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	<title>Arquivos Leucemia - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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	<description>Portal sobre câncer do sangue para todos</description>
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	<title>Arquivos Leucemia - Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</title>
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		<title>O que são mutações genéticas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda quais são as principais na Onco-Hematologia e como impactam o tratamento</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da Medicina de precisão tem transformado o diagnóstico e o tratamento das doenças do sangue. Mas você sabe o que são mutações genéticas? Sua identificação passou a ter um papel central na condução clínica de pacientes com leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<p>Mais do que confirmar o diagnóstico, os testes genéticos ajudam a definir prognóstico, orientar terapias direcionadas e, em muitos casos, prever a resposta ao tratamento.</p>
<h2><strong>Mutações genéticas na Onco-Hematologia</strong></h2>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8291" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg" alt="" width="126" height="126" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737.jpg 2000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1024x1024.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-768x768.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Shutterstock_2470067737-1536x1536.jpg 1536w" sizes="(max-width: 126px) 100vw, 126px" /></strong></h2>
<p>As mutações genéticas são alterações no DNA das células, que podem levar ao crescimento descontrolado e ao desenvolvimento do câncer.</p>
<p>Na Onco-Hematologia, especialidade que cuida das doenças do sangue, essas alterações podem estar presentes desde o início da doença ou surgir ao longo da evolução, influenciando diretamente o comportamento tumoral.</p>
<p>Hoje, exames como citogenética, biologia molecular e sequenciamento de nova geração (NGS) permitem identificar essas alterações com maior precisão.</p>
<h2><strong>Principais mutações genéticas nas doenças do sangue</strong></h2>
<p>Diversas mutações já foram descritas e associadas a diferentes doenças. Entre as principais, destacam-se:</p>
<p>BCR-ABL1 (cromossomo Philadelphia): presente principalmente na leucemia mieloide crônica (LMC) e em alguns casos de leucemia linfoide aguda (LLA), essa alteração está diretamente relacionada à ativação de vias de proliferação celular.</p>
<p>FLT3: comum na leucemia mieloide aguda (LMA), está associada a pior prognóstico e maior risco de recaída.</p>
<p>NPM1: também encontrada na LMA, pode estar relacionada a melhor prognóstico em determinados contextos, especialmente na ausência de outras mutações de alto risco.</p>
<p>TP53: associada a diversas neoplasias hematológicas, costuma indicar doença mais agressiva e menor resposta aos tratamentos convencionais.</p>
<p>KRAS e NRAS: podem estar presentes em diferentes doenças e estão relacionadas à ativação de vias de crescimento celular.</p>
<h2><strong>Por que é importante diagnosticar essas mutações?</strong></h2>
<p>A identificação das mutações genéticas é fundamental para uma abordagem mais precisa e individualizada. Entre os principais benefícios estão:</p>
<ul>
<li>Definição mais precisa do diagnóstico</li>
<li>Estratificação de risco</li>
<li>Escolha do tratamento mais adequado</li>
<li>Previsão de resposta terapêutica</li>
<li>Monitoramento da doença ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Em muitos casos, pacientes com a mesma doença podem ter evoluções completamente diferentes, e as mutações ajudam a explicar essas diferenças.</p>
<h2><strong>Terapias direcionadas: como as mutações mudaram o tratamento</strong></h2>
<h2><strong><img decoding="async" class="alignright wp-image-6508" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg" alt="" width="144" height="144" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_671506042-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></strong></h2>
<p>O conhecimento das alterações genéticas abriu caminho para o desenvolvimento de terapias-alvo, que atua diretamente nos mecanismos da doença.</p>
<p>Alguns exemplos incluem os inibidores de tirosina quinase (TKIs) para pacientes com BCR-ABL1 e os inibidores de FLT3 na leucemia mieloide aguda.</p>
<p>Esses tratamentos tendem a ser mais específicos, com maior eficácia em determinados grupos de pacientes e, em alguns casos, com perfil de toxicidade diferente da quimioterapia convencional.</p>
<h2><strong>Como saber se tenho mutações genéticas?</strong></h2>
<p>A avaliação genética é recomendada em diferentes momentos, dentre eles no diagnóstico inicial, durante o monitoramento da resposta ao tratamento e também em casos de recaída ou refratariedade.</p>
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		<title>Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a síndrome de Li-Fraumeni </p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/quando-o-cancer-aparece-muitas-vezes-na-mesma-pessoa-o-que-esta-por-tras/">Quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reportagem da Folha de São Paulo chamou atenção para a história de um jovem de 20 anos que já enfrentou cinco cânceres diferentes e agora trata um novo tumor. Mas quando o câncer aparece muitas vezes na mesma pessoa, o que está por trás?</p>
<p>O motivo é uma condição genética rara chamada síndrome de Li-Fraumeni.</p>
<h2>O que é a síndrome de Li-Fraumeni?</h2>
<p>É uma síndrome hereditária causada geralmente por mutações no gene TP53, responsável por proteger o DNA das células. Quando esse gene não funciona adequadamente, o risco de desenvolver múltiplos tipos de câncer ao longo da vida aumenta significativamente, muitas vezes em idade jovem.</p>
<p>Entre os tumores mais associados estão:</p>
<ul>
<li>Sarcomas</li>
<li>Câncer de mama precoce</li>
