Hoje sabemos que identificar síndromes hereditárias permite um diagnóstico mais precoce, vigilância adequada e tratamentos mais personalizados.</p>
<p>Muitas vezes, é possível salvar vidas na família inteira. A história mostrada na reportagem é um exemplo poderoso de resiliência, mas também de como a medicina de precisão e a genética são cada vez mais importantes no cuidado do câncer.</p>
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		<title>Influenza durante o câncer hematológico</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que a gripe pode ser tão perigosa para esses pacientes?</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/">Influenza durante o câncer hematológico</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe costuma ser vista como uma infecção respiratória comum. Mas a Influenza durante o câncer hematológico, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, pode representar um risco muito maior. Isso acontece porque essas doenças e seus tratamentos frequentemente comprometem o sistema imunológico, deixando o organismo mais vulnerável a infecções.</p>
<p>Nesses casos, vírus respiratórios como o da Influenza podem evoluir com mais facilidade para quadros graves, como pneumonia, insuficiência respiratória e necessidade de hospitalização. Por isso, compreender os diferentes tipos de vírus da gripe e saber como se proteger é fundamental para quem convive com estas condições.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8249" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg" alt="" width="112" height="112" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 112px) 100vw, 112px" />O que é a Influenza?</strong></h2>
<p>A Influenza é uma infecção respiratória causada por vírus altamente transmissíveis que se espalham principalmente por gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar. Existem quatro tipos principais de vírus influenza: A, B, C e D, sendo os tipos A e B os principais responsáveis pelas epidemias sazonais de gripe em humanos.</p>
<p>O vírus Influenza A é o mais conhecido por sofrer mutações frequentes, o que dá origem a diferentes variantes que circulam ao longo do tempo.</p>
<p>Uma dessas variantes que vêm circulando aqui no Brasil, e gerando medo/dúvidas nos brasileiros, é a chamada “gripe K”. Mas importante pontuar que não há evidências que mostrem quadros mais graves da infecção, quando comparado com os demais tipos de influenza.</p>
<h2><strong>Por que a gripe pode ser mais grave no câncer hematológico?</strong></h2>
<p>Pacientes com câncer hematológico frequentemente apresentam imunossupressão, que pode ser causada pela própria doença ou pelos tratamentos, como quimioterapia, terapias alvo e transplante de medula óssea.</p>
<p>Isso significa que o organismo pode ter mais dificuldade para combater infecções virais. Como consequência, uma gripe que seria leve para a maioria das pessoas pode evoluir para complicações mais sérias nesses pacientes.</p>
<p>Dentre os principais riscos estão: pneumonia viral ou bacteriana secundária; infecções respiratórias graves; agravamento do estado clínico geral; internação hospitalar.</p>
<h2><strong>Prevenção é o caminho <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6507" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg" alt="" width="149" height="149" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 149px) 100vw, 149px" /></strong></h2>
<p>Algumas medidas simples podem ajudar a reduzir a exposição aos vírus respiratórios.</p>
<p>A vacina da gripe é uma das formas mais importantes de prevenção. Ela não impede totalmente a infecção, mas reduz significativamente o risco de casos graves e hospitalizações. E muito importante: está liberada para uso nos pacientes oncológicos.</p>
<p>Além disse é importante sempre manter as mãos bem higienizadas, evitar contato com pessoas já gripadas, usar máscara quando necessário e manter os ambientes bem ventilados.</p>
<p>E se notar qualquer sintoma gripa, procure um médico!</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/influenza-durante-o-cancer-hematologico/">Influenza durante o câncer hematológico</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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