<li>Tumores cerebrais</li>
<li><strong>Leucemias</strong></li>
<li>Tumores adrenocorticais</li>
<li><strong>Mieloma múltiplo</strong>, mais raramente</li>
</ul>
<h2>Um caso recente no meu consultório</h2>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-8257" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg" alt="" width="123" height="123" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2708344227-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 123px) 100vw, 123px" />Recentemente tratei um paciente jovem com síndrome de Li-Fraumeni que desenvolveu mieloma múltiplo.</p>
<p>Nesse contexto, algumas decisões terapêuticas precisam ser cuidadosamente individualizadas. Por exemplo:</p>
<p>&#8211; Evitamos o uso de agentes alquilantes, que podem aumentar o risco de leucemias secundárias.</p>
<p>&#8211; Optamos por estratégias que minimizem a exposição a terapias potencialmente leucemogênicas.</p>
<p>&#8211; E, apesar da idade jovem, não indicamos transplante de medula óssea, considerando o risco genético individual.</p>
<p>Esse tipo de decisão ilustra como a genética pode mudar completamente a estratégia de tratamento.</p>
<p><strong>Uma mensagem importante para os pacientes:</strong> se há na família vários casos de câncer, tumores em idade jovem ou múltiplos cânceres na mesma pessoa, vale discutir com o médico a possibilidade de avaliação genética.</p>
<p>Hoje sabemos que identificar síndromes hereditárias permite um diagnóstico mais precoce, vigilância adequada e tratamentos mais personalizados.</p>
<p>Muitas vezes, é possível salvar vidas na família inteira. A história mostrada na reportagem é um exemplo poderoso de resiliência, mas também de como a medicina de precisão e a genética são cada vez mais importantes no cuidado do câncer.</p>
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		<title>Influenza durante o câncer hematológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que a gripe pode ser tão perigosa para esses pacientes?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe costuma ser vista como uma infecção respiratória comum. Mas a Influenza durante o câncer hematológico, como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, pode representar um risco muito maior. Isso acontece porque essas doenças e seus tratamentos frequentemente comprometem o sistema imunológico, deixando o organismo mais vulnerável a infecções.</p>
<p>Nesses casos, vírus respiratórios como o da Influenza podem evoluir com mais facilidade para quadros graves, como pneumonia, insuficiência respiratória e necessidade de hospitalização. Por isso, compreender os diferentes tipos de vírus da gripe e saber como se proteger é fundamental para quem convive com estas condições.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8249" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg" alt="" width="112" height="112" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Shutterstock_2649695005-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 112px) 100vw, 112px" />O que é a Influenza?</strong></h2>
<p>A Influenza é uma infecção respiratória causada por vírus altamente transmissíveis que se espalham principalmente por gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar. Existem quatro tipos principais de vírus influenza: A, B, C e D, sendo os tipos A e B os principais responsáveis pelas epidemias sazonais de gripe em humanos.</p>
<p>O vírus Influenza A é o mais conhecido por sofrer mutações frequentes, o que dá origem a diferentes variantes que circulam ao longo do tempo.</p>
<p>Uma dessas variantes que vêm circulando aqui no Brasil, e gerando medo/dúvidas nos brasileiros, é a chamada “gripe K”. Mas importante pontuar que não há evidências que mostrem quadros mais graves da infecção, quando comparado com os demais tipos de influenza.</p>
<h2><strong>Por que a gripe pode ser mais grave no câncer hematológico?</strong></h2>
<p>Pacientes com câncer hematológico frequentemente apresentam imunossupressão, que pode ser causada pela própria doença ou pelos tratamentos, como quimioterapia, terapias alvo e transplante de medula óssea.</p>
<p>Isso significa que o organismo pode ter mais dificuldade para combater infecções virais. Como consequência, uma gripe que seria leve para a maioria das pessoas pode evoluir para complicações mais sérias nesses pacientes.</p>
<p>Dentre os principais riscos estão: pneumonia viral ou bacteriana secundária; infecções respiratórias graves; agravamento do estado clínico geral; internação hospitalar.</p>
<h2><strong>Prevenção é o caminho <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-6507" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg" alt="" width="149" height="149" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525.jpg 400w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2021/02/shutterstock_662431525-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 149px) 100vw, 149px" /></strong></h2>
<p>Algumas medidas simples podem ajudar a reduzir a exposição aos vírus respiratórios.</p>
<p>A vacina da gripe é uma das formas mais importantes de prevenção. Ela não impede totalmente a infecção, mas reduz significativamente o risco de casos graves e hospitalizações. E muito importante: está liberada para uso nos pacientes oncológicos.</p>
<p>Além disse é importante sempre manter as mãos bem higienizadas, evitar contato com pessoas já gripadas, usar máscara quando necessário e manter os ambientes bem ventilados.</p>
<p>E se notar qualquer sintoma gripa, procure um médico!</p>
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		<title>A leucemia é sempre visível no hemograma?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/a-leucemia-e-sempre-visivel-no-hemograma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 18:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona o diagnóstico desse câncer do sangue</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os exames de sangue são fundamentais para o diagnóstico e, na maioria dos casos, são eles que levantam a primeira suspeita. Mas, a leucemia é sempre visível no hemograma? Alterações como mudanças na quantidade e na aparência das células sanguíneas, costumam ser um sinal importante de que algo não está funcionando corretamente no organismo.</p>
<p>No entanto, o processo nem sempre é imediato. Em fases iniciais ou em alguns tipos de leucemia de evolução mais lenta, os sintomas podem ser discretos e ainda não apresentar um padrão típico da doença. Por isso, o diagnóstico depende da análise cuidadosa dos exames associada à avaliação clínica do paciente.</p>
<p>A leucemia é um câncer que afeta a medula óssea, local onde são produzidas as células do sangue. Quando essas células passam a se multiplicar de forma desordenada, elas interferem na produção normal dos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, o que acaba se refletindo nos exames laboratoriais.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-8243" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg" alt="" width="119" height="162" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1.jpg 536w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2670703677-1-220x300.jpg 220w" sizes="(max-width: 119px) 100vw, 119px" />Quando as alterações podem ser menos evidentes?</h2>
<p>Em alguns pacientes, principalmente no início da doença, o número de células alteradas ainda é pequeno. Nesses casos, o hemograma pode mostrar mudanças leves, que se assemelham a quadros de anemia, infecções ou outras condições comuns.</p>
<p>Por isso, sintomas persistentes costumam ser tão importantes quanto os resultados dos exames. Cansaço excessivo, infecções frequentes, sangramentos, dores ósseas e perda de peso são sinais que, quando associados a alterações laboratoriais progressivas, ajudam a orientar a investigação médica.</p>
<p>Exames complementares, como a análise da medula óssea e exames genéticos, são utilizados para confirmar o diagnóstico e identificar o tipo específico de leucemia, o que é essencial para definir o tratamento mais adequado.</p>
<h2>Alterações na pele podem fazer parte do quadro</h2>
<p>Entre os sinais que podem surgir durante a evolução da leucemia estão algumas mudanças na pele. A palidez é comum devido à anemia, e em alguns casos podem aparecer pequenas manchas arroxeadas ou avermelhadas, conhecidas como petéquias ou hematomas espontâneos.</p>
<p>Essas “manchas da leucemia” estão relacionadas principalmente à redução das plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue. Elas não são exclusivas da leucemia, mas, quando aparecem junto a outros sintomas e alterações nos exames, reforçam a necessidade de investigação médica.</p>
<h2>O diagnóstico é resultado da soma de informações</h2>
<p>A leucemia não é diagnosticada apenas por um exame isolado. O processo envolve a combinação entre resultados laboratoriais, avaliação clínica, histórico do paciente e exames específicos da medula óssea.</p>
<p>Na maioria dos casos, a doença é identificada por meio dos exames, mas o olhar atento para sinais persistentes e mudanças graduais nos resultados é fundamental para que o diagnóstico aconteça no momento mais precoce possível.</p>
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		<title>Câncer hematológico secundário</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 21:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a doença surge após outro tratamento oncológico</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/">Câncer hematológico secundário</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer hematológico secundário é um tipo de câncer do sangue que pode se desenvolver como consequência de tratamentos realizados anteriormente contra outro câncer. Embora seja considerado raro, o diagnóstico tem chamado a atenção de especialistas por estar associado, principalmente, ao uso prévio de quimioterapia e radioterapia.</p>
<p>Esse tipo de câncer pode surgir meses ou até anos depois do tratamento inicial, reforçando a importância do acompanhamento médico contínuo de pacientes que já enfrentaram um tumor.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6774" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg" alt="" width="125" height="121" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg 2048w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-300x290.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-768x742.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-1024x990.jpg 1024w" sizes="(max-width: 125px) 100vw, 125px" />O que caracteriza o câncer hematológico secundário</strong></h2>
<p>Diferentemente dos cânceres hematológicos primários, que se originam, na maior parte dos casos, sem relação direta com outras doenças, o câncer hematológico secundário está ligado a alterações adquiridas na medula óssea após a exposição a terapias antineoplásicas. Assim, entre os quadros mais comuns estão a leucemia mieloide aguda e a síndrome mielodisplásica.</p>
<p>Essas doenças surgem quando as células da medula óssea passam a produzir células sanguíneas defeituosas ou em quantidade descontrolada.</p>
<h2><strong>Principais causas</strong></h2>
<p>Os especialistas explicam que o principal fator de risco está relacionado aos danos que certos tratamentos podem causar ao DNA das células sanguíneas. Entre os fatores associados estão:</p>
<ul>
<li>Uso de quimioterápicos específicos, como agentes alquilantes</li>
<li>Rdioterapia em grandes áreas do corpo</li>
<li>Exposição prolongada a substâncias tóxicas</li>
<li>Alterações genéticas adquiridas ao longo do tempo</li>
</ul>
<p>Apesar disso, os médicos reforçam que os benefícios do tratamento contra o câncer primário superam amplamente os riscos. A ocorrência de câncer hematológico secundário é pouco frequente e não deve ser motivo para interromper ou evitar terapias necessárias.</p>
<h2><strong>Sintomas podem ser confundidos com efeitos do tratamento anterior</strong></h2>
<p>Os sinais do câncer hematológico secundário costumam ser semelhantes aos de outras doenças do sangue, o que pode dificultar o diagnóstico inicial. Entre os sintomas mais comuns estão cansaço intenso, palidez, infecções recorrentes, sangramentos espontâneos, manchas roxas pelo corpo, febre persistente e perda de peso sem causa aparente.</p>
<p>Muitos desses sintomas também podem aparecer como efeitos tardios da quimioterapia ou radioterapia, o que torna essencial a investigação médica diante de qualquer alteração persistente.</p>
<h2><strong>Tratamento é individualizado </strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6955 alignleft" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844.jpg" alt="" width="182" height="156" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844.jpg 700w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Shutterstock_492252844-300x257.jpg 300w" sizes="(max-width: 182px) 100vw, 182px" /></p>
<p>O tratamento do câncer hematológico secundário depende de vários fatores, como tipo da doença, idade do paciente, condições clínicas e também as características genéticas do tumor.</p>
<p>Cada plano terapêutico é definido de forma personalizada por uma equipe especializada em Hematologia.</p>
<p>O seguimento médico a longo prazo é parte fundamental da jornada de quem já enfrentou um câncer. Além de avaliar possíveis efeitos tardios do tratamento, esse acompanhamento permite identificar precocemente doenças secundárias, aumentando as chances de sucesso terapêutico.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/existe-um-exame-que-detecta-o-cancer-no-corpo-todo/">EXISTE UM EXAME QUE DETECTA O CÂNCER NO CORPO TODO? CLIQUE AQUI E LEIA MAIS!</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/cancer-hematologico-secundario/">Câncer hematológico secundário</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
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		<title>Leucemia tem cura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanços da Medicina aumentam as respostas positivas ao tratamento </p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/noticias/leucemia-tem-cura/">Leucemia tem cura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>10 entre 10 pacientes, ao receber o diagnóstico, perguntam ao médico: leucemia tem cura?  Essa é uma dúvida bastante comum, uma vez que o grande objetivo de quem está na jornada oncológica é poder viver bem e com qualidade.</p>
<p>A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e da medula óssea. E, em muitos casos, ela tem cura sim. Mas é fundamental entender que a doença não é única e cada subtipo terá um comportamento individual.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6774" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg" alt="" width="103" height="100" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1.jpg 2048w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-300x290.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-768x742.jpg 768w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2022/08/shutterstock_1155359353-1-1024x990.jpg 1024w" sizes="(max-width: 103px) 100vw, 103px" />Tipos diferentes, tratamentos diferentes</strong></h2>
<p>As leucemias se dividem em vários tipos, como agudas e crônicas, mieloides e linfoides. Cada uma delas possui características próprias e exige estratégias específicas de tratamento.</p>
<p>Enquanto algumas leucemias têm evolução rápida e precisam de tratamento imediato, outras podem ser acompanhadas por longos períodos antes mesmo de iniciar terapias mais intensivas. Essa diversidade explica por que os resultados também variam de acordo com o tipo da doença, idade do paciente e resposta ao tratamento.</p>
<h2><strong>Avanços que mudaram o cenário</strong></h2>
<p>Nas últimas décadas, a Medicina deu passos importantes no tratamento da leucemia. A quimioterapia continua sendo uma das principais abordagens, mas hoje ela é frequentemente associada a terapias-alvo, imunoterapia e, em alguns casos, ao transplante de medula óssea.</p>
<p>Essas inovações permitiram tratamentos mais personalizados, com melhores resultados e menos efeitos colaterais do que no passado. Em determinadas leucemias agudas, especialmente em crianças, as taxas de cura podem ultrapassar 80%. Além disso, para a leucemia mieloide crônica, por exemplo, fala-se também da cura funcional, a partir das respostas moleculares profundas.</p>
<h2><strong>Diagnóstico precoce faz diferença</strong></h2>
<p>Um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento é o diagnóstico precoce. Sintomas como cansaço excessivo, infecções frequentes, palidez, manchas roxas pelo corpo, sangramentos sem causa aparente e febre persistente devem ser investigados por um profissional de saúde.</p>
<p>Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de controle e de recuperação.</p>
<p>O tratamento da leucemia deve ser conduzido por uma equipe médica especializada, que avalia cada caso individualmente. A resposta clínica depende de fatores como idade, tipo da leucemia, condições de saúde do paciente e acesso às terapias adequadas.</p>
<p>Além do cuidado médico, o suporte psicológico e social também é essencial para enfrentar a doença com mais qualidade de vida.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8228" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg" alt="" width="316" height="210" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039.jpg 1500w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-300x200.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-1024x683.jpg 1024w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Shutterstock_2590748039-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 316px) 100vw, 316px" /></p>
<h2><strong>Informação é parte do cuidado</strong></h2>
<p>Apesar dos avanços, o termo “cura” ainda precisa ser usado com responsabilidade. Em muitos casos, a leucemia pode entrar em remissão completa, o que significa ausência de sinais da doença por longos períodos. Quanto maior esse tempo, maiores são as chances de considerar a doença curada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/anemia-pode-virar-leucemia/">Anemia pode virar leucemia? Clique e aqui e saiba mais</a></strong></p>
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		<title>Doença Residual Mínima (DRM) no câncer</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/noticias/doenca-residual-minima-drm-no-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 22:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender a presença de células doentes no organismo, mesmo que em quantidades mínimas, faz importante diferença na jornada do paciente</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo quando os exames tradicionais indicam que a neoplasia maligna está controlada, pequenas quantidades de células doentes podem permanecer no organismo. É nesse ponto que entra a chamada Doença Residual Mínima (DRM) no câncer, um conceito que tem transformado a forma como médicos avaliam a resposta ao tratamento em diversas doenças onco-hematológicas.</p>
<p>Cada vez mais, a DRM se torna um dos principais indicadores de sucesso terapêutico e de prognóstico para os pacientes.</p>
<h2><strong>O que é Doença Residual Mínima</strong></h2>
<p>A Doença Residual Mínima (DRM) corresponde à presença de uma quantidade muito pequena de células cancerosas que não é detectada pelos exames convencionais, como o hemograma ou a biópsia padrão. Para identificá-la, são necessários métodos capazes de encontrar uma célula doente entre milhares ou até milhões de células saudáveis.</p>
<h2><strong>E </strong><strong>por que a DRM é tão importante? <img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8223" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393.jpg" alt="" width="142" height="142" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393.jpg 800w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_380506393-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 142px) 100vw, 142px" /></strong></h2>
<p>A detecção da DRM permite avaliar com maior precisão se o tratamento realmente eliminou a doença ou se ainda há risco de recaída. Pacientes que atingem DRM negativa, por exemplo, apresentam maior chance de remissão prolongada e melhores resultados clínicos. Por outro lado, a presença de DRM positiva pode indicar a necessidade de ajustar o tratamento.</p>
<p>A avaliação da DRM é especialmente relevante em doenças como leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Nessas condições, ela auxilia os médicos a monitorar a eficácia das terapias utilizadas, prever o risco de recidiva, personalizar o plano de tratamento e decidir sobre a necessidade de transplante de medula óssea ou manutenção terapêutica</p>
<h2><strong>Tecnologia a serviço de melhores desfechos</strong></h2>
<p>Com o avanço das tecnologias laboratoriais, a análise da DRM se tornou mais acessível e confiável. Essas ferramentas ajudam a identificar precocemente sinais de retorno da doença, possibilitando intervenções rápidas e mais eficazes.</p>
<p>A partir de uma amostra do sangue de medula óssea ou sangue periférico, é possível avaliar a presença de células cancerígenas remanescentes em exames altamente sensíveis, como o de citometria de fluxo e o PCR.</p>
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		<item>
		<title>Por que a LLC não precisa de tratamento em alguns casos?</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/por-que-a-llc-nao-precisa-de-tratamento-em-alguns-casos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 23:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os principais motivos para esta decisão médica</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/por-que-a-llc-nao-precisa-de-tratamento-em-alguns-casos/">Por que a LLC não precisa de tratamento em alguns casos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ouvir a palavra “leucemia”, a maioria das pessoas associa imediatamente à urgência médica. No entanto, no caso da leucemia linfocítica crônica (LLC), a situação pode ser diferente. E por que a LLC não precisa de tratamento em alguns casos? Diferentemente de outros tipos de câncer, esse subtipo da doença pode evoluir de forma lenta e silenciosa, o que faz com que, em muitos casos, o melhor caminho inicial seja o acompanhamento cuidadoso, e não o uso imediato de medicamentos.</p>
<p>Essa conduta, embora cause estranhamento para pacientes e familiares, é amplamente adotada na prática médica e sustentada por evidências científicas consolidadas.</p>
<h2><strong>Uma leucemia de comportamento diferente</strong></h2>
<p>A LLC é um câncer hematológico caracterizado pela disfunção dos linfócitos B  (células de defesa) no sangue, na medula óssea e nos linfonodos. Ao contrário das leucemias agudas, ela costuma apresentar um curso indolente, podendo permanecer estável por anos sem causar sintomas ou prejuízos significativos à saúde.</p>
<p>Não é raro que o diagnóstico aconteça de forma incidental, a partir de exames de rotina, quando o paciente ainda se sente bem e mantém sua vida normal.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8218" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811.jpg" alt="" width="171" height="171" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811.jpg 1000w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_1742644811-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 171px) 100vw, 171px" />Tratar cedo nem sempre significa tratar melhor</strong></h2>
<p>Pesquisas mostram que iniciar o tratamento da LLC em fases iniciais, quando não há sinais de progressão da doença, não melhora a sobrevida e pode expor o paciente a toxicidade e efeitos colaterais desnecessários. Por isso, especialistas recomendam a chamada estratégia de observação vigilante, também conhecida como <em>watch and wait</em> (termo em inglês).</p>
<p>Nesse modelo, o foco está em acompanhar a evolução da doença com atenção, preservando a qualidade de vida até que exista uma indicação real para iniciar a terapia.</p>
<p>A observação vigilante não significa ausência de cuidado. Pelo contrário: o paciente é acompanhado regularmente por um hematologista, com consultas e exames que avaliam sinais de progressão, como:</p>
<ul>
<li>Aumento progressivo dos linfócitos no sangue</li>
<li>Crescimento de linfonodos, fígado ou baço</li>
<li>Queda de hemoglobina ou plaquetas</li>
<li>Surgimento de sintomas como fadiga intensa, febre, sudorese noturna ou perda de peso</li>
</ul>
<p>Esses dados ajudam a definir, com segurança, o momento ideal para iniciar o tratamento.</p>
<h2><strong>E quando a LLC exige tratamento? </strong></h2>
<p>O tratamento da LLC passa a ser indicado quando a doença começa a impactar a saúde do paciente ou sua qualidade de vida. Entre os principais critérios estão o aparecimento de sintomas persistentes, alterações importantes nos exames de sangue ou crescimento significativo dos gânglios linfáticos.</p>
<p>Atualmente, os avanços terapêuticos permitem tratamentos mais direcionados e menos tóxicos, incluindo terapias-alvo que revolucionaram o cuidado com a LLC nos últimos anos.</p>
<p>A decisão de não tratar imediatamente pode gerar insegurança, especialmente diante de um diagnóstico de câncer. Por isso, a informação clara e o diálogo constante com a equipe médica são fundamentais para que o paciente compreenda que, em muitos casos, esperar é uma escolha ativa e estratégica, baseada na ciência.</p>
<p>Mais do que pressa, a LLC exige atenção, acompanhamento e decisões bem fundamentadas.</p>
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		<title>Existe um exame que detecta o câncer no corpo todo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 22:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça mais sobre o PET-CT, importante ferramenta no diagnóstico oncológico</p>
<p>O post <a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/existe-um-exame-que-detecta-o-cancer-no-corpo-todo/">Existe um exame que detecta o câncer no corpo todo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drbrenogusmao.com.br">Dr. Breno Gusmão - Onco-Hematologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço das tecnologias de imagem transformou profundamente o diagnóstico e o acompanhamento oncológico. Mas, existe um exame que detecta o câncer no corpo todo? Dentre as ferramentas que mais se destacam nesse cenário está o PET-CT, capaz de avaliar o corpo inteiro em um único procedimento e oferecer informações que vão além da anatomia, revelando a atividade metabólica das células.</p>
<p>Cada vez mais presente na prática clínica, este exame é essencial, com impacto direto tanto no tratamento de tumores sólidos quanto nos cânceres hematológicos, como linfomas e mieloma múltiplo.</p>
<h2><strong>O que é o PET-CT e como o exame funciona</strong></h2>
<p>O PET-CT é a combinação de duas tecnologias: a tomografia computadorizada (CT), responsável por gerar imagens detalhadas das estruturas do corpo, e a tomografia por emissão de pósitrons (PET), que avalia o metabolismo celular.</p>
<p>Antes do exame, o paciente recebe uma pequena quantidade de um radiofármaco, geralmente a fluordesoxiglicose (FDG), uma substância semelhante à glicose. Como as células cancerígenas tendem a consumir mais energia, elas captam mais essa substância, tornando-se visíveis nas imagens como áreas de maior atividade metabólica.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8204" src="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391.jpg" alt="" width="111" height="111" srcset="https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391.jpg 800w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391-300x300.jpg 300w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391-150x150.jpg 150w, https://drbrenogusmao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Shutterstock_2543097391-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 111px) 100vw, 111px" />Por que o PET-CT é considerado um exame tão completo</strong></h2>
<p>Diferentemente de exames de imagem convencionais, o PET-CT permite identificar doença ativa mesmo quando ainda não há alterações estruturais evidentes. Isso faz com que o exame seja especialmente útil para detectar a presença do câncer, avaliar sua extensão e acompanhar a resposta ao tratamento.</p>
<p>Na prática, o PET-CT ajuda a responder perguntas fundamentais para o planejamento terapêutico: onde a doença está, qual a sua intensidade e como ela está reagindo às intervenções médicas.</p>
<p>Ele pode ser solicitado em diferentes fases da jornada oncológica. Entre as principais indicações estão o estadiamento inicial do câncer, a avaliação da resposta ao tratamento e a investigação de possíveis recidivas.</p>
<h2><strong>PET-CT e os cânceres hematológicos</strong></h2>
<p>Nos cânceres hematológicos, o PET-CT tem papel de destaque, especialmente no diagnóstico e acompanhamento dos linfomas. Para muitos subtipos da doença, o exame é considerado padrão, tanto no estadiamento quanto na avaliação da resposta terapêutica.</p>
<p>No mieloma múltiplo, o PET-CT vem sendo cada vez mais utilizado para identificar lesões ósseas metabolicamente ativas, avaliar doença fora da medula óssea e monitorar a atividade da doença ao longo do tratamento. Em algumas situações específicas, também pode ser útil em leucemias, sobretudo quando há suspeita de comprometimento extramedular.</p>
<p>Mas apesar de sua alta sensibilidade, o PET-CT não substitui exames fundamentais no diagnóstico do câncer. Ele atua de forma complementar a métodos como tomografia, ressonância magnética, exames laboratoriais e biópsias.</p>
<p>Nos cânceres hematológicos, por exemplo, procedimentos como mielograma e biópsia de medula óssea continuam sendo indispensáveis para confirmar o diagnóstico e definir o subtipo da doença.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://drbrenogusmao.com.br/materias/tomografia-ressonancia-ou-pet-scan-entenda-estes-exames/">CONHEÇA A DIFRENÇA ENTRE PET-CT E TOMOGRAFIA. CLIQUE AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Liberada! Pacientes oncológicos podem tomar vacina da gripe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 20:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância de se proteger contra os vírus Com o inverno chegando, é bastante comum pessoas ficarem gripadas ou resfriadas. Dentre os motivos está a maior facilidade para que os vírus vivam mais e se proliferem com facilidade. Mas qual a diferença entre gripe e resfriado? A gripe é causada pelo vírus Influenza e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Entenda a importância de se proteger contra os vírus</strong></h4>
<p><span id="more-5416"></span></p>
<p>Com o inverno chegando, é bastante comum pessoas ficarem gripadas ou resfriadas. Dentre os motivos está a maior facilidade para que os vírus vivam mais e se proliferem com facilidade.</p>
<h3><strong>Mas qual a diferença entre gripe e resfriado? </strong></h3>
<p>A gripe é causada pelo vírus Influenza e por qualquer um de seus subtipos. E apenas por ele. Já o resfriado comum pode ser causado por cerca de 200 vírus diferentes, mas o mais comum é o rinovírus. Os sintomas também são bem diferentes.</p>
<p>Na gripe o paciente tem um comprometimento maior em seu corpo, e fica mais cansado, querendo ficar só na cama, e também pode apresentar febre alta, dor de cabeça e garganta, tosse e congestão nasal. Já no resfriado, a pessoa apresenta sintomas mais amenos, como espirros, nariz escorrendo e até tosse.</p>
<p>O tratamento também é diferente entre eles. Para o resfriado, geralmente é indicado repouso e tomar bastante líquido. Na gripe, os cuidados já devem ser maiores, especialmente nos grupos que correm mais risco. A vacina é uma importante aliada para:</p>
<ul>
<li>Idosos</li>
<li>Crianças menores de 5 anos</li>
<li>Gestantes</li>
<li>Portadores de doenças crônicas, cardiológicas e pulmonares</li>
<li>Pacientes imunodeprimidos, como aqueles em tratamento do câncer</li>
</ul>
<h3><strong>Como funciona a vacina contra a gripe</strong></h3>
<p>Ela é feita por meio de vírus inativado, com base na proteína do ovo. E é justamente por isso que, diferente da vacina da febre amarela, está <strong>LIBERADA</strong> aos pacientes com câncer.</p>
<p>Durante o tratamento, é recomendado que ela seja aplicada entre os ciclos de quimio, para que o paciente apresente uma melhor resposta. E podem ficar tranquilos, porque diferente do que muitos falam, esta vacina não causa gripe.</p>
<p>A vacinação protege por cerca de 8 meses o paciente da gripe, mas é importante ter em mente que os vírus sofrem mutações em sua estrutura a cada ano. Então, todos os anos a Organização Mundial de Saúde (OMS) realiza um rastreamento dos vírus que estão circulando no hemisfério norte e no hemisfério sul, e criam uma vacina específica. Por isso, é importante se vacinar todos os anos.</p>
<h3><strong>Evite gripes e resfriados </strong></h3>
<ul>
<li>Higienização das mãos frequente, seja com água e sabão ou com o uso do álcool em gel</li>
<li>Evitar locais fechados, com muita aglomeração</li>
<li>Utilizar lenço descartável para assoar o nariz</li>
<li>Evitar compartilhar utensílios individuais, como talheres e copo</li>
<li>Cobrir a boca e nariz quando for tossir ou espirrar</li>
<li>Evitar ficar perto de pessoas que estejam gripadas ou resfriadas</li>
<li>Utilizar máscaras também é uma dica importante</li>
</ul>
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		<title>Na melhor idade</title>
		<link>https://drbrenogusmao.com.br/materias/leucemia/na-melhor-idade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 20:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Onco-geriatria é importante para o tratamento do idoso com câncer no país No Brasil, existem mais de 30 milhões de pessoas acima dos 60 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), este número vai mais que dobrar nas próximas décadas, e em 2050 teremos mais de 70 milhões de idosos no país. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Onco-geriatria é importante para o tratamento do idoso com câncer no país</strong></h4>
<p><span id="more-5413"></span></p>
<p>No Brasil, existem mais de 30 milhões de pessoas acima dos 60 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), este número vai mais que dobrar nas próximas décadas, e em 2050 teremos mais de 70 milhões de idosos no país.</p>
<p>Mas é justamente na melhor idade que as pessoas estão mais propensas a desenvolver um câncer &#8211; de todos os tipos da doença, 70% acontecem nesta faixa etária. Mas há uma explicação para isso.</p>
<p>Isso acontece porque, conforme vamos envelhecendo, as nossas células também envelhecem. O sistema de reparação destas células começa a falhar, e aí o câncer pode surgir.</p>
<p>Mas, pessoas idosas podem fazer o tratamento para o câncer normalmente? Sim!</p>
<p>São diversas as novas opções de tratamento, que possibilitam os bons resultados ao paciente. E na Onco-Geriatria alguns cuidados serão necessários para esta conquista.</p>
<p>Hoje não se avalia mais o paciente por sua idade cronológica, e sim por sua idade funcional. Então, se o corpo está propenso a receber o tratamento, ele irá receber.</p>
<h3><strong>Quanto antes descobrir o câncer, melhor</strong></h3>
<p>Muitos dos sintomas, como fraqueza, anemia, dores e fraturas ósseas são considerados comuns a outras doenças, o que pode confundir não só o paciente, como também o médico.</p>
<p>Mas câncer, como todos sabem, é assunto sério e não se pode perder tempo. Além do clínico geral, é possível que pessoas acima dos 60 anos procurem pelo geriatra ao apresentar os primeiros sintomas. É importante que estes profissionais também fiquem atentos e desconfiem que, sim, pode ser um câncer, e encaminhar para o oncologista.</p>
<h3><strong>Qual o melhor tratamento?</strong></h3>
<p>O oncologista, em conjunto com o onco-geriatra, são os responsáveis por definir quais as melhores opções terapêuticas. Existem diversos protocolos de quimioterapia, além de radioterapia, cirurgia e transplante de medula óssea. Tudo irá depender do tipo do câncer, das condições do paciente e do estadiamento da doença.</p>
<p>Hoje o tratamento individualizado também é uma realidade. Por meio das terapias-alvo, apenas as células doentes são combatidas, pois os medicamentos são desenhados para bloquear alvos específicos que causam a multiplicação das células malignas.</p>
<p>A imunoterapia é a mais recente descoberta da ciência para o tratamento do câncer. Composta por diferentes medicamentos que são aplicados no paciente de maneira intravenosa (nas veias) ou subcutânea (abaixo da pele), ela geralmente causa menos efeitos colaterais que os tratamentos padrões, e vem beneficiando um número crescente de pessoas.</p>
<h3><strong>Transplante de medula óssea após os 50 anos</strong></h3>
<p>Para os cânceres do sangue, como a leucemia, linfoma, mieloma múltiplo e síndrome mielodisplásica o transplante de células-tronco hematopoéticas, também chamado por transplante de medula óssea, é opção importante de tratamento. Geralmente indicado apenas quando as primeiras opções terapêuticas não apresentam resultado.</p>
<p>Até pouco tempo atrás este era um procedimento para jovens e pessoas acima dos 50 anos não podiam realizá-lo. Mas isso ficou no passado.</p>
<p>Lembrando que o transplante de medula óssea envolve diversos aspectos, ainda que a idade não seja mais o fator denominador de sua realização. São eles:</p>
<p>1 – A indicação só virá após avaliação. Será fundamental entender o estadiamento da doença e as condições físicas deste paciente.</p>
<p>2 – Se o transplante ideal for o alogênico será necessário encontrar um doador compatível na família e/ou no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea). Além disso, o pré e pós transplante exigem cuidados muito rigorosos, já que o paciente fica imunossuprimido e por isso mais propenso a infecções. Tudo isso será observado.</p>
<p>3 – No Brasil, nem todos os centros de tratamento estão preparados para realizar este procedimento, e isso com certeza deve ser levado em conta.</p>
<h3><strong>A qualidade de vida não deve ser deixada de lado – JAMAIS!</strong></h3>
<p>Realizar atividades físicas, como caminhadas leves e natação, pode ajudar a controlar o estresse e a ansiedade, muito comuns aos pacientes com câncer.</p>
<p>A boa alimentação também influencia bastante no tratamento, e ajuda a controlar os efeitos colaterais causados por algumas terapias. Veja se em seu centro de tratamento há um nutricionista que pode te ajudar a balancear sua dieta.</p>
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		<title>Chá de hibisco durante o tratamento do câncer? É bom ter cuidado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Mod]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 19:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[Linfoma]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Mieloma Múltiplo]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Mielodisplásica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O hibisco ganhou os holofotes por ajudar na perda dos quilinhos indesejados e na retenção de líquidos. Mas para o paciente oncológico, pode não ser uma boa pedida Esta planta, de origem asiática e africana, é popularmente utilizada na medicina indiana como diurético, laxativo e também para o tratamento de doenças hepáticas, renais e cardiovasculares. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>O hibisco ganhou os holofotes por ajudar na perda dos quilinhos indesejados e na retenção de líquidos. Mas para o paciente oncológico, pode não ser uma boa pedida</h4>
<p><span id="more-4890"></span></p>
<p>Esta planta, de origem asiática e africana, é popularmente utilizada na medicina indiana como diurético, laxativo e também para o tratamento de doenças hepáticas, renais e cardiovasculares.</p>
<p>É possível utilizar as folhas e as pétalas em preparos como picles, sopas, molhos, bebidas, geleias e gelatinas. Mas sua forma mais conhecida para o consumo é o chá, feito a partir do cálice da planta.</p>
<p>Dentre as substâncias presentes estão antioxidantes como os flavonoides e antocianinas, que contribuem para evitar acúmulo de gorduras. Isso acontece porque o chá reduz a adipogênese, processo no qual há produção de células de gordura. Também bloqueia a produção de amilase, uma enzima que transforma o amido em açúcar.</p>
<p>Porém, ao consumi-lo em excesso alguns efeitos colaterais podem surgir:</p>
<h3><strong>Riscos para a fertilidade</strong></h3>
<p>Alguns componentes presentes no chá podem dificultar a gravidez, por interferir no processo de ovulação. Mulheres grávidas também devem evitar, por correrem o risco de abortos.</p>
<h3><strong>Problemas na amamentação</strong></h3>
<p>Em excesso, ele também pode causar problemas ao bebê que esteja sendo amamentado, já que os níveis hormonais da mulher podem ser afetados.</p>
<h3><strong>Pressão baixa</strong></h3>
<p>Por conter compostos que eliminam eletrólitos, responsáveis por manter a pressão normal, sintomas como tontura, visão turva, suor excessivo, náusea e sensação de desmaio podem acontecer.</p>
<h3><strong>Interação medicamentosa</strong></h3>
<p>A depender da medicação que o paciente esteja tomando, é possível que o hibisco, em especial em sua forma mais concentrada (extrato) possa anular o efeito do tratamento ou até mesmo causar efeitos colaterais.</p>
<h3><strong>E para quem está em tratamento do câncer, consumir hibisco é uma boa dica? </strong></h3>
<p>Existem pouquíssimas pesquisas que avaliaram o impacto do hibisco no tratamento do câncer. É importante reforçar que esses estudos avaliaram o extrato de hibisco e que a maioria deles foi realizada in vitro ou com ratos, não sendo realizados nenhum teste com humanos. Por isso, não é possível dizer que o extrato de hibisco possa ajudar o paciente ou se irá ter interação com alguma medicação e causar possíveis efeitos colaterais.</p>
<p>Então já sabe: antes de consumir chá de hibisco, ou qualquer preparo que contenha a planta, converse com o médico.</p>
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